Browsing Category

conversas

coisas que amei, conversas

Coisas que amei: reflexões sobre as redes sociais

imagem do topo: Rresende via Compfight cc

Desde segunda-feira, não param de circular textos e matérias sobre a decisão de uma blogueira/youtuber australiana que decidiu abandonar um lifestyle tão desejado por gente no mundo todo, em prol de uma vida mais real e livre. Esse é um debate antigo, principalmente pra quem vive do Marketing Digital, ou quem acompanha debates e estudos antropológicos. Mas é aquela, basta uma fagulha pra reacender todo o incêndio e cá estamos em meio a tantos textos e análises.

Visto que li tanta coisa interessante nas últimas 48h, vou abrir mão de escrever mais um ~textão~ pra compartilhar alguns desses links, que sugerem ótimos debates em torno do assunto. Só clicar aí embaixo!

◣ Por que você se deixou enganar pelo Instagram, por Fernanda Pineda

◣ Sobre redes sociais, vida real e felicidade, por Fe Neute

◣ Por que está todo mundo fugindo das redes sociais e do mundo online, por Marina Espíndola

◣ Estamos prestes a mudar a nossa relação com a internet e com as redes sociais, por Nuta Vasconcellos

◣ A não farsa das redes sociais, por Lu Ferreira

Facebook Instagram Twitter Pinterest snapchat: hackelz

conversas

Sobre amizade + resultado de sorteio

(imagem do topo daqui)

Demorei um pouco pra divulgar o resultado do sorteio desse livro aqui mas foi por uma boa causa. Li cada resposta e acabei rascunhando um post que queria fazer há algum tempo: um post sobre amizades.

Não importa a ~fase da vida~, a gente tá sempre (re) avaliando as amizades que temos. Algumas nos acompanham durante anos, outras surgem de repente e se tornam tão especiais. E tem aquelas que são abaladas por algum desentendimento mas um belo dia tudo “sara” e a vida segue. Assim como em relacionamentos amorosos, acredito que pra amizade não haja regra, não haja uma explicação, um tutorial. Cada um tem a sua visão do que é ser amigo, do que é uma demonstração plena de amizade a alguém.

Fiz um sorteio pra presentear um leitor do blog com um livro sobre amizade. Pedi aos participantes que falassem sobre alguma situação louca que fizeram por um amigo e foi tão difícil escolher apenas uma resposta. Sem clichê, gente. Foi difícil mesmo. Acabei escolhendo duas respostas e vou enviar o meu exemplar pra esse segundo ganhador. As respostas tinham algo em comum, algo que inclusive eu acredito ser essencial na hora de pensarmos “esse cara é realmente meu amigo”, que é o seguinte: se um amigo estiver realmente precisando de uma mãozinha, um help, faria qualquer coisa pra estar ao lado dele? Se a resposta é “sim”, you got a friend.

Pode ser que vocês nem sejam mais tão íntimos. Que não se vejam há um século. Que já não saibas por onde o cara anda, o que ele pensa, o que ele quer da vida. Se ele precisar, seja pelo motivo que for, você vai estar lá. É tipo aquela música:

If you need me, call me
No matter where you are, no matter how far,
Dont worry baby
Just call my name
I’ll be there in a hurry
You don’t have to worry

Queridos Leandro Faria e Alice Barros, escolhi vocês como ganhadores do sorteio. Em breve, tem livro na caixa de correio também. Obrigada a todos os amados que participaram, vocês são fofos demais!

Facebook Instagram Twitter Pinterest snapchat: hackelz

conversas

Das pequenas coisas do dia a dia

(gato Marvin adora o aroma das flores)

Gosto de acordar cedo todos os dias, inclusive nos finais de semana. Inclusive quando vou dormir tarde. Aquele horário pela manhã em que os poucos vizinhos estão se arrumando ou mesmo saindo para o trabalho – isso por volta das 7h. Gosto da luz natural desse horário e do burburinho dos pássaros. E com o horário de verão que começa em poucos dias, as manhãs ficam ainda mais lindas, assim com os fins de tarde.

Levanto, remédio, jejum de meia hora. Tempo suficiente para uma leitura rápida ou para pequenas tarefas obrigatórias: limpar a caixinha de areia dos gatos, uma varrida bem básica, lavar o rosto – que acaba ajudando a acordar. Quando vejo, já se passaram mais de 30 minutos às vezes. Agora sim, estou pronta para um café bem forte (costume recém adquirido depois dos 30 anos).

Durante o café, acabo assistindo algum episódio das séries preferidas, largado pela metade. Acaba dando vontade de assistir um monte mas o dever nos chama, todos os dias úteis (às vezes também nos fins de semana). Quando vejo, lá se foi a manhã e para quem trabalha em home office, é preciso ser deveras organizado, principalmente com almoço. É preciso também ser desapegado em relação à louça que, inevitavelmente, acumulará em sua pia ou no secador de pratos. A louça, assim como as roupas, nunca terá fim.

Há pelo menos três anos esse costuma ser o meu dia à dia, ordinário, comum, sem muitas surpresas ou emoções. Não há muito para compartilhar nas redes sociais além de gatos, fragmentos de um apartamento que há alguns meses se tornou, de fato, o nosso lar (meu, do marido, dos filhotes). Pra quem busca um feed interessantíssimo no Snapchat, sinto desapontá-los mas não há muito o que mostrar. O dia à dia pode parecer tedioso ou sem graça. Curiosamente, hoje em dia sou muito mais feliz e em paz.

Facebook Instagram Twitter Pinterest snapchat: hackelz

conversas, variedades

TAG: 7 coisas

Sabe quando a pessoa “fura” dieta? Bom, essa sou eu no BEDA! Teve dia aí sem post, algumas coisinhas super importantes apareceram no meio do caminho e acabei não conseguindo produzir tanto conteúdo como gostaria. Ideia tem de sobra, mas falta tempo às vezes e prefiro não correr tanto, afinal nem é esse o propósito do desafio, né? Mas vamos ao que interessa, hoje tem post legal!

Vi essa TAG rolando no lindo Na Nossa Vida e me inspirei para falar sobre 7 coisas da vida. Percebi que muita gente curte esse tipo de postagem, eu mesma adoro ler esse tipo de post, é como se eu pudesse conhecer um pouco mais sobre quem tá escrevendo. Acabei aproveitando as categorias que a Isa (autora do Na Nossa Vida) usou e acrescentei mais algumas, espero que vocês gostem!

7 coisas para fazer antes de morrer

  • Correr uma meia-maratona
  • Adotar um cachorro.
  • Fazer a viagem pela costa da Califórnia (e dirigir em algum momento).
  • Ter uma festa de casamento (nem que seja um churrasquinho).
  • Conhecer o Bono Vox.
  • Ler 50 livros em um ano (RISOS).
  • Levar minha mãe para conhecer Portugal.

7 coisas que eu mais falo

  • “Gente”
  • “Tipo assim”
  • “Qualquer coisa”
  • “Tô com fome”
  • “Então”
  • “Né”
  • “Super fácil”

7 coisas que eu faço bem

  • Playlists
  • Brownie de chocolate
  • Drama
  • Escândalo
  • Cafuné
  • Faxina
  • Projetos

7 coisas que me encantam

 

  • Jardins floridos
  • Comida caseira
  • Cheiro de chuva
  • Cigarras cantando no fim da tarde
  • Shows em geral
  • Livros e filmes “com final feliz”
  • Bichinhos em geral

7 coisas que eu não gosto

  • Dobradinha (a comida)
  • Gente espaçosa
  • Calor (tipo o verão carioca)
  • Encher a cara e ficar de ressaca depois
  • Vendedor de loja inconveniente
  • Fazer relatório
  • Fazer faxina

7 coisas que eu amo

  • Meus filhotes felinos
  • Ficar em casa
  • Relembrar viagens e momentos felizes com Pedro
  • Visitar meus pais e avó
  • Correr à beira mar
  • Cozinhar sem pressa
  • Conhecer novos lugares

7 coisas para comer

  • Hambúrguer
  • Pastel bem recheado e gordinho
  • Massa com molho encorpado
  • Sorvete cremoso e sem gordura hidrogenada
  • Risoto com bastante manteiga
  • Pão crocante
  • Drinks geladinhos em um dia quente

7 coisas para enterrar no passado

  • Ex-namorado machista
  • Gente interesseira
  • Preguiça de ir pra academia
  • Culpa por alguma situação
  • Obsessão por ser magro como era quando novinho
  • Bullying sofrido na escola
  • Preconceitos

curta o blog no Facebook siga no Instagram acompanhe os tweets snapchat: hackelz

Maionese no BEDA

conversas

Um acorde e uma nostalgia

imagem do topo daqui

Algumas canções tem o poder de me teletransportar para fases bem datadas da vida. Ontem, ao fazer uma limpa nos meus arquivos do computador, cruzei com alguns álbuns em mp3 e um deles era o do Oasis. Coloquei pra ouvir, até que tocou a lendária “Wonderwall”.

Independente de ser uma música batida, tendo tocado exaustivamente nas rádios na época, ou mesmo de ser uma música boa/ruim da banda, essa foi uma das primeiras canções que ouvimos do tal grupo de ingleses que muita gente apontava como “os novos Beatles mau humorados”. Naquele tempo, a gente não tinha Facebook, nem internet pra ficar pesquisando sobre bandas, as informações chegavam por revistas e pela MTV. “Wonderwall” colocou o Oasis na minha vida, em uma adolescência recheada de compromissos com o curso de inglês e a escola. Essa música toca e eu consigo ver a Raquel com seus 13, 14 anos, meio que querendo se definir pelas coisas que ouvia, muito mais do que pelas coisas que vestia. Aliás, acho que nunca fui uma pessoa muito fashionista, principalmente quando era pirralha.

Oasis me lembra como meu microsystem do quarto era tão importante e companheiro. Além do discman, que obviamente tinha pilhas recarregáveis. Oasis coloca a Raquel de 33 anos olhando pra Raquel moleca e chega a ser curioso esse “confronto”. Acho que eu gostaria de ter sido minha amiga naquela época, pelo menos bom gosto musical eu tinha (pelo menos, já que para namorados o dedo era podríssimo).

PS 1: (What’s the Story) Morning Glory? faz 20 anos em outubro.

PS 2: tô velha.

curta o blog no Facebook siga no Instagram acompanhe os tweets snapchat: hackelz

Maionese no BEDA

conversas, www

Sobre o BEDA e outras coisinhas

(imagem do topo: daqui)

Nessa primeira semana de BEDA fiquei apenas 1 dia sem postar. Tava indo super bem porém fiquei agarrada na edição de um vídeo pro Gordelícias, veio Dia dos Pais, corrida, dormi horrores depois de correr meus primeiros 8km… enfim, não conseguiu me organizar tão bem pra deixar a semana redondinha. Ainda assim, estou curtindo muito fazer parte desse projeto. Conto pra vocês por quê.

Oportunidade de exercitar a escrita e a criatividade

Quantas vezes a gente acha que as ideias acabaram e que você não tem mais nada de útil pra colocar no papel? Daí, diante de um desafio como o BEDA, nota que há uma infinidade de coisas para se falar sobre. E que essas coisas podem surgir de um simples comentário no blog (uma dúvida ou sugestão deixados por alguém que leu seu post) ou mesmo desmembrando um assunto inicial em tantos outros. Quando vê, já tem pauta pra mais de um mês.

Organização de ideias

Tenho usado o Evernote para colocar as ideias no papel. Além do cronograma mensal que está impresso e rabiscado aqui na mesa, organizo nesse aplicativo as ideias que estão soltas em papeizinhos e também na minha cabeça. É bom quando a gente tudo “na mesa” e consegue remanejar os assuntos, pra não ficar repetitivo e, ao mesmo tempo, distribuindo bem o conteúdo pelo blog.

Pausa diária para fazer o que gosto

Sabe quando a gente diz que não tem tempo pra fazer certas coisas? Separo 1h do meu dia para produzir aqui no Maionese. Seja organizando o conteúdo, rascunhando novos posts ou ilustrando (coletando imagens, pesquisando…). Estou aproveitando o BEDA para me conectar ainda mais ao blog pois é uma forma de dar chance em meio à correria para pequenos prazeres (blogar é um deles).

Conhecer novos blogs

Os participantes do BEDA tem acesso a uma planilha onde todos os bloggers compartilham por dia seus posts. Tem sido uma delícia acompanhar alguns deles, infelizmente eu não consigo ler todos pois preciso focar em outros compromissos, porém tem sido uma delícia ~descobrir~ tanta gente bacana e competente. Esse tópico me leva ao próximo.

Perceber que ainda há gente que “bloga” por amor

Além de estar descobrindo novos blogs, tô tendo a oportunidade de concluir que sim, ainda existe uma boa quantidade de pessoas que escreve por amor. A vibe “blogger moleque” que a gente sempre comenta, sabe? Sem medo de soar jovenzinho demais, importando-se pouco com pautas ou obrigações com linhas editoriais, marcas… Escreve-se sobre filmes, livros, cotidiano. Escreve-se sobre pequenas coisas, rotinas, bonitezas. E tá sendo lindo acompanhar essa leveza na escrita.

.A

Estou encarando esse desafio da melhor maneira possível, sem me obrigar a nada. Compartilho o que curto, no meu tempo. Deu pra subir post todo dia? GREAT! Vai dar ruim e deixarei buraco algum dia? Paciência! O que vale mesmo é esse aprendizado que a gente tá tirando!

acompanhe o maionese por aí:

curta o blog no Facebook siga no Instagram acompanhe os tweets snapchat: hackelz

Maionese no BEDA