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Castrar é um ato de amor: participe dessa campanha

Castrar é um ato de amor | Maionese

Eu já contei aqui no blog a história do John, meu filhote felino, que chegou na minha vida e do Pedro trazendo tanto amor e alegria que só de pensar eu já fico com os olhos marejados. Alguns meses depois, chegou o Marvin, que ainda não ganhou post no blog mas merece, e muito. Ambos os gatinhos foram adotados de grupos de resgate, que fazem trabalhos incríveis tanto na hora de recolher mamães gravidinhas quanto de gatos abandonados já grandinhos. John era um gato adolescente abandonado; Marvin nasceu no gatil onde sua mãe foi acolhida. Histórias diferentes mas com uma questão em comum: a castração. Se você (ainda) não é a favor, senta aqui que vou te contar algumas coisas legais.

Por que castrar o meu gatinho?

No Brasil, há mais de 21 milhões de gatinhos, número que mostra o quanto nós somos apaixonados por felinos (basta acompanhar o seu Instagram pra comprovar isso he he he). Seria lindo se todos esses gatinhos tivessem uma caixinha de papelão pra chamar de sua, ração fresquinha, água de torneira gelada… infelizmente, nem todos tem essa sorte. Cerca de 10 milhões de peludos vivem nas ruas, se reproduzindo e gerando cada vez mais peludinhos… todos sem um teto pra morar. Para você ter uma ideia, um casal de gatos pode gerar, em um ano, até 16 filhotes. É gato pra chuchu!

Cada vez mais, grupos de protetores tem levantado a bandeira da castração. Não só felina mas canina também. A campanha de conscientização tem como principal objetivo mostrar os benefícios desse ato, que em um primeiro momento assusta mas se faz necessária. Aos que pensam “estou mutilando meu animal”: seu bichinho não sente dor durante a operação. Logicamente, no pós-operatório, há aquele incômodo característico mas nada que alguns cuidados e muito amor não resolvam. É tudo pelo bem deles, não é mesmo? <3

Castrar é um ato de amor | Maionese

“Mas Raquel, depois que castrei meu gato, ele começou a engordar absurdos”. Como há alteração hormonal e eles ficam mais quietos, é preciso tomar cuidado com a ração. A Max Cat Castrados tá aí pra ajudar você a cuidar ainda melhor dos seus felinos!

A Max Cat apóia essa campanha e fez um vídeo bem explicadinho pra quem ainda tiver dúvidas. Clique no player abaixo e assista:

Castrar é um ato de amor | Maionese

Esse post é um publi mas é, acima de tudo, um convite a participar de uma campanha tão importante. A informação é uma das principais armas que a gente tem para transformar a nossa sociedade. Divulgue a campanha por castração entre seus amigos, no seu bairro, há sempre quem precise saber mais sobre o assunto.

*** ESSE POST É UM PUBLIEDITORIAL ***

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Declarações de amor para a comida favorita

Valentine's Food | Maionese

Amanhã comemora-se o Dia dos Namorados em boa parte do mundo. Acredito que o Brasil seja um dos poucos países onde a data cai em junho. Pela web, pipocam tutoriais de cartões, comidinhas românticas, cada lindeza de dar gosto.

Tudo lindo, firmeza, se você tem namorado(a). E se não tem, pode entrar na dança? Lógico! Cê pode declarar seu amor a um amigo, ao cachorro de estimação… ou a sua comida preferida.

A galera do Buzzfeed se encarregou de preparar algumas imagens bem divertidas. Eu dei risada de várias, olha só:

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Se eu tivesse que escolher um alimento pra chamar de amor seria a manteiga. Ou a banana. E vocês?

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Eu e John, John e eu

Funny-Pictures-How-My-Cats-See-Me

Eu sempre quis ter um gato. Ou um cachorro. Ou os dois. Vivia pedindo pra minha mãe, que deixasse a gente ter um bichinho em casa. Nunca deu certo. O prédio em que morávamos era super severo em relação a animais e por causa disso meus pais preferiram não comprar essa briga. Havia passarinhos uma época, boa parte deles eram trazidos pelo meu avó ou então resgatados na rua (havia muitas árvores e volta e meia nos deparávamos com algum filhotinho machucado, daí minha mãe trazia pra casa e a gente cuidava deles). No fundo, nunca curti muito a vibe do passarinho na gaiola. Primeiro porque né, o bicho tá preso. Segundo porque passarinhos não foram feitos pra interagir com você. Ou pra serem criados enjaulados. Mas enfim, tem gente que curte.

Ainda adolescente, durante uma viagem de férias, cuidamos de um gatinho que estava abandonado num matagal. Até hoje não sei se era macho ou fêmea, era um tigradinho bem vira-latinha. Batizamos o gato/gata de Canguinha. Infelizmente, tivemos que deixá-lo quando as férias terminaram porque não havia a menor chance de trazê-lo conosco. Meu coração se partiu em mil mas não havia nem logística pra que ele viesse com a gente pro Rio.

Após 30 anos de existência, me mudei para um apartamento junto com meu Pedro. Ele, que sempre teve cadelas correndo pelo quintal de casa, não animava muito com a ideia de ter um gato no apê. Aquela vibe “gatos são independentes demais… dormem o tempo todo…”. Um belo dia, uma amiga apareceu no Facebook dizendo que precisava encontrar um lar para uma gatinha muito filhotinha. Foi assim que conhecemos a Mia.

mia-gata

Fomos buscá-la de carro numa tarde de domingo e como ela era pequenina. Devia ter pouco mais de um mês! Batizamos a gatinha de Mia Wallace por causa do filme Pulp Fiction e nossa, como estávamos felizes em trazer a pequerrucha pra casa! Tava tudo lindo, até percebermos que ela não estava bem… Ela ficou quieta, respirando com dificuldade e com diarréia. Já era bem tarde quando corremos para o veterinário e a resposta não era boa: Mia estava com febre, possivelmente muito anêmica e doente. Ela ficou internada e no dia seguinte… havia falecido.

Nunca chorei tanto na minha vida. Acho que só chorei assim quando meu avô morreu. Depois que você segura em suas mãos um ser tão frágil, tão indefeso, que tá ali lutando, é como se todo o amor possível no mundo tomasse conta de você. E de repente, o ser que a gente amou tanto se vai. Bizarro que foi tudo em menos de 24 horas. Você pensa “mas meooo, nem deu tempo de se apegar”. Deu. E como deu. Mas o que doía mais era o fato de sentir nas mãos essa coisa chamada vida. Ela não conseguiu e isso me matou durante dias.

Fiquei abalada emocionalmente por uns dias até que uma amiga um dia comentou sobre um gatinho que estava em busca de um lar. Ele havia sido resgatado no Centro do Rio, após ser agredido por um segurança na rua. O bichinho tentava entrar em um hospital, provavelmente faminto, e esse segurança o explusava do recinto com chutes. Ao saber dessa história, além de revolta, me bateu aquele sentimento São Francisco de Assis. Eu já tava doida pra ter um companheiro animal novamente. Numa quarta-feira, 21h, fomos no Engenho de Dentro encontrar o John.

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Oi, tô na sacola! Me leva? Me ama?

Essa foi a primeira foto que vi do John na vida. A foto que minha amiga mandou pra gente e que ficou dias na minha cabeça. Essa carinha de fuinha, esses pelos descabelados… Esse olhar pedindo pra ser cuidado/alimentado/afofado. Não teve jeito.

Desde dezembro John faz parte da nossa vida. Não só a minha e do Pedro mas dos meus pais e dos pais dele. E dos nossos amigos que saem sempre apaixonados pelo John quando nos visitam. John é desses gatos que deita no meio da roda de conversa pra participar também. Bom, vamos a lista ilustrada de coisas que o John adora:

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Grey’s Anatomy: assisto quase todos os episódios no iPad. Acho a Meredith bonita, apesar de maluca.

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Caixas: curto todas! Grande, pequena… o importante é ser bem quentinha! Quanto menor, melhor!

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Euzinho posando pro Catálogo da Ellus 2014. Sou bonito?

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Faço denguinho pra minha mamãe, pra ganhar Whiskas Sachê!

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E adoro beber água do tanque, mesmo com o bebedouro elétrico caro pra burro que meus pais me deram…

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Gosto tanto dos meus pais que fico olhando os pés deles pelo vão da porta. 

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Enquanto mamãe trabalha, eu fico deitado do lado dela, escutando as músicas que ela canta… Minha cara diz tudo, né? Mamãe canta bem não.

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Como todo gato, adoro uma soneca. Se tiver travesseiro, melhor ainda!

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Vai, mãe. Tira logo a foto. Tô fingindo que é espontânea.

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Opa, tô aqui só deitadão, nem quero pegar esse pedaço que tá dando mole no prato…

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Ganhei uma casa linda da minha tia Lisa mas não sei bem onde tenho que ficar. Aí dentro? Ou aqui em cima tá bom?

Desde que adotamos o John, não paro de pensar em como seria a vida dele lá fora, sendo chutado pelo segurança. Ou por qualquer outro ser desprovido de compaixão que maltrata animais. A quantidade de casos que vemos diariamente de por aí, envolvendo animais, não tá no gibi. E aperta o coração saber que não vamos conseguir ajudar a todos. Alguns ficam pelo caminho, como a Mia. Outros sequer tem uma chance. Mas há os casos felizes. Hoje eu sou muito mais feliz por olhar pro lado com a certeza de que ele tá ali, protegido, amado. É a minha companhia diária, da hora que acordo até a hora em que adormeço. Muitas vezes só escuto os seus barulhinhos: comendo a ração no potinho ou correndo de um canto pro outro. E esse olhar… Que olhos!

Esse é o John Constantine, gente. Inspirado nesse John aqui. Obrigada à Maria de Fátima, que o acolheu e prestou os primeiros cuidados. À Ana e Alessandra, por terem feito o contato comigo. E à vida, por ter colocado esse peludo nas nossas vidas na hora certa. Obrigada.

E já faz 5 anos…

Há 5 anos, eu voltei de uma viagem para os Estados Unidos. Havia um “quê” de frustração por estar voltando. Havia um misto de saudade de uma vida que tinha tudo pra ser bacana, em um país bacana, com pessoas bacanas. Mas ali jazia um certo alívio por voltar pra casa. CASA: onde estão as pessoas que te conhecem como ninguém. Que mesmo sabendo que você é cheia de defeitos, estão sempre, SEMPRE, ali, prontas pra te acolher.

E foi assim que eu voltei. Com um cabelo bizarro, super inchada, exausta pelas horas de espera nos aeroportos, seguidas pelas horas de voo – e todas as implicações que os voos nos proporcionam (pés que não cabem nos sapatos, gases, dores por todo o corpo). Fui recebida por balões e abraços, daqueles que te dizem no silêncio “por favor, não vá mais embora”. E eu atendi.

Era sexta-feira e de longe eu havia organizado uma festa com os melhores amigos da vida. Sem dúvida, aquela festa do dia 15 de agosto de 2008 deixou saudade no coração de todo mundo que esteve presente. Teve música pra “bater cabelo” e pra dançar coladinho. Teve drink pra fazer perder a vergonha e pra fazer perder a linha. Tinha muita gente e alegria. E tinha um amigo que eu não via há tanto tempo. Esse amigo era ele.

WOW

E esse olhar de Heleninha Roitman, hein? 

Quando ele chegou, eu já estava mais pra lá do que pra cá. E acho que isso foi fundamental pra que eu tivesse a cara de pau pra “pedir uma dança”. Dessa música. “É a sua música”, berrei com voz de traveco da Lapa. E mesmo assim, ele dançou comigo. E me abraçou. E a gente se abraçou por todos os finais de semana que se passaram…

Lapa/RJ

:,)

A gente tem tanta coisa em comum. O gosto bizarro por montagens da Furacão 2000. As lembranças bestas de comerciais dos anos 80. Vinhetas de rádio. Segredos bizarros, implicância com coisas pequenas. E lá se vão 5 anos de convivência. CONVIVÊNCIA, algo que acaba separando as pessoas. Porque é difícil viu, gente: abrir mão das vontades, dos espaços, deixar aquela parede que você queria branca ser preta porque ELE quer. Meninos, sejam mais pacientes com os amados. Vale a pena e não faz os dentes caírem, viu?

Justice/Circo Voador

As madrugadas do início de namoro nos renderam uma trilha sonora pra vida. Ainda hoje escuto certas canções e é como se eu pudesse voltar no tempo. Vem o sorriso e até mesmo uma lagriminha de canto de olho. Lagriminha de felicidade, por ver o quão longe a gente chegou. E esse é só o começo.

Hoje a gente divide uma casa. As contas, a geladeira. A janta, o amor do nosso peludo, o sofá (esparramados seja durante a semana ou no sábado à noite). Dividimos os amigos, os pais e os avós. Mas não dividimos amor, não. A gente soma.

Paraty/RJ

E que venham mais 5 anos de amizade, companheirismo, risadas, aventuras e amor. Acho que amar é isso: olhar pro lado e ter a certeza de que fez a escolha certa. De que ali está alguém que te faz cada vez mais pleno. Que te preenche de orgulho diariamente. Como se fosse a primeira vez.

Trindade/RJ

NY/USA

New York, New York

New York 2013

Estive ausente do blog e das redes sociais por motivos de: MINI-FÉRIAS + MINI-LUA-DE-MEL. \o/

Foram 7 dias em uma das cidades mais divertidas e iluminadas do mundo: New York City (e na minha rádio mental sempre toca “New York City Boy”, do Pet Shop Boys). Apesar de ter morado por duas vezes nos Estados Unidos, ainda não conhecia Nova Iorque e posso dizer que entrou pra lista de lugares que amo nesse mundo.

Aos poucos vou compartilhar algumas experiências bem bacanas que vivi. Desde a compra de um MacBook na Apple Store (sério, merece um post por conta da agilidade ANIMAL do atendimento) até a vista maravilhosa do hotel que ficamos hospedados. As dicas de restaurantes vão pro Gordelícias, mas eu divulgarei tudo na fanpage do blog. By the way, já curtiram a página? É essa aqui ó: http://www.facebook.com/BlogMaionese.

New York 2013

Tomando um copão de chá no Dunkin’ Donuts

New York 2013

No “fundo do mar”, direto do Museu de História Natural

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No topo do Rockefeller Center!

New York 2013

Delicinha do Le Pain Quotidien

New York 2013

Blue Moon, a melhor cerveja do mundo

New York 2013

 

Bryant Park

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Meu encontro com Nigella Lawson

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Alguns de vocês devem ter acompanhado pelo meu perfil no Instagram e outras redes sociais que estive em São Paulo para conhecer a maravilhosa Nigella Lawson. À convite do Grupo Editorial Record, que também é parceiro aqui do Maionese, o Gordelícias teve a oportunidade de bater um papo com uma das maiores personalidades da cozinha contemporânea. Nigella, que não é chef mas cozinheira auto-didata, é defensora da culinária caseira. Além de tudo, é linda e extremamente simpática.

Quer saber tudo sobre esse encontro? Passa lá no Gordelícias.

Fotos por Maria Capai/DigaMaria.

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