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Spotify Running. Mais em http://sempickles.com/maionese.
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Novidade na área: Spotify Running

Spotify, seu danadinho! Embora muitos corredores gostem/prefiram correr sem música, confesso que pra mim ainda é dureza abrir mão dos fones de ouvido pra treinar. Sinto que tem horas que atrapalha ouvir uma playlist “equivocada” (exemplo: se o treino é mais moderado e você ouve um rock rapidão, não tem jeito, vai querer correr feito louco e aí, tchau treino). Por isso, achei tão bacana a tal Spotify Running.

Spotify Running. Mais em http://sempickles.com/maionese.

Spotify Running. Mais em http://sempickles.com/maionese.

Se você já é usuário/assinante do Spotify, já sabe como ele funciona. No caso do Spotify Running, é o seguinte: a plataforma identifica o seu ritmo de treino e toca as músicas certas para a corrida. Seja na rua, na piXXXta ou esteira , você corre ouvindo uma seleção especial de músicas favoritas ou então músicas novas.

Tem até um videozinho pra dar um gostinho de quero mais:

assistir: This is Spotify Running

Por enquanto, a novidade está disponível para iOS, em breve no Android. Alguém já testou? Vou testar e depois conto pra vocês aqui no post.

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No iPod: Phoebe Ryan – Dead

Achei uma delícia esse som da moça Phoebe Ryan. Encontrei por acaso no Spotify, logo tratei de pesquisar sobre a bonita e descobri que ela costumava compor e por incentivo de amigos, resolveu investir na carreira de cantora. Ela define seu som como “indie-pop”, senti de leve uma pegada meio anos 90, época em que ouvíamos cantoras de ~voz macia~ como Natasha Bedingfield. Ou Natalie Imbruglia <3.

Uma das músicas que mais gostei foi “Dead”. Pra ouvir, é só clicar no player abaixo:

Phoebe Ryan – Dead

Ela vem sendo apontada pelos principais veículos de música como “artists to keep an eye on it”. Já tem EP da Phoebe no Spotify e também algumas parcerias, onde a gente pode ouvir a voz doce da jovem cantora californiana. Em alguns momentos, sua voz me lembra a da Britney Spears, mas beeeem às vezes. Vou acompanhar.

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5 músicas para o lip sync for your life

Você certamente já ouviu falar em RuPaul’s Drag Race. Há alguns meses, comecei a assistir pelo Netflix e foi um vício bizarro! Papo de matar a primeira temporada em pouquíssimo tempo, usando os bordões no meu dia a dia. Minha mãe, por exemplo, não entendia o que eu queria dizer com as frases mas nas redes sociais encontrei conforto, em grupos e com migos que também estavam assistindo loucamente, em temporadas mais avançadinhas até.

Em maio, o lindo grupo Rotaroots sugeriu o meme “5 músicas para o lip sync for your life”. PIREI! Explicando: RuPaul’s Drag Race é um reality show onde drag queens competem entre si para a eleicão da drag superstar. A prova de elimininação nada mais é do que um duelo onde as candidatas precisam dublar uma determinada música (lip sync) e é MARAVILHOSO! Pra vocês terem uma ideia, cliquem aqui por gentileza.

Eu amo um karaokê, como já falei aqui. Coloco pra fora a minha intérprete frustrada e sempre me divirto horrores. Achei que não ia conseguir escolher apenas 5 músicas e tal, então coloquei um bônus porque não dava pra deixar de fora. E escolhi apenas mulheres incríveis para esse post porque sim.

1. Whitney Houston :: I Have Nothing

Whitney Houston :: I Have Nothing

2. Carpenters :: Close To You

Carpenters :: Close To You

3. Nina Simone :: Don’t Let Me Be Misunderstood

Nina Simone :: Don’t Let Me Be Misunderstood

4. Blondie :: Heart of Glass

Blondie :: Heart of Glass

5. Celine Dion :: My Heart Will Go On

Celine Dion :: My Heart Will Go On

BONUS >> Kate Bush :: Wuthering Heihts


Kate Bush :: Wuthering Heights
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Aposto que você tem uma seleção de musiquinhas pra fazer dublagem, hein? Qual seria a sua escolha para vencer uma competição com lip sync? Deixe as sugestões aqui nos comentários!

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

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No iPod: Lauryn Hill – MTV Unplugged No. 2.0

Acho que perdi as contas do quanto ouvi esse CD na minha vida. Eu tinha uma “coisa” com Lauryn Hill lá pelo começo dos anos 2000. Depois de viciar em The Miseducation of Lauryn Hill, passou um tempo e conheci o unplugged dela. Foi amor tipo instantâneo. A voz levemente rouca, marcante, cheia de sentimento, batiam “lá dentro” e foi paixão sim, daquelas bem avassaladoras.

Dia desses, no amigo Spotify, saí em busca de algumas coisas que eu ouvia antigamente e cruzei novamente com a Lauryn. Tirei a véspera de feriado com chuva para recordar essa maravilha musical. Numa época em que geral fazia ao vivo, veio a bonita e fez um trabalho espetacular. Destaque para I Gotta Find Peace of Mind. Apenas voz e violão em 9 minutos de uma canção carregada de emoção. E lágrimas. Que mulher, meu Deus.

he says is impossible, but I know is possible
he says is improbable, but I know its tangible
he says its not grabable, but I know is haveable
coz’ anything is possible
oh, anything is possible

Sabe o que é mais incrível? Ela lançou apenas dois álbuns solo. Meio que se decepcionou com a indústria fonográfica e seguiu sendo maravilhosa e independente. Hoje em dia, Lauryn – que agora se denomina Ms. Lauryn Hill – segue fazendo shows, cantando canções de seus únicos álbuns + covers. Quero um show dela tipo AMANHÃ, pode?

Lauryn Hill

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Smashing Pumpkins
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Smashing Pumpkins no RJ (25/03) + SP (29/03)

Já perdi as contas de quantas vezes falei de Smashing Pumpkins aqui no blog. Se vocês clicarem aqui, vão ver todas as menções. Se clicarem aqui, verão meu relato de fã ansiosa às vésperas do primeiro show. E aqui, o relato de como foi (Planeta Terra em 2010).

Hoje venho contar pra vocês como foi ver Smashing Pumpkins duas vezes em menos de sete dias. Porque tem coisas que a gente simplesmente faz, principalmente quando o coração diz “vá”. A turnê passou pela América do Sul para divulgar o novo álbum Monuments To An Elegy.

Quarta-feira, 25/05. Havia toda uma tensão desde o dia anterior pois havia coisas para resolver antes de se jogar de cabeça no show da sua banda preferida. Fechar ciclos faz parte da vida e por mais experiente que a gente seja, sempre bate aquele friozinho na barriga. Passada a reunião, pude canalizar todos os meus pensamentos para ver William Corgan no palco.

William “Billy” Corgan. Essa pessoa que sempre me confundiu. Já te achei chato, já te achei babaca, já te achei excêntrico. Hoje eu te acho “humano, demasiado humano” (como diria Nietzsche). É como se, ao amadurecer, a gente pudesse enxergar que, acima de tudo, lidamos com gente de carne e osso compondo, vivendo cada pedacinho da arte. E isso não é fácil, principalmente quando você sente e reage a praticamente tudo.

O show do Rio foi no Citibank Hall e a casa não estava lotada. A apresentação começou por volta das 22h30 e o setlist foi esse aqui. Um maravilhoso mix de clássicos & canções dos discos mais recentes, pós-término da banda. Começar com a bateria de Cherub Rock já deixou os pelinhos do braço arrepiado. Siamese Dream é o_disco, afinal. Em seguida, Tonight Tonight e eu não consegui segurar o choro. Essa música acaba comigo. E é curioso ver como ela ganhou um significado ainda mais especial depois de adulta. Talvez porque esse trecho aqui signifique tanta coisa:

Time is never time at all
You can never ever leave without leaving a piece of youth
And our lives are forever changed
We will never be the same
The more you change the less you feel

E assim William Corgan levou o show, que acabou perto da meia noite. A plateia parecia morna mas acredito que estivessem hipnotizados. O Smashing Pumpkins não se apresentava no Rio há mais de 10 anos (a última vez foi em 1998 com a turnê “Adore”). Gostei muito da escolha das músicas, afinal esse show ia acabar sendo um cadinho maior do que o de São Paulo no Lollapalooza Brasil. A atual formação, que conta com Brad Wild na batera (RATM), Mark Stoermer no baixo (The Killers) e um ótimo entrosamento entre BC* e Jeff Schoroeder deixaram o SP mais pesado, o que foi lindo pra quem sentia saudades da fase mais rock da banda. Tivemos Heavy Metal Machine fechando com Today acústica pra acabar de matar o povo.

Voltei maravilhada pra casa, já sabendo que domingo teria mais uma dose. Nem mesmo a previsão de chuva me desanimou. E olha que estava previsto tempestade. Separei as botas, capa de chuva e lá fui eu encarar toda aquela via crucis pra chegar no festival. Olha, vocês podem escrever aí: só volto pra Interlagos se for alguma banda MUITO incrível tocando. Porque é ruim demais ir pra esse lugar. Você pega um metrô, um trem, anda feito um camelo pra chegar no local e ainda anda mais lá dentro. Se não fosse o meu atual preparo físico, estaria com dores até agora.

Depois de assistir um belíssimo show do Interpol debaixo de chuva (sem querer ser babaca mas foi perfeito COM chuva), entrei no modo ansiedade pra ver SP, que encerraria a noite do Lolla juntamente com Pharrell (ahhh esse line up maravilhoso e tão eclético). No meio do caminho havia um Foster The People, um The Kooks e Young The Giant (banda muito bacana, por sinal). E adivinha só quem voltou no fim da noite? Sim, a chuva. Dessa vez mais fininha, a famosa garoa de São Paulo. E aí foi um bota-tira-tira-bota de capa de chuva, até o momento em que eu resolvi aceitar aquela condição: meu reencontro com Willy seria lavando a alma e o resto do corpo, literalmente. O setlist do Lolla foi esse aqui.

me adota, Paul Banks?

Mais curtinho que o do Rio, porém mais visceral: assim foi o show de São Paulo. Público maior, interagindo mais com a banda. Vi no palco um BC encantado com aquela plateia, provavelmente pensando “eu ainda tenho todos esses fãs por aqui?”. Tem, colega. E tava todo mundo tomando chuva na cabeça por sua causa. Eu travei em Tonight Tonight. Stand Inside Your Love arrancou um pedacinho junto também.

giphy

Logo depois, 1979 evocando as mais profundas lembranças de cada um presente ali. Essa música, né? Foda-se que tocou no rádio sem parar, o clipe na MTV toda hora, ela faz parte da trilha sonora da vida de muitos, inclusive da minha. Até que Willy abre o coração pro povo e conversa. “Life is good, life is bad…” e ele diz que foi seu aniversário há uns dias e que durante a tour pela América do Sul, perdeu um de seus gatos. Pronto, pra que foi falar de gato. Chorou todo mundo na plateia. Nessa hora não consegui mais segurar e já tava me debulhando em lágrimas. E adivinha só o que ele tocou depois? Disarm.

E eu já vivia o melhor show da minha vida ali. No meio daquela chuva, do lado de tanta gente emocionada. Éramos um bando de marmanjo gritando “the killer in me is the killer in you” com olhos marejados e bochechas molhadas de lágrimas. Um tiozão do lado ainda virou pra minha amiga e eu e falou “vocês não eram nem nascidas”. Cumpadi, xô te falar uma coisa: já dobrei o cabo da Boa Esperança, beyjos.

Depois disso, tio Chico Willy colocou o povo pra bater cabeça e todo mundo já tava doido porque havia o boato de que rolaria Zero no final. Realmente ia rolar mas acabou sendo cortada. E assim, rolou o mesmo encerramento com Today no violão e fogos do festival ao mesmo tempo. Nessa hora, BC zuêra ainda fez graça e o povo caiu na risada né? E assim ele foi embora. Ninguém acreditando no que havia sido aquele show tão maravilhoso. Musicalmente falando, foi MUITO BOM! E se o som foi bom, imagina a experiência completa? Essa é uma das melhores formações do SP. Faltou música no setlist? Lógico mas não se pode ter tudo. E, mais do que isso, havia no palco um Willy tranquilo e de coração quentinho, afinal estava ali quem realmente ama o que ele faz.

E como amamos.

nem precisa tentar, meu xuxuzão

* usei a sigla BC pra denominar o Billy Corgan, que agora prefere ser chamado de William – seu verdadeiro nome.

Lean On
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No iPod: Major Lazer & DJ Snake – Lean On (feat. MØ)

Já falei aqui nesse post do quanto curto a MØ. Quando escutei essa música do Major Lazer com a participação dela, pirei. Coloquei em playlist do Spotify, ouvi uma, duas, três vezes seguidas… Delícia demais!

Daí que hoje saiu o clipe e tá tão bonito, com dancinha que você quer imitar, sem falar da fotografia maravilhosa. E ainda tem a MØ mexendo as cadeiras como ninguém! Clica aí embaixo pra ver o que eu tô falando:

Major Lazer & DJ Snake – Lean On (feat. MØ)

PS: vai ter DJ Snake e Major Lazer no Lollapalooza, viu? No sábado, galera! Pena que não vou (só vou domingo, ver Billy Corgan).