21 Aug 2011

stickygram

Post por Raquel às 13:52 em dicas, wishlist

Mais uma coisa linda pra quem é completamente apaixonado pelo Instagram. Conheçam o StickyGram:

Você tira dezenas de fotos lindas com o seu iPhone e aplica os filtros bacanas do Instagram. Tudo fica mais bonito, retrô, bacana e você pensa que é um desperdício deixar aquilo tudo apenas no seu telefone ou compartilhado com os amigos. Daí vem o StickyGram e te dá a chance de transformar os clicks em ímãs.

Boa notícia: por $14,99, dá pra fazer 9 fotos e eles entregam no mundo todo com free shipping! Uma má notícia apenas: é preciso ter “convite” pra poder logar no site e selecionar que fotos você quer transformar em ímãs pra sua geladeira, quadro magnético e etc.

Ficou curioso e quer saber mais? Dá uma olhada no Tumblr dos caras.

Eu já me cadastrei por lá e não vejo a hora de revelar minhas fotos! Conto pra vocês como foi!

14 Aug 2011

pro meu pai

Post por Raquel às 12:22 em amor

Eu sempre acho difícil falar de pai e mãe.

Como resumir em palavras o sentimento que temos pelas primeiras pessoas que cuidam da gente? São eles que te pegam no colo pela primeira vez e juram amor eterno, até você chegar bêbado em casa ou tirar uma nota abaixo de 6 na escola, claro. Você, um bebê indefeso, um ser humano que ainda não fala, não anda, não consegue expressar nada além de fome e dor de barriga? Ah, os pais… deve ser uma coisa legal ser pai/mãe.

Mas vamos lá falar do meu pai.

O Sr. Arellano sempre foi uma pessoa curiosa em meio a tanta gente normal. Enquanto todo mundo tinha um pai brasileiro, eu tinha um pai peruano, que misturava as palavras e falava coisas sem sentido. O “bigodón” e as músicas com flautinha (hoje tão banalizadas por “músicos” nas praças das grandes cidades), as llamas e todo pedacinho de cultura ameríndia que ele inseriu na nossa criação. Eu e meu irmão crescemos sabendo quem foram os incas e quem eram os nossos parentes do outro país. E crescemos com um pai que dava bronca só com o olhar e que botava a gente na linha com um jeito durão, sempre amansado pela minha mãe, que é uma coisa linda e doce.

Meu pai é uma grande referência pra mim, em todos os sentidos. Foi dele a minha primeira camisa do Vasco e até hoje, TODOS OS ANOS, eu ganho uma camisa nova (façam as contas de quantas camisas eu tenho, desde os 9 anos – tô com 29). É nele que eu me inspiro pra vencer a preguiça e correr um pouquinho (o velho corre 10k, com 63 anos) e veio dessa parte da genética o meu gosto por pimentas e cerveja (porque minha mãe não bebe uma gota de álcool). Foi ele que me deu meu primeiro videogame, minha primeira “fita” de Mortal Kombat e me ensinou a andar de bicicleta.

Levou muito tempo pra que a gente aprendesse a lidar um com o outro, afinal é sempre difícil conviver com alguém tão parecido com você. Mas acho que a gente tá se acertando com o tempo e as coisas tem sido cada vez melhores. Quem diria que eu passaria um sábado bebendo cerveja com meu velho, né?

Feliz dia dos pais!

14 Aug 2011

“Felicidade”, de Marcelo Jeneci, vem aí

Post por Raquel às 11:22 em música

Marcelo Jeneci é um dos nomes mais falados da nova safra da chamada “nova música brasileira”.

Conheci o trabalho desse artista por indicação de amigos, que compartilharam alguns vídeos do YouTube de suas apresentações ao vivo, algumas com um outro Marcelo, o Camelo.

Compositor, músico e cantor. Com o álbum “Feito Pra Acabar”, Marcelo Jeneci mostra ao grande público com uma voz tímida e com letras lindas e sem maiores rodeios, porque merece estar onde está. Sem dúvida, seu disco é uma das coisas mais bonitas de 2011 e que venham coisas muito bonitas por aí. Como o clipe de “Felicidade”:

No canal do Marcelo Jeneci no YouTube, você pode ouvir as músicas do álbum “Feito Pra Acabar”, que é uma coisa apaixonante. Destaque pra faixa “Pra Sonhar”.

11 Aug 2011

e o coração bate mais forte

Post por Raquel às 22:35 em agenda dos bailes, amor, entretenimento, música

Eu queria poder explicar pra quem não age igual a mim a felicidade em saber que a sua banda preferida vem tocar na sua cidade. Tem gente que acha besta, que pensa que você é maluco ou que simplesmente não liga pra música. Eu costumo classificar essas pessoas no mesmo grupo de pessoas que não gostam de animais. Afinal, como alguém não consegue gostar de um cachorro, meu Deus? Talvez quem tenha medo e tals, compreensível.

Ou então, quem não gosta de batata-frita? Alguém? Alguém? Alguém não gosta? Não há. Por isso, não entendo quem  não consiga gostar de música, seja qual for o gênero preferido.

Hoje fui acometida por uma dessas felicidades bobas, num dia cheio de altos e baixos. A “possível vinda” do Broken Social Scene para o Rio de Janeiro (entre aspas porque não há a mínima chance de não rolar esse festival). A banda estará no Brasil para o Festival Planeta Terra, mega esgotado há alguns meses. Eu já sofria (de verdade) com a possibilidade de não assisti-los, assim, tão “perto” de casa.

Daí que o Lucio Ribeiro cantou a pedra. E um certo email na caixa de entrada falou disso aqui:

Se você não conhece o projeto Queremos, faça o favor de visitar o site dos caras e saber do que se trata. Uma iniciativa tão bacana que está há alguns meses promovendo os eventos mais legais do Rio de Janeiro. E nessa enxurrada de atrações vindo ao Brasil (haja cartão de crédito), é sempre uma satisfação quando uma dessas bandas faz você sorrir com a alma.

“park that car, drop that phone, sleep on the floor, dream about me.”

Encontro marcado em novembro. Pra gente ser um pouquinho mais feliz.

06 Aug 2011

no ipod: best coast

Post por Raquel às 10:48 em música, nostalgia

Best Coast é uma das bandas mais legais dos últimos tempos. E “Crazy For You” é um desses álbuns que você ouve de cabo-a-rabo e fica com vontade de curtir um verão, por conta de toda a atmosfera indie rock mesclada com surf music. O resultado disso é um álbum ensolarado mesmo, se é que isso é possível. Sabe quando uma música de teletransporta pra praia, ventinho no rosto e cheirinho de protetor solar?

A banda norte-americana é, na verdade, uma dupla, formada pela vocalista Bethany Cosentino (uma linda) e pelo baixista Bobb Bruno. Rola um batera também, que não é fixo e tal. Então, é isso. Se vocês ainda não ouviram Best Coast, tratem já de procurar o som desses caras por aí.

By the way, há um clipe belíssimo circulando pela internet, dirigido por ninguém menos que Drew Barrymore. O vídeo, feito para a faixa “Our Deal”, é uma lindeza e fato que a Drew entrou de cabeça no clima da banda. Assistam, por favor:

Depois de ter visto esse clipe, sabendo que todo o figurino foi escolhido pela Drew, tive muita vontade de ser tipo a “melhor amiga” dela. Brincadeiras à parte, Best Coast é isso: letras levinhas e bobas (uma coisa meio juvenil, sabe?) mas um vocal nostálgico e melodia que encanta até os mais descrentes no indie rock.

:)