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novidade na área!

Brechó online não é novidade pra ninguém. Desde o ano retrasado, mantenho um no Flickr e lá conheci muitas meninas que vendem/trocam de tudo. Só que manter tudo funcionando, fazer contato e negociar não é fácil, tem que saber escolher certinho ou corre-se o risco de levar cano.

Então que um belo dia, no Twitter, cinco moçoilas saltitantes e serelepes resolveram se juntar pra fazer um brechó online, seguindo o espírito “uma andorinha só não faz verão”. Fernanda, Juliane, Lya, Letícia e eu nos organizamos e montamos o Desapegamos! E não é que o danado já está prestes a dar frutos?

Desapegamos!

Tem um monte de coisas bonitas por lá, em tamanhos variados: camisetas, blusas, shorts, tênis e pulseiras. Vai que você tá precisando de uma coisinha e não sabe onde encontrar, por um preço baratinho? Dá uma passadinha por lá e aproveita pra indicar o brechó pros amigos!

Absolut… Absolut!

Mais uma vez, eles inovam.

Lembram daquele post que fiz sobre as embalagens? Quem é fã de design, de coisas bacanas e, principalmente, cachaceiro de primeira (BRINKS) sabe que a Absolut é mestre na arte da sedução. E não é que agora eles lançaram a Absolut sem nada no rótulo?

“For the first time we dare to face the world completely naked. We launch a bottle with no label and no logo, to manifest the idea, that no matter what’s on the outside, it’s the inside that really matters. The bottle visually manifests our belief in diversity and our standpoint when it comes to sexual identities. Off course it is also a wonderful piece of delicate and minimalist design, a true collectors item”

Segundo Kristina Hagbard, Relações Públicas do fabricante, a intenção é propagar a idéia de que não importa o “lado de fora”, mas o que existe “dentro”. Por isso, a garrafa vem assim, sem rótulo, sem frufru, sem nada, reforçando a mentalidade da empresa que acredita na diversidade de escolhas, credos e por aí vai.

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Oi, miadd?

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O produto terá lançamento global. Será que chega aqui? A de tachas eu nunca vi pra vender. Enfim, você, amigo que está indo pro exterior… Meu aniversário é só em janeiro mas eu aceito presente adiantado, sabe? ;)

Via The Lovely Package.

re-post: vai um pastelzinho?

(Esse post foi originalmente escrito em 08/08/08. Esse é um post pra quem tem saudades de “casa”, como a @graviola, que hoje só queria comer um cachorro-quente de carrocinha. Pode parecer idiota pra maioria das pessoas que nunca se viu longe da sua terrinha natal. Não, eu não quero fazer ninguém chorar ou não vou bancar o Policarpo Quaresma, falando de como o Brasil é uma merda mas é NOSSO. É apenas um post que fala de saudades de onde realmente está o nosso coração. Seja na carrocinha de cachorro-quente, no pastel da feira ou nas pessoas que a gente deixa guardadinhas – no peito, lado esquerdo, geralmente…)

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Tá bem, ontem bateu uma depressão, um baixo astral e eu banquei a mulherzinha e abri meu coração mais do que devia. É chato, é repetitivo, é emo. Então hoje acordei melhor, vi as fotos das Olimpíadas e imaginei a todo instante um exército chinês, com aquelas bandeiras coloridas, maquiagem carnavalesca e tambores, chegando em navios enormes, adentrando a Baía de Guanabara, invadindo o Brasil, iniciando a epopéia de conquista do mundo.

E aí que uma coisa leva a outra, nessa onda de saudade do Brasil, lembrei das pastelarias chinesas. Onde mais você encontra um joelho e um refresco por R$1,50? Pra quem não sabe o que é joelho, porque no Rio chamam de joelho, mas aí você vai pra Niterói chamam de italiano e por aí vai, é um enrolado com queijo e presunto, que vai ao forno, tipo um pãozinho. E o pastel? Pastel, cara. Pastel de queijo, com carne e pedacinhos de ovo cozido, “camarão”… E os de feira? Enfim, foco. Nas pastelarias chinesas, além do convencional com bolinhas em formato retangular, também tem o famoso pastel chinês, que tem uma massa diferente, um pouco mais gordurosa mas que também tem espaço no meu coração.

Aqui nos Estados Unidos, não tem pastel. Mas tem wonton, uma massa muito parecida com a nossa massa de pastel, usada pra fazer rolinho primavera (aquele que sempre vem com repolho e umas coisas estranhas dentro, no restaurante chinês). Então que outro dia me aventurei na cozinha, comprei wonton e fiz igual a massa que a gente compra no supermercado aí mais próximo da sua casa: coloquei um queijo picadinho, presunto, até blue cheese eu usei, porque sou fina. Resultado: mini-pastéis! Chamei os amigos americanos pra provar a iguaria e eles aprovaram. De quebra, ainda matei um pouquinho as saudades desse quitute, inspirado na culinária chinesa mas com toque brasileiro.

pastelzinho

preparando os bichinhos…

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os bichinhos na panela com óleo quente…

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eeeeeeeee pastéis prontinhos!

Fica a dica: improvisar é o negócio. Não tem aquela lojinha esperta de produtos brasileiros por perto? A gente dá um jeito!

tirando o pó da estante

Esse post da Luma fez meu dia (que apenas começou).

Semana passada chegaram uns 5 livros lá em casa, alguns da faculdade, outros “normais”. É aquele drama sempre, né: onde acomodar os novos filhotes?

Lá em casa tem uma estante de livros que há uns anos atrás comportava tudo muito bem (os meus, da minha mãe e meu irmão). Passados alguns anos, a situação é caótica. Resolvi, então, tomar uma atitude e selecionei aquilo que realmente queria manter comigo. Alguns livros eu simplesmente não consigo me desfazer por questões sentimentais. Fico imaginando o dia que darei o meu primeiro livro lido na vida pra minha filhota (ou filhote), o livro mais querido da faculdade, da escola, da adolescência…

Lembrança vai, lembrança vem, eu ainda tinha uma porção de livros na minha frente pra desapegar. Separei uma meia dúzia pro Trocando Livros, já que estavam em ótimo estado para trocar por outros. Outros eram didáticos ou específicos demais e eu resolvi colocar tudo numa sacola pra doar.

A Luma sugere algumas dicas para quem quer doar livros e não sabe como nem onde.

Também é possível recorrer aos sebos para trocar ou mesmo vender aquele livro que não te interessa mais. Exemplo: no primeiro período da faculdade, compraste toda a bibliografia sugerida pelo professor de Introdução à Sociologia (calouro é foda). Daí que você já se formou, já está no mestrado e NUNCA MAIS vai abrir aquele livrinho que te ajudou deveras mas que hoje apenas ocupa um espaço na estante, acumulando poeiras e ácaros. Por que não transformá-lo em um novo livro? O que não te serve hoje pode ajudar outrem.

No Centro do Rio de Janeiro existem uma quantidade sem fim de sebos que topam trocas e vendem aquela bíblia da Administração por um preço BEM mais em conta. No site Traça, que comercializa livros usados, novos, esgotados, raros e etc, há um Guia de Sebos no Brasil! Basta procurar pela sua cidade! O Estante Virtual também te ajuda nessa missão.

Falando em livros, hoje começa mais uma Bienal do Livro aqui no Rio. Mesmo esquema: no Riocentro, de 10 a 20 de setembro. E tem até Twitter (@bienaldolivro).

BienalRio_EUVOU

Então, fica a dica: nesse fim de semana, tire um tempinho para rever sua coleção. Vai que rola uma troca online? Com um amigo? Uma doação? Uma venda (sabe-se lá)? Renovar faz bem pro karma HAHAHAHHA valeu, Raquel.

bonitezas pros ouvidos: metronomy

Metronomy é um quarteto de música eletrônica formado nos anos 90, na Inglaterra. O grupo música eletrônico com inustrumentos e vocais e é responsável por remixar divertos hits de artistas indie/pop/rock/eletrônico, como Kate Nash, Architecture in Helsinki, Klaxons, Ladytron, CSS, Sébastien Tellier e por aí vai.

O lance é que eles pousam em terras brasilis para o evento Planeta Terra, em São Paulo e se não fossem os duzentos shows imperdíveis que vão rolar aqui no Rio e que, possivelmente, decretarão a falência de quem vos escreve, eu fazia as malas e zarpava pra vê-los, porque é bom demais.

bonitezas pros ouvidos

Uma das coisas mais legais do meu trabalho é poder ouvir música. Mas, mais do que isso, é lá que rolam altos intercâmbios de álbuns e tal. Outro dia peguei toda a discografia do Keane, uma banda que conhecia duas ou três músicas, dessas que tocam em filme mela-cueca. Enfim, tava ali de graça, no pendrive amigo, por que não?

Pois bem, fiquei conhecida como a guria das músicas estranhas. Aliás, não é novidade pra ninguém que eu tenho um gosto duvidoso pras coisas e isso inclui o que toca no meu iPod. Sou uma pessoa aberta às novidades, né?

Então que uma amiga (@fermaya) me sacaneia me chamando de indie. Eu tento me esquivar, afinal indie é um estilo musical ou uma forma de se vestir? Musicalmente falando, tenho gosto pelo alternativo, sim mas eu tento ouvir outras coisas porque é estranho conhecer umas paradas e não poder dividir com ninguém, seja porque a maioria não curte ou porque é chato mesmo.

Mas voltando pra minha amiga, agora no finalzinho da noite ela resolve me brindar com um presente, e me passa um endereço dos deuses até então desconhecido pra mim, recheado de coisas novas! Pra quem gosta de música é sempre uma delícia abrir um site e não conhecer nada! Um soulseek cheio de downloads? Certamente! E nessas descobertas, me deparo com isso:

O nome da dupla? Charlotte & Magon. Os dois se conheceram na internet, em 2006. Ela, francesa, ele, israelense, decidiram se encontrar pra fazer um som juntos. Ela decide ir pra terra dele. Eles se conhecem. Eles fazem um som. Se apaixonam e estão juntos since then. Não é lindo?

O mais legal é que essa sintonia transparece na música, afinal, não seria essa arte amor em notas e escalas?

re-post: swimmers

Procurei algum escrito que pudesse expressar o que agora sinto mas foi em vão. Certa de que esse sentimento não é novo, nem pra mim nem pra outrem; me atrevo a transcrever em linhas o que já não dá mais esconder – e pra que?

Em horas como esta, não consigo conter o sorriso, depois de procurar e procurar sentido pros dias. Fosse aqui ou lá longe, havia, sim, um vazio que só haveria de ser preenchido quando fosse possível o compartilhar (um dia bonito, com a brisa do aterro, ou um temporal, que nos deixa a esperar horas por um transporte, adiando compromissos).

Não há nada como a simplicidade das coisas. Desde o bocejo ao abrir dos olhos no domingo de manhã, o sorriso com açaí, o dar as mãos, de um jeito que só ele dá (meio atrapalhado, ainda mais se estiver cheio de coisas por carregar – os pratos, o colchonete de acampamento, a mochila do fim de semana). É tudo tão peculiar, bonito e nosso que chega a doer a saudade que fica quando ele se vai. Nem mesmo a bolha no pé ou o suor que escorre nas costas consegue ofuscar o sorriso bobo que me acompanha quando ele me acompanha.

E toda essa conversa mole pra dizer que a vida vai bem e mais feliz desde que deixei a luz do dia entrar e fazer a casa mais completa. Foi só depois de me conhecer que pude reconhecer um amor total, sincero, tão rico, cafona e tranquilo.

(Escrito em 18/11/08, antigo blog. Tudo ainda é tão fresco…)

um pouco de saudosismo

Como a Lets disse outro dia, depois que o Tumblr ganhou mais espaço na minha vida, esse blog perdeu um pouco a utilidade. Isso porque me comprometi a ser menos pessoal na rede, postando pequenos textos, divulgando idéias, eventos, fazendo do blog um link com amigos e possíveis amigos mas nada além disso.

É no Tumblr que estacionam imagens, músicas e coisas bonitas e bacanas que vejo por aí. É lá que “reblogo” imagens, músicas e coisas bonitas que os meus queridos também encontram na rede.

Eu ando tão descrente do blog… Desde que ele se tornou essa coisa fria que vemos nos dias de hoje. Sejam os blogs politizados, os muito informativos, eu sinto saudades das futilidades, dos diarinhos, dos layouts bonitos com headers elaborados com capricho no photoshop.

O Mão Feita me trouxe muitas “amigas” de volta! Pessoas que conheci por blog há anos atrás e que, graças ao twitter, foram trazidas de volta. Outras não eram amigas mas meninas “famosinhas”, que eu lia também mas nunca tive a oportunidade de conhecer. Sem contar nos bafões nos emails, nas confidências, é risada garantida nos momentos mais bizarros do dia!

OBS: meu tumblr!

top 10 – u2

Queridos que fazem desse blog uma razão pro mesmo existir!

Não é novidade pra ninguém que eu amo U2. Podem falar mal, eu não ligo. U2 existe na minha vida desde a infância, quando eu fazia Cultura Inglesa e pra animar a criançada eles faziam o Clip Time, uma seleção de videoclipes com um folhetinho onde podíamos acompanhar a letra e aprender inglês de maneira mais divertida.

(eu amo a Cultura Inglesa)

Nesses Clip Times da vida, conheci INXS e também aprendi a cantar aquela música do Jon Secada famosona, sabe? Até hoje sei a letra.

Enfim, foi nesas época conheci U2. Fiquei tão fã a ponto de comprar todos os cds, mesmo naquela época em que cd era caro e vivia-se do dinheiro da merenda. A ponto de ir depois do trabalho pra São Paulo de avião pra ver o show dos caras (depois esperando no aeroporto, mendigona, pelo próximo vôo). Enfim, dane-se todas essas provas de loucura por uma banda. O U2 de hoje em dia é bem diferente de 10 anos atrás e eu acho isso ótimo, sinceramente! Por isso hoje dedico esse post a um top 10 que provavelmente será injusto, deixado alguma coisa foda de fora. HOJE, meu top 10 é esse. Amanhã, tenho certeza, será outro. Pois bem, vamos lá:

(é uma MERDA essas gravadoras tirarem o embed dos vídeos do Youtube… enfim, seguem os links)

10 – City of Blinding Lights

http://www.youtube.com/watch?v=j6IQoOvvc1g

9 – With or Wihout You

http://www.youtube.com/watch?v=WdlPjAJFIrw&feature=channel

8 – Sunday Bloody Sunday

7 – One

http://www.youtube.com/watch?v=JFWPeVfWB9o

6 – I Still Haven’t Found What I’m Looking For

http://www.youtube.com/watch?v=2fBj2wsimvQ

5 – Stay (Faraway, So Close!)

http://www.youtube.com/watch?v=838dPcVq0c4

4 – Lemon

http://www.youtube.com/watch?v=HAXI1urvxDI

3 – Original of the Species

http://www.youtube.com/watch?v=Xa8mFeWbLX8&feature=channel

2 – Staring at the Sun

http://www.youtube.com/watch?v=5A8-N_SUcUc

1 – Discothèque

no ipod: the bird and the bee

the bird and the bee, again and again

“Descobri” esse grupo sábado passado, quando fiz minha última tatuagem! É a segunda vez que tatuo com o Dionel e da primeira vez lembro que ele estava ouvindo Massive Attack. Tatuadores geralmente têm bom gosto, não?

Dessa vez, dentre outras coisinhas que postarei aqui em breve, me chamou atenção The Bird and The Bee. O grupo é, na verdade, uma dupla norte-americana, da Califórnia, que tem como influências o jazz e o cenário brasileiro! Como se descrevem no Myspace, “Greg and Inara met a few years ago. Discovered a common love of jazz standards…nerded out for a couple of hours playing every song they knew…and then wrote and recorded a record together” .

birdanthebee

the bird and the bee