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#musicomonday: friendly fires
Bandinha do Reino Unido danada de boa que mistura indie rock com levada dançante (E SAMBA!!!).
Com apenas um álbum lançado (em 2008) e alguns EPs, Friendly Fires arranca elogios mundão a fora. Ano passado, em passagem pelo Brasil, fizeram um puta show no aqui no Rio. Infelizmente, eu não fui, como em tantos outros, e esse é o tipo de coisa que a gente lamenta com dor: quando nos apaixonamos por uma banda/projeto/artista depois que ela já tocou tão pertinho.
Outra informação bacana é que a banda cedeu uma de suas faixas para o jogo Gran Turismo 5. Cada vez mais vemos esse casamento videogame + música, afinal, quem não curte passar algumas horinhas jogando e ouvindo música boa? Por que não juntar tudo no mesmo pagode, né? A gente já assistia isso em Tony Hawk, Pro Evolution Soccer, GTA e por aí vai. No more midi sounds!
#musicmonday: land of talk – speak to me bones
Eu tenho um caso de amor com o Canadá e com (quase) tudo que vem de lá, musicalmente falando. Com exceção da Avril Lavigne e da Celine Dion, foi graças ao Broken Social Scene que eu abri os olhos para as bandas relacionadas e conheci muita coisa boa. Land of Talk veio nessa leva e veio pra ficar.
O trio canadense liderado por Elizabeth Powell que segura os vocais e guitarra, tem pegada indie pop com baladinhas e algumas faixas mais pesadas. A voz doce e por vezes estridente de Elizabeth casa perfeitamente com a guitarra e, voilá, a música não sai da sua cabeça por pelo menos uma semana!
A sugestão de hoje é Speak to me Bones, do álbum Applause Cheer Boo Hiss (2006), um EP bem bacana. Mas anotem em seus caderninhos: a boa é o álbum Some Are Lakes (2008).
Fica a dica!
#musicmonday: jimmy eat world – clarity
Jimmy Eat World é uma das bandas que fazem parte da trilha sonora da minha vida. Lá pelos meus 18 anos, conheci o som dos caras e ouvi copiosamente por anos. Algumas músicas dizem muito do que eu fui como por exemplo A Praise Chorus, que tocou na minha colação de grau (quando subi no teatro da Uerj de sapatinhos cor de rosa, fluor – tendência, né? – em 2005).
Hoje acordei querendo ouvir algo “do passado” e ter ouvido Clarity me fez sorrir no ônibus – aqueles sorrisos espontâneos que surgem deixando as pessoas em volta curiosas.
Meu #musicmonday de hoje vai pra Jimmy Eat World, ao vivo. Aliás, na minha listinha de “bandas que eu quero ver antes de morrer” entra um show deles. Vai que rola esse ano? Vem tanta coisa boa p’ras bandas de cá, né?
#musicmonday – florence + the machines – dog days are over
Não sei por que demorei tanto pra baixar logo qualquer coisa dessa banda. Já tinha visto aos montes por aí e só nesse fim de semana que passou sentei o fiofó em frente ao note pra atualizar ipod e ir em busca de coisas novas e/ou que tinha curiosidade pra saber mais. Dentre lançamentos e coisas que baixei e não curti, palmas pro Florence + The Machines.
PS: o que é a voz (e o cabelo) dessa mulher?
#musicmonday: noisettes – when you were young (the killers cover)
Eu, que gosto tanto de The Killers, ao ouvir essa versão do Noisettes senti até um arrepio de leve. A voz da vocalista e baixista da banda é leve, doce e “desliza” nos ouvidos, fazendo do hit do Killers algo diferente e delicado, mas ao mesmo tempo forte (graças ao backing vocal sensacional).
Essa é a minha sugestão para começar a semana. Noisettes, banda inglesa de indie rock-pop-soul que tem tudo para arrebentar em 2010 nas bandas de cá.
#musicmonday: the whitest boy alive – fireworks
The Whitest Boy Alive é uma banda alemã que surgiu em meados de 2003 como um projeto de música eletrônica. Tendo como vocalista um dos integrantes do Kings of Convenience (que já veio no Brasil), o TWBA está no seu segundo álbum e hoje não tem mais nada de eletrônico, a não ser o sintetizador que eles usam em algumas músicas e no show.
Há algumas semanas tive o prazer de vê-los ao vivo, no Vale Open Air. É incrível como o som dos caras é redondo, todo certinho. Batera perfeita, vocal diferente, interagindo com o público (tudo bem que algumas vezes era meio exagerada aquela coisa de conversar com a galera, tentar um português…). Mas voltei de lá mais fã do que já era.
Então é isso, fica a dica pra quem quer coisa nova: escutem, baixem, comprem, vejam, amem The Whitest Boy Alive!
um carinho, um selinho e um ingresso pro metallica!
Oi, pipow.
Gostaram da roupicha nova do blog? Teve gente reclamando que o post não aparece todo, que tá faltando “o quadradinho com a foto ali do lado” e talz. Quanto aos quadradinhos, calmaaa, aos poucos eu vou atualizando tudo! Até porque, tem imagem que misteriosamente não abre.
Quanto ao post não abrir todo, eu até prefiro, sabia? Assim cria suspense!
Essa semana é curta e eu vou tentar agendar posts pra não deixar isso aqui morto. Tenho tanta coisa legal pra postar/falar… Falta é tempo pra sentar na frente do notebook e deixar a coisa fluir.
Enfim, recebi um selinho da querida Lathife, do blog Aquela que Voa. Tive o prazer de conhecê-la pessoalmente na última edição do Luluzinha Camp RJ e fiquei muito feliz em sair de lá com tantas novas amigas! A Lathife me indicou um meme que eu indico pra quem quiser fazer: as cinco coisas das quais me arrependo.
1 – Ter largado o francês quando eu achava que não tinha tempo pra nada e tinha tempo de sobra;
2 – Ter feito Turismo e Hotelaria (embora todo aprendizado seja válido blá blá blá eu podia ter economizado uma grana);
3 – Não ter comprado maquiagem nos EUA pra estocar/vender/trocar;
4- Brigar por nada;
5 – Não ter ido no show do Nouvelle Vague, Bloc Party, Interpol…
Falando em show… hoje consegui comprar meu ingresso pro Metallica em São Paulo! Acho uma vergonha um evento como esse não rolar no Rio de Janeiro, mas tudo bem! Graças à Deus colocaram um show extra permitindo que os fãs que ficaram de fora do primeiro show conseguissem ver os caras! Vai ser uma aventura voltar na madruga de domingo pra segunda, encarando trabalho no dia seguinte… Mas a gente sobrevive, a gente é jovem!
PS: a bonequinha “aqui do lado” é presente do namorado, Pedrim!
#musicmonday: architecture in helsinki – fumble
Vocês provavelmente já ouviram esse comecinho, né? Naquele comercial da empresa de telefonia celular… ENFIM, Architecture in Helsinki é um misto de fofura com voz doce, instrumentos bacanas… e clipes não-oficiais maravilhosos! Tipo esse!
Essa música está presente no álbum Fingers Crossed, lançado em 2003. Clicando no link, vocês ouvem mais musiquitas desse álbum!
#musicmonday: metric – help i’m alive
Mesmo sabendo que alguns leitores desse blog são adeptos dos memes e brincadeiras que rolam no Twitter, devo dizer que eu não gosto, com exceção de uma: a #musicmonday.
É tão legal ver o que o povo seleciona como música preferida do dia, denotando seu respectivo estado de espírito e humor. Você sabe que o final de semana da criatura foi bom quando ela chega na segunda-feira com algo bombante na caixa de som – ou no fone de ouvido.
Chega a ser divertido tentar desvendar se uma pessoa está feliz, estressada, apaixonada, deprê através da sua playlist. Aliás, que fascínio temos pelo que o outro ouve. Eu pelo menos sou assim!
Entonces, a partir de hoje (era pra ser ontem), vou postar minha música da semana aqui no blog, toda segunda-feira. Ontem acabei deixando o post no Draft por conta da faculdade que está me consumindo até o talo. Vamos lá:
Metric, Help I’m Alive
Eu gosto de Metric graças à vocalista, Emily Haines. Conheci o trabalho dela graças ao Broken Social Scene, uma das minhas bandas preferidas. Eu acho que já falei de Metric aqui algumas vezes e certeza que já falei de Broken Social Scene. Ambos fazem parte da trilha sonora da minha vida (porque a gente sempre tem uma trilha sonora).
Essa versão acústica de Help I’m Alive ficou muito bonitinha e eu conheci através do blog do querido Tony. Aliás, vocês que gostam de música, vão lá conhecer o Tenho Mais Discos Que Amigos!


