sem cebola, sem pickles.
reencontros
Era uma vez…
… uma moça ultrapassando seu primeiro quarto de século. Recém formada, recém demitida, recém desiludida com a vida. E era uma vez aquela rebeldia toda dos vinte e poucos anos, quando achamos que tudo vivemos e que já somos donos de nossos narizes (e ai de quem te contrarie). A moça era até bem vivida, dessas que vivem intensamente, impulsivamente, descaradamente.
Um belo dia a moça decidiu zarpar de sua zona de conforto, por onde esteve esbravejando por muitos e muitos anos. Aquela coisa de colocar o pezinho na água pra ver se rola um mergulho? Sentindo que podia suportar o mar quase gélido, mergulhou de cabeça e pode contemplar todas as coisas bonitas de quem mergulha e ouve o barulho da onda passar por cima do corpo, afundado na imensidão de água chamada oceano.
O mergulho proporcionou à moça sensações que mudariam todo o rumo da prosa. Mudanças são sempre benvindas, certo? E foi preciso abandonar a calmaria para, finalmente, reencontrar a bonança.
| Print article | This entry was posted by Raquel on March 5, 2010 at 12:50 am, and is filed under conversas. Follow any responses to this post through RSS 2.0. You can leave a response or trackback from your own site. |





about 6 months ago
“Fechou” minhas leituras da semana sobre o tema “caminhos”. Entre tudo que li e “terminei” por aqui, ficou uma mensagem, um conceito bem formado mas mal vivido: reza a lenda que temos um caminho pra seguir, saber para onde ir. Importante? talvez. Mas, mais importante ainda, é sentir prazer, mesmo com algumas dores e duvidas [que fazem parte do jogo] em cada passo. Pois o caminho, onde quer que desejemos ir, também tem que valer a pena.