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E já são 7 anos

E já se passaram sete anos desde que ao navegar por blogs aleatórios acabei reencontrando um amigo de mIRC (os mais novos talvez não conheçam mas os ~dinossauros~ da web sabem muito bem do que tô falando). Na época em que nos conhecemos oficialmente a coisa não deu muito samba, havia outras pessoas nos acompanhando na vida e a coisa toda passou batida.

Há sete anos a coisa toda fez sentido. Comenta daqui, conversa dali, a gente tava em países diferentes mas em minhas mãos uma passagem de volta pra casa comprada e a promessa de um recomeço, depois de dias tão turbulentos. Foi com essa vibe no dia 15 de agosto de 2008 que a gente dançou♫ This Charming Man . Tipo bailinho da quinta série, com o plus de algumas doses de vodka correndo pelo corpo. A gente dançou sorrindo, pezinhos pra lá e pra cá. E dança até hoje.

Obrigada por dançar juntinho aquele dia, e todos os dias seguintes. Com altos e baixos, a vontade de dançar junto sempre esteve presente. E que ela permaneça por mais 7 anos. Que assim seja! 

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Maionese no BEDA

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Will you be my valentine?

E já são quase 7 anos. E esse é o sexto dia dos namorados que passamos juntos. Eterno namorado. Companheiro, amigo. Desde o nosso reencontro, já nos transformamos tanto, e seguimos planejando novos sonhos, conquistando tanta coisa boa. Juntos. Sempre juntos.

Hoje tem presentinho sim. Mas, mais do que isso, tem o nosso sorriso bem escancarado no topo do blog. E nos porta-retratos da casa que começa a se encaixotar para seguirmos rumo ao novo lar. O NOSSO lar. Não podia estar mais feliz, é um momento tão gostoso ao lado do meu parzinho!

E tem playlist pra ouvir juntinho, viu?

Parque do Amor | Maionese
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O que é o amor?

~ Na foto: El parque del amor, Lima/Peru ~

Fecho os olhos e penso por alguns minutos em todo o amor que já recebi nessa vida. Talvez, dessa forma, consiga colocar em palavras nesse post “o que é o amor”. Família, amigos, namoradinhos… cada um já amou/foi amado de uma determinada forma. E todas essas experiências construíram uma “ideia” do que é amor. Acho que é assim que funciona, certo?

Como bem definiu a Tany, em um texto maravilhoso de lindo, o amor é agridoce. E eu concordo, diante de todo o meu aprendizado. É mesmo um sentimento doce e amargo. É bonito, é grandioso, é de uma força inexplicável, mas nem sempre é essa belezura toda. Nada na vida é só felicidade, certo? Diga se não é verdade: é por amor que queremos ser cada vez melhores. É por causa do amor que conquistamos tanta coisa na vida. Sem amor eu nada seria. E não seria mesmo. Não teria feito/desfeito tantos planos. Seria alguém escondido em uma caverna, rezando pra nunca ser encontrado.

Hoje vivo um dos momentos mais importantes desses 33 anos. E tem muito amor nesse momento. Dos meus pais, meus maiores incentivadores nessa vida. Em tudo, tudo mesmo. Tanto na coisas que deram certo quanto nas que saíram meio tortas, mas que sempre nos deixam lições importantes. Amor da avó, amor do irmão. Amor dos bichanos e do companheiro que escolhi pra dividir mais do que a playlist de canções favoritas. Cada um desses amores merece um texto só pra eles.

um novo lar

Amar é torcer pelo outro, embarcar no sonho como se não houvesse amanhã. Mas é também puxar pro Planeta Terra, mantendo os pés no chão. É sim e não. É ying e yang. É querer estar sempre junto, sentir saudade, deixar partir quando se chega a hora. Amar é cuidar, mesmo sabendo que certas dores são somente daquela pessoa – e que nem sempre dá pra gente fazer mais do que um cafuné e uma fornada de biscoitos amanteigados.

O amor é isso tudo e mais um pouco. É respeito, compreensão. A energia que nos motiva mesmo quando nada parece fazer muito sentido.

Amor é o que faz essa vida valer a pena.

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

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John & Marvin | Maionese
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Animais na vida: amor verdadeiro, amor sincero

Eu já tinha falado do John aqui no blog mas nunca falei do Marvin, o gatolíneo preto que adotamos em abril desse ano. A história do Marvin é curiosa e bonitinha. Diferente do John, que foi resgatado no Centro do Rio (já com uns quatro meses, o pobrezinho era praticamente chutado de um lugar pro outro), Marvin nasceu já no gatil da Associação Quatro Patinhas. Sua mãe foi resgatada, teve os filhotes em proteção e assim surgiu o Marvico.

Marvin | Maionese

Eu e Pedro namorávamos a ideia de ter mais um gato em casa pois achávamos que John precisava dessa parceria. Me apaixonei por tantos filhotes nas páginas de resgate, porque gatinho filhote é uma coisa deliciosa, certo? Em nenhum momento me ocorreu comprar um gato. Uma vez, conversando com uma amiga sobre o assunto, debatemos sobre a compra de animais e eu, Raquel, simplesmente não consigo pensar na hipótese de comprar um animal. Sem querer dar lição de moral em ninguém, cada um sabe o que faz com seu próprio dinheiro, com a sua própria vida… acontece que por acompanhar tantas histórias de resgate de cães e gatos, não entra na minha cabeça COMPRAR um bicho sabendo que tem tantos abandonados, doidos pra ganhar um lar e carinho. É só disso que eles precisam, viu?

John & Marvin | Maionese

Voltando à história de John & Marvin: no começo, os dois se estranharam um tanto. Com uma semana, eram melhores amigos. E hoje são inseparáveis. Quando olho pro John, todo lindo e feliz, me dói imaginar que alguém tinha coragem de chutá-lo na rua. Só de escrever isso aqui a lágrima escorre sem que eu sinta porque é um serzinho tão amado que só socando a cara de quem faz maldade com animais. E Marvin, que certamente seria mais um gatinho abandonado por aí, ainda mais por ser pretinho, estaria sujeito à ignorância de pessoas que sacrificam animais em rituais bizarros.

Eu não tenho palavras pra descrever o amor que sinto pelos dois. Marvin é o tipo de gatinho que vem pro colo, que deita no meu suvaco e se aninha todo. John é aquele companheiro silencioso, que fica por perto sem exigir muito mas de vez em quando bate carência e lá vem ele se esfregar e quando você vê, pulou no colo. Há dois anos trabalho em home office. Há quase dois anos tenho a companhia de John e mais recentemente do Marvin. Minha vida é muito mais completa com a companhia desses dois safados. Como sou grata por tê-los ao meu lado.

Além dos dois aqui em casa, acompanhei a adoção de duas cachorras pelos meus sogros. Ambas com histórias tristes e que, graças ao coração gigante dos sogrinhos, tiveram um final feliz. Não há sensação mais gostosa do que encontrá-las protegidas, cuidadas, sabendo que viviam nas ruas sem a proteção de ninguém. Infelizmente esse não é o destino de muitos animais abandonados. E é por isso que precisamos cada vez mais espalhar por aí informação, gente. Castração, guarda responsável, adoção. Sabe o famoso “não compre, adote”? ADOTA, minha gente! Amor não tem raça nem pedigree, é só amor! <3

Abraçando Patinhas | Maionese

Pensando nisso tudo, o lindo grupo Rotaroots, juntamente com a Max Total Alimentos (lembra que fiz post aqui em parceria com eles?), lançou a campanha Abraçando Patinhas. Mas sobre o que essa campanha quer falar, Raquel? Sobre a guarda responsável, adoção consciente de animais e de quebra, visa arrecadar ração para a ABEAC, responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba como ajudar clicando aqui.

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

Castrar é um ato de amor | Maionese
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Castrar é um ato de amor: participe dessa campanha

Castrar é um ato de amor | Maionese

Eu já contei aqui no blog a história do John, meu filhote felino, que chegou na minha vida e do Pedro trazendo tanto amor e alegria que só de pensar eu já fico com os olhos marejados. Alguns meses depois, chegou o Marvin, que ainda não ganhou post no blog mas merece, e muito. Ambos os gatinhos foram adotados de grupos de resgate, que fazem trabalhos incríveis tanto na hora de recolher mamães gravidinhas quanto de gatos abandonados já grandinhos. John era um gato adolescente abandonado; Marvin nasceu no gatil onde sua mãe foi acolhida. Histórias diferentes mas com uma questão em comum: a castração. Se você (ainda) não é a favor, senta aqui que vou te contar algumas coisas legais.

Por que castrar o meu gatinho?

No Brasil, há mais de 21 milhões de gatinhos, número que mostra o quanto nós somos apaixonados por felinos (basta acompanhar o seu Instagram pra comprovar isso he he he). Seria lindo se todos esses gatinhos tivessem uma caixinha de papelão pra chamar de sua, ração fresquinha, água de torneira gelada… infelizmente, nem todos tem essa sorte. Cerca de 10 milhões de peludos vivem nas ruas, se reproduzindo e gerando cada vez mais peludinhos… todos sem um teto pra morar. Para você ter uma ideia, um casal de gatos pode gerar, em um ano, até 16 filhotes. É gato pra chuchu!

Cada vez mais, grupos de protetores tem levantado a bandeira da castração. Não só felina mas canina também. A campanha de conscientização tem como principal objetivo mostrar os benefícios desse ato, que em um primeiro momento assusta mas se faz necessária. Aos que pensam “estou mutilando meu animal”: seu bichinho não sente dor durante a operação. Logicamente, no pós-operatório, há aquele incômodo característico mas nada que alguns cuidados e muito amor não resolvam. É tudo pelo bem deles, não é mesmo? <3

Castrar é um ato de amor | Maionese

“Mas Raquel, depois que castrei meu gato, ele começou a engordar absurdos”. Como há alteração hormonal e eles ficam mais quietos, é preciso tomar cuidado com a ração. A Max Cat Castrados tá aí pra ajudar você a cuidar ainda melhor dos seus felinos!

A Max Cat apóia essa campanha e fez um vídeo bem explicadinho pra quem ainda tiver dúvidas. Clique no player abaixo e assista:

Castrar é um ato de amor | Maionese

Esse post é um publi mas é, acima de tudo, um convite a participar de uma campanha tão importante. A informação é uma das principais armas que a gente tem para transformar a nossa sociedade. Divulgue a campanha por castração entre seus amigos, no seu bairro, há sempre quem precise saber mais sobre o assunto.

*** ESSE POST É UM PUBLIEDITORIAL ***

Valentine's Food | Maionese
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Declarações de amor para a comida favorita

Valentine's Food | Maionese

Amanhã comemora-se o Dia dos Namorados em boa parte do mundo. Acredito que o Brasil seja um dos poucos países onde a data cai em junho. Pela web, pipocam tutoriais de cartões, comidinhas românticas, cada lindeza de dar gosto.

Tudo lindo, firmeza, se você tem namorado(a). E se não tem, pode entrar na dança? Lógico! Cê pode declarar seu amor a um amigo, ao cachorro de estimação… ou a sua comida preferida.

A galera do Buzzfeed se encarregou de preparar algumas imagens bem divertidas. Eu dei risada de várias, olha só:

Valentine's Food | Maionese
Valentine's Food | Maionese
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Valentine's Food | Maionese
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Se eu tivesse que escolher um alimento pra chamar de amor seria a manteiga. Ou a banana. E vocês?