música

No iPod: MUNA – Promise

Bem que o Cleber Facchi do Miojo Indie avisou: “indicado pra quem gosta de CHVRCHES, Katy Perry e Lorde”. Mistura inusitada, né? Mas é bem essa a vibe do trio norte-ameircano MUNA, que faz um som repleto de sintetizadores, uma voz marcante e forte, melódica e nostálgica (me lembrou HAIM em alguns momentos, com Robyn).

Acrescente às referências citadas no começo do post uma dose generosa de pop dos anos 80. Já ouvi “Promise” umas 4x essa manhã e acho que vocês deveriam ouvir também:

Por enquanto, só é possível ouvir o trabalho delas no SoundCloud. Ansiosa por mais canções!

conversas, run forrest run

Como se apaixonar por uma prática esportiva

Outro dia, conversando com uma amiga, ela me contava que ~me admirava~ porque tenho disposição pra acordar tão cedo no final de semana, muitas vezes nublado, frio, pra correr. Esse comentário é, talvez, o mais recorrente, a questão do “mérito” em levantar, vencendo a preguiça, a inércia, para colocar o corpo em movimento. Confesso que eu já pensei muito sobre o assunto, questionei (porque eu sempre questiono) se a coisa é realmente um mérito ou se é uma vontade que a gente passa a ter, como um hábito.

Cheguei a conclusão que o corpo passa a gostar do que encontra no final de uma prática esportiva, seja ela corrida, luta… É algo tão bom que compensa qualquer ~sacrifício~. Obrigada, endorfina!

Aliás, cabe aqui uma observação. Acredito que nada nessa vida deveria vir com o plus do sacrifício: um emprego, um relacionamento, uma reeducação alimentar. A gente é doutrinado desde cedo a batalhar pelas recompensas e isso é tão ruim! Sem amor, sem paixão, sem vontade, vira obrigação. O que era pra fazer bem acaba se transformando num fardo e pode ser que no final desse arco-íris não haja um pote de ouro te esperando. E aí, como fica? No donut for you!

No último domingo, participei da Olympikus Family Run, a prova de 6km que acompanha a Maratona do Rio de Janeiro. O clima não poderia ser melhor, já que é uma das provas mais importantes de corrida de rua do Brasil. Ali se reuniriam corredores profissionais e amadores, correndo 6 – 21 – 42 quilômetros. Pela primeira vez, corri os 6km sem caminhar e logicamente fui inundada por uma satisfação inexplicável. Deu vontade de chorar, deu vontade de gritar pra todo mundo. Pra mim, foi uma conquista maravilhosa, por tudo que o esporte trouxe pra minha vida. Esse seria um daqueles momentos onde as pessoas mandam o “você merece, treinou tanto”. Na verdade, é apenas o corpo se acostumando a uma atividade, que se repete tantas vezes que ele passa a curtir e responde de um jeito tão fantástico.

A Nike é uma marca que tem feito inúmeras campanhas focando em diferentes tipos de corredores. Uma das mais legais é a campanha “Better For It”, que mira certinho em iniciantes que acham impossível correr mais de 50 metros sem colocar o pulmão pra fora. Quantas vezes a gente já olhou pra uma determinada pessoa bombando na aula de spinning e pensou “nunca serei assim”? O vídeo abaixo fala exatamente sobre isso:

Você vai odiar aquele professor de localizada pela série absurda de abdominais. A de glúteos então, nem se fala. Também vai olhar para as esteiras ao redor e invejar loucamente aquele senhorzinho que corre tranquilamente 10km brincando. Ou então, vai se culpar pelo balé abandonado na infância quando estiver na aula de yoga, lamentando o encurtamento muscular. Mas, como tudo na vida, é preciso mirar nos benefícios, porque tudo na vida tem um lado bom (mesmo que não pareça). Segundo o Drauzio Varela, precisamos de pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, para um ganho de qualidade de vida. E não digo aqui ficar sarado/magro/fit. Estamos falando de subir uma escada sem colocar os bofes pra fora, caminhar uma tarde inteira pelo shopping, ter mais disposição durante o dia.

Comece pegando leve: caminhe até a padaria ao invés de pegar o carro. Escolha uma aula coletiva na academia, que seja divertida. Aproveite aquela horinha do dia para cuidar de você. Encare o exercício não como uma punição pelo chocolate do fim de semana mas como um momento de carinho consigo.

Quando a gente aprende a curtir a trajetória, o fim ganha outro sentido.

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Melissa Wanna Be Carioca. Mais em http://sempickles.com/maionese.
mulherzices, wishlist

Melissa Wanna Be Carioca: tendência flatform

A Melissa lançou há algumas semanas a coleção Wanna Be Carioca. Como o nome já diz, estamos falando de uma linha toda inspirada na Cidade Maravilhosa, que exala essa atmosfera de verão, mar, altas temperaturas, roupa fresquinha e de cores vibrantes. O curioso é que a gente nem precisa esperar dezembro chegar pra usar esses modelos mais ~veranis~, visto que nessa cidade faz calor o ano todo, até no inverno (que esse ano deu tchauzinho de longe). Dentre as parcerias que a marca já realiaz e as novidades da coleção, o que mais me chamou atenção foram os sapatos flatform. Dá só uma olhada:

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Dona Jelly

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Hotness

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Mar

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Flox

Fiquei apaixonada pelos modelos Mar e Flox. Curto bastate a vibe desse solado grosso e altinho, que é super confortável pra quem bate perna o dia todo. No caso das mais altas, a gente acaba ficando mais ~elegante~ porém sem sofrer com o saltão. Eu acabei levando a Flox numa cor diferente e aqui ficam dois destaques: a sola tratorada, que já tinha dado as caras em alguns modelos da coleção Melissa Star Walker + solado colorido. Mais trendy, impossível!

Queria ver a Hotness ao vivo mas as lojas estão recebendo aos poucos a coleção. Pra quem quiser ver tudinho (ou quase tudo), é só clicar aqui.

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Looks com adidas Superstar. Mais em http://sempickles.com.maionese.
inspiração

Inspiração: adidas Superstar

Não é de hoje que sou apaixonada pelo adidas Superstar. Contei aqui um pouco sobre esse modelo clássico da adidas e como usei dois deles (um par branco e um par preto) até dizer chega. Eles ficaram tão gastos que tive que doar, já que não dava mais pra usar. Porém, alguns anos depois, bateu a vontade de usá-los novamente e acabei de comprar um par pra amar e sair por aí.

Atualmente, tenho investido em um estilo mais basicão, por isso uso e abuso de tênis mesclando com vestidos básicos, jeans… Se você acha que é impossível fazer um estilo mais bacana com esse modelo, seguem algumas referências pra te inspirar:

Looks com adidas Superstar. Mais em http://sempickles.com.maionese.

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Geralmente a gente vê por aí aquele clássico combo “camiseta + jeans comfort + sneakers”, porém dá pra combinar com saias e vestidos, fica bem interessante:

Looks com adidas Superstar. Mais em http://sempickles.com.maionese.

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O branco acaba sendo mais versátil, fácil de combinar com peças variadas. Porém, vocês viram que saiu aquela coleção super colorida do Pharrell Williams? Esgotou tão rápido aqui no Brasil e também em outros países. Olha que lindo que fica também:

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No fundo, o que importa é a gente se sentir bem! Seja de jeans, saia lápis, vestido rodado, somos livres pra escolher o look que nos faz feliz! :)

(todas as imagens foram coletadas do Pinterest e estão no board “looks”)

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filmes

Assistidos: As Coisas Impossíveis do Amor, Jerry Maguire, Quando o Amor Acontece

Depois de um longo inverno assistindo somente séries (Mad Men ❤) resolvi tirar a teia de aranha da listinha de filmes. Dei uma zapeada rápida no Netflix e encontrei alguns filmes antigos que sempre quis assistir mas tinha preguicinha. Ah, entrou um ~novo~ também que já tinha ouvido falar bem e tal. Vamos lá aos comentários.

1. As Coisas Impossíveis do Amor

Netflix me avisou sobre esse filme, se não me engano naquele display de destaques. Pela descrição, parecia ser mais chatinho do que realmente é. É uma história interessante e comovente, mostrando as complicações entre um casal que lida com tanto problema em pouco tempo. Em muitos casos daria vontade de mandar tudo pros infernos mas os personagens resolvem de outro jeito. Natalie Portman tá ótima nesse filme, vale a pena ver pela atuação dela.

2. Jerry Maguire

Já tinha assistido Jerry Maguire algumas vezes quando era mais nova mas bateu aquela vontade de ver novamente. Eu não era tão crítica antigamente e logicamente ignorei os clichês e caras e bocas do Tom Cruise. Dessa vez, só consegui focar na ~mensagem~ que rola no filme. Quantas vezes a gente já não foi meio Jerry? Meio Dorothy? Abraçando o mundo com as pernas, numa sociedade cada vez mais competitiva. Muitas vezes não sobra espaço para o amor.

Destaque para duas cenas maravilhosas >> essa e essa.

3. Quando o Amor Acontece

Ahhhh comédias românticas… De vez em quando são tão deliciosas! Ainda mais quando tem Sandra Bullock e Harry Connick, Jr (vivendo um cowboy, super novinho). Bom, cês acham que eu só assisto filme incrível, que só trago vitória pro blog, então, queria avisar que ESSE FILME É UMA BELA BOSTA! Mas sabe quando é fofinho? Essa definição é péssima, okay. Mas esse é um daqueles filmes que a gente assiste pra dar uma desplugada do mundo, de coisas mais ~cabeça~ e se deixa levar. Bate uma certa culpa por passar quase 2h da vida assistindo e tal, não acrescenta nada, os personagens são péssimos, Forest Whitaker mandou mal, mas eu gostei de assistir num desses domingos em que você acorda meio sem saber o que fazer.

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Semana que vem devo trazer mais uma leva de filmes que assisti, graças às férias do Pedro – tô aproveitando e tirando uns dias pra relaxar um pouco, ainda mais depois da mudança infernal. O que vocês sugerem? Deixem as dicas aqui nos comentários!

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leituras

Resenha: Entrevista Com O Vampiro – A História de Cláudia

Recebi da Editora Rocco há alguns meses o livro “Entrevista com o Vampiro – A história de Cláudia”. Nunca tinha lido nada da Anne Rice (por favor não me matem) e esse era um erro que eu precisava corrigir. Tipo uma dívida histórica que a gente precisa pagar, sabe? Brincadeiras à parte, tive a oportunidade de ler um pouco da autora, com um livro clássico e tal.

Porém, estamos falando aqui de uma graphic novel adaptada por Ashley Marie Witter. Livro em capa dura, belíssimas ilustrações. Assim que chegou, dei aquela folheada e já me apaixonei. Lindo demais!

Resenha Entrevista com o Vampiro - A história de Cláudia. Mais em http://sempickles.com/maionese.

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Adaptar um clássico da literatura e dos cinemas é sempre uma missão complicada. Porém, Ashley conseguiu com primor realizar um trabalho muito bom, que encanta o leitor a cada página. A história já é sabida pelo público que, pelo menos, assistiu ao filme. Ter a oportunidade de acompanhar a visão da pequena Cláudia diante dos fatos foi incrível.

Ela é a vampira que nunca deveria ter sido. Sua própria existência é tida como uma abominação enter as criaturas da noite. Com a luxúria de uma predadora aprisionada no corpo de uma criança, ela se move através das sombras de um mundo sempre fora de seu alcance. Órfã, filha, vítima e monstro. Esta é a história de Cláudia.

As ilustrações do livro são em tons de sépia, com algumas intervenções em vermelho, retratando o sangue derramado pelos vampiros. O traço detalhista de Ashley acrescenta mais dramaticidade à história, implementando uma atmosfera sombria e sedutora à narrativa. Sério, fiquei muito apaixonada!

Resenha Entrevista com o Vampiro - A história de Cláudia. Mais em http://sempickles.com/maionese.

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Cláudia é transformada por Lestat aos 6 anos e se torna uma vampira aprisionada em um corpo de criança. Esse é um dos principais conflitos que a menina vive, aliás, todos os vampiros: ver passar a eternidade sem envelhecer a carne.

Ao postar a foto do livro no Instagram, vários amigos se declararam apaixonados pelo original. Então, se você é uma dessas pessoas que ama Anne Rice, precisa ler essa adaptação ilustrada. É um MUST HAVE, viu?

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Título: Entrevista com o Vampiro – A história de Cláudia
Autor: Anne Rice & Ashley Marie Witter
Editora: Rocco
224 páginas
Skoob

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