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Como ajudar as vítimas dos terremotos no Japão

Para nós, brasileiros, era uma continuação do Carnaval ou um retorno às atividades pós-festejos “da carne”. Do outro lado do mundo, um desastre natural previsto, em um país onde a população é orientada desde sempre a agir de forma organizada em situações onde não há o que fazer. O que a gente assiste pela televisão ou pelos inúmeros vídeos que circulam pela internet é de uma tristeza sem fim. Não há culpados e não há o que fazer além do que já é feito: amparar feridos, sobreviventes, procurar desaparecidos, recolher as vítimas fatais que, aos poucos, aparecem.

Alguns canais de comunicação tem desempenhado papel fundamental no esclarecimento do que está acontecendo em tempo real, buscando manter a calma (se é que isso é possível) em um momento tão delicado. Os boatos são inevitáveis e o desespero toma conta de quem está por lá e dos parentes que se encontram em outros países. E o que nós, que estamos tão distantes disso tudo, podemos fazer?

O Myspace criou uma página especial que transmite o live streaming do canal NHK World, além de disponibilizar links para a Cruz Vermelha em diversos países (tais como o Brasil). Além disso, o Google também criou uma página que concentra informações importantes tais como telefones de emergência e contas para doação (Cruz Vermelha japonesa, Unicef…).

Mais uma vez, a Zynga também incluiu em seus principais jogos – Farmville e Cityville - produtos que, ao serem adquiridos pelos jogadores, são revertidos em doações.

Isso sem falar nos artistas internacionais, como Lady GaGa, que está comercializando uma pulseira com a mensagem “We pray for Japan” e revertendo todos os fundos às vítimas da catástrofe. Em menos de 24h, a cantora já arrecadou cerca de 250 mil dólares.

O blog Lost in Japan também está prestando um serviço sem igual, ajudando brasileiros a encontrar parentes e amigos nas regiões atingidas pelo terremoto. Também está divulgando postos de recolhimento de doação, bem como abrigos e itens que devem ser doados em primeira instância: cobertores e agasalhos.

É impossível se manter indiferente ao que acontece no Japão. Parece que as coisas perdem o sentido quando você está tão feliz por algo na sua vida e de repente vê que do “outro lado” há gente sofrendo tanto e que nada podemos fazer além de alguma doação ou oferecer algum apoio, conforto. Só nos resta divulgar informação útil e torcer (rezar, pensamento positivo, qualquer coisa) para que as coisas fiquem bem tão logo. Infelizmente, é o que podemos fazer.

CONTAS PARA DOAÇÃO

Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social

Banco Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 112959-7

Beneficência Nipo-Brasileira de São Paulo
Banco Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 131000-3

Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil
Banco do Brasil
Agência: 1196-7
Conta corrente: 29921-9

Associação Miyagui Kenjinkai do Brasil
Banco Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 120459-9

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