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TAG: 7 coisas

Sabe quando a pessoa “fura” dieta? Bom, essa sou eu no BEDA! Teve dia aí sem post, algumas coisinhas super importantes apareceram no meio do caminho e acabei não conseguindo produzir tanto conteúdo como gostaria. Ideia tem de sobra, mas falta tempo às vezes e prefiro não correr tanto, afinal nem é esse o propósito do desafio, né? Mas vamos ao que interessa, hoje tem post legal!

Vi essa TAG rolando no lindo Na Nossa Vida e me inspirei para falar sobre 7 coisas da vida. Percebi que muita gente curte esse tipo de postagem, eu mesma adoro ler esse tipo de post, é como se eu pudesse conhecer um pouco mais sobre quem tá escrevendo. Acabei aproveitando as categorias que a Isa (autora do Na Nossa Vida) usou e acrescentei mais algumas, espero que vocês gostem!

7 coisas para fazer antes de morrer

  • Correr uma meia-maratona
  • Adotar um cachorro.
  • Fazer a viagem pela costa da Califórnia (e dirigir em algum momento).
  • Ter uma festa de casamento (nem que seja um churrasquinho).
  • Conhecer o Bono Vox.
  • Ler 50 livros em um ano (RISOS).
  • Levar minha mãe para conhecer Portugal.

7 coisas que eu mais falo

  • “Gente”
  • “Tipo assim”
  • “Qualquer coisa”
  • “Tô com fome”
  • “Então”
  • “Né”
  • “Super fácil”

7 coisas que eu faço bem

  • Playlists
  • Brownie de chocolate
  • Drama
  • Escândalo
  • Cafuné
  • Faxina
  • Projetos

7 coisas que me encantam

 

  • Jardins floridos
  • Comida caseira
  • Cheiro de chuva
  • Cigarras cantando no fim da tarde
  • Shows em geral
  • Livros e filmes “com final feliz”
  • Bichinhos em geral

7 coisas que eu não gosto

  • Dobradinha (a comida)
  • Gente espaçosa
  • Calor (tipo o verão carioca)
  • Encher a cara e ficar de ressaca depois
  • Vendedor de loja inconveniente
  • Fazer relatório
  • Fazer faxina

7 coisas que eu amo

  • Meus filhotes felinos
  • Ficar em casa
  • Relembrar viagens e momentos felizes com Pedro
  • Visitar meus pais e avó
  • Correr à beira mar
  • Cozinhar sem pressa
  • Conhecer novos lugares

7 coisas para comer

  • Hambúrguer
  • Pastel bem recheado e gordinho
  • Massa com molho encorpado
  • Sorvete cremoso e sem gordura hidrogenada
  • Risoto com bastante manteiga
  • Pão crocante
  • Drinks geladinhos em um dia quente

7 coisas para enterrar no passado

  • Ex-namorado machista
  • Gente interesseira
  • Preguiça de ir pra academia
  • Culpa por alguma situação
  • Obsessão por ser magro como era quando novinho
  • Bullying sofrido na escola
  • Preconceitos

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Maionese no BEDA

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Um acorde e uma nostalgia

imagem do topo daqui

Algumas canções tem o poder de me teletransportar para fases bem datadas da vida. Ontem, ao fazer uma limpa nos meus arquivos do computador, cruzei com alguns álbuns em mp3 e um deles era o do Oasis. Coloquei pra ouvir, até que tocou a lendária “Wonderwall”.

Independente de ser uma música batida, tendo tocado exaustivamente nas rádios na época, ou mesmo de ser uma música boa/ruim da banda, essa foi uma das primeiras canções que ouvimos do tal grupo de ingleses que muita gente apontava como “os novos Beatles mau humorados”. Naquele tempo, a gente não tinha Facebook, nem internet pra ficar pesquisando sobre bandas, as informações chegavam por revistas e pela MTV. “Wonderwall” colocou o Oasis na minha vida, em uma adolescência recheada de compromissos com o curso de inglês e a escola. Essa música toca e eu consigo ver a Raquel com seus 13, 14 anos, meio que querendo se definir pelas coisas que ouvia, muito mais do que pelas coisas que vestia. Aliás, acho que nunca fui uma pessoa muito fashionista, principalmente quando era pirralha.

Oasis me lembra como meu microsystem do quarto era tão importante e companheiro. Além do discman, que obviamente tinha pilhas recarregáveis. Oasis coloca a Raquel de 33 anos olhando pra Raquel moleca e chega a ser curioso esse “confronto”. Acho que eu gostaria de ter sido minha amiga naquela época, pelo menos bom gosto musical eu tinha (pelo menos, já que para namorados o dedo era podríssimo).

PS 1: (What’s the Story) Morning Glory? faz 20 anos em outubro.

PS 2: tô velha.

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Maionese no BEDA

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Sobre o BEDA e outras coisinhas

(imagem do topo: daqui)

Nessa primeira semana de BEDA fiquei apenas 1 dia sem postar. Tava indo super bem porém fiquei agarrada na edição de um vídeo pro Gordelícias, veio Dia dos Pais, corrida, dormi horrores depois de correr meus primeiros 8km… enfim, não conseguiu me organizar tão bem pra deixar a semana redondinha. Ainda assim, estou curtindo muito fazer parte desse projeto. Conto pra vocês por quê.

Oportunidade de exercitar a escrita e a criatividade

Quantas vezes a gente acha que as ideias acabaram e que você não tem mais nada de útil pra colocar no papel? Daí, diante de um desafio como o BEDA, nota que há uma infinidade de coisas para se falar sobre. E que essas coisas podem surgir de um simples comentário no blog (uma dúvida ou sugestão deixados por alguém que leu seu post) ou mesmo desmembrando um assunto inicial em tantos outros. Quando vê, já tem pauta pra mais de um mês.

Organização de ideias

Tenho usado o Evernote para colocar as ideias no papel. Além do cronograma mensal que está impresso e rabiscado aqui na mesa, organizo nesse aplicativo as ideias que estão soltas em papeizinhos e também na minha cabeça. É bom quando a gente tudo “na mesa” e consegue remanejar os assuntos, pra não ficar repetitivo e, ao mesmo tempo, distribuindo bem o conteúdo pelo blog.

Pausa diária para fazer o que gosto

Sabe quando a gente diz que não tem tempo pra fazer certas coisas? Separo 1h do meu dia para produzir aqui no Maionese. Seja organizando o conteúdo, rascunhando novos posts ou ilustrando (coletando imagens, pesquisando…). Estou aproveitando o BEDA para me conectar ainda mais ao blog pois é uma forma de dar chance em meio à correria para pequenos prazeres (blogar é um deles).

Conhecer novos blogs

Os participantes do BEDA tem acesso a uma planilha onde todos os bloggers compartilham por dia seus posts. Tem sido uma delícia acompanhar alguns deles, infelizmente eu não consigo ler todos pois preciso focar em outros compromissos, porém tem sido uma delícia ~descobrir~ tanta gente bacana e competente. Esse tópico me leva ao próximo.

Perceber que ainda há gente que “bloga” por amor

Além de estar descobrindo novos blogs, tô tendo a oportunidade de concluir que sim, ainda existe uma boa quantidade de pessoas que escreve por amor. A vibe “blogger moleque” que a gente sempre comenta, sabe? Sem medo de soar jovenzinho demais, importando-se pouco com pautas ou obrigações com linhas editoriais, marcas… Escreve-se sobre filmes, livros, cotidiano. Escreve-se sobre pequenas coisas, rotinas, bonitezas. E tá sendo lindo acompanhar essa leveza na escrita.

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Estou encarando esse desafio da melhor maneira possível, sem me obrigar a nada. Compartilho o que curto, no meu tempo. Deu pra subir post todo dia? GREAT! Vai dar ruim e deixarei buraco algum dia? Paciência! O que vale mesmo é esse aprendizado que a gente tá tirando!

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Maionese no BEDA

Maionese no BEDA
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Maionese no BEDA 2015

Hoje é dia 3 e digamos que estou um pouco ~atrasada~ em um projeto que mal conheço e já considero pacas, promovido pela galera linda do Rotaroots. Chama-se BEDA (Blog Every Day August). Palavra estranha? Porque em inglês? Ele é inspirado em um projeto que alguns youtubbers já fazem chamado VEDA, que significa Vlog Every Day April. Daí que um povo se animou e estendeu a ação também para agosto e, pensando nisso, a turminha linda dos “rotas” sugeriu que a blogosfera brazuca abraçasse a ideia nos blogs.

Onde compra, pra que serve, Raquel?

Como o nome já diz, o objetivo é postar no bloguito em todos os dias de agosto. Isso mesmo, post novo a cada dia, durante o mês todinho. Okay que já tô atrasada nesse bagulho e eu explico: pensei bastante antes de aderir. Teria euzinha tempo de subir post tous les jour no blog? Será que vou encher o saco de quem lê, principalmente das pessoas que assinam os posts por email? Pensei, pensei… resolvi participar. Seria uma oportunidade de participar desse desafio tão bacana de exercitar a escrita e a criatividade.

Antigamente, eu costumava discorrer sobre os mais variados assuntos e até tenho voltado com essa pegada nos últimos meses. Mas volta e meia estaciono em uma preguiça, um bloqueio criativo super nada a ver. Acho que quando a gente se despe de certos critérios, a coisa flui de um jeito bem mais fácil.

Como faz pra ter tanta inspiração?

Se o seu blog é mais pessoal e fala de tudo um pouco, vai ser moleza buscar assunto pra falar. Filmes assistidos, bandas favoritas, aplicativos pro celular, memórias da infância… Tudo vira conteúdo! A Loma Sernaiotto fez um post muito bom e completinho que pode te ajudar na hora de organizar as ideias pro blog, inclusive pra quem quiser ir além, é um baita exercício pra quem se sente meio perdido com a forma de escrever e se expressar.

Algumas sugestões bem loucas que pensei rapidamente, enquanto fazia esse post:

  • Devaneios na fila do supermercado
  • Receitas para um fim de semana chuvoso
  • Lugares para conhecer antes de morrer
  • Músicas para dançar coladinho
  • O que você quer ser quando crescer

Agora se o seu cantinho já é mais segmentado, focado em um determinado assunto, pode ser um pouco mais complicado porém não é impossível. Eu até pensei em embarcar nessa com o Gordelícias mas confesso que me senti mais a vontade aqui no Maionese. Ultimamente, tem sido meu blog preferido até.

Raqz, quero participar! #comofaz

Lá no Rotaroots tem tudo tão explicadinho que pra ser mais fácil, só sentando num pudim com tacinha de champanhe na mão! Tem até planilha pra vocês organizarem os posts, caras! Mesmo sendo dia 03, você pode começar “atrasadinho” (daí compensa nos outros dias de setembro). E se não der pra postar algum dia, não tem problema. A ideia é que a gente se desafie e exercite essa prática tão gostosa que é escrever. E, também, é uma forma de se permitir ser mais espontâneo, autêntico e natural. Me acompanha nessa?

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Maionese no BEDA

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Como se apaixonar por uma prática esportiva

Outro dia, conversando com uma amiga, ela me contava que ~me admirava~ porque tenho disposição pra acordar tão cedo no final de semana, muitas vezes nublado, frio, pra correr. Esse comentário é, talvez, o mais recorrente, a questão do “mérito” em levantar, vencendo a preguiça, a inércia, para colocar o corpo em movimento. Confesso que eu já pensei muito sobre o assunto, questionei (porque eu sempre questiono) se a coisa é realmente um mérito ou se é uma vontade que a gente passa a ter, como um hábito.

Cheguei a conclusão que o corpo passa a gostar do que encontra no final de uma prática esportiva, seja ela corrida, luta… É algo tão bom que compensa qualquer ~sacrifício~. Obrigada, endorfina!

Aliás, cabe aqui uma observação. Acredito que nada nessa vida deveria vir com o plus do sacrifício: um emprego, um relacionamento, uma reeducação alimentar. A gente é doutrinado desde cedo a batalhar pelas recompensas e isso é tão ruim! Sem amor, sem paixão, sem vontade, vira obrigação. O que era pra fazer bem acaba se transformando num fardo e pode ser que no final desse arco-íris não haja um pote de ouro te esperando. E aí, como fica? No donut for you!

No último domingo, participei da Olympikus Family Run, a prova de 6km que acompanha a Maratona do Rio de Janeiro. O clima não poderia ser melhor, já que é uma das provas mais importantes de corrida de rua do Brasil. Ali se reuniriam corredores profissionais e amadores, correndo 6 – 21 – 42 quilômetros. Pela primeira vez, corri os 6km sem caminhar e logicamente fui inundada por uma satisfação inexplicável. Deu vontade de chorar, deu vontade de gritar pra todo mundo. Pra mim, foi uma conquista maravilhosa, por tudo que o esporte trouxe pra minha vida. Esse seria um daqueles momentos onde as pessoas mandam o “você merece, treinou tanto”. Na verdade, é apenas o corpo se acostumando a uma atividade, que se repete tantas vezes que ele passa a curtir e responde de um jeito tão fantástico.

A Nike é uma marca que tem feito inúmeras campanhas focando em diferentes tipos de corredores. Uma das mais legais é a campanha “Better For It”, que mira certinho em iniciantes que acham impossível correr mais de 50 metros sem colocar o pulmão pra fora. Quantas vezes a gente já olhou pra uma determinada pessoa bombando na aula de spinning e pensou “nunca serei assim”? O vídeo abaixo fala exatamente sobre isso:

Você vai odiar aquele professor de localizada pela série absurda de abdominais. A de glúteos então, nem se fala. Também vai olhar para as esteiras ao redor e invejar loucamente aquele senhorzinho que corre tranquilamente 10km brincando. Ou então, vai se culpar pelo balé abandonado na infância quando estiver na aula de yoga, lamentando o encurtamento muscular. Mas, como tudo na vida, é preciso mirar nos benefícios, porque tudo na vida tem um lado bom (mesmo que não pareça). Segundo o Drauzio Varela, precisamos de pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, para um ganho de qualidade de vida. E não digo aqui ficar sarado/magro/fit. Estamos falando de subir uma escada sem colocar os bofes pra fora, caminhar uma tarde inteira pelo shopping, ter mais disposição durante o dia.

Comece pegando leve: caminhe até a padaria ao invés de pegar o carro. Escolha uma aula coletiva na academia, que seja divertida. Aproveite aquela horinha do dia para cuidar de você. Encare o exercício não como uma punição pelo chocolate do fim de semana mas como um momento de carinho consigo.

Quando a gente aprende a curtir a trajetória, o fim ganha outro sentido.

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As 10 coisas mais legais do meu mundo

Vi esse post lá no blog lindo da Isadora (que tá de visual novo, adooooro quando meus blogs favoritos mudam de look) e resolvi compartilhar. A Jujubas também entrou na dança e eu parei tudo por aqui pra responder. Foi tipo um respiro nessa fase louca de mudança que tô vivendo nas duas últimas semanas. Aliás, vou escrever assim que a poeira baixar sobre o assunto. Essa é a minha primeira mudança de verdade e MELDELS como dá trabalho.

Gosto quando encontro posts mais pessoais nos blogs porque é uma forma de conhecermos um cadinho que seja da pessoa que ali escreve. Espero que vocês curtam as 10 coisas mais legais do meu mundico.

01. decoração

Minha maior fonte de inspiração para decorar a casa atualmente vem do Pinterest. Pouco antes de me mudar pro novo apê, criei boards mais segmentados: cozinha, banheiro, home office… Quando a gente se muda, temos nas mãos uma oportunidade de começar um cômodo do zero e embora ainda esteja na fase das caixas, já estou colocando algumas ideias em prática. E referências são sempre bem-vindas!

Meu perfil, pra quem quiser me seguir, é esse aqui.

02. livro

Pensei em sugerir um livro mas vou aproveitar pra sugerir um autor: Haruki Murakami. Conheci seu trabalho lendo o tão recomendado “Minha Querida Sputnik”. Quando terminei a leitura (tem resenha aqui) dei uma pesquisada boa sobre ele e soube que além de escritor e tradutor ele também é corredor. Tô terminando de ler “Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida” e já com mais 4 títulos dele pra ler quando houver uma brecha.

03. viagem

Não sou uma pessoa meeeega viajada (por falta de grana mesmo) mas já tive a oportunidade de conhecer lugares bem incríveis. Ano passado, fui abençoada por uma força oculta e estive no Peru duas vezes, acredito que foi pra que eu pudesse me redimir por ter passado 32 anos sem visitar o país onde meu papai nasceu. Pela beleza dessa terra e pelo significado que cada passeio teve pra mim, sem dúvida essa foi a minha viagem favorita de toda essa vida.

04. música

Se é pra indicar uma música da vida, não tenho dúvidas que é Tonight, Tonight.

05. sapato

Você vai me ver 90% do tempo de tênis. Sejam os tênis de academia/corrida, ou mesmo no dia à dia, tenho prezado muito por conforto nos pés, principalmente depois da lesão. Sem falar que são super charmosos, né? Fazem a diferença num “look”. Amo muito, muito mesmo!

06. maquiagem

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Posso estar de cara lavada mas não dispenso um batom. Clarinho, rosa, vermelhão. Líquido, matte, cremoso… confesso que por aqui a coleção é grande, muito batom pra pouca boca. Mas não dispenso uma novidade, tô sempre de olho nas lindezas que saem por aqui. Meus favoritos são os escuros foscos atualmente.

07. ídolo

Minha mãe. Que meu pai não leia esse post e fique com ciúmes e tal. Mas a “baixinha” é sinistra demais. Coração gigante, capaz de perdoar e amar na mesma intensidade. Queria ser 1/10 do que ela é nessa vida.

08. doce

Não sou muito formiga mas não dispenso uma sobremesa depois de uma refeição delícia. E o meu doce preferido é ele, o pudim de leite condensado. Gosto de pudim com furinho, gostinho de leite, sabe? E bastante calda pra deixar beeeem molhadinho. Ah, essa foto é do pudim que postei lá no Gordelícias.

09. foto

Pensei em escolher uma foto minha como preferida. Mas seria injusto com tantas fotos maravilhosas que existem por aí (e que também são minhas fotos favoritas). Como essa do beijo, fotografada por Alfred Eisenstaedt. Ela foi marcante pois simbolizou o momento de retorno das Forças Armadas norte-americanas após a Segunda Guerra Mundial (quando o Japão se rendeu e tal). Acho essa foto tão incrível pela delicadeza do olhar em capturar esse momento. E que beijo cinematográfico, né?

10. blog

Tenho muitos blogs favoritos porém vou indicar os que mais tenho lido nos últimos dias: os filhotes das amigas do #blogsladob – se você ainda não sabe o que é esse projeto, é só clicar aqui. São eles: Amanhã, eu te conto | Cozinho, Logo Existo | Girls With Style: GWS | Just Found | Não Me Mande Flores | Tem No Meu Quintal.

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