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Bonitezas da web: Snoopygrams

Snoopygrams | Maionese

Quando eu era criança, um dos desenhos mais fofos era o do Snoopy. Aliás, ele era uma febre. A primeira escolinha onde estudei se chamava… Snoopy. Era uma fofura aquela camisetinha com o beagle mais amado dos anos 80. Foi lá que aprendi a ler e escrever. Logicamente, eu era apaixonada por toda a turma, certo?

Passei boa parte da infância assistindo aos desenhos, consumindo tudo que fosse possível dos Peanuts. Meu sonho era bater papo com a Lucy na barraquinha ou então viajar com Às Mascarado em suas trips muito loucas. ESSE FILME, sei todas as falas de tanto que assisti. Meu nível de amor era esse. E do meu irmão também. É por isso que hoje em dia, quando a gente vê algo do Snoopy por aí, logo avisamos um ao outro. Foi assim que conheci o perfil Snoopygrams no Instagram. Meu irmão logo tratou de me marcar nuns posts e né… <3

A conta é oficial e diariamente traz imagens motivacionais. Adoro acordar e ver o que eles postaram pra dar “bom dia”. Fiz uma seleção com os meus preferidos publicados recentemente. Check it out.

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese

Pra segui-los, basta clicar aqui >> http://instagram.com/snoopygrams

Snoopygrams | Maionese

APENAS DESEJANDO essa máquina de waffles com Minduim e amigos! PELO AMOR, já tá na lista pra trazer quando for pros States! SOCORRO!

Meme: Coisas Favoritas das Festas Juninas

Festa Junina | Maionese

Esse ano as festinhas juninas/julinas terão um ar diferente por causa da Copa. Em muitos bairros, a famosa pracinha com barraquinhas de delícias foram substituídas por palcos e arenas com transmissão das partidas – e né, a gente compreende já que o Mundial só acontece de 4 em 4 anos.

SEMPRE amei festa junina. Aquele cheiro de estalinho no ar, de salsichão na brasa, quentão, milho cozido, cocada de todos os sabores possíveis… É amor demais! Se você se deixar levar, é um perigo para as banhas acumularem, porém costumo ignorar esse fato e me jogo sem dó.

Então, vamos falar sobre as coisas mais legais dessas festinhas?

COMIDA

comida-junina

comidas juninas? vem ver aqui

FANTASIA DE CAIPIRA

Festa Junina

 

Tem coisa mais linda? Claro, nem todo mundo consegue esses vestidos lindos e bem produzidos e acabamos mesmo é com uma camisa xadrez, trancinha… Aliás, coitada da roupa xadrez! Virou sinônimo de FESTA JUNINA!

BARRACAS (do beijo, do palhaço)

Barraca Beijo

 

Barraca do beijo, pescaria, boca do palhaço… confesso que toda vez que tinha festa junina na escola, rolava aquela tensão pra saber quem cuidaria das barracas. Cada série apadrinhava uma das barracas e era uma alegria só. Lembro que pra essas barracas de brincadeira rolava até uma coleta de prendas que seriam destinadas aos ganhadores no dia da festinha, era muito legal!

OBS: imagina só, ganhar um beijo da Preta Gil? U-HU!

CORREIO DO AMOR

correio-amor

imagem daqui

Uma cafonice só. Mas era nesse correio do amor que o povo se declarava e né, quem sabe rolava alguma coisa. Antigamente não tinha Tinder, esses aplicativos facilitadores da vida. Então se caçava como podia. E vamos combinar, não era fofo quando anunciavam o correio do amor no microfone? E quando você era o alvo? Dava vergonha mas era um sentimento gostoso, né?

ESTALINHOS

Estalinhos

Regrido uns 20 anos na vida quando pego uma caixinha de estalinho. Vontade de infernizar a vida de todo mundo brincar com esse singelo artefato por horas e horas. Aliás, toda vez que vou ao SAARA e vejo caixas e mais caixas de estalinho, minto pra mim mesma e para as lojistas dizendo que são mimos para as crianças mas a verdade tô comprando é pra mim mesma…

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

Meme: 5 amores platônicos famosos #rotaroots

VOLTEI, MINHA GENTE! Depois de duas semanas parcialmente offline, saracoteando pela terra dos Incas, estou de volta ao Brasil, meu Brasil brasileirooooo! Ainda não tive tempo de baixar fotos, vídeos, mas já fiz vários rascunhos de tudo que vou trazer pro blog. Aliás, esse conteúdo mágico vai inaugurar uma nova fase do Maionese, com direito a canal no YouTube (ASSINA LÁ, POVO!) e tudo mais.

Pra tirar as teias de aranha do blog, resolvi participar de um meme bem divertido, proposto pela turma do Rotaroots para o mês de maio. Eu sei, hoje é dia 25 mas né, fiquei fora e panz. A ideia é listarmos 5 amores platônicos famosos, desses que a gente tem quando é novinha e tal. Lógico que tá permitido se apaixonar platonicamente depois de adulto-casado-etc mas por aqui não aconteceu. Lembro muito das paixonites que eu tinha quando moleca e essas valem a pena contar.

Rob Lowe | Maionese

crush-roblowe

Acho que esse foi o meu primeiro crush impossível. Devo ter assistido a algum dos filmes adolescentes que ele fez, e pronto: foi amor a primeira vista. Ficava doida quando ele pintava em algum outro filme, ele era muito maravilhoso. Lembro que achava lindo o conjunto olhos-bochecha rosada-nariz fino, enfim, Rob Lowe me fazia suspirar. Pior que não tinha ninguém parecido na escola pra amar também.

Aqui você confere uma galeria maravilhosa com fotos do Rob Lowe, que continua sendo um homem muito bonito.

Morten Harket | Maionese

Morten Harket | Maionese

Eu definitivamente pegava paixão por cantores e outros frontmen de grupos da época. Acho que é porque ficavam mais em evidência, em clipes e revistas. Mais do que atores de filmes, me apaixonava quase que semanalmente por algum artista. A lista foi grande e precisei enxugar um tanto, deixando apenas os mais significativos aqui. E Morten Harket é amor sincero e eterno. Aqueles dentinhos separados, aquela vibe nórdica… AQUELA VOZ! Vamos combinar, foi difícil viver os anos 80 sem se deixar abalar por esse homem.

Claudio Heinrich | Maionese

Claudio Heinrich | Maionese

O único representante brasileiro nessa lista. Achava ele lindo como Paquito da Xuxa, depois como Dado… péssimo ator mas muito bonito, charmoso. E o homem continua gato até hoje, mudou muito pouco. Benzadeus, meu filho.

Keith Flint | Maionese

Keith Flint | Maionese

Ok, eu achava alguns homens gatos realmente gatos mas o que dizer sobre Keith Flint numa lista de crushes? Eu devia ter uns 14 anos quando conheci The Prodigy e dentre 4 membros, fui amar o mais estranho de todos. Acho que eram os piercings, aquela cara de maluco, eu nunca tive um gosto muito decente, Keith me chamou atenção desde então. Até hoje tenho uma revista daquelas Showbizz com ele na capa, vinha um pôster também, nem preciso dizer que minha mãe vetou a imagem desse ser na minha parede.

Eddie Vedder | Maionese

Eddie Vedder | Maionese

Lembro exatamente da primeira vez que vi Eddie Vedder. Tava na casa de uns vizinhos da época quando rolou um clipe do Pearl Jam. Um dos meninos era apaixonado pela banda e mais velho, eu queria bancar a conhecedora de música e enchi a boca pra falar “também gosto de PJ”. Conhecia apenas duas músicas e quando vi Eddie no clipe, tive aquele baque: quem era aquele homem maravilhoso na TV? E, além disso, VOCALISTA da banda? Disfarcei a surpresa e passei a acompanhar a banda por muito tempo, só por causa do Eddie – GROUPE FEELINGS.

Foi até difícil escolher uma foto do Eddie Vedder, Deus foi bom com esse senhor, viu?

PLUS
Kirk Hammett | Maionese

Kirk Hammett | Maionese

Ao fechar essa lista, lembrei que tenho um crush depois de velha sim: se chama Kirk Hammett. Meu amor triplicou por ele quando o conheci ao vivo e à cores, uma simpatia de pessoa, charmoso toda vida, cabelos macios, botas estilosas, ainda me elogiou. Como não amá-lo? Desculpa, Pedro.

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Blogagem Coletiva: Discos da Minha Vida #rotaroots

Álbuns da Vida | Maionese

Daqui.

Sabe aquela frase clichê “música é minha vida”? Uma vez ouvi uma menina falar isso num desses programas de calouros e me contorci por dentro mas aí, ao iniciar esse post… pensei justamente isso. Tem gente que é assim com livros, filmes, eu sou assim com música. Cada época da minha vida tem uma trilha sonora. Algumas são tão boas que dá vontade de botar pra tocar de vez em quando, outras eu prefiro enterrar com uma pedra em cima.

A galera do Rotaroots jogou na roda da blogagem coletiva o seguinte desafio: falar dos discos que marcaram a nossa vida. Tentei limitar a cinco mas é impossível, depois joguei pra dez. Vou tentar colocar por ordem cronológica e não de importância, afinal não dá pra medir qual foi/é mais importante por aqui. Vem ver!

Aliás, antes de falar dos discos que marcaram a vida vida, preciso fazer uma homenagem àquele que me ensinou a gostar de tudo e todos, sem preconceitos: meu pai. Dono do gosto musical mais eclético desse universo, foi ele um dos responsáveis pela trilha sonora constante no meu lar. Cresci ouvindo canções peruanas, rock, um pouco de MPB, pop… Era ele que comprava os discos, gravava fitas dos programas favoritos e tava sempre ligado nas novidades. Aprendi muito com ele, obrigada, paizinho!

1. A-Ha – Stay On These Roads

A-Ha - Stay On These Roads | Maionese

Quando pequena, tinha a mania de fuçar os discos dos meus pais. Achava super divertido mexer na vitrola, aquela coisa de levantar/abaixar a agulha minuciosamente pra não fazer caca… Fico pensando se meu pai tinha noção que uma criança mexia na vitrola dele, nos discos, se é comigo hoje um dia juro que ia suar frio e tudo. Pablito porém desconheceu o fato e eu tive sorte.

Bom, voltando ao disco, me chamou atenção na época a capa, com esses homens lindos. Eu era tipo apaixonada pelo Morten Harket! Sério, é muito fogo no rabo pra uma criança achar alguém lindo mas diz se não era lindo, gente? Morria com todas as músicas, principalmente as lentas. Até hoje dou uns suspiros quando escuto esse álbum… <3

2. Paul McCartney – All The Best

Paul McCartney - All The Best | Maionese

Bem curioso como descobri que as músicas que meu pai sempre ouvia de um Paul McCartney eram do mesmo Paul da consagrada banda “Beatles”. Antes de bancar o smartão ao ler esse post, pense que estamos falando de uma criança sem 3G, sem Google, descobrindo a vida da forma mais deliciosa ever (porque hoje em dia até pra fazer conta nego faz no Google). Bom, papai sempre ouvia Paul, sempre ouvia umas fitas e discos dele. Eu achava essa capa linda, essa cara dele meio “nhé”, com umas colagens… Sabia até a ordem das canções de tanto que ele ouvia. Disco lindão!

3. Ace of Base – Happy Nation

Ace of Base - Happy Nation | Maionese

Se não me engano, foi o 2º CD que comprei na vida. Com meu dinheiro suado, mentira, com dinheiro de mesada que meus pais me davam. Lembro direitinho eu indo na seção de álbuns do Bon Marché (hoje Extra) e olhando “Hmmmmm Ace of Base”. Tinha assistido ao clipe na Cultura Inglesa, a música tocava toda hora no rádio… nossa, nunca ouvi tanto um disco. Sei cantar tudo até hoje.

4. The Smashing Pumpkins – Mellon Collie and the Infinite Sadness

The Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite Sadness | Maionese

Se eu tivesse que escolher apenas um CD dessa lista como “CD da vida”, seria esse. Como essas músicas abraçaram toda a minha angústia adolescente. Aquele momento em que o cérebro não combina com o coração, que não combina com o corpo, que não combina com o tempo e o espaço. Aliás, meu sonho era encontrar Billy Corgan na rua e falar “muito obrigada por tudo”. Pela melancolia traduzida em canção.

Esse CD também comprei com minha mesada, era tão apaixonada por ele que até passei contact no encarte, que por ser um CD duplo ficava super apertado na caixinha, meio que rasgando. Tenho até hoje na casa da minha mãe! <3

5.U2 – Achtung Baby

U2 - Achtung Baby | Maionese

Outra banda que abraço com todas as forças é o U2. Sei que tem muita gente que odeia, sei que tem muita gente que resume U2 aos últimos discos – que não são lá grandes coisas. Mas U2 é U2, gente. Merece todo o respeito do mundo pela trajetória musical, pelas novidades e, principalmente, por ter mostrado a muitas bandas como é que se faz uma grande turnê mundial, com direito a todos os efeitos de palco e etc.

Achtung Baby parou na minha mão quando ouvi “One”. A maior balada do grupo irlandês, foi ela que trouxe esse CD maravilhoso pra minha vida. Depois de “One”, elegi como favorita “Ultra Violet (Light My Way)”, que tem até um cover maravilhoso feito pelo The Killers nesse CD em homenagem ao disco.

Só um detalhe: Achtung Baby foi lançado em 1991 e foi o sétimo álbum da banda. Ou SEJE: nós estamos velhos. Eles também.

6.New Order – The Best Of New Order

New Order - The Best Of New Order | Maionese

New Order fez parte da minha adolescência, antes mesmo de saber quem era Joy Division. Lembro que só fui saber que o New Order era o que sobrou do antigo grupo liderado por Ian Curtis bem depois da maioria. Conheci a banda por conta de “Regret”. Assisti ao clipe na Cultura Inglesa e pirei na guitarrinha. Virou tipo uma música que eu ouvia quando tava na fossa por algum amor não correspondido.

Daí alguns anos depois, “Blue Monday” ia virar símbolo das minhas sextas-feiras na Bunker. Esse álbum me acompanhou bastante na vida.

7.Só Pra Contrariar – O Samba Não Tem Fronteiras

Só Pra Contrariar - O Samba Não Tem Fronteiras | Maionese

E vocês achando que eu não ia incluir pagode na lista. Esse álbum do SPC resume a minha fase pagodeira, que durou boa parte da adolescência. Aliás, como o ser humano é bizarro. Numa hora tá ouvindo Metallica, daí vira a “chavinha” e deseja “vou falar que é amoooor, vou jurar que é paixãoooo…”. Eu pelo menos sou assim.

Esse CD em especial resume minhas aulas na parte da tarde na escola, sem muita preocupação com as coisas. Era uma fase gostosa e divertida. Alexandre Pires, você reinou nos corações da garotada.

8.The Killers – Sam’s Town

The Killers - Sam's Town | Maionese

Durante minha fase morando nos States, The Killers foi trilha sonora de vários momentos. As festinhas no alojamento, os passeios falidos no Walmart, na hora de sentir saudade de casa… Gostava tanto de The Killers que cheguei a cogitar ficar ilegal por 2 dias pra poder ir ao show deles que ia rolar próximo à cidade onde morava. Ainda bem que eles acabaram cancelando a apresentação. Ainda bem que quando voltei pro Brasil consegui vê-los no Rio!

“Bling (Confessions of a King)” me leva às lágrimas até hoje.

9.Arcade Fire – Funeral

Arcade Fire - Funeral | Maionese

Outra banda que me acompanhou no começo da jornada nos States. “Neighborhood #1 (Tunnels)” é a tradução daquele inverno tenso do Colorado, a paisagem em tons pálidos, típica das montanhas rochosas e cheias de neve, o Sol se pondo super cedo e aquela sensação deprê que bate sem que a gente queira. E a saudade…

Bom quando a gente encontra conforto pra determinadas situações na música. Arcade Fire era a melancolia e a euforia com o novo se misturando dentro de mim. E assim “dancei” por 6 meses, ao som dessas vozes e instrumentos.

10.Broken Social Scene – You Forgot It In People

Broken Social Scene - You Forgot It In People | Maionese

Esse disco é uma das coisas mais lindas que já ouvi em 32 anos. O tempo passa e ele continua mágico, ainda mais depois que ouvi boa parte das músicas ao vivo, no Circo Voador (que por si só já é um lugar que faz milagres na nossa cabeça). Broken Social Scene é um dos grandes nomes da música canadense e nos presenteou com grandes artistas – Feist é uma dessas beldades.

Meu sonho? Encontrar um vinil do álbum.

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Um vento e um túnel do tempo

Komodos | Maionese

Hoje me bateu um daqueles momentos repentinos, em que todo o cenário a nossa volta se transforma, feito animação 3D um tanto tosca, dessas de propaganda de banco. Ao piscar os olhos, revi as antigas árvores em frente ao ponto de ônibus, o pipoqueiro e a banca de jornal, o vem-e-vai das mães buscando seus filhos na escola. E naquele momento, há 10 anos, eu pegava o ônibus rumo à faculdade.

Meu “momento nostalgia” me levou para o comecinho dos anos 2000. Incrível como uma determinada combinação de fatores é capaz de criar uma espécie de túnel do tempo, assim, num sopro. O ventinho + a cor do céu e a sensação de estar sem compromisso às 16h de uma terça-feira em novembro. Gostaria de evitar o clichê mas não dá: quanta coisa já aconteceu de lá pra cá – e quanto ainda há de vir.

Às vezes parece que a faculdade de História, os 4 ônibus diários para o Maracanâ, a volta pra casa fazendo baldeação na Central do Brasil, e tantos outros pormenores peculiares, fizeram parte de outra vida. É como se houvesse uma outra Raquel aqui dentro, acessada eventualmente quando batem esses ventos nostálgicos. Ao passar pela UERJ bate sempre aquela sensação estranha de ver um lugar que fez parte da minha vida diariamente durante cinco anos. Hoje em dia é apenas um prédio cinza, cheio de rampas e lanchonetes nos andares. E quando passo por lá, vejo nitidamente jovens que certamente sentam nas cadeiras onde sentei com meus amigos, e que após as aulas vão pro Loreninha tomar uma cerva enquanto rola a bola na tela da tevê.

Choppada | Maionese

Em um passado não muito distante a gente ainda copiava no caderno o que o professor falava em sala. Ainda xerocávamos livros e íamos pesquisar na Biblioteca Nacional. Recentemente cursei uma nova faculdade e o panorama já era bem diferente, com tablets e pessoas fotografando o quadro negro. Fico pensando: como seria estudar a formação dos estados nacionais nos dias de hoje? E as aulas sobre Bramanismo? Confesso que tenho certa curiosidade. E saudade.

UERJ | Maionese

Desafio 30 Days Writing Challenge

“Bad” comemora 25 anos (e quem ganha presente é o fã)

Não há dúvidas de que “Bad” é um dos maiores álbuns já lançados so far. Não só pelos números alcançados em vendas mas pelo tamanho da obra em si.

  • Michael escreveu 10 canções do álbum
  • Mais de 45 milhões de discos vendidos
  • 10 singles nas paradas de sucesso

E no aniversário de 25 anos de “Bad”, pipocam tributos e afins para homenagear esse marco da música pop. E não é pra menos, certo? Uma dessas homenagens é o documentário “Michael Jackson: BAD25″, dirigido por Spike Lee e que vai ao ar na ABC no dia 22 de novembro (em pleno Thanksgiving Day). Pelo trailer, a gente sente que tem muita coisa exclusiva e inédita por vir. Sem falar que é sempre uma delícia ouvir Michael Jackson.

E pra fechar o post, vamos assistir “Bad”? Sem sombra de dúvidas, uma das coreografias mais incríveis já feitas – pra deixar todos esses cantores de hoje de boca aberta.

Via Update or Die!.