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Maionese no BEDA
conversas, variedades

Maionese no BEDA 2015

Hoje é dia 3 e digamos que estou um pouco ~atrasada~ em um projeto que mal conheço e já considero pacas, promovido pela galera linda do Rotaroots. Chama-se BEDA (Blog Every Day August). Palavra estranha? Porque em inglês? Ele é inspirado em um projeto que alguns youtubbers já fazem chamado VEDA, que significa Vlog Every Day April. Daí que um povo se animou e estendeu a ação também para agosto e, pensando nisso, a turminha linda dos “rotas” sugeriu que a blogosfera brazuca abraçasse a ideia nos blogs.

Onde compra, pra que serve, Raquel?

Como o nome já diz, o objetivo é postar no bloguito em todos os dias de agosto. Isso mesmo, post novo a cada dia, durante o mês todinho. Okay que já tô atrasada nesse bagulho e eu explico: pensei bastante antes de aderir. Teria euzinha tempo de subir post tous les jour no blog? Será que vou encher o saco de quem lê, principalmente das pessoas que assinam os posts por email? Pensei, pensei… resolvi participar. Seria uma oportunidade de participar desse desafio tão bacana de exercitar a escrita e a criatividade.

Antigamente, eu costumava discorrer sobre os mais variados assuntos e até tenho voltado com essa pegada nos últimos meses. Mas volta e meia estaciono em uma preguiça, um bloqueio criativo super nada a ver. Acho que quando a gente se despe de certos critérios, a coisa flui de um jeito bem mais fácil.

Como faz pra ter tanta inspiração?

Se o seu blog é mais pessoal e fala de tudo um pouco, vai ser moleza buscar assunto pra falar. Filmes assistidos, bandas favoritas, aplicativos pro celular, memórias da infância… Tudo vira conteúdo! A Loma Sernaiotto fez um post muito bom e completinho que pode te ajudar na hora de organizar as ideias pro blog, inclusive pra quem quiser ir além, é um baita exercício pra quem se sente meio perdido com a forma de escrever e se expressar.

Algumas sugestões bem loucas que pensei rapidamente, enquanto fazia esse post:

  • Devaneios na fila do supermercado
  • Receitas para um fim de semana chuvoso
  • Lugares para conhecer antes de morrer
  • Músicas para dançar coladinho
  • O que você quer ser quando crescer

Agora se o seu cantinho já é mais segmentado, focado em um determinado assunto, pode ser um pouco mais complicado porém não é impossível. Eu até pensei em embarcar nessa com o Gordelícias mas confesso que me senti mais a vontade aqui no Maionese. Ultimamente, tem sido meu blog preferido até.

Raqz, quero participar! #comofaz

Lá no Rotaroots tem tudo tão explicadinho que pra ser mais fácil, só sentando num pudim com tacinha de champanhe na mão! Tem até planilha pra vocês organizarem os posts, caras! Mesmo sendo dia 03, você pode começar “atrasadinho” (daí compensa nos outros dias de setembro). E se não der pra postar algum dia, não tem problema. A ideia é que a gente se desafie e exercite essa prática tão gostosa que é escrever. E, também, é uma forma de se permitir ser mais espontâneo, autêntico e natural. Me acompanha nessa?

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Maionese no BEDA

conversas, run forrest run

Como se apaixonar por uma prática esportiva

Outro dia, conversando com uma amiga, ela me contava que ~me admirava~ porque tenho disposição pra acordar tão cedo no final de semana, muitas vezes nublado, frio, pra correr. Esse comentário é, talvez, o mais recorrente, a questão do “mérito” em levantar, vencendo a preguiça, a inércia, para colocar o corpo em movimento. Confesso que eu já pensei muito sobre o assunto, questionei (porque eu sempre questiono) se a coisa é realmente um mérito ou se é uma vontade que a gente passa a ter, como um hábito.

Cheguei a conclusão que o corpo passa a gostar do que encontra no final de uma prática esportiva, seja ela corrida, luta… É algo tão bom que compensa qualquer ~sacrifício~. Obrigada, endorfina!

Aliás, cabe aqui uma observação. Acredito que nada nessa vida deveria vir com o plus do sacrifício: um emprego, um relacionamento, uma reeducação alimentar. A gente é doutrinado desde cedo a batalhar pelas recompensas e isso é tão ruim! Sem amor, sem paixão, sem vontade, vira obrigação. O que era pra fazer bem acaba se transformando num fardo e pode ser que no final desse arco-íris não haja um pote de ouro te esperando. E aí, como fica? No donut for you!

No último domingo, participei da Olympikus Family Run, a prova de 6km que acompanha a Maratona do Rio de Janeiro. O clima não poderia ser melhor, já que é uma das provas mais importantes de corrida de rua do Brasil. Ali se reuniriam corredores profissionais e amadores, correndo 6 – 21 – 42 quilômetros. Pela primeira vez, corri os 6km sem caminhar e logicamente fui inundada por uma satisfação inexplicável. Deu vontade de chorar, deu vontade de gritar pra todo mundo. Pra mim, foi uma conquista maravilhosa, por tudo que o esporte trouxe pra minha vida. Esse seria um daqueles momentos onde as pessoas mandam o “você merece, treinou tanto”. Na verdade, é apenas o corpo se acostumando a uma atividade, que se repete tantas vezes que ele passa a curtir e responde de um jeito tão fantástico.

A Nike é uma marca que tem feito inúmeras campanhas focando em diferentes tipos de corredores. Uma das mais legais é a campanha “Better For It”, que mira certinho em iniciantes que acham impossível correr mais de 50 metros sem colocar o pulmão pra fora. Quantas vezes a gente já olhou pra uma determinada pessoa bombando na aula de spinning e pensou “nunca serei assim”? O vídeo abaixo fala exatamente sobre isso:

Você vai odiar aquele professor de localizada pela série absurda de abdominais. A de glúteos então, nem se fala. Também vai olhar para as esteiras ao redor e invejar loucamente aquele senhorzinho que corre tranquilamente 10km brincando. Ou então, vai se culpar pelo balé abandonado na infância quando estiver na aula de yoga, lamentando o encurtamento muscular. Mas, como tudo na vida, é preciso mirar nos benefícios, porque tudo na vida tem um lado bom (mesmo que não pareça). Segundo o Drauzio Varela, precisamos de pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, para um ganho de qualidade de vida. E não digo aqui ficar sarado/magro/fit. Estamos falando de subir uma escada sem colocar os bofes pra fora, caminhar uma tarde inteira pelo shopping, ter mais disposição durante o dia.

Comece pegando leve: caminhe até a padaria ao invés de pegar o carro. Escolha uma aula coletiva na academia, que seja divertida. Aproveite aquela horinha do dia para cuidar de você. Encare o exercício não como uma punição pelo chocolate do fim de semana mas como um momento de carinho consigo.

Quando a gente aprende a curtir a trajetória, o fim ganha outro sentido.

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As 10 coisas mais legais do meu mundo

Vi esse post lá no blog lindo da Isadora (que tá de visual novo, adooooro quando meus blogs favoritos mudam de look) e resolvi compartilhar. A Jujubas também entrou na dança e eu parei tudo por aqui pra responder. Foi tipo um respiro nessa fase louca de mudança que tô vivendo nas duas últimas semanas. Aliás, vou escrever assim que a poeira baixar sobre o assunto. Essa é a minha primeira mudança de verdade e MELDELS como dá trabalho.

Gosto quando encontro posts mais pessoais nos blogs porque é uma forma de conhecermos um cadinho que seja da pessoa que ali escreve. Espero que vocês curtam as 10 coisas mais legais do meu mundico.

01. decoração

Minha maior fonte de inspiração para decorar a casa atualmente vem do Pinterest. Pouco antes de me mudar pro novo apê, criei boards mais segmentados: cozinha, banheiro, home office… Quando a gente se muda, temos nas mãos uma oportunidade de começar um cômodo do zero e embora ainda esteja na fase das caixas, já estou colocando algumas ideias em prática. E referências são sempre bem-vindas!

Meu perfil, pra quem quiser me seguir, é esse aqui.

02. livro

Pensei em sugerir um livro mas vou aproveitar pra sugerir um autor: Haruki Murakami. Conheci seu trabalho lendo o tão recomendado “Minha Querida Sputnik”. Quando terminei a leitura (tem resenha aqui) dei uma pesquisada boa sobre ele e soube que além de escritor e tradutor ele também é corredor. Tô terminando de ler “Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida” e já com mais 4 títulos dele pra ler quando houver uma brecha.

03. viagem

Não sou uma pessoa meeeega viajada (por falta de grana mesmo) mas já tive a oportunidade de conhecer lugares bem incríveis. Ano passado, fui abençoada por uma força oculta e estive no Peru duas vezes, acredito que foi pra que eu pudesse me redimir por ter passado 32 anos sem visitar o país onde meu papai nasceu. Pela beleza dessa terra e pelo significado que cada passeio teve pra mim, sem dúvida essa foi a minha viagem favorita de toda essa vida.

04. música

Se é pra indicar uma música da vida, não tenho dúvidas que é Tonight, Tonight.

05. sapato

Você vai me ver 90% do tempo de tênis. Sejam os tênis de academia/corrida, ou mesmo no dia à dia, tenho prezado muito por conforto nos pés, principalmente depois da lesão. Sem falar que são super charmosos, né? Fazem a diferença num “look”. Amo muito, muito mesmo!

06. maquiagem

via

Posso estar de cara lavada mas não dispenso um batom. Clarinho, rosa, vermelhão. Líquido, matte, cremoso… confesso que por aqui a coleção é grande, muito batom pra pouca boca. Mas não dispenso uma novidade, tô sempre de olho nas lindezas que saem por aqui. Meus favoritos são os escuros foscos atualmente.

07. ídolo

Minha mãe. Que meu pai não leia esse post e fique com ciúmes e tal. Mas a “baixinha” é sinistra demais. Coração gigante, capaz de perdoar e amar na mesma intensidade. Queria ser 1/10 do que ela é nessa vida.

08. doce

Não sou muito formiga mas não dispenso uma sobremesa depois de uma refeição delícia. E o meu doce preferido é ele, o pudim de leite condensado. Gosto de pudim com furinho, gostinho de leite, sabe? E bastante calda pra deixar beeeem molhadinho. Ah, essa foto é do pudim que postei lá no Gordelícias.

09. foto

Pensei em escolher uma foto minha como preferida. Mas seria injusto com tantas fotos maravilhosas que existem por aí (e que também são minhas fotos favoritas). Como essa do beijo, fotografada por Alfred Eisenstaedt. Ela foi marcante pois simbolizou o momento de retorno das Forças Armadas norte-americanas após a Segunda Guerra Mundial (quando o Japão se rendeu e tal). Acho essa foto tão incrível pela delicadeza do olhar em capturar esse momento. E que beijo cinematográfico, né?

10. blog

Tenho muitos blogs favoritos porém vou indicar os que mais tenho lido nos últimos dias: os filhotes das amigas do #blogsladob – se você ainda não sabe o que é esse projeto, é só clicar aqui. São eles: Amanhã, eu te conto | Cozinho, Logo Existo | Girls With Style: GWS | Just Found | Não Me Mande Flores | Tem No Meu Quintal.

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Sobre as despedidas que a gente (nunca) espera

Life seems sometimes like nothing more than a series of losses, from beginning to end. That’s the given. How you respond to those losses, what you make of what’s left, that’s the part you have to make up as you go. ―Katharine Weber

Vi essa frase aqui. Na manhã seguinte ao recebimento de uma notícia de morte. Toda vez que alguém próximo se despede da vida, é como se a única verdade absoluta batesse em sua porta e te lembrasse que a vida é realmente um sopro, como dizia o poeta.

A gente sabe disso. Mesmo quando insiste em criar caso com a vizinha que canta alto demais. Ou com o namorado que não lavou a louça. A calça jeans que ficou apertada demais. Somos humanos e mesmo sabendo que tudo pode de repente terminar, sem ao menos termos aquele momento da despedida, insistimos em depositar segundos de nossas vidas com coisas que simplesmente não podemos mudar. Ou que não deveríamos nos preocupar.

Aquele famoso botãozinho do “foda-se” que esquecemos de apertar às vezes. ~Esquecemos~.

Em menos de 2h, todo um quadro se transformou diante dos meus olhos. De “ela está indo” para “ela se foi”. Ninguém me convence de que estamos preparados para a despedida. Volta e meia, quando penso no meu avô, que se foi há alguns anos, me bate um leve desespero por saber que nunca mais vou ouvir sua voz. Conversar com ele. Reclamar da vida junto. E assim será com todos que estão a nossa volta, um dia. Toda vez que penso nisso, me dá uma certa aflição. A gente não sabe a hora do “adeus”, da partida. Mas sabemos que essa caminhada vai passar rápido.

Toda vez que me vejo diante da morte, fico confusa em relação ao sentido das coisas. Faz sentido se estressar por causa do programinha de edição de vídeos? Ou pela gordurinha que aparece nas costas? Talvez faça mais sentido a mensagem que deixamos pra quem fica. Porém, será que somos então seres que vivem para o outro, já visando o que os outros vão pensar quando você se for? O cérebro dá nó.

Escolho, então, não pensar muito. Vou apenas fazendo, vivendo, de acordo com o meu coração. E no momento, ele está cheio de vontade de apenas viver.

Every night you tell yourself to live and let go. Live and let go… Each morning, you expect to feel a little lighter. But you just grow emptier and emptier. Whatever you do in between, fill your heart in.

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Casa Ronald McDonald’s promove Feira do Amor

Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados… As assessorias nunca trabalharam tanto para divulgar os pacotes e produtos especiais para essas épocas onde o comércio e serviços ficam ainda mais agitados. Dentre tanto apelo ao consumismo, recebi um release bem bacana que compartilho com vocês aqui no blog.

A Casa Ronald McDonald do Rio de Janeiro vai promover a Feira do Amor. Entre os dias 10 e 12 de junho, a Feira do Amor disponibilizará aos visitantes sapatos, roupas e acessórios de marca que serão vendidos a preços de liquidação. Toda a renda adquirida com as vendas será revertida para os projetos da instituição, que hospeda crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer.

A feirinha acontece na sede da Casa Ronald, entre 10h – 17h.

Em 2014, a Casa Ronald McDonald-RJ completou 20 anos e já recebeu, desde a sua inauguração, mais de dois mil pequenos hóspedes. Pioneira na América Latina, a Casa é coordenada pelo Instituto Ronald McDonald, que tem como objetivo estabelecer os padrões internacionais de instalação e operação, que garantam um bom atendimento às crianças e adolescentes em tratamento de câncer, nos principais hospitais públicos da cidade. Além de esperança, a Instituição oferece, gratuitamente, às crianças e jovens que encontram-se em tratamento: hospedagem, alimentação, transporte aos hospitais, atividades recreativas, acompanhamento escolar, cursos profissionalizantes, apoio psicossocial e assistência social. Grande parte das atividades realizadas são feitas por voluntários, pessoas que doam seu tempo e carinho às crianças e suas famílias, para que sejam atendidos naquilo que possuem de mais precioso: a plenitude da vida.

Serviço

Dia: 10, 11 e 12 de junho
Horário: de 10 às 17 horas
Local: Rua Pedro Guedes, número 29, Maracanã

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Motivational Monday: inspiração para dias mais leves

Segunda-feira é sempre aquela história: metade da internet lamenta que o fim de semana acabou x metade da internet que lança mão de frases motivacionais para tornar os dias mais leves. Quem nunca esteve nesse primeiro grupo de pessoas, não é mesmo? Lamentando já no domingo que no dia seguinte é dia de labuta? Dureza, amigos!

Hoje em dia sou do time que tá de bem com a vida, não importa o dia da semana. Mas nem sempre foi assim. Uma das coisas que tenho tentado trabalhar atualmente é aquela famosa visão “big picture”. A Jout Jout falou tão bem desse pensamento nesse vídeo e o que não faltam são projetos motivacionais para mostrar que nem sempre as coisas estão lindas e maravilhosas porém dá pra tentar enxergar um tico que seja de coisa boa.

Um desses projetos bacanas é o Motivational Monday. O site reúne mensagens tipográficas que variam entre “espante a preguiça da segunda” à “mantenha o foco e a positividade, o resto vem com o tempo”. Eu gosto muito desse tipo de mensagem, já perdi as contas de quantas vezes estava sem ânimo pra uma determinada coisa e depois de ler uma mensagem do tipo falei “podes crer” e calcei o tênis, fui correr. Às vezes tudo que a gente precisa é de um empurrãozinho, certo?

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Veja mais clicando aqui.

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