7 músicas para cantar no videokê #rotaroots

 

Gente, setembro praticamente tá acabando. Não, não vou citar aquela música do Green Day pedindo pra “me acordar quando setembro acabar” porque eu adoro setembro. É o mês da primavera, quando oficialmente damos adeus ao inverno – que esse ano nem deu as caras. Por outro lado, é um aviso pra gente ir se preparando para o inferno que é o verão, principalmente morando no Rio de Janeiro. Já estou sentindo calafrio de medo…

Mas voltando ao foco da postagem, a turma do Rotaroots sambou na cara de todos nós trazendo temas divertidíssimos para as blogagens especiais. E eu não poderia deixar de participar dessa. Fazer uma lista de 7 canções que não podem faltar em um videokê. Ou karaokê, como você preferir. Gente, eu sou dessas que AMA um videokê. Eu boto pra fora o meu lado “cantora frustrada”, principalmente se eu tiver tomado umas e outras. Dizem que eu não decepciono mas né, eu sou MUITO envergonhada, nunca poderia ser cantora. Nem sóbria.

7 >> Bon Jovi :: Livin’ On A Prayer

Meu debut no videokê começa com ~Bom Jovem~. Meu sonho é ter aquele negócio pra fazer o barulho da introdução, mas na falta rola na boca mesmo. Mico total, mas quem liga? Melhor parte: o refrão, onde todo mundo da plateia se arrisca a cantar junto. Momento de catarse coletiva.

6 >> Tim Maia :: Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)


Essa é outra que toca já pro fim da noite. Galera já cantou sertanejo, arranhou no inglês, teve de tudo. Daí entra Tim Maia pra celebrar a grande noite regada a muita caipivodka e rodízio de cerveja.

5 >> Legião Urbana :: Pais e Filhos

Cá estamos na cota “gente chorando no videokê”. É a hora em que aquele teu amigo já virou todas e escolhe essa música pra homenagear os pais, que sempre fizeram tudo por ele. É a hora em que nego chora e canta de mãos pra cima “É preciso amaaaaaaaar as pessoas como se não houvesse a-ma-nhã…”. Lembrando que o “amigo” pode ser você. Ou eu. Vai saber… HAHAHAH

4 >> U2 :: Sunday Bloody Sunday

Bem antes do Sambô assassinar essa música, eu tenho certeza de que muita gente já o tinha feito no videokê mais próximo. Cantar U2 no videokê sempre é um grande desafio. With Or Without You poderia estar nessa lista também.

3 >> RPM :: Olhar 43

Tá que 90% das pessoas canta a letra errada, principalmente na parte da música que é mais rápida. Mas é diversão garantida quando alguém se aventura no microfone pra relembrar os anos 80. E pra imitar a voz do Paulo Ricardo.

2 >> Kid Abelha :: Pintura Íntima


♫ Fazer amor de madrugada (em cima da cama, embaixo da escada)… ♫ QUEM NUNCA CANTOU, PELO AMOR DE CRISTO? É pior que a piada do tio do pavê, ainda assim eu me mijo de rir toda vez que soltam a pérola. Vai dizer que essa música falta na sua lista de videokê?

1 >> Bonnie Tyler :: Total Eclipse Of The Heart

Cara, essa música reina absoluta na minha lista de cantorias. Impossível a gente não liberar aquela drag que existe em todos nós. Super me imagino divando no “I REALLY NEED YOU TONIGHT”, com direito a ventilador nos cabelos e tudo mais. Tinha que ser a número 1.

PLUS A MAIS >> Chitãozinho e Xororó :: Evidências


Se você nunca cantou essa música no videokê, você não sabe brincar disso. Entrou como “plus a mais” na listinha”.

Muita coisa ficou de fora, como sertanejos e pagodes que sempre passam pelos microfones. Pensando nisso, na injusta exclusão dessas pérolas populares, criei uma lista no Spotify chamada “Videokê Feelings”. Se você simpatizar, siga, compartilhe, elogie… Dá um check it out  clicando aqui embaixo:

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

Séries pra assistir: The Killing

The Killing | Maionese

Eu não canso de declarar todo o meu amor à Netflix. De todos os serviços de streaming que eu pago, posso dizer que esse é o dinheiro mais bem investido por dois motivos: 1. não preciso ficar caçando episódio em site de torrent + sincronizando legenda; 2. encontro de tudo um pouco no acervo do serviço, desde filmes antigos a séries que sempre quis assistir.

Depois de matar True Detective (HBO Go) e Orphan Black (Netflix e torrent), eu estava carente por outra série. Não queria nada muito comédia ou romance então segui a sugestão de uns amigos e me joguei em The Killing. A série é um remake da série dinamarquesa “Forbrydelsen”, que recebeu indicações ao prêmio BAFTA faturando o caneco de Melhor Drama Internacional em 2011. A história gira em torno da investigação de um assassinato, conduzido pelos detetives Sarah Linden e Stephen Holder, vividos pelos atores Mireille Enos e Joel Kinnaman. Logo no primeiro capítulo, já somos colocados diante da seguinte situação: uma jovem super estudiosa e amada pela família está desaparecida. A gente sabe que deu merda mas como isso aconteceu ninguém sabe.

Algumas pessoas comentavam comigo que não tiveram paciência para acompanhar o desenrolar do caso, que leva quase duas temporadas (cada uma com 10 capítulos) para ser resolvido. Esse timing mais arrastado foi, inclusive, um dos motivos pelos quais a série foi cancelada no final da segunda temporada e novamente no final da terceira. Seria a coisa mais triste do mundo se a história acabasse na terceira temporada, visto que o caso da guria foi resolvido, um novo caso viria a tona, remexendo em memórias da personagem principal – Linden – e toda a trama acabou sendo colocada de cabeça pra baixo. Graças à Netflix, houve a produção de mais 6 episódios, que resultaram no desfecho dessa história.

Mas vocês devem estar se perguntando: “Raquel, qual é a graça de assistir uma série que foi cancelada duas vezes?”. E eu vos digo: é impossível não ficar amarrado à trama, ainda que algumas vezes você se sinta enrolado nos episódios. Aquele sentimento de “agora já sei que foi esse cara que mat… NÃO PERA, TÁ DE BRINKS QUE FOI ESSE MALUCO?” é constante em boa parte dos episódios.

The Killing | Maionese

É impossível, também, depois que você se joga de cabeça na história, não pegar amor pelos personagens principais. Linden tem sempre aquele mesmo look, é obcecada pelo trabalho e simplesmente não sabe demonstrar amor (ela tem um filho fofo, resultado de uma gravidez na adolescência). Já Holder é aquele policial sem o menor perfil pra tal, parece um rapper largadão, você tem vontade de pegá-lo pelo bracinho e falar “filho, vem cá lavar esse cabelo, troca esse casaco” mas não precisa, ele é tão querido e sofrido que você se apaixona. Todos os personagens escondem um segredo e ainda que algumas passagens tenham ficado mal explicadas (como o passado de Linden, que tinha tudo pra ser explorado de uma forma mais bizarra e dramática mas que no fim das contas vira um “nhé” bem bobo), a gente já se sente íntimo de cada um ali.

The Killing | Maionese

Recomendo muito “The Killing” pra quem curte um thriller policial com algumas doses de humor (garantidas pelas tiradas de Holder).

Para assistir ao trailer da série, só dar play aqui embaixo:

E pra quem já tá entrando na temporada final, vale o play no “behind the scenes” com depoimentos dos atores:

Trocando livros no Skoob – dicas e outros

Trocando livros no Skoob

Não sei vocês, mas eu adoro o Skoob. No começo, tinha um pouco de preguiça da rede social, achava que era meio besta ficar mostrando pro mundo os livros que a gente lê/tem/quer. Porém, depois eu comecei a achar legal o fato da gente ficar mostrando pro mundo os livros que a gente lê/tem/quer, até como forma de arquivar o que estamos lendo em uma determinada época da vida. Adoro passar alguns minutos passeando por lá, em busca de novas leituras. E foi numa dessas andanças que eu percebi uma galera falando de troca de livros.

Bom, antes de falar das trocas, vamos falar um pouco do Skoob. Trata-se de uma rede social onde as pessoas falam basicamente de… livros. Aliás, perceberam que skoob é books ao contrário? TA-DA! :D Voltando: existe um acervo enorme de livros cadastrados. Você pesquisa um determinado título pelo nome ou autor e ali encontrará muitas informações sobre o mesmo. Resenhas, avaliações, editora que lançou, edições do livro… Muitas editoras inclusive participam do Skoob em páginas exclusivas e também alguns fóruns. É muito bacana navegar por livros já lidos e aqueles que você quer ler um dia.

Foi assim que eu conheci a seção de Trocas, uma funcionalidade exclusiva para os usuários PLUS da rede. Nem vou me alongar na explicação porque o próprio Skoob explica bem direitinho como se tornar PLUS e como fazer trocas aqui.

Minha experiência trocando livros

Segui todos os passos e cadastrei aqueles livros que eu não queria mais aqui em casa. Muitos deles, inclusive, estavam abandonados na casa da minha mãe e eu acabei trazendo justamente pra doar em algum bazar. Como achei a logística meio inviável, fiquei tão encantada quando conheci o universo de trocas do Skoob. Em poucos meses, eu já enviei uns 8 livros para leitores em vários lugares do Brasil.

Trocando livros no Skoob

esses são alguns dos meus livros disponíveis para troca

Trocando livros no Skoob

esses são alguns dos livros que eu quero – mas tá difícil conseguir…

Você pode solicitar seu primeiro livro depois de concluir dois envios. Dependendo de onde a pessoa morar, o único jeito é fazer via Correios. É possível solicitar envio de impresso, que sai bem mais em conta na hora de pagar. Acaba compensando bastante o valor do frete com o valor dos livros. Mas o principal é: desapegar do que você jamais vai ler, dando chance para outras pessoas curtirem algo que você já gostou.

É uma brincadeira muito gostosa, viu? Com o tempo você vai ficando cada vez mais esperto! Ah, deixo vocês com algumas dicas:

- Há usuários que pedem 2 créditos por um determinado livro. Geralmente são livros mais hypados ou muito grandes.

- Livros bombados são trocados bem rápido. Fique atento e seja rápido na hora de entrar em contato com algum usuário que tenha disponibilizado pra troca aquele livro que você tanto deseja.

- Negocie, sempre. Às vezes aquele usuário tem um livro que você quer há tempos e é possível fazer uma proposta, um bem-bolado que o cara acaba aceitando.

- Leia as avaliações de cada usuário antes de trocar. Premissa pra vida, né? Certifique-se de que a pessoa é de confiança e que vai fazer a entrega do seu livro em bom estado e em prazo satisfatório.

- Se vais trocar um livro: seja honesto. Tá com orelha na capa? Deixe claro pro usuário que fez a solicitação. Nada pior do que receber um produto em condições ruins, né? Não é bacana.

- Tenha cuidado na hora de embrulhar o livro para o coleguinha. Eu uso sempre plástico bolha e papel pardo. Imagina só, você separou o livro novinho, mas por algum descuido na hora do transporte, ele chega o pó no destinatário? Não bom… Você pode acabar sendo prejudicado nessa troca. Tenha o máximo de cuidado, portanto.

Se eu lembrar de alguma outra dica, compartilho com vocês! E por aí, já rolou troquinha no Skoob?

Pra quem quiser trocar livros comigo, ou mesmo fuçar minha biblioteca, é só clicar aqui. E quem quiser deixar o link dos respectivos perfis, é só aproveitar o espaço nos comentários!

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As 10 melhores sorveterias do Brasil

Essa semana foi celebrado o Dia do Sorvete. Acho graça como essas datas surgem, tipo, o dia que alguém criou determinada coisa? Alguém foi lá e assinou um papel dizendo “EI VOCÊS, HOJE É DIA DO CHÁ VERDE” e bla bla bla? Deve ser. Enfim, em um desses dias rolou o Dia do Sorvete. E dentre alguns releases enviados para o Gordelícias, um me chamou atenção: um levantamento que o TripAdvisor fez listando as 10 melhores sorveterias do Brasil – tendo como base as avaliações dos usuários, claro. Ficou assim:

1. Cairu, Belém, Pará
Pra vocês terem uma noção, a Cairu é uma sorveteria e aparece em #1 na lista de restaurantes para conhecer em Belém. APENAS.

2. Bacio Di Latte, São Paulo, São Paulo
Assim como a Cairu, a Bacio Di Latte (unidade Oscar Freire) aparece no topo da lista de restaurantes de São Paulo no nosso colega TripAdvisor. Nunca fui nessa loja da Oscar Freire (me parece que foi a primeira do Brasil) mas sempre escuto comentários de que havia fila e espera na hora de comprar sorvetinhos.

3. Sorveteria Italiana Monte Pelmo, Florianópolis, Santa Catarina

4. Bacio Di Latte- Bela Cintra, São Paulo, São Paulo

5. Bacio Di Latte – Shopping Morumbi, São Paulo, São Paulo

6. Momo Gelato, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Os reviews são excelentes, deve realmente ser maravilhoso. Posso ir hoje? Agora?

7. San Paolo, Fortaleza, Ceará

8. Los Paleteros, Curitiba, Paraná

9. Sorveteria 50 Sabores, Fortaleza, Ceará

10. Gelateria Preciosa, Praia da Pipa, Rio Grande do Norte

Só digo uma coisa: Bacio Di Latte TRÊS VEZES na lista das melhores sorveterias! Também pudera, os sorvetes são maravilhosos! Já experimentei alguns sabores na filial aqui do Rio de Janeiro (que fica no Village Mall) e é realmente tudo isso que elogiam. Agora, representando a Cidade Maravilhosa, temos a Momo Gelato, que preciso conhecer ASAP!

E por aí, na sua cidade… indicas alguma sorveteria maravilhosa?

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Artista cria tênis usando apenas frutas e canudo

Dashape & Asics Fruit | Maionese

Você deve ter crescido ouvindo sua mãe dizer “com comida não se brinca”. Contrariando a máxima mais proferida pelas mães desse mundo, o artista Ache Rodriguez utilizou frutas e canudinhos para recriar o modelo Gel Lyte V Volcano, da Asics. A criação foi feita para um concurso cultural promovido por uma loja de tênis e o sucesso foi tão grande que as fotos não param de rodar por aí.

Lindo demais, né? E ficou igualzinho!

Via Trendland.

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Sobre “tirar o pé do acelerador”

imagem daqui

A coisa funciona mais ou menos assim: sou uma pessoa que não para de pensar um segundo. É difícil simplesmente “desplugar” e me concentrar em uma única tarefa. Acho que isso explica o por quê de certas leituras não engatarem, a não ser que seja um livro daqueles que ninguém consegue largar. O mesmo vale para filmes e séries. Tá, eu sei que vivemos tempos onde a informação vem de todos os lados. Você tá pingando de sono já deitado mas sempre arruma mais uns minutinhos pra ver o que tá rolando no Instagram. Diz se por aí não rola esse tipo de coisa?

Somado ao fato de que acabo me envolvendo em duzentos mil projetos ao mesmo tempo, tem um plus: sou uma pessoa bastante ansiosa. Daquelas que já traçam todo um cenário de caos bem antes de uma determinada coisa acontecer. Aquela coisa de sofrer por ansiedade, sabe? Daí, peço a vocês pra traçar um cenário: coisas pra fazer + ansiedade. Vontade de fazer tudo acontecer, ao mesmo tempo.

Logicamente, essa loucura toda não anda me fazendo bem. Acordo cedo e durmo tarde, numa tentativa louca de fazer tudo caber nas poucas horas em que estou acordada. O trabalho, que anda cada vez mais puxado, me distrai de um jeito que não vejo o dia passar. Ao passo em que sinto que não sobra tempo para as coisas que nos distraem. A série fica pra hora em que eu devia estar dormindo, o livro perde espaço na vida e outras coisas legais como cozinhar (que adoro) e ver bonitezas estão cada vez mais espremidas. Acabo me sacrificando pra poder fazer coisas que deveria fazer sem nenhuma pressão. Não tá certo.

Quando pedi demissão do meu penúltimo emprego, há quase 2 anos, assumi um novo lifestyle. Um modus operandi que me permitira cuidar do corpo e da mente. E assim fui fazendo, até perceber que as coisas começaram a ficar corridas demais. É assim que me sinto nesse momento, meio sufocada por estar sempre planejando o próximo passo. Por isso, resolvi dar aquela respirada. Aquele stop forçado, como o mergulho no mar gelado que cura todos os males do corpo e da alma. Vá devagar, Raquel. quem quer abraçar o mundo acaba não dando conta de nada.

A melhor parte de se conhecer tão bem é exatamente saber quando você precisa de um pouco mais de paz e calma.