Coisas Que Amei | edição abril 2016
coisas que amei

Coisas Que Amei: eventos, beleza e boniteza

Nos últimos dias o navegador ficou com abas carregadas de coisas legais e bonitas que eu queria compartilhar de alguma forma. Dicas de beleza, bate papo interessante sobre assunto ainda mais legal, um pouco de tudo. E eu tardo mas não falho: tá no ar mais um post da série “coisas que amei”. Porque quando eu “agarro” amor… ahhhh eu agarro!

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◣ O post da Rê Vitrola sobre peitos foi uma das coisas mais legais que li nos últimos tempos. Sofro do mal “peito grande” e isso já entrou em debate aqui nesse post. Recentemente, rolou um movimento pelos “peitos livres” mas nem todo mundo consegue aderir por uma questão de saúde mesmo (imagina ficar sem sutiã o tempo todo tendo seios gigantes?). Nesse post, ela fala não somente das dificuldades mas também dá dicas muito boas pra quem passarmos menos perrengue no verão, na hora de se vestir…

As amadas Marie e Nuta do GWS estão promovendo o Chá de Autoestima (23/04 aqui no Rio de Janeiro). Imagina só um encontro com aquele clima de amizade, pra falar de amor próprio, empoderamento e felicidade? Tem tudo pra ser imperdível, viu?

◣ Imaginem uma seleção de produtos bacanudos e criativos, selecionados por gente que está sempre em busca de coisas legais? E se essa seleção pintasse lindamente na sua casa, uma vez por mês? Essa é a proposta da Caixa Cosmo, iniciativa da designer Mellina Passi. Lá no Follow The Colours tem tudo explicadinho!

◣ Coisa mais linda as fotos de divulgação da nova linha Make B. Urban Ballet, de O Boticário. A Cami fez um post mostrando o ensaio e fiquei aqui só suspirando, porque além de belíssimas mulheres, os produtos são um escândalo de lindos – reparem no detalhe dos batons.

◣ A Nay do Chat Feminino fez um post super explicadinho com dicas para usar óleo de coco na hora de cuidar da pele, dos cabelos… Já havia testado na hora de hidratar os fios e gostei bastante (até porque me amarro nesse cheirinho de coco, sabe?). Vale a leitura!

◣ Um dos estilos artísticos que mais curto é a colagem. A artista Vivienne Strauss montou uma série mesclando pássaros e carros vintage, coisa mais linda e delicada. Deu vontade de montar uma parede cheia dessas ilustrações (você pode adquirir as impressões na lojinha da moça).

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Lianne La Havas
música

Pra ouvir ainda hoje: Lianne La Havas

Foi graças a uma playlist no Spotify que conheci a voz de Lianne La Havas. Antigamente, costumava passear por novos sons lendo meus blogs favoritos, coisa que tenho feito cada vez menos na atualidade. Sobra informação, falta tempo. E não é desculpa esfarrapada. Uma das coisas que mais gostava era isso: encontrar um novo artista, uma canção, suspirar entre um texto e outro.

Lianne nasceu na Inglaterra e sua voz doce e melódica abraça a nossa alma. Quando a escutei pela primeira vez, viajei no tempo e foi como se estivesse ouvindo Lauryn Hill pela primeira vez. Não que eu ache as vozes delas parecidas mas pelo simples fato de que ouvi-las cantando nos obriga a parar tudo que estamos fazendo para apenas… ouvi-las.

(essa é uma das versões ao vivo mais lindas que já ouvi – sem falar que o vídeo também é maravilhoso)

Seu mais recente álbum se chama “Blood” (lançado no ano passado). Durante o processo de criação, Lianne foi pela primeira vez conhecer suas raízes jamaicanas. A viagem trouxe novas perspectivas e reflexões a respeito de sua vida e refletiu em suas músicas. Nesse álbum, Lianne fala sobre término de relacionamento, família e liberdade.

Lianne vem ao Brasil para a turnê com o Coldplay. Gente, como queria assistir a apresentação dela. Só dela HAHAHHA mentira, queria ver Coldplay também. Porém, ingressos esgotados… Tomara que seu retorno seja em breve e com shows exclusivos.

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bonitezas

O universo cósmico de Sam Chivers

Atire a primeira pedra quem não se deixa fascinar por imagens do universo. Impossível não passar alguns bons minutos olhando para o céu, imaginando o que existe “lá em cima”. Ou então, viajar ao observar registros da Nasa de estrelas, cometas, meteoros, galáxias. O assunto aguça a nossa imaginação e, vamos combinar, é maravilhoso (e assustador) imaginar como somos grão miúdo em meio à imensidão.

Conheci o trabalho do ilustrador Sam Chivers depois de ler esse post no Fubiz. O artista tem um traço bastante marcante e mescla formas e cores em um trabalho repleto de referências surrealistas, inserindo elementos cósmicos e brincando com a fantasia de explorar o universo, a imensidão além do nosso planeta.

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O trabalho de Sam pode ser visto em seu portfolio, clicando aqui.

conversas, pra gente

Sobre o meu novo cabelinho

A última vez que tive cabelo curto, assim, na altura do queixo, foi na infância. Se eu encontrar a foto, juro que publico aqui. Lembro perfeitamente da ocasião, eu estava fazendo a Primeira Comunhão (rs) e tava toda linda (só que não) parecendo uma pomba da paz vestida de branco, uma roupa padrão (todas as crianças tinham que usar o mesmo modelo, em linho e talz) e eu com aquele capacete graças ao bom gosto da moça que cortava o cabelo da família. Sério, dignidade zero. Coitada da Raquel de 8 anos.

A vida foi passando e eu nunca mais me atrevi a cortar as madeixas acima dos ombros. Vivi uma adolescência sem escova progressiva e olha, que coragem que era usar os cabelos naturais. Você tinha que ser muito segura de si ou então virar escrava dos creminhos de pentear. Foi uma época difícil para a jovem Raquel, lidando com caracóis ruivos e revoltos.

Há algum tempo venho trabalhando minha minha autoestima em relação ao meu visual. Sabe aquela coisa de se sentir feia por que você não preenche um determinado padrão? Aquela coisa de ter cabelo comprido, liso de preferência… Comecei a cansar do corte, que pesava em mim. Comecei a me imaginar diferente do que eu vinha sendo há anos. Pensei em tingir os cabelos, mas não seria suficiente. Eu precisava remodelar a coisa toda. E foi assim que sentei na cadeira do Felipe (meu amado cabeleireiro) e assim cortamos 15 centímetros de fios. Assim surgiu uma Raquel de cabelos curtos, segura de si.

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Nas palavras do Felipe, eu assumia um cabelo com personalidade. E vou dizer que não foi difícil dar cabo de tanto cabelo. Ainda é curioso encontrar algumas pessoas que sempre me viram de cabelo grande e lidar com a cara de espanto delas. Muitas dizem que ficou bem melhor, que meu rosto agora aparece mais, está mais leve. Eu confesso que estou gostando muito e já cheguei a me perguntar por que não cortei antes. Mas sabe, acho que não teria o mesmo significado se fosse assim, de um jeito aleatório. Esse corte veio na hora certa, em uma fase em que estou muito de bem comigo mesma. Não é apenas um corte, é mais do que isso.

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coisas que amei, pra gente

Queridinhos de verão: LUSH & The Body Shop

Em novembro do ano passado, fiz esse post aqui no Maionese compartilhando algumas querências e produtos que já faziam parte da minha rotina (quase) diária. O calor já estava dando sinais de vida aqui no Rio e não tem nada melhor que banho e água gelada pra fazer com que a gente tenha um pouco mais de dignidade, certo? E tudo fica ainda melhor se a gente complementa o ritual de “purificação” com aromas e frescor de sabonetes, cremes hidratantes e perfumes.

No Natal, me dei de presente alguns produtos que já estavam na minha listinha. Como tô apaixonada por cada um deles. Não sei se foi coincidência ou se fui certinha onde “estava precisando”, evitando de comprar coisa com a mesma função. São eles:

Conheci a linha Mojito em uma visitinha à The Body Shop, que é uma loja super gostosa e que “chegou-chegando” no Brasil na segunda metade de 2015. Imaginem um aroma herbal e refrescante, aquele cheirinho de hortelã com um algo a mais? Esse é o cheirinho da edição limitada lançada pela marca. Primeiro, comprei esse sorbet hidratante, que dá uma sensação gostosa na pele após o banho, a praia, mas sem deixar a pele melecada, sabe? Achei perfeito para o verão, principalmente pra usar antes de dormir.

R$  63,00 // compre aqui

Não satisfeita em comprar o sorbet hidratante, trouxe também o body scrub. O efeito esfoliante é bem levinho, você sente que tá removendo células mortas mas não tem aquela sensação de lixa, sabe? O cheiro é uma delícia e obviamente faz uma dupla perfeita com o hidratante que citei anteriormente. Uso pelo menos 2x na semana. É um pouco caro mas rende bastante.

R$ 80,00 // compre aqui

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Vocês devem estar achando que eu ganhei na ~loto, né? Ou então, que fui apadrinhada pela The Body Shop. Massss o que posso fazer se fui tão bem atendida na loja e conheci praticamente todos os produtos disponíveis? Já conhecia alguns “perfuminhos” da marca, aquela coisa meio body splash e tal. Mas não havia experimentado as fragrâncias mais fortes e quando bati o olho nesse frasco verdinho, “garrei” amor. O cheirinho dele é frutado, levemente adocicado sem ser enjoativo. Sabe aquele perfume que combina com verão? Fica um cheirinho de banho no ar, bem fresco e jovial.

R$ 109,00 // compre aqui

Produtos queridos de março. Mais em http://sempickles.com/maionese.Nunca tinha visto o conceito de “condicionador corporal” até visitar a loja da LUSH em São Paulo, na Oscar Freire. O rapaz que me atendeu fez uma demonstração e explicou bem que esse produto não era um hidratante mas um mix de manteigas e óleos que nutrem a pele. No dia acabei não trazendo porque tava com a grana mais curta porém algum tempo depois… Eu uso esse produto 1x na semana, massageando principalmente os cotovelos e as pernas. Sem falar no cheirinho que fica espalhado pelo corpo depois que você enxágua, se enxuga… ele permanece ali, suave, um aroma de rosas incrível. Recomendo de olhos fechados!

R$ 131,30 // compre aqui

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Tem gente que vai chiar dos preços mas eu gosto de pensar no tempo que esses produtos duram aqui em casa. Hidratante então é uma coisa que demora pra gastar, né? Fora que a gente dificilmente usa o mesmo todos os dias, ou então perfume… Pensa que é um investimento em você mesmo/mesma, né? 🙂

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Dupla-exposição por Miki Takahashi
bonitezas

Utakata: o ensaio em dupla-exposição de Miki Takahashi

Talvez vocês não saibam mas há alguns anos me aventurei numas de estudar fotografia. Fiz alguns cursinhos, na época a gente mexia muito com fotografia analógica. Recordo-me com muito carinho de um ensaio que fizemos no Jardim Botânico, levamos vários rolinhos para os experimentos e cheguei a revelar alguns deles (guardo as fotos com muito carinho). Tô contanto disso tudo apenas pra dizer que esse é um hobby que deixei “pra trás” mas estou sempre de olho em trabalhos, suspirando daqui e dali.

Quando vi o ensaio da artista Miki Takahashi, fiquei encantada com sua série em dupla exposição. Intitulada Utakata, a série fotográfica mescla auto-retratos com fragmentos de seu cotidiano: flores, chuva, paisagens. Em algumas imagens, apenas a silueta de Miki se revela por conta da aplicação das padronagens, resultado lindo toda vida!

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Dupla-exposição por Miki Takahashi

Dupla-exposição por Miki Takahashi

Não deixem de ver também seus outros ensaios: LookInside e In Urban Sense.

Via Trendland.

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