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Trocando livros no Skoob
entretenimento, leituras

Trocando livros no Skoob – dicas e outros

Não sei vocês, mas eu adoro o Skoob. No começo, tinha um pouco de preguiça da rede social, achava que era meio besta ficar mostrando pro mundo os livros que a gente lê/tem/quer. Porém, depois eu comecei a achar legal o fato da gente ficar mostrando pro mundo os livros que a gente lê/tem/quer, até como forma de arquivar o que estamos lendo em uma determinada época da vida. Adoro passar alguns minutos passeando por lá, em busca de novas leituras. E foi numa dessas andanças que eu percebi uma galera falando de troca de livros.

Bom, antes de falar das trocas, vamos falar um pouco do Skoob. Trata-se de uma rede social onde as pessoas falam basicamente de… livros. Aliás, perceberam que skoob é books ao contrário? TA-DA! :D Voltando: existe um acervo enorme de livros cadastrados. Você pesquisa um determinado título pelo nome ou autor e ali encontrará muitas informações sobre o mesmo. Resenhas, avaliações, editora que lançou, edições do livro… Muitas editoras inclusive participam do Skoob em páginas exclusivas e também alguns fóruns. É muito bacana navegar por livros já lidos e aqueles que você quer ler um dia.

Foi assim que eu conheci a seção de Trocas, uma funcionalidade exclusiva para os usuários PLUS da rede. Nem vou me alongar na explicação porque o próprio Skoob explica bem direitinho como se tornar PLUS e como fazer trocas aqui.

Minha experiência trocando livros

Segui todos os passos e cadastrei aqueles livros que eu não queria mais aqui em casa. Muitos deles, inclusive, estavam abandonados na casa da minha mãe e eu acabei trazendo justamente pra doar em algum bazar. Como achei a logística meio inviável, fiquei tão encantada quando conheci o universo de trocas do Skoob. Em poucos meses, eu já enviei uns 8 livros para leitores em vários lugares do Brasil.

Trocando livros no Skoob

esses são alguns dos meus livros disponíveis para troca

Trocando livros no Skoob

esses são alguns dos livros que eu quero – mas tá difícil conseguir…

Você pode solicitar seu primeiro livro depois de concluir dois envios. Dependendo de onde a pessoa morar, o único jeito é fazer via Correios. É possível solicitar envio de impresso, que sai bem mais em conta na hora de pagar. Acaba compensando bastante o valor do frete com o valor dos livros. Mas o principal é: desapegar do que você jamais vai ler, dando chance para outras pessoas curtirem algo que você já gostou.

É uma brincadeira muito gostosa, viu? Com o tempo você vai ficando cada vez mais esperto! Ah, deixo vocês com algumas dicas:

- Há usuários que pedem 2 créditos por um determinado livro. Geralmente são livros mais hypados ou muito grandes.

- Livros bombados são trocados bem rápido. Fique atento e seja rápido na hora de entrar em contato com algum usuário que tenha disponibilizado pra troca aquele livro que você tanto deseja.

- Negocie, sempre. Às vezes aquele usuário tem um livro que você quer há tempos e é possível fazer uma proposta, um bem-bolado que o cara acaba aceitando.

- Leia as avaliações de cada usuário antes de trocar. Premissa pra vida, né? Certifique-se de que a pessoa é de confiança e que vai fazer a entrega do seu livro em bom estado e em prazo satisfatório.

- Se vais trocar um livro: seja honesto. Tá com orelha na capa? Deixe claro pro usuário que fez a solicitação. Nada pior do que receber um produto em condições ruins, né? Não é bacana.

- Tenha cuidado na hora de embrulhar o livro para o coleguinha. Eu uso sempre plástico bolha e papel pardo. Imagina só, você separou o livro novinho, mas por algum descuido na hora do transporte, ele chega o pó no destinatário? Não bom… Você pode acabar sendo prejudicado nessa troca. Tenha o máximo de cuidado, portanto.

Se eu lembrar de alguma outra dica, compartilho com vocês! E por aí, já rolou troquinha no Skoob?

Pra quem quiser trocar livros comigo, ou mesmo fuçar minha biblioteca, é só clicar aqui. E quem quiser deixar o link dos respectivos perfis, é só aproveitar o espaço nos comentários!

The Killing | Maionese
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Séries pra assistir: The Killing

The Killing | Maionese

Eu não canso de declarar todo o meu amor à Netflix. De todos os serviços de streaming que eu pago, posso dizer que esse é o dinheiro mais bem investido por dois motivos: 1. não preciso ficar caçando episódio em site de torrent + sincronizando legenda; 2. encontro de tudo um pouco no acervo do serviço, desde filmes antigos a séries que sempre quis assistir.

Depois de matar True Detective (HBO Go) e Orphan Black (Netflix e torrent), eu estava carente por outra série. Não queria nada muito comédia ou romance então segui a sugestão de uns amigos e me joguei em The Killing. A série é um remake da série dinamarquesa “Forbrydelsen”, que recebeu indicações ao prêmio BAFTA faturando o caneco de Melhor Drama Internacional em 2011. A história gira em torno da investigação de um assassinato, conduzido pelos detetives Sarah Linden e Stephen Holder, vividos pelos atores Mireille Enos e Joel Kinnaman. Logo no primeiro capítulo, já somos colocados diante da seguinte situação: uma jovem super estudiosa e amada pela família está desaparecida. A gente sabe que deu merda mas como isso aconteceu ninguém sabe.

Algumas pessoas comentavam comigo que não tiveram paciência para acompanhar o desenrolar do caso, que leva quase duas temporadas (cada uma com 10 capítulos) para ser resolvido. Esse timing mais arrastado foi, inclusive, um dos motivos pelos quais a série foi cancelada no final da segunda temporada e novamente no final da terceira. Seria a coisa mais triste do mundo se a história acabasse na terceira temporada, visto que o caso da guria foi resolvido, um novo caso viria a tona, remexendo em memórias da personagem principal – Linden – e toda a trama acabou sendo colocada de cabeça pra baixo. Graças à Netflix, houve a produção de mais 6 episódios, que resultaram no desfecho dessa história.

Mas vocês devem estar se perguntando: “Raquel, qual é a graça de assistir uma série que foi cancelada duas vezes?”. E eu vos digo: é impossível não ficar amarrado à trama, ainda que algumas vezes você se sinta enrolado nos episódios. Aquele sentimento de “agora já sei que foi esse cara que mat… NÃO PERA, TÁ DE BRINKS QUE FOI ESSE MALUCO?” é constante em boa parte dos episódios.

The Killing | Maionese

É impossível, também, depois que você se joga de cabeça na história, não pegar amor pelos personagens principais. Linden tem sempre aquele mesmo look, é obcecada pelo trabalho e simplesmente não sabe demonstrar amor (ela tem um filho fofo, resultado de uma gravidez na adolescência). Já Holder é aquele policial sem o menor perfil pra tal, parece um rapper largadão, você tem vontade de pegá-lo pelo bracinho e falar “filho, vem cá lavar esse cabelo, troca esse casaco” mas não precisa, ele é tão querido e sofrido que você se apaixona. Todos os personagens escondem um segredo e ainda que algumas passagens tenham ficado mal explicadas (como o passado de Linden, que tinha tudo pra ser explorado de uma forma mais bizarra e dramática mas que no fim das contas vira um “nhé” bem bobo), a gente já se sente íntimo de cada um ali.

The Killing | Maionese

Recomendo muito “The Killing” pra quem curte um thriller policial com algumas doses de humor (garantidas pelas tiradas de Holder).

Para assistir ao trailer da série, só dar play aqui embaixo:

E pra quem já tá entrando na temporada final, vale o play no “behind the scenes” com depoimentos dos atores:

Variety Double Exposure | Maionese
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As capas com dupla exposição da Variety

Variety Double Exposure | Maionese

A famosa revista Variety caprichou na capa, ou melhor, nas capas, da edição de junho: destacou nas capas a força dos personagens coadjuvantes, trazendo os atores Christina Hendricks (Mad Men), Aaron Paul (Breaking Bad) e Allison Williams (Girls). Pra quem quiser conferir a matéria, basta clicar aquitks, Camila! <3

O fotógrafo Peter Hapak é o autor das fotos, trazendo algo diferente do que estamos acostumados a ver em capas de revistas – os atores aparecem em dupla exposição.

Variety Double Exposure | Maionese Variety Double Exposure | Maionese Variety Double Exposure | Maionese

Via Fubiz.

Lena Headey & Pedro Pascal para Hunger | Maionese
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Lena Headey e Pedro Pascal em ensaio para revista Hunger

Lena Headey & Pedro Pascal para Hunger | Maionese

Se você é viciado em Game of Thrones, certamente sabe quem são Lena Headey e Pedro Pascal. Se o seu vício é do tipo que faz com que você vire um stalker dos atores da série, também já sabe que rolou um “chega mais” entre os dois atores citados.

Não sabemos se eles ainda estão juntos mas uma coisa é certa: quanta química entre os dois! Há alguns dias, a revista Hunger divulgou um vídeo com parte de um ensaio fotográfico protagonizado pelo casal. Além disso, no vídeo Lena meio que entrevista Pedro e que delícia que é ver os dois interagindo.

Lena Headey & Pedro Pascal para Hunger | Maionese

Lena Headey & Pedro Pascal para Hunger | Maionese

Lena Headey & Pedro Pascal para Hunger | Maionese

Clique aqui pra assistir ao vídeo.

The O.C. | Maionese
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Uma saudade: The O.C.

The O.C. | Maionese

Californiaaaaaa… here we coooooooooomeeeeeee

Antigamente, eu não era o tipo de pessoa que passava horas do dia acompanhando meia dúzia de seriados. Porém, recentemente fui mordida por esse bichinho, que faz com que você deixe de ler livros, sair, ter uma vida pois simplesmente não consegue parar de assistir a determinada série sem o risco de morrer de curiosidade e ansiedade. Se bem que você pode acabar se transformando numa dessas pessoas que dá conta de livro + série + vida social… Eu te invejo, meu amigo.

Há alguns anos, um desses enlatados pra adolescente me chamou atenção, e foi justamente pela trilha sonora fuderosa: The O.C.. Podem sacanear, me chamar de juvenil, mas lembro como se fosse HOJE: faltar aula da faculdade pra acompanhar o namorico de Marissa Cooper e Ryan, uma espécie de Cinderela dos tempos modernos. O rapaz, nesse caso, é o pobretão que de um dia pro outro tem a vida transformada: de família barra pesada, white trash americano, passa a ter tudo do bom e do melhor; a guria é riquinha e famosa no pedaço, mas por um percalço do destino, fica pobre depois.

The O.C. | Maionese

Temporada vai, temporada vem, o romance fica ali naquele “não caga mas não sai da moita”. Até o dia em que eles ficam juntos. E até o dia em que… bom, deixa pra lá. Eu chegava a suspirar pateticamente quando os dois se encontravam e tocava Forever Young, cantada pelo Youth Group.

The O.C. | Maionese

Mas então, The O.C. me fez ter vontade de ir pra Califórnia, sentir o ventinho que aquele povo sentia, tomando café com gelo da Starbucks. Em 2007, pude finalmente realizar meu sonho e viver aquela sensação mágica do entardecer com milkshake e ventinho nos cabelos. Mas The O.C. também revelou um lado obscuro na minha vida, o da ilegalidade: me fez baixar toneladas de músicas!

Um seriado famoso pela trilha sonora perfeita. Graças ao melodrama californiano, conheci tanta coisa linda… Seguem algumas dessas canções:

1. Interpol – Evil

Foi assim que conheci Interpol. Obrigada, produtores do seriado, pela graça alcançada.

2. Nada Surf – If You Leave

Já conhecia Nada Surf de outros carnavais. Fui no show deles aqui no Rio e o escambáu. Nem preciso dizer que quando ouvi o comecinho dessa música num episódio, pire, né?

3. Sufjan Stevens – For the widows in paradise, and the fatherless in ypsilanti

Sufjan Stevens é LINDO! Qualquer álbum dele é do tipo que você ouve sem pular uma música, naquele esquema de colocar pra tocar, deitar e esquecer que #vaitercopasim.

4. Pinback – Fortress

Quando o Pedro me apresentou Pinback, bem depois da minha febre por The O.C., tive a certeza de já ter ouvido o som dos caras. Fazendo uma pesquisa, vi que eles volta e meia apareciam na trilha da série. Outro som que também é a cara da Califórnia – aquela vibe praia + fim de tarde + ventinho bom.

5. Modest Mouse – The View

Se você já foi pra Califórnia, sabe que Modest Mouse é a cara desse lugar. É impressionante como certos sons representam tanto uma cidade, um bairro… Bateu até uma nostalgia.

6. Stars – Your Ex-Lover is Dead

Essa música me arrepia de tão bonita que é. PS: Stars é uma banda que tem como vocalista Amy Millan, uma das integrantes do Broken Social Scene.

7. Death Cab For Cutie – A Movie Script Ending

O personagem indie do seriado, o bonitinho do Seth, era fã do Death Cab For Cutie, o que rendeu até participação da banda num episódio. Death Cab é fofo, certas vezes melancólico. Essa é uma das minhas preferidas.

8. Spoon – I Turn My Camera On

Spoon tocava a cada dois episódios por temporada. Brincadeiras à parte, diz se não dá vontade de sensualizar com essa música?

9. The Perishers – Nothing Like You And I

Lindezinha de canção. Uma pena eu não ter ouvido mais nada desse grupo.

10. Bloc Party – The Pioneers

Lembro dessa música tocar num momento tenso, onde provavelmente o Ryan fugia do namorado maluco da Marissa, um viciado lá bonitão que ela andou se atracando.

The O.C. | Maionese

Desde então, nunca houve um seriado tão delícia quanto The O.C., com todos os dramas adolescentes, o visual perfeito, combinado com uma trila sonora sensacional.

Star Wars | Maionese
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Imagens inéditas de Star Wars

Star Wars | Maionese

Dia desses, fomos surpreendidos com a divulgação de algumas imagens inéditas do elenco de Star Wars (a trilogia original) “por trás das câmeras”. O ator Peter Mayhew, que deu vida ao querido e amado Chewbacca, liberou geral em seu Twitter, fazendo a alegria de fãs apaixonados – como eu.

Algumas fotos já circulavam pela internet mas boa parte delas era desconhecida. Nossa, que coisa linda, material riquíssimo! Até escorreu uma lagriminha porque lembrei de várias cenas dos filmes. Vem ver que coisa bonita:

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Star Wars | Maionese

Segundo Peter, o acervo de inéditas possui mais de 1200 fotos. Queremos mais, por favor! Por favorzinho!

Via Mirror.