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Assista ao novo clipe do The Killers, Runaways

Eu não vou falar muito, só peço alguns minutos do seu dia pra assistir Brandon Flowers & banda no novo clipe do The Killers, “Runaways”.

A faixa é o primeiro single do novo álbum, “Battle Born”, com lançamento mundial previsto para setembro. Se todas as músicas seguirem a linha dessa faixa… Teremos um álbum super bonito vindo aí, pra alegria dos fãs! \o/

Cliquem no player abaixo ou aqui:

Top 10 Tears For Fears

De vez em quando me bate uma vibe anos 80 e eu corro pro YouTube pra matar as saudades. Outro dia, desenterrei Tears For Fears e gente, como essa banda era incrível! Aliás, a banda era perfeita: letras bonitas, vocais maravilhosos (tanto Roland Orzabal quanto Curt Smith mandavam MUITO bem), muitos sintetizadores e melodias que inspiram bandas de hoje. Aliás, o Tears For Fears fez escola.

A banda continua fazendo shows pelo mundo e até esteve recentemente no Brasil. Não dei muita bola mas é claro, se arrependimento matasse… Por isso, resolvi fazer esse Top 10 Tears For Fears. A ideia era fazer um Top 5 mas não consegui ficar em apenas 5 músicas. Resolvi também que não iria montar um ranking das minhas preferidas porque chega a ser injusto, fico muito na dúvida entre duas ou três pra colocar em 1º lugar. Então apenas listarei 5 canções dessa banda maravilhosa.

Sowing The Seeds Of Love (1989)

Shout (1985)

O mais interessante é que esse vídeo é de uma apresentação da banda em 2010. Essa canção tem quase a minha idade (ela é de 1985 e eu sou de 1982) e gente, como esse vocalista continua cantando bem, parabéns ae, viu?

Pale Shelter (1982)

Woman In Chains (1989)

Lembro até hoje do dia em que assisti ao videoclipe. Fiquei apaixonada!

Mad World (1982)

Uma das músicas mais bonitas do Tears For Fears. Foi o 1º single da banda e também ganhou uma versão incrível de Gary Jules – e um clipe lindo dirigido pelo Michel Gondry. A versão foi gravada especialmente para a trilha sonora do filme Donnie Darko.

Head Over Heels (1985)

Everybody Wants To Rule The World (1985)

Eu escuto essa música hoje e sou teletransportada diretamente para minhas tardes colorindo folhas de papel com giz de cera, tomando nescau com Skinny. Chega a dar uma pontadinha aqui dentro, sabe? Ô, saudosismo bão!

Break It Down Again (1993)

Advice For The Young At Heart (1990)

The Working Hour (1986)

Tame Impala no Popload Gig

A próxima edição do Popload Gig apresentará ninguém menos que Tame Impala.

Liderado por Kevin Parker, o grupo australiano se define como “rock psicodélico, melódico e com groove hipnótico”. E é isso mesmo. Guitarras e clipes psicodélicos, com influências eletrônicas dos anos 00.

Depois de dois EPs, o Tame Impala figurou na lista de melhores discos de 2010 com seu disco de estreia “Innerspeaker”, gravado e produzido pelo próprio Parker. No ano passado, lotaram os shows na turnê americana, passando também pelo festival Coachella e abrindo os concertos do Foo Fighters na Inglaterra.

O segundo álbum está previsto para ser lançado em outubro, mas, segundo a banda, um teaser será lançado ainda este mês. Logo após a apresentação no Lollapalooza Chicago, a banda vem pela primeira vez ao Brasil para tocar no Cine Joia, com músicas novas na bagagem!

Assista ao clipe “Half Full Glass of Wine” pra entender o espírito da coisa. É só clicar aqui ou assistir ao vídeo abaixo:

No iPod: Marcelo Camelo – Vermelho

Já ouvi muita gente falar que o último álbum do Marcelo Camelo, Toque Dela (2011), é chato pra dedéu. Que ele abusou dos efeitos nas músicas, nas viagens… Eu discordo completamente. Acho que é um dos álbuns mais bonitos que ouvi recentemente.

Uma das minhas músicas preferidas? Vermelho. Além da melodia serena, a música tem uma letra super bonita. E, sendo assim, quando a gente curte muito uma música, fica imaginando como seria um clipe perfeito pra ela. Daí eu descobri que ele existe (e faz juz a toda beleza da canção):

As vezes eu só quero descansar
Desacreditar no espelho
Ver o sol se pôr vermelho

Acho graça
Que isso sempre foi assim
Mas você me chama pro mundo
E me faz sair do fundo de onde eu tô de novo

No iPod: Mayer Hawthorne – A Long Time

Nesses 24 dias “off” de trabalho, tive a sorte de ser contemplada com dias frios e chuvosos (desses que aumentam a sua preguiça e vontade de fazer nada) e dias lindos, de céu azul e temperatura amena. Não fosse o meu pezinho esquerdo, que ainda me impede de ter uma vida totalmente livre, estaria batendo muita perna por essa cidade. Mas não tem problema, a gente transforma um limão em caipirinha e toca o barco!

Tenho assistido muitos filmes, escutado muita música. Não estou lendo o tanto que gostaria, como as horas VOAM! E uma das coisas que voltei a ouvir se chama Mayer Hawthorne.

Aliás, que rapaz curioso esse tal de Mayer. Segui-lo no Instagram é uma coisa divertidíssima! Em todos os shows, eu disse todos, ele fotografa a galera do palco. E como está sempre viajando, fotografa as comidinhas do hotel, os passeios que dá, muito bacana poder acompanhar a vida dos caras que a gente curte, por esse ângulo.

É impossível não remexer o corpo com as suas músicas. Seja um pouco mais devagar, de um lado pro outro, ou então sacudindo “brabo” o corpo. Que nem nesse clipe aqui:

Vontade de sair por aí dançando que nem essa galera! \o/

Se você não conhece o Mayer Hawthorne, certamente já ouviu essa música aqui. Aproveita pra conhecer o trabalho dele, meninada! :)

Uma saudade: The Stills

Lá no comecinho dos anos 2000, conheci o The Stillsnão era pra rimar mas rimou.

Lembro bem que nessa época, eu era dessas meninas que ouvia punk-rock-hardcore-bate-cabelo. E de repente me chegou aos ouvidos essas guitarras misturadas, vocal arrastado, blasé, e eu me apaixonei. Logic Will Break Your Heart (2003) não saia do meu discman nem do player do meu pc cacareco.

A banda canadense pendurou as chuteiras no ano passado, depois de um hiato grande e um disco que tentava ressuscitar a banda, Oceans Will Rise (2008). Uma pena. Mas, foi bom ter a companhia de tantas faixas em loop no trajeto casa-faculdade, nas tardes de estudo e afins.

Céu, lua cheia e Zee Avi pra abrir as férias

Depois de um sábado que começou super cedo, com feira livre e abacaxi cortadinho na hora, recebi de presente aquela lua linda maravilhosa, reluzente, iluminando mais do que nunca os caminhos de volta pra casa após o show da também linda Céu.

Aí vem o domingo, que será mais preguiçoso do que nunca, e com muiiiiita alegria pois amanhã será sábado e depois e depois também. Férias, seja muito bem-vinda!

O dia começa com Zee Avi – cantora malaia de 23 anos que vem encantando bastante gente por aí pela mistura da voz doce e ukulele em canções folks que te dão vontade de ficar ali, curtindo o momento. Eu tô apaixonada! A música? “Bitter Heart”.

Hoje é dia de Noel!

Nunca vou esquecer do dia em que virei para uma das minhas melhores amigas (na época, estávamos na escola) e falei que odiava Oasis.

A gente estava na porta do shopping e não lembro o contexto, claro. Mas era época da febre “Wonderwall”, praticamente todos os adolescentes matriculados nos cursinhos de inglês tinham aprendido a cantarolar essa canção e outros tantos aborrecentes entoavam um dos hinos da geração MTV. A mesma que havia amado com tanta força Nirvana e o seu Unplugged (quem nunca?).

A minha revolta com o Oasis era aquela típica síndrome de underground. Aquele sentimento egoísta e levemente ridículo de ser o único mortal a conhecer determinada banda/artista. Era como se “Wonderwall” e tantas outras músicas da banda pertencessem somente a minha pessoa. Mas, graças a Deus, eu aprendi que ser fã de verdade não é querer ter algo bonito só pra si mas ao contrário, é querer compartilhar aos quatro cantos.

Hoje assistirei ao meu ex-Oasis favorito: Noel Gallagher. Ele fez um álbum solo tão incrível que supera qualquer bobagem que venha a declarar para os jornalistas. Você abstrai as falas e foca apenas na música. Sem dúvida, é um dos melhores álbuns dos últimos tempos esse “Noel Gallagher’s High Flying Birds”. E se você não concorda, releve por obséquio. Aqui quem vos fala é uma fã desde os tempos da melancolia estudantil, dos tempos em que os dramas giravam em torno dos livros de química e de todas aquelas equações gigantescas…

“Ride The Tiger” é uma espécie de curta, formado por três clipes e cenas inédias. São eles: “If I Had A Gun”, “The Death Of You And Me” e “AKA…What A Life”.  Uma boniteza daquelas!

No iPod: Last Dinosaurs – Zoom

Descobri o Last Dinosaurs na semana passada e já perdi as contas de quantas vezes ouvi “Zoom”. No caminho pro trabalho, na volta pra casa, durante a labuta… Pra falar a verdade, o álbum todo (“In A Million Years”) é sensacional! Desses que você ouve todas as músicas sem “pular”, sabe? Me lembrou muito Two Door Cinema Club e The Kooks, só que melhor.

A banda, que é australiana, lançou seu primeiro álbum depois de emplacar alguns sucessos mundo à fora. No currículo, acumulam participações em grandes festivais internacionais e já abriram para bandas como Ash, Foals, We Are Scientists e Foster The People. Não duvido nada que apareçam pelo Brasil no próximo Planeta Terra (o que seria uma maravilha).

Enfim, façam esse favor aos seus ouvidos e assistam ao clipe (aqui ou no player abaixo):

Novo clipe do Paul McCartney, com Natalie Portman e Johnny Depp

O novo clipe do Macca é uma das coisas mais bonitas que eu já vi nos últimos tempos.

A ideia é simples: convide dois astros do cinema pra cantar um single inédito do seu último álbum. Não precisa de muitas câmeras, nem efeitos especiais, apenas os atores, declamando cada verso da canção, em preto e branco mesmo. O resultado é essa belezura aqui embaixo. Natalie Portman e Johnny Depp falam de amor utilizando a linguagem dos sinais. E ao fundo, Paul McCartney, cantarolando “My Valentine” – que é uma das inéditas do disco “Kisses On The Bottom”.

Conheça Nicki Bluhm & The Gamblers e sua cantoria na van

Ahhhhh, essa internet! Além de memes que me fazem rir por dois dias seguidos, tem também muita cultura, muita beleza para os olhos, ouvidos e estômagos!

Lendo o Update or Die, conheci o projeto da banda Nicki Bluhm & The Gamblers. Intitulado Van Sessions, reúne versões de músicas famosas cantadas dentro de uma van, na estrada. MUITO LEGAL! 

Uma das versões mais legais, sem dúvida, é a versão que eles fizeram pra “I Can Go For That”, do Hall and Oates. O vocal ficou bem parecido com a versão do The Bird and The Bee, ou seja, curti pra caramba! E gente, isso tudo dirigindo, com barulho de caminhão, moto passando do lado… Ainda assim, a cantoria é pra lá de boa! Dá uma olhada, galera (link aqui):

O mais bacana é que tem versão pra The Beatles, Whitney Houston, Buddy Holly… de tudo um pouco!

Quem nunca partiu em viagem, com som alto, amigos, aos berros e cabelos ao vento? Ahhhhh que vontade de curtir momentos assim!

Jake Gyllenhaal e a incrível “Time To Dance”

Vi esse clipe sendo compartilhado na minha timeline do Facebook por pessoas cujo gosto musical são admiráveis. Os comentários variavam entre “caraioooo” e “foda” então eu resolvi investir 9 minutos da minha maravilhosa vida nesse vídeo.

Aviso: a música, pra quem curte o gênero musical, é uma pedrada na janela, com direito a estilhaços por toda a sala de jantar.

O clipe conta a história de um cara aparentemente tranquilo, interpretado por Jake Donnie Darko Gyllenhaal. Eu disse “aparentemente” porque… enfim, assistam ao vídeo. Os responsáveis pelo som: um duo francês chamado The Shoes, que lançou no ano passado o álbum Crack My Bones. “Time To Dance” é o quinto single dos caras.

Imagina se a onda pega? Cruz credo! Mas vamos lá, PALMAS pra Jake Gyllenhaal, que faz você “entrar na dança” também (MALZ AE PELO TROCADILHO). A música embala, né? Você corre junto e com Jake na esteira, na neve, no frio. Fuma todos os cigarros com ele, dança junto com o povo na festinha, enfim, é quase um curta!

Curtiu o som do The Shoes? Vale assistir o canal inteiro da dupla no YouTube, com direito à remix do Sebastian e apresentações ao vivo.

OBS: Sabe a musiquinha da intro? Chama-se “America”. Clipe aqui.

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