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Parque do Amor | Maionese
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O que é o amor?

~ Na foto: El parque del amor, Lima/Peru ~

Fecho os olhos e penso por alguns minutos em todo o amor que já recebi nessa vida. Talvez, dessa forma, consiga colocar em palavras nesse post “o que é o amor”. Família, amigos, namoradinhos… cada um já amou/foi amado de uma determinada forma. E todas essas experiências construíram uma “ideia” do que é amor. Acho que é assim que funciona, certo?

Como bem definiu a Tany, em um texto maravilhoso de lindo, o amor é agridoce. E eu concordo, diante de todo o meu aprendizado. É mesmo um sentimento doce e amargo. É bonito, é grandioso, é de uma força inexplicável, mas nem sempre é essa belezura toda. Nada na vida é só felicidade, certo? Diga se não é verdade: é por amor que queremos ser cada vez melhores. É por causa do amor que conquistamos tanta coisa na vida. Sem amor eu nada seria. E não seria mesmo. Não teria feito/desfeito tantos planos. Seria alguém escondido em uma caverna, rezando pra nunca ser encontrado.

Hoje vivo um dos momentos mais importantes desses 33 anos. E tem muito amor nesse momento. Dos meus pais, meus maiores incentivadores nessa vida. Em tudo, tudo mesmo. Tanto na coisas que deram certo quanto nas que saíram meio tortas, mas que sempre nos deixam lições importantes. Amor da avó, amor do irmão. Amor dos bichanos e do companheiro que escolhi pra dividir mais do que a playlist de canções favoritas. Cada um desses amores merece um texto só pra eles.

um novo lar

Amar é torcer pelo outro, embarcar no sonho como se não houvesse amanhã. Mas é também puxar pro Planeta Terra, mantendo os pés no chão. É sim e não. É ying e yang. É querer estar sempre junto, sentir saudade, deixar partir quando se chega a hora. Amar é cuidar, mesmo sabendo que certas dores são somente daquela pessoa – e que nem sempre dá pra gente fazer mais do que um cafuné e uma fornada de biscoitos amanteigados.

O amor é isso tudo e mais um pouco. É respeito, compreensão. A energia que nos motiva mesmo quando nada parece fazer muito sentido.

Amor é o que faz essa vida valer a pena.

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

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John & Marvin | Maionese
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Animais na vida: amor verdadeiro, amor sincero

Eu já tinha falado do John aqui no blog mas nunca falei do Marvin, o gatolíneo preto que adotamos em abril desse ano. A história do Marvin é curiosa e bonitinha. Diferente do John, que foi resgatado no Centro do Rio (já com uns quatro meses, o pobrezinho era praticamente chutado de um lugar pro outro), Marvin nasceu já no gatil da Associação Quatro Patinhas. Sua mãe foi resgatada, teve os filhotes em proteção e assim surgiu o Marvico.

Marvin | Maionese

Eu e Pedro namorávamos a ideia de ter mais um gato em casa pois achávamos que John precisava dessa parceria. Me apaixonei por tantos filhotes nas páginas de resgate, porque gatinho filhote é uma coisa deliciosa, certo? Em nenhum momento me ocorreu comprar um gato. Uma vez, conversando com uma amiga sobre o assunto, debatemos sobre a compra de animais e eu, Raquel, simplesmente não consigo pensar na hipótese de comprar um animal. Sem querer dar lição de moral em ninguém, cada um sabe o que faz com seu próprio dinheiro, com a sua própria vida… acontece que por acompanhar tantas histórias de resgate de cães e gatos, não entra na minha cabeça COMPRAR um bicho sabendo que tem tantos abandonados, doidos pra ganhar um lar e carinho. É só disso que eles precisam, viu?

John & Marvin | Maionese

Voltando à história de John & Marvin: no começo, os dois se estranharam um tanto. Com uma semana, eram melhores amigos. E hoje são inseparáveis. Quando olho pro John, todo lindo e feliz, me dói imaginar que alguém tinha coragem de chutá-lo na rua. Só de escrever isso aqui a lágrima escorre sem que eu sinta porque é um serzinho tão amado que só socando a cara de quem faz maldade com animais. E Marvin, que certamente seria mais um gatinho abandonado por aí, ainda mais por ser pretinho, estaria sujeito à ignorância de pessoas que sacrificam animais em rituais bizarros.

Eu não tenho palavras pra descrever o amor que sinto pelos dois. Marvin é o tipo de gatinho que vem pro colo, que deita no meu suvaco e se aninha todo. John é aquele companheiro silencioso, que fica por perto sem exigir muito mas de vez em quando bate carência e lá vem ele se esfregar e quando você vê, pulou no colo. Há dois anos trabalho em home office. Há quase dois anos tenho a companhia de John e mais recentemente do Marvin. Minha vida é muito mais completa com a companhia desses dois safados. Como sou grata por tê-los ao meu lado.

Além dos dois aqui em casa, acompanhei a adoção de duas cachorras pelos meus sogros. Ambas com histórias tristes e que, graças ao coração gigante dos sogrinhos, tiveram um final feliz. Não há sensação mais gostosa do que encontrá-las protegidas, cuidadas, sabendo que viviam nas ruas sem a proteção de ninguém. Infelizmente esse não é o destino de muitos animais abandonados. E é por isso que precisamos cada vez mais espalhar por aí informação, gente. Castração, guarda responsável, adoção. Sabe o famoso “não compre, adote”? ADOTA, minha gente! Amor não tem raça nem pedigree, é só amor! <3

Abraçando Patinhas | Maionese

Pensando nisso tudo, o lindo grupo Rotaroots, juntamente com a Max Total Alimentos (lembra que fiz post aqui em parceria com eles?), lançou a campanha Abraçando Patinhas. Mas sobre o que essa campanha quer falar, Raquel? Sobre a guarda responsável, adoção consciente de animais e de quebra, visa arrecadar ração para a ABEAC, responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba como ajudar clicando aqui.

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

Castrar é um ato de amor | Maionese
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Castrar é um ato de amor: participe dessa campanha

Castrar é um ato de amor | Maionese

Eu já contei aqui no blog a história do John, meu filhote felino, que chegou na minha vida e do Pedro trazendo tanto amor e alegria que só de pensar eu já fico com os olhos marejados. Alguns meses depois, chegou o Marvin, que ainda não ganhou post no blog mas merece, e muito. Ambos os gatinhos foram adotados de grupos de resgate, que fazem trabalhos incríveis tanto na hora de recolher mamães gravidinhas quanto de gatos abandonados já grandinhos. John era um gato adolescente abandonado; Marvin nasceu no gatil onde sua mãe foi acolhida. Histórias diferentes mas com uma questão em comum: a castração. Se você (ainda) não é a favor, senta aqui que vou te contar algumas coisas legais.

Por que castrar o meu gatinho?

No Brasil, há mais de 21 milhões de gatinhos, número que mostra o quanto nós somos apaixonados por felinos (basta acompanhar o seu Instagram pra comprovar isso he he he). Seria lindo se todos esses gatinhos tivessem uma caixinha de papelão pra chamar de sua, ração fresquinha, água de torneira gelada… infelizmente, nem todos tem essa sorte. Cerca de 10 milhões de peludos vivem nas ruas, se reproduzindo e gerando cada vez mais peludinhos… todos sem um teto pra morar. Para você ter uma ideia, um casal de gatos pode gerar, em um ano, até 16 filhotes. É gato pra chuchu!

Cada vez mais, grupos de protetores tem levantado a bandeira da castração. Não só felina mas canina também. A campanha de conscientização tem como principal objetivo mostrar os benefícios desse ato, que em um primeiro momento assusta mas se faz necessária. Aos que pensam “estou mutilando meu animal”: seu bichinho não sente dor durante a operação. Logicamente, no pós-operatório, há aquele incômodo característico mas nada que alguns cuidados e muito amor não resolvam. É tudo pelo bem deles, não é mesmo? <3

Castrar é um ato de amor | Maionese

“Mas Raquel, depois que castrei meu gato, ele começou a engordar absurdos”. Como há alteração hormonal e eles ficam mais quietos, é preciso tomar cuidado com a ração. A Max Cat Castrados tá aí pra ajudar você a cuidar ainda melhor dos seus felinos!

A Max Cat apóia essa campanha e fez um vídeo bem explicadinho pra quem ainda tiver dúvidas. Clique no player abaixo e assista:

Castrar é um ato de amor | Maionese

Esse post é um publi mas é, acima de tudo, um convite a participar de uma campanha tão importante. A informação é uma das principais armas que a gente tem para transformar a nossa sociedade. Divulgue a campanha por castração entre seus amigos, no seu bairro, há sempre quem precise saber mais sobre o assunto.

*** ESSE POST É UM PUBLIEDITORIAL ***

Valentine's Food | Maionese
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Declarações de amor para a comida favorita

Valentine's Food | Maionese

Amanhã comemora-se o Dia dos Namorados em boa parte do mundo. Acredito que o Brasil seja um dos poucos países onde a data cai em junho. Pela web, pipocam tutoriais de cartões, comidinhas românticas, cada lindeza de dar gosto.

Tudo lindo, firmeza, se você tem namorado(a). E se não tem, pode entrar na dança? Lógico! Cê pode declarar seu amor a um amigo, ao cachorro de estimação… ou a sua comida preferida.

A galera do Buzzfeed se encarregou de preparar algumas imagens bem divertidas. Eu dei risada de várias, olha só:

Valentine's Food | Maionese
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Valentine's Food | Maionese
Valentine's Food | Maionese
Valentine's Food | Maionese
Valentine's Food | Maionese

Se eu tivesse que escolher um alimento pra chamar de amor seria a manteiga. Ou a banana. E vocês?

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Eu e John, John e eu

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Eu sempre quis ter um gato. Ou um cachorro. Ou os dois. Vivia pedindo pra minha mãe, que deixasse a gente ter um bichinho em casa. Nunca deu certo. O prédio em que morávamos era super severo em relação a animais e por causa disso meus pais preferiram não comprar essa briga. Havia passarinhos uma época, boa parte deles eram trazidos pelo meu avó ou então resgatados na rua (havia muitas árvores e volta e meia nos deparávamos com algum filhotinho machucado, daí minha mãe trazia pra casa e a gente cuidava deles). No fundo, nunca curti muito a vibe do passarinho na gaiola. Primeiro porque né, o bicho tá preso. Segundo porque passarinhos não foram feitos pra interagir com você. Ou pra serem criados enjaulados. Mas enfim, tem gente que curte.

Ainda adolescente, durante uma viagem de férias, cuidamos de um gatinho que estava abandonado num matagal. Até hoje não sei se era macho ou fêmea, era um tigradinho bem vira-latinha. Batizamos o gato/gata de Canguinha. Infelizmente, tivemos que deixá-lo quando as férias terminaram porque não havia a menor chance de trazê-lo conosco. Meu coração se partiu em mil mas não havia nem logística pra que ele viesse com a gente pro Rio.

Após 30 anos de existência, me mudei para um apartamento junto com meu Pedro. Ele, que sempre teve cadelas correndo pelo quintal de casa, não animava muito com a ideia de ter um gato no apê. Aquela vibe “gatos são independentes demais… dormem o tempo todo…”. Um belo dia, uma amiga apareceu no Facebook dizendo que precisava encontrar um lar para uma gatinha muito filhotinha. Foi assim que conhecemos a Mia.

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Fomos buscá-la de carro numa tarde de domingo e como ela era pequenina. Devia ter pouco mais de um mês! Batizamos a gatinha de Mia Wallace por causa do filme Pulp Fiction e nossa, como estávamos felizes em trazer a pequerrucha pra casa! Tava tudo lindo, até percebermos que ela não estava bem… Ela ficou quieta, respirando com dificuldade e com diarréia. Já era bem tarde quando corremos para o veterinário e a resposta não era boa: Mia estava com febre, possivelmente muito anêmica e doente. Ela ficou internada e no dia seguinte… havia falecido.

Nunca chorei tanto na minha vida. Acho que só chorei assim quando meu avô morreu. Depois que você segura em suas mãos um ser tão frágil, tão indefeso, que tá ali lutando, é como se todo o amor possível no mundo tomasse conta de você. E de repente, o ser que a gente amou tanto se vai. Bizarro que foi tudo em menos de 24 horas. Você pensa “mas meooo, nem deu tempo de se apegar”. Deu. E como deu. Mas o que doía mais era o fato de sentir nas mãos essa coisa chamada vida. Ela não conseguiu e isso me matou durante dias.

Fiquei abalada emocionalmente por uns dias até que uma amiga um dia comentou sobre um gatinho que estava em busca de um lar. Ele havia sido resgatado no Centro do Rio, após ser agredido por um segurança na rua. O bichinho tentava entrar em um hospital, provavelmente faminto, e esse segurança o explusava do recinto com chutes. Ao saber dessa história, além de revolta, me bateu aquele sentimento São Francisco de Assis. Eu já tava doida pra ter um companheiro animal novamente. Numa quarta-feira, 21h, fomos no Engenho de Dentro encontrar o John.

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Oi, tô na sacola! Me leva? Me ama?

Essa foi a primeira foto que vi do John na vida. A foto que minha amiga mandou pra gente e que ficou dias na minha cabeça. Essa carinha de fuinha, esses pelos descabelados… Esse olhar pedindo pra ser cuidado/alimentado/afofado. Não teve jeito.

Desde dezembro John faz parte da nossa vida. Não só a minha e do Pedro mas dos meus pais e dos pais dele. E dos nossos amigos que saem sempre apaixonados pelo John quando nos visitam. John é desses gatos que deita no meio da roda de conversa pra participar também. Bom, vamos a lista ilustrada de coisas que o John adora:

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Grey’s Anatomy: assisto quase todos os episódios no iPad. Acho a Meredith bonita, apesar de maluca.

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Caixas: curto todas! Grande, pequena… o importante é ser bem quentinha! Quanto menor, melhor!

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Euzinho posando pro Catálogo da Ellus 2014. Sou bonito?

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Faço denguinho pra minha mamãe, pra ganhar Whiskas Sachê!

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E adoro beber água do tanque, mesmo com o bebedouro elétrico caro pra burro que meus pais me deram…

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Gosto tanto dos meus pais que fico olhando os pés deles pelo vão da porta. 

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Enquanto mamãe trabalha, eu fico deitado do lado dela, escutando as músicas que ela canta… Minha cara diz tudo, né? Mamãe canta bem não.

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Como todo gato, adoro uma soneca. Se tiver travesseiro, melhor ainda!

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Vai, mãe. Tira logo a foto. Tô fingindo que é espontânea.

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Opa, tô aqui só deitadão, nem quero pegar esse pedaço que tá dando mole no prato…

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Ganhei uma casa linda da minha tia Lisa mas não sei bem onde tenho que ficar. Aí dentro? Ou aqui em cima tá bom?

Desde que adotamos o John, não paro de pensar em como seria a vida dele lá fora, sendo chutado pelo segurança. Ou por qualquer outro ser desprovido de compaixão que maltrata animais. A quantidade de casos que vemos diariamente de por aí, envolvendo animais, não tá no gibi. E aperta o coração saber que não vamos conseguir ajudar a todos. Alguns ficam pelo caminho, como a Mia. Outros sequer tem uma chance. Mas há os casos felizes. Hoje eu sou muito mais feliz por olhar pro lado com a certeza de que ele tá ali, protegido, amado. É a minha companhia diária, da hora que acordo até a hora em que adormeço. Muitas vezes só escuto os seus barulhinhos: comendo a ração no potinho ou correndo de um canto pro outro. E esse olhar… Que olhos!

Esse é o John Constantine, gente. Inspirado nesse John aqui. Obrigada à Maria de Fátima, que o acolheu e prestou os primeiros cuidados. À Ana e Alessandra, por terem feito o contato comigo. E à vida, por ter colocado esse peludo nas nossas vidas na hora certa. Obrigada.

Lapa/RJ
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E já faz 5 anos…

Há 5 anos, eu voltei de uma viagem para os Estados Unidos. Havia um “quê” de frustração por estar voltando. Havia um misto de saudade de uma vida que tinha tudo pra ser bacana, em um país bacana, com pessoas bacanas. Mas ali jazia um certo alívio por voltar pra casa. CASA: onde estão as pessoas que te conhecem como ninguém. Que mesmo sabendo que você é cheia de defeitos, estão sempre, SEMPRE, ali, prontas pra te acolher.

E foi assim que eu voltei. Com um cabelo bizarro, super inchada, exausta pelas horas de espera nos aeroportos, seguidas pelas horas de voo – e todas as implicações que os voos nos proporcionam (pés que não cabem nos sapatos, gases, dores por todo o corpo). Fui recebida por balões e abraços, daqueles que te dizem no silêncio “por favor, não vá mais embora”. E eu atendi.

Era sexta-feira e de longe eu havia organizado uma festa com os melhores amigos da vida. Sem dúvida, aquela festa do dia 15 de agosto de 2008 deixou saudade no coração de todo mundo que esteve presente. Teve música pra “bater cabelo” e pra dançar coladinho. Teve drink pra fazer perder a vergonha e pra fazer perder a linha. Tinha muita gente e alegria. E tinha um amigo que eu não via há tanto tempo. Esse amigo era ele.

WOW

E esse olhar de Heleninha Roitman, hein? 

Quando ele chegou, eu já estava mais pra lá do que pra cá. E acho que isso foi fundamental pra que eu tivesse a cara de pau pra “pedir uma dança”. Dessa música. “É a sua música”, berrei com voz de traveco da Lapa. E mesmo assim, ele dançou comigo. E me abraçou. E a gente se abraçou por todos os finais de semana que se passaram…

Lapa/RJ

:,)

A gente tem tanta coisa em comum. O gosto bizarro por montagens da Furacão 2000. As lembranças bestas de comerciais dos anos 80. Vinhetas de rádio. Segredos bizarros, implicância com coisas pequenas. E lá se vão 5 anos de convivência. CONVIVÊNCIA, algo que acaba separando as pessoas. Porque é difícil viu, gente: abrir mão das vontades, dos espaços, deixar aquela parede que você queria branca ser preta porque ELE quer. Meninos, sejam mais pacientes com os amados. Vale a pena e não faz os dentes caírem, viu?

Justice/Circo Voador

As madrugadas do início de namoro nos renderam uma trilha sonora pra vida. Ainda hoje escuto certas canções e é como se eu pudesse voltar no tempo. Vem o sorriso e até mesmo uma lagriminha de canto de olho. Lagriminha de felicidade, por ver o quão longe a gente chegou. E esse é só o começo.

Hoje a gente divide uma casa. As contas, a geladeira. A janta, o amor do nosso peludo, o sofá (esparramados seja durante a semana ou no sábado à noite). Dividimos os amigos, os pais e os avós. Mas não dividimos amor, não. A gente soma.

Paraty/RJ

E que venham mais 5 anos de amizade, companheirismo, risadas, aventuras e amor. Acho que amar é isso: olhar pro lado e ter a certeza de que fez a escolha certa. De que ali está alguém que te faz cada vez mais pleno. Que te preenche de orgulho diariamente. Como se fosse a primeira vez.

Trindade/RJ

NY/USA