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The All-American Rejects
música, nostalgia

Uma saudade: The All-American Rejects

Adoro que de tempos em tempos em vicio loucamente em um determinado som. Hoje, ao finalizar o expediente, acabei ouvindo um pouco de Blink-182 (que tá no maior climão com a saída do TomDeLonge) e ao clicar em “related bands” no Spotify, dei de cara com uma banda que eu amava muito no começo da minha vida adulta: The All-American Rejects.

The All-American Rejects | Maionese

MEU.DEUS.QUE.SAUDADE

O primeiro álbum deles foi lançado em 2002 e eu não lembro direito como conheci essa banda. Só sei que eu e minha amiga Lisa ouvíamos o CD todos os dias. Tipo, fico imaginando pra minha mãe o desespero que devia ser, the same fucking songs tocando “de vez em sempre”. E olha que o vício não ficava só em ouvir o CD não… A gente compartilhava tudo deles em nossos blogs na época. Era quotes, as letras nos posts, a coisa toda. Vale lembrar que eu era uma mocinha de 21 anos, vivendo aquela fase “tô virando adulta”. Tava na faculdade, panz… E na minha seleção de bandas preferidas tinha The All-American Rejects. Lembro que nós duas sonhávamos com a vinda deles pro Brasil, algo que nunca aconteceu…

Era só tocar essa música que a gente ficava toda “alvoroçadinha” e feliz:

Pra vocês terem mais uma ideia do meu desespero por eles: meu user no last.fm é o nome de uma música dos caras >> Paper Heart.

Foi muito interessante ouvir esse álbum hoje, com 33 anos. Inevitável aquele mergulho que a gente dá no passado, né? A rotina, completamente diferente. Quando paro pra pensar nas coisas que eu fazia, nas minhas idas pra faculdade, dois ônibus, calor, um estilo de vida completamente diferente. Daí eu lembro que aquela Raquel não imaginava o que o futuro reservaria pra ela. Todas as mudanças. Todas as vivências. Não, a Raquel do comecinho dos anos 2000 não sonhava com o que seria hoje. E nem falo isso porque “meldels minha vida é incrível”. Falo isso por constatar como a vida vai seguindo um curso que a gente talvez nunca tenha planejado. Quantas vezes me senti tão sozinha e perdida? Quantas vezes desisti de algo e recomecei? E continuo fazendo. E sabe Deus o que me aguarda daqui a 10 anos. Será que vai surgir um post saudosista como esse? Será que vou ter filhos? Será?

Que poder mágico que a música tem de fazer com que a gente viaje no tempo.

Pra quem quiser ouvir o álbum, é só clicar no player abaixo:

Snoopygrams | Maionese
bonitezas, inspiração, nostalgia

Bonitezas da web: Snoopygrams

Snoopygrams | Maionese

Quando eu era criança, um dos desenhos mais fofos era o do Snoopy. Aliás, ele era uma febre. A primeira escolinha onde estudei se chamava… Snoopy. Era uma fofura aquela camisetinha com o beagle mais amado dos anos 80. Foi lá que aprendi a ler e escrever. Logicamente, eu era apaixonada por toda a turma, certo?

Passei boa parte da infância assistindo aos desenhos, consumindo tudo que fosse possível dos Peanuts. Meu sonho era bater papo com a Lucy na barraquinha ou então viajar com Às Mascarado em suas trips muito loucas. ESSE FILME, sei todas as falas de tanto que assisti. Meu nível de amor era esse. E do meu irmão também. É por isso que hoje em dia, quando a gente vê algo do Snoopy por aí, logo avisamos um ao outro. Foi assim que conheci o perfil Snoopygrams no Instagram. Meu irmão logo tratou de me marcar nuns posts e né… <3

A conta é oficial e diariamente traz imagens motivacionais. Adoro acordar e ver o que eles postaram pra dar “bom dia”. Fiz uma seleção com os meus preferidos publicados recentemente. Check it out.

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese Snoopygrams | Maionese

Snoopygrams | Maionese

Pra segui-los, basta clicar aqui >> http://instagram.com/snoopygrams

Snoopygrams | Maionese

APENAS DESEJANDO essa máquina de waffles com Minduim e amigos! PELO AMOR, já tá na lista pra trazer quando for pros States! SOCORRO!

Festa Junina | Maionese
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Meme: Coisas Favoritas das Festas Juninas

Festa Junina | Maionese

Esse ano as festinhas juninas/julinas terão um ar diferente por causa da Copa. Em muitos bairros, a famosa pracinha com barraquinhas de delícias foram substituídas por palcos e arenas com transmissão das partidas – e né, a gente compreende já que o Mundial só acontece de 4 em 4 anos.

SEMPRE amei festa junina. Aquele cheiro de estalinho no ar, de salsichão na brasa, quentão, milho cozido, cocada de todos os sabores possíveis… É amor demais! Se você se deixar levar, é um perigo para as banhas acumularem, porém costumo ignorar esse fato e me jogo sem dó.

Então, vamos falar sobre as coisas mais legais dessas festinhas?

COMIDA

comida-junina

comidas juninas? vem ver aqui

FANTASIA DE CAIPIRA

Festa Junina

 

Tem coisa mais linda? Claro, nem todo mundo consegue esses vestidos lindos e bem produzidos e acabamos mesmo é com uma camisa xadrez, trancinha… Aliás, coitada da roupa xadrez! Virou sinônimo de FESTA JUNINA!

BARRACAS (do beijo, do palhaço)

Barraca Beijo

 

Barraca do beijo, pescaria, boca do palhaço… confesso que toda vez que tinha festa junina na escola, rolava aquela tensão pra saber quem cuidaria das barracas. Cada série apadrinhava uma das barracas e era uma alegria só. Lembro que pra essas barracas de brincadeira rolava até uma coleta de prendas que seriam destinadas aos ganhadores no dia da festinha, era muito legal!

OBS: imagina só, ganhar um beijo da Preta Gil? U-HU!

CORREIO DO AMOR

correio-amor

imagem daqui

Uma cafonice só. Mas era nesse correio do amor que o povo se declarava e né, quem sabe rolava alguma coisa. Antigamente não tinha Tinder, esses aplicativos facilitadores da vida. Então se caçava como podia. E vamos combinar, não era fofo quando anunciavam o correio do amor no microfone? E quando você era o alvo? Dava vergonha mas era um sentimento gostoso, né?

ESTALINHOS

Estalinhos

Regrido uns 20 anos na vida quando pego uma caixinha de estalinho. Vontade de infernizar a vida de todo mundo brincar com esse singelo artefato por horas e horas. Aliás, toda vez que vou ao SAARA e vejo caixas e mais caixas de estalinho, minto pra mim mesma e para as lojistas dizendo que são mimos para as crianças mas a verdade tô comprando é pra mim mesma…

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

Rob Lowe | Maionese
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Meme: 5 amores platônicos famosos #rotaroots

VOLTEI, MINHA GENTE! Depois de duas semanas parcialmente offline, saracoteando pela terra dos Incas, estou de volta ao Brasil, meu Brasil brasileirooooo! Ainda não tive tempo de baixar fotos, vídeos, mas já fiz vários rascunhos de tudo que vou trazer pro blog. Aliás, esse conteúdo mágico vai inaugurar uma nova fase do Maionese, com direito a canal no YouTube (ASSINA LÁ, POVO!) e tudo mais.

Pra tirar as teias de aranha do blog, resolvi participar de um meme bem divertido, proposto pela turma do Rotaroots para o mês de maio. Eu sei, hoje é dia 25 mas né, fiquei fora e panz. A ideia é listarmos 5 amores platônicos famosos, desses que a gente tem quando é novinha e tal. Lógico que tá permitido se apaixonar platonicamente depois de adulto-casado-etc mas por aqui não aconteceu. Lembro muito das paixonites que eu tinha quando moleca e essas valem a pena contar.

Rob Lowe | Maionese

crush-roblowe

Acho que esse foi o meu primeiro crush impossível. Devo ter assistido a algum dos filmes adolescentes que ele fez, e pronto: foi amor a primeira vista. Ficava doida quando ele pintava em algum outro filme, ele era muito maravilhoso. Lembro que achava lindo o conjunto olhos-bochecha rosada-nariz fino, enfim, Rob Lowe me fazia suspirar. Pior que não tinha ninguém parecido na escola pra amar também.

Aqui você confere uma galeria maravilhosa com fotos do Rob Lowe, que continua sendo um homem muito bonito.

Morten Harket | Maionese

Morten Harket | Maionese

Eu definitivamente pegava paixão por cantores e outros frontmen de grupos da época. Acho que é porque ficavam mais em evidência, em clipes e revistas. Mais do que atores de filmes, me apaixonava quase que semanalmente por algum artista. A lista foi grande e precisei enxugar um tanto, deixando apenas os mais significativos aqui. E Morten Harket é amor sincero e eterno. Aqueles dentinhos separados, aquela vibe nórdica… AQUELA VOZ! Vamos combinar, foi difícil viver os anos 80 sem se deixar abalar por esse homem.

Claudio Heinrich | Maionese

Claudio Heinrich | Maionese

O único representante brasileiro nessa lista. Achava ele lindo como Paquito da Xuxa, depois como Dado… péssimo ator mas muito bonito, charmoso. E o homem continua gato até hoje, mudou muito pouco. Benzadeus, meu filho.

Keith Flint | Maionese

Keith Flint | Maionese

Ok, eu achava alguns homens gatos realmente gatos mas o que dizer sobre Keith Flint numa lista de crushes? Eu devia ter uns 14 anos quando conheci The Prodigy e dentre 4 membros, fui amar o mais estranho de todos. Acho que eram os piercings, aquela cara de maluco, eu nunca tive um gosto muito decente, Keith me chamou atenção desde então. Até hoje tenho uma revista daquelas Showbizz com ele na capa, vinha um pôster também, nem preciso dizer que minha mãe vetou a imagem desse ser na minha parede.

Eddie Vedder | Maionese

Eddie Vedder | Maionese

Lembro exatamente da primeira vez que vi Eddie Vedder. Tava na casa de uns vizinhos da época quando rolou um clipe do Pearl Jam. Um dos meninos era apaixonado pela banda e mais velho, eu queria bancar a conhecedora de música e enchi a boca pra falar “também gosto de PJ”. Conhecia apenas duas músicas e quando vi Eddie no clipe, tive aquele baque: quem era aquele homem maravilhoso na TV? E, além disso, VOCALISTA da banda? Disfarcei a surpresa e passei a acompanhar a banda por muito tempo, só por causa do Eddie – GROUPE FEELINGS.

Foi até difícil escolher uma foto do Eddie Vedder, Deus foi bom com esse senhor, viu?

PLUS
Kirk Hammett | Maionese

Kirk Hammett | Maionese

Ao fechar essa lista, lembrei que tenho um crush depois de velha sim: se chama Kirk Hammett. Meu amor triplicou por ele quando o conheci ao vivo e à cores, uma simpatia de pessoa, charmoso toda vida, cabelos macios, botas estilosas, ainda me elogiou. Como não amá-lo? Desculpa, Pedro.

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música, nostalgia

Blogagem Coletiva: Discos da Minha Vida #rotaroots

Álbuns da Vida | Maionese

Daqui.

Sabe aquela frase clichê “música é minha vida”? Uma vez ouvi uma menina falar isso num desses programas de calouros e me contorci por dentro mas aí, ao iniciar esse post… pensei justamente isso. Tem gente que é assim com livros, filmes, eu sou assim com música. Cada época da minha vida tem uma trilha sonora. Algumas são tão boas que dá vontade de botar pra tocar de vez em quando, outras eu prefiro enterrar com uma pedra em cima.

A galera do Rotaroots jogou na roda da blogagem coletiva o seguinte desafio: falar dos discos que marcaram a nossa vida. Tentei limitar a cinco mas é impossível, depois joguei pra dez. Vou tentar colocar por ordem cronológica e não de importância, afinal não dá pra medir qual foi/é mais importante por aqui. Vem ver!

Aliás, antes de falar dos discos que marcaram a vida vida, preciso fazer uma homenagem àquele que me ensinou a gostar de tudo e todos, sem preconceitos: meu pai. Dono do gosto musical mais eclético desse universo, foi ele um dos responsáveis pela trilha sonora constante no meu lar. Cresci ouvindo canções peruanas, rock, um pouco de MPB, pop… Era ele que comprava os discos, gravava fitas dos programas favoritos e tava sempre ligado nas novidades. Aprendi muito com ele, obrigada, paizinho!

1. A-Ha – Stay On These Roads

A-Ha - Stay On These Roads | Maionese

Quando pequena, tinha a mania de fuçar os discos dos meus pais. Achava super divertido mexer na vitrola, aquela coisa de levantar/abaixar a agulha minuciosamente pra não fazer caca… Fico pensando se meu pai tinha noção que uma criança mexia na vitrola dele, nos discos, se é comigo hoje um dia juro que ia suar frio e tudo. Pablito porém desconheceu o fato e eu tive sorte.

Bom, voltando ao disco, me chamou atenção na época a capa, com esses homens lindos. Eu era tipo apaixonada pelo Morten Harket! Sério, é muito fogo no rabo pra uma criança achar alguém lindo mas diz se não era lindo, gente? Morria com todas as músicas, principalmente as lentas. Até hoje dou uns suspiros quando escuto esse álbum… <3

2. Paul McCartney – All The Best

Paul McCartney - All The Best | Maionese

Bem curioso como descobri que as músicas que meu pai sempre ouvia de um Paul McCartney eram do mesmo Paul da consagrada banda “Beatles”. Antes de bancar o smartão ao ler esse post, pense que estamos falando de uma criança sem 3G, sem Google, descobrindo a vida da forma mais deliciosa ever (porque hoje em dia até pra fazer conta nego faz no Google). Bom, papai sempre ouvia Paul, sempre ouvia umas fitas e discos dele. Eu achava essa capa linda, essa cara dele meio “nhé”, com umas colagens… Sabia até a ordem das canções de tanto que ele ouvia. Disco lindão!

3. Ace of Base – Happy Nation

Ace of Base - Happy Nation | Maionese

Se não me engano, foi o 2º CD que comprei na vida. Com meu dinheiro suado, mentira, com dinheiro de mesada que meus pais me davam. Lembro direitinho eu indo na seção de álbuns do Bon Marché (hoje Extra) e olhando “Hmmmmm Ace of Base”. Tinha assistido ao clipe na Cultura Inglesa, a música tocava toda hora no rádio… nossa, nunca ouvi tanto um disco. Sei cantar tudo até hoje.

4. The Smashing Pumpkins – Mellon Collie and the Infinite Sadness

The Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite Sadness | Maionese

Se eu tivesse que escolher apenas um CD dessa lista como “CD da vida”, seria esse. Como essas músicas abraçaram toda a minha angústia adolescente. Aquele momento em que o cérebro não combina com o coração, que não combina com o corpo, que não combina com o tempo e o espaço. Aliás, meu sonho era encontrar Billy Corgan na rua e falar “muito obrigada por tudo”. Pela melancolia traduzida em canção.

Esse CD também comprei com minha mesada, era tão apaixonada por ele que até passei contact no encarte, que por ser um CD duplo ficava super apertado na caixinha, meio que rasgando. Tenho até hoje na casa da minha mãe! <3

5.U2 – Achtung Baby

U2 - Achtung Baby | Maionese

Outra banda que abraço com todas as forças é o U2. Sei que tem muita gente que odeia, sei que tem muita gente que resume U2 aos últimos discos – que não são lá grandes coisas. Mas U2 é U2, gente. Merece todo o respeito do mundo pela trajetória musical, pelas novidades e, principalmente, por ter mostrado a muitas bandas como é que se faz uma grande turnê mundial, com direito a todos os efeitos de palco e etc.

Achtung Baby parou na minha mão quando ouvi “One”. A maior balada do grupo irlandês, foi ela que trouxe esse CD maravilhoso pra minha vida. Depois de “One”, elegi como favorita “Ultra Violet (Light My Way)”, que tem até um cover maravilhoso feito pelo The Killers nesse CD em homenagem ao disco.

Só um detalhe: Achtung Baby foi lançado em 1991 e foi o sétimo álbum da banda. Ou SEJE: nós estamos velhos. Eles também.

6.New Order – The Best Of New Order

New Order - The Best Of New Order | Maionese

New Order fez parte da minha adolescência, antes mesmo de saber quem era Joy Division. Lembro que só fui saber que o New Order era o que sobrou do antigo grupo liderado por Ian Curtis bem depois da maioria. Conheci a banda por conta de “Regret”. Assisti ao clipe na Cultura Inglesa e pirei na guitarrinha. Virou tipo uma música que eu ouvia quando tava na fossa por algum amor não correspondido.

Daí alguns anos depois, “Blue Monday” ia virar símbolo das minhas sextas-feiras na Bunker. Esse álbum me acompanhou bastante na vida.

7.Só Pra Contrariar – O Samba Não Tem Fronteiras

Só Pra Contrariar - O Samba Não Tem Fronteiras | Maionese

E vocês achando que eu não ia incluir pagode na lista. Esse álbum do SPC resume a minha fase pagodeira, que durou boa parte da adolescência. Aliás, como o ser humano é bizarro. Numa hora tá ouvindo Metallica, daí vira a “chavinha” e deseja “vou falar que é amoooor, vou jurar que é paixãoooo…”. Eu pelo menos sou assim.

Esse CD em especial resume minhas aulas na parte da tarde na escola, sem muita preocupação com as coisas. Era uma fase gostosa e divertida. Alexandre Pires, você reinou nos corações da garotada.

8.The Killers – Sam’s Town

The Killers - Sam's Town | Maionese

Durante minha fase morando nos States, The Killers foi trilha sonora de vários momentos. As festinhas no alojamento, os passeios falidos no Walmart, na hora de sentir saudade de casa… Gostava tanto de The Killers que cheguei a cogitar ficar ilegal por 2 dias pra poder ir ao show deles que ia rolar próximo à cidade onde morava. Ainda bem que eles acabaram cancelando a apresentação. Ainda bem que quando voltei pro Brasil consegui vê-los no Rio!

“Bling (Confessions of a King)” me leva às lágrimas até hoje.

9.Arcade Fire – Funeral

Arcade Fire - Funeral | Maionese

Outra banda que me acompanhou no começo da jornada nos States. “Neighborhood #1 (Tunnels)” é a tradução daquele inverno tenso do Colorado, a paisagem em tons pálidos, típica das montanhas rochosas e cheias de neve, o Sol se pondo super cedo e aquela sensação deprê que bate sem que a gente queira. E a saudade…

Bom quando a gente encontra conforto pra determinadas situações na música. Arcade Fire era a melancolia e a euforia com o novo se misturando dentro de mim. E assim “dancei” por 6 meses, ao som dessas vozes e instrumentos.

10.Broken Social Scene – You Forgot It In People

Broken Social Scene - You Forgot It In People | Maionese

Esse disco é uma das coisas mais lindas que já ouvi em 32 anos. O tempo passa e ele continua mágico, ainda mais depois que ouvi boa parte das músicas ao vivo, no Circo Voador (que por si só já é um lugar que faz milagres na nossa cabeça). Broken Social Scene é um dos grandes nomes da música canadense e nos presenteou com grandes artistas – Feist é uma dessas beldades.

Meu sonho? Encontrar um vinil do álbum.

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Kodak No. 1 | Maionese
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As primeiras fotografias tiradas com uma Kodak há 125 anos

Toda vez que penso no quanto a invenção da fotografia é genial, fico arrepiada. Se pararmos pra pensar na importância que o registro fotográfico tem para a história da humanidade… graças a esses fragmentos, nós conhecemos muita coisa que já não existe mais. Sabemos como eram pessoas e lugares, sem falar que é pelas fotos que a gente consegue “congelar” o tempo, narrando nossas origens por imagens. Eu sou apaixonada por fotografia, é isso!

Quando vi esse artigo, que trazia alguns dos registros feitos com a Kodak nº 1, fiquei maravilhada. Primeiro por imaginar o espanto das pessoas ao serem clicadas, muitas delas não deviam fazer ideia do que era aquele equipamento e coisa e tal. Segundo que né, não tinha aquela coisa de “deixa eu ver como fiquei”, que rola hoje em dia. Até alguns anos atrás, você batia as fotos e esperava ansioso pra ver a “revelação” e era uma delícia ver como as fotos ficaram. E por último: as fotos foram tiradas há 125 anos!

Graças ao National Media Museum, hoje sabemos quais foram as fotografias clicadas com a primeira Kodak existente no planeta. Diz aí se não bate uma emoção?

Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese
Kodak No. 1 | Maionese

Veja a galeria completa aqui.