sem cebola, sem pickles.
tic tac toe
E são quase doze meses desde que o avião decolou do Galeão deixando não apenas um amontoado de bichos de pelúcia na cama vazia mas também um tanto de saudade em corações que hoje já se encontram preenchidos. São novos os amigos e os empregos (para todos). Um já não reside mais no bairro, outro se casou/engravidou/se mandou.
O que martela mesmo é nos darmos conta que doze meses se passaram de uma vida que não sabemos quanto tempo irá durar. Pode ser muita ou pouca coisa, depende (sempre) do ponto de vista.
Os prédios na Pres. Vargas, antes no esqueleto, hoje já possuem janelas com película protetora. O metrô ganhou mais uma linha. O barzinho predileto da praça faliu. Algumas mudanças são bruscas e visíveis, outras silenciosas mas não menos avassaladoras.Veja bem, doze meses… É muito sorriso e tristeza, adeus, abraço, carinho, solidão pra se viver em apenas doze meses. Os doze meses mais intensos e estranhos de tantos meses.
A pergunta é: o que são dois, três, doze meses e meio quando o mais importante, no fundo, é o tamanho do que bate dentr da gente?
| Print article | This entry was posted by Raquel on July 31, 2009 at 8:30 am, and is filed under conversas. Follow any responses to this post through RSS 2.0. You can leave a response or trackback from your own site. |





about 1 year ago
É difícil mudar às vezes, né? Acho que as mudanças mais difíceis de lidar são aquelas que acontecem dentro da gente… mas é assim mesmo, tudo muda, o tempo todo, a gente querendo ou não. Mudar é inevitável e muitas vezes necessário. Post lindo! Adorei!
about 1 year ago
é incrível o quanto às vezes a vida toda muda em pouco tempo e às vezes se passam anos sem que nada pareça mudar, né?