educação
entretenimento, filmes, inspiração

filmes, muitos filmes

Há algum tempo ando querendo escrever um post sobre os últimos filmes LEGAIS que eu vi. Isso porque nesse meio tempo fui ao cinema assistir “Velozes e Furiosos 6″ e tipos… não vou escrever sobre aqui no blog por uma simples questão de bom senso. Ao meu ver, acho que o o blog nem os meus queridos leitores merecem um post pra falar de um filme que achei legalzinho-ruim.

Os filmes de hoje não são novos pra muita gente mas pra mim eram. Isso porque eu devia ser o único ser humano na face da Terra que não tinha assistido “Across the Universe”. E há uma explicação muito plausível pra isso, que segue adiante, na “resenha” que farei dele.

O Garoto de Liverpool

Alguém tinha comentado no Twitter há algum tempo atrás e eu fiquei na vontade de assistir o quanto antes. Daí, num desses sábados preguiçosos, sentei na poltrona e mandei ver. “O Garoto de Liverpool“, tradução para “Nowhere Boy”, conta a história de John Lennon durante a sua adolescência: dos tempos da escola até o momento do grande encontro com a música, inspirado pela mãe Julia. Aaron Johnson além de bonitão, atua muito bem no filme, mostrando o lado humano do mito: solidão, abandono, reencontro, rebeldia e sensibilidade. Tudo isso sem dúvida construiu o poeta e símbolo de uma geração. Ahhh, John…

Across the Universe

Vamos lá. Eu não gosto de musicais. Acho chato, não curto o fato de que a personagem está cozinhando e subtamente começa a cantar e por aí vai. E foram ANOS ouvindo dos amigos que “Across the Universe” era o filme preferido de todos os tempos. Não deu ouvidos a ninguém e nunca parei pra assistir ao filme.

Até anteontem. Acho até que esse filme merecia um post só pra ele mas enfim…

Eis um musical onde as “interrupções” são faixas que você ama, de uma banda que você provavelmente também ama: os Beatles. Eis um filme onde muitas cenas parecem não fazer sentido e é preciso, sem dúvida, assistir mais uma vez para que você preste atenção nos detalhes, na beleza da fotografia, das atuações e da música, que conta sim uma história. Não é apenas uma música encaixada, com atores fazendo caras e bocas. É sentimento e ele se chama amor. Amor em forma de filme.

Estou apaixonada e dou toda a razão aos amigos que se derreteram por todos esses anos. Ainda mais depois de um show do Paul McCartney: o coração ainda lembra de cada música cantada naquele Engenhão.

Educação

(contém spoiler)

Depois de assistir “Não me abandone jamais” e ficar apaixonada por Carey Mulligan (com seu rostinho delicado e meigo), busquei outras obras com a boneca. Educação era um filme que eu quis ver quando passou nos cinemas mas o circuito era alternativo, poucas salas e tchum, perdi. Confesso que esperava mais do filme. A fotografia é linda, as músicas são maravilhosas, Carey está uma graça e manda super bem. Mas achei que iria além do “me apaixonei por um antiherói mas ele era casado”. Sabe quando um filme caminha pro óbvio, depois de tanta boniteza? Não curto. Mas recomendo, para um desses dias em que a gente só quer um filme bonito e bacana pra ver.

Previous Post Next Post

You Might Also Like

  • http://www.tamie.com.br Tamie

    Nossa, terminei de ver An Education pensando a mesma coisa. Filme que vai te empolgando, empolgando e no final, BAM. Vai ver eu gosto de finais felizes :)