E não é verdade?
Acordei pensando nessa coisa chamada “amor”. Porque a gente nasce, cresce, vive e tá sempre em busca de companhia. Seja de amigos ou de alguém que faça valer todo o esforço em compartilhar o nosso tempo (entenda por “tempo”: o espaço livre fora do eixo casa-trabalho-curso-casa).
Ontem fui a um casamento de dois grandes amigos e além da festa maravilhosa que eles prepararam para os amigos e família, o mais bonito eram os sorrisos e os carinhos que eles trocavam. É um desses casais que a gente vê e dá gosto, sabe? E mesmo sabendo que eles não são perfeitos – porque nada nessa vida, minha gente, é/vai ser perfeito – você se sente inspirado e renovado. São os exemplos que enchem a gente de esperança, de que nem tudo está perdido.
Bom domingo pra vocês!

New York, New York
Meu encontro com Nigella Lawson
O meu chá-picnic de panela 




















