Reencontros inesperados só comprovam que a vida é feita de apenas uma certeza: que um dia vamos descansar “pra sempre”. De resto, vivemos a surpresa, o acaso, uma gangorra de altos e baixos.

A ansiedade pelo abraço nunca dado antes. Aqueles 60 segundos no meio de uma grande loucura foi o suficiente para sentir como se tivéssesmos compartilhado os últimos cinco, seis anos das nossas vidas (desde o encontro ocasional na fila da boate) juntos, sempre em contato.

Na verdade, estivemos sempre na lista de amigos um do outro, fosse pra fazer social ou por sugestão da rede social. Em conversas que varavam a noite e eram tão essenciais, foi como se o tempo parasse e fosse apenas nosso.

Só nosso.

Acredito fielmente que poucas pessoas no mundo sabem como é encontrar alguém que case tão bem consigo. Os que se conhecem pouco ou não se aceitam, assim como Nietzsche descreveu tão bem – os que negam aquilo que são para ser o que o outro quer – não sabem como é isso, não. Como se doar por completo quando vivemos pela metade?

Ver surgir um sentimento ímpar, com toda a cautela e zelo para que esse sentimento crescesse a cada dia ainda mais incrível.  E, com todos os percalços, ver que todo o esforço e dedicação valem cada sorriso e cada abraço. Abrir mão de caprichos, pensando e avaliando os passos dados, caminhando juntos sabe Deus pra onde mas acreditando sempre que no final do arco-íris haverá algo de bom…

Fazer valer a pena é o nosso lema.

<3

That day, That day
What a mess, what a marvel
We’re all the same
But no one thinks so
And it’s okay
And I’m small and I’m divine
And it’s beautiful
And it’s coming
And it’s already here
And it’s absolutely perfect