E mesmo com todo o sono que não passa nem com 8 boas horas dormidas em três dias consecutivos, começo mais uma semana meio “assim”, a espera de Sol aqui dentro, quando do lado de fora chove e faz frio. Não importa o que marque a previsão do tempo: mesmo com todo o clima de verão que possa haver no mundo (ou de outono, quando os fins de tarde são ..
O escolhido é: 1968: O Ano Que Não Terminou, de Zuenir Ventura Meu exemplar veio da minha mãe, que leu quando era mais novinha. Lembro que o li ainda nos tempos da escola e, claro, PIREI. Foi um dos livros que me fez um tantinho mais engajada em ALGUMA COISA e que me incentivou inclusive a fazer História. Aliás, essa coisa toda é muito engraçada. Parece que conforme vamos envelhecendo, ..
Hoje seria aniversário do meu avô, se ele estivesse vivo. Aliás, é o primeiro aniversário dele SEM ele. Fora o aperto no coração, culpa da saudade que a gente sente do que foi bom, cai a ficha da única certeza que temos na vida: que um dia vamos todos deixar de existir. É o relógio da vida fazendo “tic-tac”, obrigando a gente a se acostumar com o fato de que ..
O conto de hoje vem de mãos que souberam definir melancolia, saudosismo e tristeza de um jeito tão tenro e belo que, por mais que doa, seduz: Clarice Lispector. Dá-me tua mão Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi ..
Essa foto tem mais de 10 anos, obviamente. É uma das mais fofas que eu tenho e mostra como o cabelinho era realmente ruivo. Ó, ruivos, uma variação humana em extinção! Eu devia ter, sei lá, quase dois anos! Já ficava de pé, era toda espertinha. Fofi, né?