Todo mundo passa por isso… Ter amigos, namorado, família que mora longe, aquela distância chata, insistente, mas que pode ser vencida. Tem gente que surge já distante, e contamos com uma sobra de tempo pra que a distância seja ultrapassada, e que o virtual se torne, por fim, real.

Esse final de semana aconteceu tudo isso. As coisas que eram sensacionais pelo virtual se mostraram ainda melhores no real. Aquele “lance de cuca” se mostrou fato e mesmo a distância e a diferença entre Rs e Ss, o conceito de boteco e o que é calor ou não exista, amizade surge, cresce e continua.

(daqui)

meninotas

Quando você vier aqui, dona Fernanda, eu te mostro o que é boteco (de verdade). E também te levo pra tomar cerveja, não dessas chiques que vocês tomam por aí, mas umas mais baratinhas, que casam perfeitamente com o nosso clima (se bem que nesse fim de semana estava mais pra Rio do que pra Curitiba). A gente faz um passeio turistão, sem jardineira, com engarrafamento e “emoção”! Vai ser divertido, anyways!

Obrigada pela hospitalidade, pelo carinho e pela cama fofinha e confortável! E por nos buscar/levar no aeroporto, que era tão “longe” da sua casa (não viu nada, AINDA). E obrigada por ser uma das pessoas mais queridas que eu já conheci nesses meus 27 anos. Eu e Pedro te agradecemos do fundo do coração!

sunset