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Categoria → entretenimento

3ª edição Luluzinha Camp RJ + Mão Feita

Dia 14 de Novembro você, moradora do Rio de Janeiro, gata-bofe-escândalo, marota, que se amarra num esmalte, numa unha bem feita, cuidada, sem bife, tem programação marcada?

Porque se não tinha, já tem sugestão:

Eu já falei do Luluzinha Camp em outro post aqui no blog. É aquele evento que rola no Brasil todo, cheeeeeeeeio de menina se conhecendo, trocando figurinhas e muitas dicas – além de todos os comes e bebes que rolam por lá, tudo delicioso!

Em novembro rola a 3ª edição do evento e euzinha que vos falo estarei por lá representando o Mão Feita,  É muita responsabilidade e emoção, né?! Clica aqui pra saber mais!

Na edição passada, eu e Ira estivemos por lá e fotografamos as unhas de quase todo mundo (além de termos conhecido tanta gente fofa – e comido horrores, não dispenso um lanchinho)! Então que nessa edição, faremos um Workshop com dicas para dar um trato nas garras. Também vai ter sorteio de kits de esmaltes e troquinha, minha gente! Não é o máximo?

Além do Mão Feita, também vai ter muita gente legal, se liguem:

palestra sobre redes sociais com a querida Patrícia Moura, a @MissMoura;
oficina de scrapbooking com a Lu Pimentel (@Luciana);
além de atividades pra mulherada interagir, organizada pela linduxa @biattrix.

E ainda tem arrecadação de alimentos não perecíveis e brinquedos (já que estamos perto do Natal) para o Dispensário dos Pobres da Imaculada Conceição, instituição localizada em Botafogo. Vamos colaborar?

Já sabe, né? Marca na agenda, com caneta marca-texto: dia 14 de Novembro, em Botafogo, tem Luluzinha Camp! Leve a sua caneca (olha o meio ambiente), coloca uma roupicha confortável e bela e prepare-se pra conhecer muita gente legal! A gente espera você lá!

re-post: war é amor

(Imaginem só: você mora num lugar onde tudo parece um cenário de filme, estilo Show de Truman. Imaginaram? Então, é mais ou menos isso. E por favor, relevem certas informaçõe do texto pois é antigo, viu?)

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No último post, comentei sobre o feriado do 4 de julho aqui nos Estados Unidos e sobre como é estranho ter a impressão de que estou num documentário do History Channel, com pessoas vestidas de azul, vermelho e branco, acenando bandeiras do primo rico, com queima de fogos maior que no ano novo, chegando mesmo perto do nosso famoso reveillón em Copacabana, a princesinha do mar.

O assunto me levou a pensar no por quê de revirarmos os olhos quando falamos deles e sobre como é chata essa tradição bélica. Pois bem, como um assunto puxa o outro, acabei lembrando de uma coisa.

War.

A primeira vez que vi o jogo, eu era muito pequena e assistia Xou da Xuxa. Mas meus vizinhos eram grandinhos e viviam no corredor do prédio em meio a jogos de tabuleiro. Banco Imobiliário e suas notinhas que sempre sumiam, Jogo da Vida, Detetive… Claro que teve a época do Atari, Phantom e do RPG também… Mas quando rolava o War… A coisa era séria.

E eu não entendia direito o jogo, como eu disse, na época eu era muito novinha e estava mais interessada no desenho dos Ursinhos Carinhosos ou na minha coleção da Moranguinho. Mas, o tempo foi passando e os vizinhos, já crescidinhos, continuavam jogando aquela coisa. De vez em quando rolavam uns gritos, briga e eu comecei a ficar curiosa. Até que entendi o motivo pra tantas emoções.

Um belo dia, meu irmão e eu ganhamos um War de Natal e foi tipo a_glória. Lembro que ganhamos o War II, que vinha com aqueles aviões. Nunca fui muito fã deles porque de uma vez só te arrancava dois mil exércitos, então tinha vezes que a gente mudava a regra e não usava os dito-cujos. Foram tardes e noites jogando aquele troço. E podia vir a mãe, o pai, quem fosse pedir pra guardar tudo e ir pra cama que não dava certo, entrava por um ouvido e saía por outro. Até o dia em que meu irmão emprestou o diabo pra um amiguinho da escola e a caixinha preta nunca mais foi vista.

Fiquei triste por um tempo porque o jogo era mais MEU do que do meu irmão mas superei o trauma. Cresci mais, ganhamos um Mega Drive, viciei nuns jogos lá e esqueci para sempre o tal mapa com países e cidades que até então eram desconhecidos para mim.

Mas a vida é uma caixinha de surpresas e depois de “grande”, já na faculdade, quem me aparece no Centro Acadêmico? O War. E em vez de irmos para o bar ou de assistirmos aula, era no C.A. que passávamos um bom tempo jogando. E, impressionante, como sempre dava merda.

Sempre rolavam aquelas alianças imbecis, que volta e meia terminavam em traição, com direito à risadinha maléfica ao revelar o objetivo. E os roubos de pecinhas, e a troca de cartas por debaixo da mesa. Lembro muito quando tinha casal na mesa. Impressionante como SEMPRE dava briga. SEMPRE. E do jogo, a briga ia sempre pro fim de semana em que o namorado deixou a namorada em casa pra ir ver o Campeonato Brasileiro na casa do Jorginho porque ele tinha Pay Per View. Ou do dia em que a guria inventou de ir no shopping e passou horas na Renner.

Mas uma coisa que eu sempre lembro quando penso em War era do “terremoto”. Sabe quando nada dá certo, os dados não ajudam e você está quase perdendo, com meia dúzia de exércitos, sem direito a pegar pelo menos uns quatro na troca de cartas e aí você olha pro amigo, ele tem tipo duzentas bolinhas vermelhas espalhadas pelo mundo e, dois continentes dominados e tá prestes a bater o objetivo? O que te dá vontade de fazer? Sair correndo? Convencer toda a mesa a reiniciar o jogo? Fazer um despacho pra da próxima vez ter mais sorte? Ou simplesmente sacudir o mapa com tudo em cima e deixar todo mundo com raiva?

Era o que o povo fazia. Terremoto. Ia peça pra tudo quanto é lado e ninguém tinha mais saco pra nada. Daí olhavamos pro relógio, víamos que já era quase dez da noite e que a aula já tinha acabado e nosso material estava lá, abandonado nas cadeiras. Quando íamos pra sala de aula.

Mãe, desculpa. Pai, eu me formei com CR bom. Graças ao War.

(postado originalmente em 06/07/2008)

tirando o pó da estante

Esse post da Luma fez meu dia (que apenas começou).

Semana passada chegaram uns 5 livros lá em casa, alguns da faculdade, outros “normais”. É aquele drama sempre, né: onde acomodar os novos filhotes?

Lá em casa tem uma estante de livros que há uns anos atrás comportava tudo muito bem (os meus, da minha mãe e meu irmão). Passados alguns anos, a situação é caótica. Resolvi, então, tomar uma atitude e selecionei aquilo que realmente queria manter comigo. Alguns livros eu simplesmente não consigo me desfazer por questões sentimentais. Fico imaginando o dia que darei o meu primeiro livro lido na vida pra minha filhota (ou filhote), o livro mais querido da faculdade, da escola, da adolescência…

Lembrança vai, lembrança vem, eu ainda tinha uma porção de livros na minha frente pra desapegar. Separei uma meia dúzia pro Trocando Livros, já que estavam em ótimo estado para trocar por outros. Outros eram didáticos ou específicos demais e eu resolvi colocar tudo numa sacola pra doar.

A Luma sugere algumas dicas para quem quer doar livros e não sabe como nem onde.

Também é possível recorrer aos sebos para trocar ou mesmo vender aquele livro que não te interessa mais. Exemplo: no primeiro período da faculdade, compraste toda a bibliografia sugerida pelo professor de Introdução à Sociologia (calouro é foda). Daí que você já se formou, já está no mestrado e NUNCA MAIS vai abrir aquele livrinho que te ajudou deveras mas que hoje apenas ocupa um espaço na estante, acumulando poeiras e ácaros. Por que não transformá-lo em um novo livro? O que não te serve hoje pode ajudar outrem.

No Centro do Rio de Janeiro existem uma quantidade sem fim de sebos que topam trocas e vendem aquela bíblia da Administração por um preço BEM mais em conta. No site Traça, que comercializa livros usados, novos, esgotados, raros e etc, há um Guia de Sebos no Brasil! Basta procurar pela sua cidade! O Estante Virtual também te ajuda nessa missão.

Falando em livros, hoje começa mais uma Bienal do Livro aqui no Rio. Mesmo esquema: no Riocentro, de 10 a 20 de setembro. E tem até Twitter (@bienaldolivro).

BienalRio_EUVOU

Então, fica a dica: nesse fim de semana, tire um tempinho para rever sua coleção. Vai que rola uma troca online? Com um amigo? Uma doação? Uma venda (sabe-se lá)? Renovar faz bem pro karma HAHAHAHHA valeu, Raquel.

a formiguinha está viva

Sabe quando você é teletransportado pra uma fase da sua vida onde problema era não entender o que é força centrípeta?

Em Invaders Must Die, o The Prodigy volta às suas raízes anos 90, fazendo a mistura barulhenta e enloquecedora que fizeram do trio (depois quarteto e novamente trio) referência na música eletrônica mundial (electropunk, rock, big beat, hardcore techno whiskas sachê…).

Preciso listar as preferidas e hits dos caras?

Curiosidades à parte, Keith Flint era meu muso adolescente. Enquanto as outras meninas compravam Querida e Atrevida pra pegar o poster do Brad Pitt e do Felipe Folgosi, lembro de ter comprado uma Showbizz edição especial The Prodigy. Vinha com um poster gigante do Keith, de moicano e com o rosto pintado com as cores da bandeira da Inglaterra.

keith flint

miadd?

O visual da banda, aliás, era um chamariz à parte. Pra época, era algo revolucionário ter um piercing na sobrancelha ou na língua. Talvez na Europa fosse mais comum mas aqui no Brasil… Você tinha que ser roqueiro ou então dumal pra poder ter alguma parte do corpo, que não fosse a orelha, furada.

Minha mãe não entendi ao meu amor pelo The Prodigy. Não entendia porque, com 14, 15 anos, eu juntava dinheiro pra comprar o cd deles. Tenho os três primeiros, com orgulho (dinheiro suado da merenda). Fora que ela achava um horror a música e simplesmente, quando eles vieram pro Close Up Planet, em 1999, não me deixou ir no show. Tipo eu tinha 17 anos, era grandinha já! Hoje em dia esse povo com 17 anos anda tudo solto por aí, eu com 17 anos tinha que pedir pra minha mãe as coisas </raivamodeoff>. Pior que só uma amiguinha minha curtia também, mas o que adiantava, eram as duas bocós, menininha e pã. Não rolou. Tristeza.

Enfim, é isso ae. Pra quem quiser saber mais da banda, como estão hoje em dia, shows que vão rolar em qualquer canto do planeta MENOS aqui, ver fotos, só entrar no site oficial ou no Myspace. Eles tem Twitter também, gentz, que eu já sigo, né?

post mulherzinha: mão feita + luluzinhacamp rj

Linduxas do meu Brasil (e demais localidades do globo terrestre)!

No último dia 06 de junho, rolou nas cidades de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, o LuluzinhaCamp!

Dondoca Ira e moi participamos da edição carioca, que contou com a participação de mais de 50 muheres de diferentes faixas etárias. Além de termos nos conhecido pessoalmente (<3) ainda conversamos com muitas “amigas virtuais” e, principalmente, leitoras do Mão Feita.

Foto por Denise Rangel

Euzinha e Ira batendo papo com as migues por lá

Pudemos participar de oficinas de maquiagem, yoga, scrapbook, ouvimos uma palestra sobre internet com Katia Aquino, trocar roupa no bazar. Ainda comemos quitutes maravilhosos e participamos de sorteios, ganhandoalguns mimos. No entanto, nosso objetivo principal era ter contato com as queridas leitoras e saber o que outras blogueiras pensavam sobre um de nossos assuntos preferidos: esmaltes.

Sem pieguice, foi muito bacana ouvir das meninas comentários positivos sobre o blog, ficamos muito felizes com o feedback. Mas, entre uma fofoca e outra, aproveitamos para fotografar as mãos da galera e qual foi a nossa surpresa em constatar que os clarinhos já deram lugar aos coloridos, escuros, vibrantes. E quem ainda não teve coragem de se aventurar pelo mundo arco-íris dos esmaltes demos a maior força para começarem a experimentar novas cores e se divertir mais com essa atividade corriqueira.

Tinha de tudo por lá: vermelhão, lilás, marrom, cintilante, francesinha COLORIDA… Uma festa que segue a seguir, nas fotos feitas pela Ira e pela minha assistente de eventos (brinks), Juliana Leite.

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suderj informa: viradão carioca no riowdejaneirow!

Então, povo e pova do meu Brasil, do meu Sudeste, do meu Rio de Janeiro.

Parece que o poder público finalmente atendeu nossas preces e resolveu fazer um evento aos moldes do que já rola em São Paulo há alguns anos. Nesse final de semana teremos o nosso primeiro Viradão Carioca, que realizará uma série de shows com artistas diversos, desde Dudu Nobre à Marcelo Camelo, digrátis na Praça XV.

Pra saber mais sobre o evento, cliquem aqui.

Os eventos acontecerão por toda a cidade, não se limitando apenas ao eixo centro-zona sul. A prefeitura mandou muito bem levando atrações bacanas também para as lonas culturais (Vista Alegre, Santa Cruz, Jacarepaguá…), além de estabelecer uma feliz conexão com a iniciativa privada, promovendo eventos gratuitos ou a preços populares.

E como eu sou uma namorada babona e estou orgulhosíssima do meu amor, preciso dizer que na sexta a banda Radar Master toca na Festa Maldita, que fará parte do Viradão Carioca (sim, aqueeeela promovida pela Casa da Matriz). O Radar Master sobe ao palco da lona a partir das 21 horas!

Então, essa é uma das dicas pro final de semana, que ainda conta com LuluzinhaCamp no sábado, Feira do Lavradio e o Festival Comida di Buteco. É espantar a preguiça e se organizar, não vai faltar coisa pra fazer!

e vem aí…

Carioquinha 2009

Carioquinha 2009

Patrocinado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, a iniciativa, promovida pela Capta, tem como objetivo promover a cidade na baixa temporada, proporcionando aos cariocas de berço e “adotivos” desfrutar das diversas atrações, naturais ou não, que o Rio tem de melhor! Para isso, basta apresentar a carteira de identidade (para comprovar naturalidade) ou comprovante de residência e curtir!

Participam da promoção pontos turísticos, restaurantes, bares e hotéis. A lista para 2009 ainda não foi divulgada mas acredito que em breve, muito em breve, conheceremos os participantes. Daí é só montar na agenda!

O que eu acho mais legal nesse projeto é poder oferecer ao carioca a oportunidade de conhecer as coisas mais bonitas e divertidas da sua cidade por um preço camarada. Um Rio pra quem não é turista. Um Rio pra quem faz do Rio uma das cidades mais bacanas do Brasil!

iei!

kate_bushKate Bush, linda!

Em homenagem ao sábado, dia de descanso merecido, pós-febre repentina, que me fez perder a festa do amigo no pub irlandês… Cá estou, unhas feitas, cabelo desarrumado, prestes a me infurnar num shopping center em busca de alguma promoção relâmpago de dia das mom’s.

No entanto, um achado musical:

America – Tin Man

Eu ia MORRER sem saber que essa música era do America.

PS: maldito youtube que só posta o link agora, tomar no cooh, viu?

Em homenagem ao meu sábado, à musa da semana e à Letícia, que me diverte no Messenger, fiquem com Kate Bush e seus bracinhos nervosos:

Kate Bush – Wuthering Height

pedacinho de felicidade

DSC00813

O bolo de aipim mais gostoso que comi na vida.

De Paraty.

comidinhas e diversão

Gosta de cozinhar mas não sabe onde achar receitas de coisas gostosas E (por que não) bonitas?

Recipe Star

Além de ser um site de receitas (com fotos, o que eu acho fundamental, até pra sabermos o que estamos cozinhando), Recipe Star é uma rede social. O usuário se cadastra, cria um perfil e pode mandar suas criações pro site. Além disso, conforme ele vai cozinhando, vai ganhando pontos, elevando sua categoria (são cinco níveis)! Quanto mais você usa as funções interativas do site, maior será o seu nível!

O único “problema” do Recipe Star para nós brasileiros é que o conteúdo está todo em inglês. Para quem não domina o idioma, pode ficar meio complicado! Mas vale a pena tentar, além de praticar os dotes culinários na cozinha, impressionar o namorado(a) no lanche de fim de semana, é possível conhecer muita gente que quer apenas falar de comida!