Arquivo → November, 2009
ê ê ê ê a magia chegou…
Esse programa Por Toda a Minha Vida mexeu com a maioria das pessoas da minha idade (e algumas mais jovens), porque, enquanto pros nossos pais o especial dos Beatles MEXE “lá no fundo do peito”, é um especial do Claudinho e Buchecha que nos traz as mais tenras recordações do passado. Ei, você, tá torcendo o bico? Não deveria. Não adianta, cara, BEATLES não é da sua época. Nem Jimi Hendrix. Apenas aceite os fatos, porque Claudinho e Buchecha é um fato na vida de alguém entre 20 e 30 anos.
O bacana é que passava um trechinho da música no programa e logo você se pega cantarolando todo o resto, batendo pezinho no chão e o escambáu…
Tua época foi a do pagode, a do New Kids on The Block, das Spice Girls, da Madonna piranha se esfregando na cruz com um negão, foi dançar tchurururu de Nauru, pochete, com a mão na frente da boca, imitando o Claudinho.
Semana que vem é o especial do Raul Seixas. Raul Seixas, o mais pedido nas rodinhas de violão chatas dos acampamentos, depois de Legião Urbana e seu Faroeste Caboclo (pior que eu gosto de Legião Urbana). Eu duvido que o programa da semana que vem tenha tantas pessoas assistindo como o de hoje – e comentando no Twitter, em tempo real, as usual.
E o que eu quero dizer com esse post? Que é bom reviver o passado, seja por alguns minutos em frente à televisão, seja desencalhando aquele videogame que em algum Natal do passado foi a maior alegria da sua vida. O Atari, o Master System, Odissey, Mega Drive, Nintendo, que seja. Desce a caixa de War e vamos jogar uma partidinha, sem terremoto e jogando os dados na tampa do jogo? Daí a gente faz aquele suco de caju, deixa na jarra e vai bebendo aos poucos. Nostalgia em vez de saudade: é coisa pra quem viveu a vida – de verdade.
absolut só pros viajantes
Essa só estará à venda no Duty Free dos principais aeroportos do mundo por apenas 6 meses. A intenção é proporcionar ao consumidor uma espécie de “lembrança”, como o souvenier que a gente sempre compra quando visita algum lugar até então desconhecido.
“Estive em Cabo Frio e lembrei de você”
O sabor? Uma mistura de manga, laranja, lichia, abacaxi e melão! DELÍCIA!
Alguma alma caridosa, viajante, poderia pensar na amiga aqui. O Junior, meu co-cunhado, já o fez e trouxe pra mim a Absolut Los Angeles! Tô fazendo coleção!
Dica do The Lovely Package.
Mão Feita no Luluzinha Camp RJ
Oi, mocildas!
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É com muito prazer que eu vos escrevo esse post. No último sábado, estivemos presentes na 3a. edição de um evento que vem ganhando muita força em todo o país: o Luluzinha Camp.
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Mais do que um lugar cheio de mulher falando de tudo ao mesmo tempo, o Luluzinha Camp é uma iniciativa que tem, como foco principal, a troca de experiências entre mulheres de diferentes idades e grupos sociais. É quase uma terapia de grupo, sendo que você ainda ajuda instituições de caridade, através das doações.
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Luluzinha Camp RJ + Mão Feita

e
Eu prometo que até quarta sai um post contanto TUUUUUUUUUUUUDO sobre o último Luluzinha Camp RJ. Aguardem!
o sentimento te trouxe de volta
Eu só quero dizer uma coisa:
Podem dizer que o futebol do Rio de Janeiro perdeu a tradição; o ano de 2009 mostrou que só o sentimento de um dos clubes mais tradicionais do Brasil pode impulsionar uma campanha dentro de campo.
O Vasco é o time da virada, já dizia a musiquinha. É também o time do amor. Amor que não tem divisão, que sofreu tanto nos últimos anos, fruto de uma péssima gestão (ou ditadura?) que consumiu parte dos cofres do clube sem muitos investimentos. Pra um time que conquistou tantos títulos num espaço curto de tempo, como vimos em 1999, 2000 e 2001, foi triste ver o declínio e a queda pra segundona.
No fim das contas, cá estamos. Campeões com duas rodadas de antecedência, sabendo que muita gente boa, responsável por esse trabalho provavelmente vai embora. Cá estamos, com a sensação de “dever cumprido”, não porque somos melhores do que os outros adversários do campeonato mas porque o lugar do Vasco sempre foi na primeira divisão, com os melhores. Temos uma história e precisamos honrá-la. Mas, muito mais do que honrar, precisamos ter orgulho e entoar esse discurso.
e pra primeira eu vou subir
e da segunda eu vou passar
na alegria ou na tristeza
eu nunca vou te abandonar
É isso.
O sentimento não para e te trouxe de volta.
Esse título entra pra nossa história como uma volta por cima. Parabéns pra nós, todos nós, que amamos o Vasco, de uma maneira que não se explica!
quando a distância não faz diferença
Todo mundo passa por isso… Ter amigos, namorado, família que mora longe, aquela distância chata, insistente, mas que pode ser vencida. Tem gente que surge já distante, e contamos com uma sobra de tempo pra que a distância seja ultrapassada, e que o virtual se torne, por fim, real.
Esse final de semana aconteceu tudo isso. As coisas que eram sensacionais pelo virtual se mostraram ainda melhores no real. Aquele “lance de cuca” se mostrou fato e mesmo a distância e a diferença entre Rs e Ss, o conceito de boteco e o que é calor ou não exista, amizade surge, cresce e continua.
(daqui)
Quando você vier aqui, dona Fernanda, eu te mostro o que é boteco (de verdade). E também te levo pra tomar cerveja, não dessas chiques que vocês tomam por aí, mas umas mais baratinhas, que casam perfeitamente com o nosso clima (se bem que nesse fim de semana estava mais pra Rio do que pra Curitiba). A gente faz um passeio turistão, sem jardineira, com engarrafamento e “emoção”! Vai ser divertido, anyways!
Obrigada pela hospitalidade, pelo carinho e pela cama fofinha e confortável! E por nos buscar/levar no aeroporto, que era tão “longe” da sua casa (não viu nada, AINDA). E obrigada por ser uma das pessoas mais queridas que eu já conheci nesses meus 27 anos. Eu e Pedro te agradecemos do fundo do coração!




