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20 músicas que significam muito (ou quase nada) para mim

Eu AMO um post musical. Por isso, quando vi essa TAG lá no Vem Aqui Rapidão dei pulinhos e falei pra mim mesma: PRECISO RESPONDÊ-LA! Aliás, adoro fazer posts sobre música. Vocês curtem? Querem ver mais o assunto por aqui? No começo do blog, acho que toda semana tinha um post sobre o assunto…

Vamos ao que interessa? São 20 músicas que tem algum (ou nenhum) significado pra mim. Em alguns itens, ficou praticamente impossível escolher apenas uma canção, mas a brincadeira é essa, pensar em várias mas selecionar a que tenha mais a ver, de repente dentro de um contexto do momento…

1. música favorita

A gente já começa esse “desafio” com a parte mais difícil: escolher a sua música favorita. Pincei uma canção que sempre teve um peso na minha vida, desde os tempos em que eu já me reconhecia como indivíduo nessa sociedade (leia-se adolescência). Ao longo dos anos, “Today” foi ganhando mais importância e valor. Então só podia ser ela entrando aqui, nesse tópico.

2. música que mais odeia

Ninguém merece eu dar view pra esse vídeo, mas como foi preciso ilustrar alguma aberração que eu não curta… Vou usar esse cover, que serve pra mostrar algo que eu não tenho saco: esses pseudo “love meta” cafonas. Morram todos.

3. música que te deixa triste

Depois que eu assisti “Six Feet Under”, essa música conquistou meu coração. Quem viu a série sabe em que momento ela se encaixa e o quão importante ela é. Não consigo ouvi-la sem ter vontade de chorar, aquela sensação de fim da vida, desespero de não conseguir fazer tudo que quero porque certamente não vai dar tempo…

4. música que te lembra alguém

Quando morei nos Estados Unidos, fiz amizade com uma pessoa muito especial. Já falei do Bruno algumas vezes aqui no blog e foi uma porrada na cara saber que ele nos deixou. Essa música sempre vai ser nossa, amigo.

5. música que te deixa feliz

Por mais que Arcade Fire tenha uma vibe meio sombria às vezes, melancólica, é justo deles uma das músicas que me deixam mais feliz. Escuto o comecinho dessa canção e já abre um verão aqui dentro. Sem falar que me lembra coisas bonitas.

6. música que te lembra um momento específico

Essa música me lembra com uma riqueza de detalhes a época em que eu estudava de tarde na escolha onde passei a vida. Provavelmente quinta ou sexta série, época esquisita onde o corpo muda, a gente tem umas paixonites nada a ver e ninguém entende muito o que você sente (nem você mesmo). New Order me fez companhia.

7. música que você sabe a letra inteira

Tem música que a gente canta de cabeça pra baixo, dando pirueta, no meio do supermercado quando toca… melhor ainda são aquelas que a gente aprende a letra bem novinho e duzentos anos depois cantarola todinha, juntinho com o vocalista. Sou assim com U2. Sou assim com essa música.

8. música que te faz dançar

Não importa onde eu esteja, quando toca essa música eu danço nem que seja aquele passinho tímido com os pezinhos, sabe?

9. música que te ajuda a dormir

Essa música é apenas voz e violão. Podia ser ninada por esses acordes dedilhados a noite toda! Pra dormir com o coração quentinho! Também vale mencionar que um disco inteiro do Iron & Wine coloca os mais durões pra dormir lindamente.

10. música que você gosta em segredo

Já não é mais segredo, né? Mas eu gosto dessa música. Já impliquei, odiei, amei, odiei de novo. A verdade é que eu gosto dessa música. Me traz boas lembranças, então a guardo com carinho aqui dentro.

11. música com a qual você se identifica

Essa letra descreve o meu espírito desbravador e com ímpeto de estar sempre “sijogando” nas oportunidades, por mais que elas estejam fadadas a dar errado. Quem acredita em signo diria que não tem nada a ver comigo mas eu tô aqui, contrariando a expectativa do mundo! PS: não acredito em signo.

12. música que você cantava e agora odeia

Poderia ser alguma do Los Hermanos. Eu amava os caras mas enchi o saco total. Tá, dizer que “odeio” é pesado porque se eu estivesse num show cantaria tudo, ficaria mega feliz. Mas vou colocar Los Hermanos aqui só pra criar um climão.

13. música do seu disco preferido

Foi um parto escolher apenas uma música pra ilustrar esse tópico. Primeiro que né, escolher um disco favorito. Depois UMA música. Eu preferia pular de uma ponte mas enfim, eu escolho “1979”.

14. música que sabe tocar em algum instrumento

Assim, longe de mim ~saber tocar algum instrumento~ mas eu sabia tocar Asa Branca no teclado. Não que eu seja fera feito o Rei do Baião, mas quando meu vô me deu um teclado, arrisquei alguma coisinha… devia ter insistido (meus pais agradecem a desistência).

15. música que gostaria de cantar em público

Adoro essa música. Tipo adoro muito. Acho a melodia gostosa, a voz da Tove Lo… Volta e meia quando toca na academia cantarolo baixinho, mas né, esse refrão, deixa pra lá.

16. música que gosta de ouvir dirigindo

Tudo bem que eu não dirijo, embora tenha carteira de motorista… Mas toda vez que tô no carro com Pedro me dá vontade de ouvir Sugar Ray. Fico com aquela cara de cachorro lambão, sabe? Só falta colocar a língua pra fora!

17. música da sua infância

Meus pais sempre ouviram muita música. Fosse no rádio ou nos long plays, tinha sempre algo tocando durante a semana, aos sábados e domingos… Sempre foi um lar repleto de notas musicais. Mamãe era fã de Gonzaguinha e perdi as contas de quantas vezes ouvi seus discos. Essa música é muito nostálgica e me remete imediatamente aos tempos de infância. Eu cantava tudo errado mas cantava sorrindo. Eu adorava cantar, por sinal.

18. música que ninguém imagina que você goste

Me julguem mas eu adoro essa música. Acho super farofinha, tosquinha, tocou até dizer chega e encheu o saco de todo mundo. O clipe então, é aquele excesso de clichês, né? Mulher, carros, sorrisos, felicidade… Mas eu gosto dessa música. Gosto sim.

19. música que você quer que toque no seu funeral

Claro que vai ser uma música do Arcade Fire, álbum “Funeral”, sem sombra de dúvidas. E tem que ser “Neighborhood #1 (Tunnels)”, que vai crescendo até ter um fim apoteótico. É bem assim que quero enxergar a minha trajetória.

Purify the colors, purify my mind
And spread the ashes of the colors over this heart of mine!

20. música que você quer que toque no seu casamento

Se algum dia rolar uma cerimônia daquelas bonitas, eu quero essa música aqui.

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Quem se anima de participar do desafio? Se alguém topar, é só me avisar aqui nos comentários, quero ver as respostas de todos!

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música

O novo álbum do Red Hot Chili Peppers: The Getaway

Faz teeeeempo que o Red Hot Chili Peppers seu último álbum (I’m With You em 2011 – um disco meio sem sal que não arrancou muitos suspiros dos fãs nem da crítica). De lá pra cá a banda ficou meio  reclusa, com indícios de que estava concentrada para lançar um novo projeto. Notícia confirmada, viu? Tinha café nesse bule! Foi divulgada ontem a faixa Dark Necessities, primeiro single do novo álbum The Getaway.

Achei um som beeem fino, bacana, mas nada a ver com Red Hot Chili Peppers. Apreensiva com o que nos aguarda.

Produzido por Danger Mouse (dj e produtor norte-americano que já produziu muuuuuita coisa nessa vida) e mixado por Nigel Godrich (outro ~fera~ que já cuidou de gente fodona tipo Radiohead), “The Getaway” conta com 13 faixas inéditas. Ah, tem turnê prevista pra começar aind esse mês, em 22 de maio nos EUA. Será que ela passará pelo Brasil?

Confira as faixas:

01 The Getaway
02 Dark Necessities
03 We Turn Red
04 The Longest Wave
05 Goodbye Angels
06 Sick Love
07 Go Robot
08 Feasting on the Flowers
09 Detroit
10 This Ticonderoga
11 Encore
12 The Hunter
13 Dreams of a Samurai

O novo álbum chega às lojas no dia 17 de junho. Vamos ver se até lá sai mais coisa, né?

Coisas Que Amei | edição abril 2016
coisas que amei

Coisas Que Amei: eventos, beleza e boniteza

Nos últimos dias o navegador ficou com abas carregadas de coisas legais e bonitas que eu queria compartilhar de alguma forma. Dicas de beleza, bate papo interessante sobre assunto ainda mais legal, um pouco de tudo. E eu tardo mas não falho: tá no ar mais um post da série “coisas que amei”. Porque quando eu “agarro” amor… ahhhh eu agarro!

* * *

◣ O post da Rê Vitrola sobre peitos foi uma das coisas mais legais que li nos últimos tempos. Sofro do mal “peito grande” e isso já entrou em debate aqui nesse post. Recentemente, rolou um movimento pelos “peitos livres” mas nem todo mundo consegue aderir por uma questão de saúde mesmo (imagina ficar sem sutiã o tempo todo tendo seios gigantes?). Nesse post, ela fala não somente das dificuldades mas também dá dicas muito boas pra quem passarmos menos perrengue no verão, na hora de se vestir…

As amadas Marie e Nuta do GWS estão promovendo o Chá de Autoestima (23/04 aqui no Rio de Janeiro). Imagina só um encontro com aquele clima de amizade, pra falar de amor próprio, empoderamento e felicidade? Tem tudo pra ser imperdível, viu?

◣ Imaginem uma seleção de produtos bacanudos e criativos, selecionados por gente que está sempre em busca de coisas legais? E se essa seleção pintasse lindamente na sua casa, uma vez por mês? Essa é a proposta da Caixa Cosmo, iniciativa da designer Mellina Passi. Lá no Follow The Colours tem tudo explicadinho!

◣ Coisa mais linda as fotos de divulgação da nova linha Make B. Urban Ballet, de O Boticário. A Cami fez um post mostrando o ensaio e fiquei aqui só suspirando, porque além de belíssimas mulheres, os produtos são um escândalo de lindos – reparem no detalhe dos batons.

◣ A Nay do Chat Feminino fez um post super explicadinho com dicas para usar óleo de coco na hora de cuidar da pele, dos cabelos… Já havia testado na hora de hidratar os fios e gostei bastante (até porque me amarro nesse cheirinho de coco, sabe?). Vale a leitura!

◣ Um dos estilos artísticos que mais curto é a colagem. A artista Vivienne Strauss montou uma série mesclando pássaros e carros vintage, coisa mais linda e delicada. Deu vontade de montar uma parede cheia dessas ilustrações (você pode adquirir as impressões na lojinha da moça).

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Lianne La Havas
música

Pra ouvir ainda hoje: Lianne La Havas

Foi graças a uma playlist no Spotify que conheci a voz de Lianne La Havas. Antigamente, costumava passear por novos sons lendo meus blogs favoritos, coisa que tenho feito cada vez menos na atualidade. Sobra informação, falta tempo. E não é desculpa esfarrapada. Uma das coisas que mais gostava era isso: encontrar um novo artista, uma canção, suspirar entre um texto e outro.

Lianne nasceu na Inglaterra e sua voz doce e melódica abraça a nossa alma. Quando a escutei pela primeira vez, viajei no tempo e foi como se estivesse ouvindo Lauryn Hill pela primeira vez. Não que eu ache as vozes delas parecidas mas pelo simples fato de que ouvi-las cantando nos obriga a parar tudo que estamos fazendo para apenas… ouvi-las.

(essa é uma das versões ao vivo mais lindas que já ouvi – sem falar que o vídeo também é maravilhoso)

Seu mais recente álbum se chama “Blood” (lançado no ano passado). Durante o processo de criação, Lianne foi pela primeira vez conhecer suas raízes jamaicanas. A viagem trouxe novas perspectivas e reflexões a respeito de sua vida e refletiu em suas músicas. Nesse álbum, Lianne fala sobre término de relacionamento, família e liberdade.

Lianne vem ao Brasil para a turnê com o Coldplay. Gente, como queria assistir a apresentação dela. Só dela HAHAHHA mentira, queria ver Coldplay também. Porém, ingressos esgotados… Tomara que seu retorno seja em breve e com shows exclusivos.

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bonitezas

O universo cósmico de Sam Chivers

Atire a primeira pedra quem não se deixa fascinar por imagens do universo. Impossível não passar alguns bons minutos olhando para o céu, imaginando o que existe “lá em cima”. Ou então, viajar ao observar registros da Nasa de estrelas, cometas, meteoros, galáxias. O assunto aguça a nossa imaginação e, vamos combinar, é maravilhoso (e assustador) imaginar como somos grão miúdo em meio à imensidão.

Conheci o trabalho do ilustrador Sam Chivers depois de ler esse post no Fubiz. O artista tem um traço bastante marcante e mescla formas e cores em um trabalho repleto de referências surrealistas, inserindo elementos cósmicos e brincando com a fantasia de explorar o universo, a imensidão além do nosso planeta.

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O trabalho de Sam pode ser visto em seu portfolio, clicando aqui.

conversas, pra gente

Sobre o meu novo cabelinho

A última vez que tive cabelo curto, assim, na altura do queixo, foi na infância. Se eu encontrar a foto, juro que publico aqui. Lembro perfeitamente da ocasião, eu estava fazendo a Primeira Comunhão (rs) e tava toda linda (só que não) parecendo uma pomba da paz vestida de branco, uma roupa padrão (todas as crianças tinham que usar o mesmo modelo, em linho e talz) e eu com aquele capacete graças ao bom gosto da moça que cortava o cabelo da família. Sério, dignidade zero. Coitada da Raquel de 8 anos.

A vida foi passando e eu nunca mais me atrevi a cortar as madeixas acima dos ombros. Vivi uma adolescência sem escova progressiva e olha, que coragem que era usar os cabelos naturais. Você tinha que ser muito segura de si ou então virar escrava dos creminhos de pentear. Foi uma época difícil para a jovem Raquel, lidando com caracóis ruivos e revoltos.

Há algum tempo venho trabalhando minha minha autoestima em relação ao meu visual. Sabe aquela coisa de se sentir feia por que você não preenche um determinado padrão? Aquela coisa de ter cabelo comprido, liso de preferência… Comecei a cansar do corte, que pesava em mim. Comecei a me imaginar diferente do que eu vinha sendo há anos. Pensei em tingir os cabelos, mas não seria suficiente. Eu precisava remodelar a coisa toda. E foi assim que sentei na cadeira do Felipe (meu amado cabeleireiro) e assim cortamos 15 centímetros de fios. Assim surgiu uma Raquel de cabelos curtos, segura de si.

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Nas palavras do Felipe, eu assumia um cabelo com personalidade. E vou dizer que não foi difícil dar cabo de tanto cabelo. Ainda é curioso encontrar algumas pessoas que sempre me viram de cabelo grande e lidar com a cara de espanto delas. Muitas dizem que ficou bem melhor, que meu rosto agora aparece mais, está mais leve. Eu confesso que estou gostando muito e já cheguei a me perguntar por que não cortei antes. Mas sabe, acho que não teria o mesmo significado se fosse assim, de um jeito aleatório. Esse corte veio na hora certa, em uma fase em que estou muito de bem comigo mesma. Não é apenas um corte, é mais do que isso.

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