conversas

19 Nov 2010

believe in me as i believe in you…

Post por Raquel às 11:31 em amor, conversas, música, nostalgia

Às vésperas de ver um dos shows que eu mais esperei na vida pra ver. Isso porque quando a banda veio, pela primeira vez ao Brasil, eu era uma dessas molecas travada pelos pais de fazer coisinhas como ir pra festinhas, shows e tudo mais. Fora que eu morava longe de tudo e sempre dependia de um amigo mais velho, uma galerinha pra ir comigo nos eventos. Na época, a [...]

18 Oct 2010

Boas vibrações

Post por Raquel às 21:29 em bonitezas, conversas, cotidiano

E mesmo com todo o sono que não passa nem com 8 boas horas dormidas em três dias consecutivos, começo mais uma semana meio “assim”, a espera de Sol aqui dentro, quando do lado de fora chove e faz frio. Não importa o que marque a previsão do tempo: mesmo com todo o clima de verão que possa haver no mundo (ou de outono, quando os fins de tarde são [...]

03 Sep 2010

dia 14 – um livro não-ficcional

Post por Raquel às 10:30 em conversas

O escolhido é: 1968: O Ano Que Não Terminou, de Zuenir Ventura Meu exemplar veio da minha mãe, que leu quando era mais novinha. Lembro que o li ainda nos tempos da escola e, claro, PIREI. Foi um dos livros que me fez um tantinho mais engajada em ALGUMA COISA e que me incentivou inclusive a fazer História. Aliás, essa coisa toda é muito engraçada. Parece que conforme vamos envelhecendo, [...]

30 Aug 2010

sobre os que se foram

Post por Raquel às 15:21 em conversas

Hoje seria aniversário do meu avô, se ele estivesse vivo. Aliás, é o primeiro aniversário dele SEM ele. Fora o aperto no coração, culpa da saudade que a gente sente do que foi bom, cai a ficha da única certeza que temos na vida: que um dia vamos todos deixar de existir. É o relógio da vida fazendo “tic-tac”, obrigando a gente a se acostumar com o fato de que [...]

27 Aug 2010

dia 12 – um conto

Post por Raquel às 10:00 em bonitezas, conversas

O conto de hoje vem de mãos que souberam definir melancolia, saudosismo e tristeza de um jeito tão tenro e belo que, por mais que doa, seduz: Clarice Lispector. Dá-me tua mão Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi [...]