28 Jun 2011

um pouco de música, bons amigos e alegria

Post por Raquel às 00:25 em agenda dos bailes, cotidiano, música

Aproveitei o feriadão de Corpus Christi muito bem, obrigada! Malas no carro, partimos pra Rio das Ostras, uma cidade do Rio de Janeiro localizada na Costa do Sol (vulgo Região dos Lagos), que vem crescendo absurdos nos últimos anos impulsionada pelos royalties do petróleo. Uma gracinha de lugar! Mas, o que nos levou a esses dias de descanso e lazer por lá não foi a cidade em si mas um festival de jazz e blues que rolou por lá. Além da música, rolou também muita pipoca com queijo provolone e churros coberto E recheado de doce de leite.

Alimentação saudável pra que, né? Ah, me dei um descanso! Era impossível resistir ao cheirinho de pipoca salgada com queijo, vai? :)

Esses são alguns cliques (obrigada, Instagram) de parte do que foi o meu feriado: uma cidade bonita, amigos e um coração preenchido.

Ah, e #ficadica musical: escutem Roberto Fonseca.

23 Jun 2011

um verdadeiro lar, doce lar

Post por Raquel às 13:34 em amor, cotidiano

Dificilmente estou em casa nos sábados à tarde mas no último sábado peguei o finalzinho do Caldeirão do Huck e apesar de não ser muito fã do formato “galerão” do programa, sempre torço pra assistir ao quadro “Lar Doce Lar”.

No último sábado, foi contada a história da família Rodrigues. Uma história emocionante de uma mãe que cria com muito trabalho, dedicação e amor duas filhas. As três moram no bairro do Itaim Paulista, em São Paulo. A família se sustenta com a venda de doces e com a ajuda de amigos e vizinhos, que doam roupas e muitas vezes contribuem com alimentos. E se você pensa que a postura da família é de “pobre coitada”, que espera que o governo dê um “esmola família” ou qualquer outro tipo de benefício…

Mesmo com todas as dificuldades financeiras, a família vive numa casa extremamente organizada. Nem mesmo os recursos limitados e o pouco saneamento básico comprometem as condições de higiene e limpeza na casa dessas três mulheres. É de dar inveja em muita casa de “bacana” por aí.

Orientadas por regras e metas pensadas por cada membro da família, as três vivem lutando por dias melhores. Estudam, trabalham, se unem para melhorar cada vez mais.

Recomendo a todos que assistam aos vídeos que servem de inspiração pra todos nós. Quantas vezes já pensamos em desistir de projetos por falta de motivação, desânimo e cansaço? Ou por capricho, em alguns casos? Graças a Deus existem pessoas guerreiras e que transformam dificuldades em exemplos de vida.

 

É tão bonito ver a felicidade delas ao visitar cada cômodo da nova casa. Coisas que, pra muita gente, é tão simples e banal como uma máquina de lavar, um chuveiro e roupas (as meninas nunca tinham comprado roupas na vida), ganham um outro valor quando você vê a alegria dessa família. A história dessas mulheres é uma dessas que enchem a vida de alegria e esperança. Talvez seja tudo uma questão de doação, de fazer o bem sem ver a quem. Já dizia a minha mãe, um dos meus maiores exemplo de vida.

OBS: no vídeo 3, momento do “beijaço”, uma das cenas mais bacanas da TV aberta! São 26 casais de várias faixas etárias se beijando, ao som de All You Need Is Love, dos Beatles (o maior hino de amor da vida).

12 Jun 2011

bonitezas da web: beet cake

Post por Raquel às 14:38 em amor, bonitezas

Não é apenas uma receita de bolo ou um vídeo hipster do Vimeo. É mais do que isso. É “boniteza” das boas, com música, alimento e um toque de amor.

O vídeo “Beet Cake” foi produzido pelo Tiger In a Jar, estúdio de filmagem e edição formado por um casal apaixonado, que ama produzir vídeos de tudo e todos. A beleza desse vídeo está em tornar uma receita de bolo algo poético. Dá uma olhadinha:

Via Marketing na Cozinha.

11 Jun 2011

re-post: “funk é vintage”

Post por Raquel às 10:00 em agenda dos bailes, música, nostalgia

Outro dia estava conversando com uma amiga no Messenger até altas horas e toda vez que a gente para pra conversar, falamos de música. Nesse dia, em especial, desenterramos clássicos da infância e da adolescência. Desde as musiquinhas que tocavam no hi-fi do seu vizinho (que na época devia ter15 anos e você 7), aos famosos funks que todo carioca que se preze aprendeu por osmose a cantar na escola. Não porque eles ensinassem isso mas porque toda a pirralhada ouvia Big Mix do DJ Marlboro e comprava a revistinha que vinha com a “letra”. Funk é vintage!

Vou fazer um top 5 de algumas preciosidades que a gente relembrou. Sem ordem de importância, tudo meio aleatório, ok?

1 - EMECÍ Bob Rum – Rap do Silva

Lembram dele? Dos óculos que ele usava? Lembram das pessoas dançandinho na frente, na platéia? Nessa época não existia escova progressiva… Visualizem os cabelos! Atualmente, Bob Rum discoteca em algumas boates de playsson com o melhor do “hip hop” e os clássicos do funk e canta em casamentos e festas de 15 anos. Digno.

2 - Gilette – Short Dick Man

Lembro que essa música era da trilha sonora de alguma novela. Será que quem escolheu essa música se ligou no conteúdo da letra? Enfim, eu sempre achei mega escrota aquela risadinha que a mocinha dá quando fala do bilau do mocinho. “Get the fuck outta here”. Clássico de quando eu tinha 11 anos.

3 - Jon Secada – Just Another Day

Quando eu vi o clipe pela primeira vez, achei o Jon Secada bonito! Isso até vê-lo no Gugu e descobrir que ele tinha meio metro de altura. Já viram o clipe? Aproveitem que o link está ae em cima e deliciem-se. O Jon-jon faz uma coisa meio Chris Isaak em Wicked Games e ataca de galã molhadinho na praia, com uma camisa branca ao vento e uma calça jeans apertadinha, super zéguizi. E o cabelo, gente? Enfim, essa música embalou muitos namoricos na festinha do play e ensinou muita gente a cantar em inglês! Tipo eu!

4 - Salt ‘n Pepa – Push It

Sempre achei que fosse um homem que cantava essa música! Surpresa minha descobrir que eram duas mulheres (uma delas inclusive faz um reality show de freaks no VH1). Quando escuto essa música, tenho uma visão muito clara: meus vizinhos mais velhos, na época com uns 12, 13 anos, fazendo a dancinha esqueleto, sacam? Isso numa festinha na garagem, onde eles chamaram meio mundo e só apareceu umas cinco cabeças. Tinha refrigerante, Skinny e eu tinha uns 7 anos (não sei como minha mãe me liberou). Também não sei como eles me deixaram entrar. Só lembro de ter achado tudo meio chato, os meninos cortejando as meninas e voltei pra casa, pra jogar Odissey.

5 - Information Society – Running

Palmas pra esse clássico dos anos 80. Quem foi morador da Ilha do Governador lembra da Patin House. E lembra dos domingos em que a juventude insulana ia dar pinta por lá ao som da melô do “vai tomar no cu”. Antes dessa musiquinha chinfrim que fez sucesso no YouTube mandar o pessoal ir tomar no furico, a galerinha do Information Society já fazia isso. Quer dizer, o teclado deles. Impressionante como rima, né?

Gente, com a quantidade de clássicos bizarros que eu lembrei aqui, dá pano pra mais dois posts ou mais. Vai ter parte II, hein!

.

(postado originalmente no falecido blog, em 23 de outubro de 2007)

10 Jun 2011

re-post: tá com fome?

Post por Raquel às 12:15 em desejos, inspiração, nostalgia

Então que ontem, em meio à falta do que fazer com o tédio mortal, tive um desses meus devaneios esdrúxulos e comecei a filosofar sobre a produção dos biscoitos. Sim, biscoitos. Os que fazem a gente feliz, os que engordam, os que deixam os dedos “cheirosos”, os que dão azia e te fazem tomar um Sonrisal antes de dormir.

Eu lembro muito do Monstrinho Creck. Como eu amava esse biscoito! Toda vez que eu ia no mercado com a minha mãe, pentelhava muito a pobre coitada pra levar pelo menos dois pacotinhos pra casa! Em 95,4% das vezes que eu pedia, ela não comprava… Ter mãe nutricionista é assim, nada de frituras, gordurinhas, sabor…

Trauma de infância: ir no supermercado com a minha mãe. Enquanto o carrinho de todas as outras crianças viviam cheios de guloseimas, o meu só tinha coisa verde e sem graça.

Outro que eu lembro muito era o Mirabel! Esse minha mãe comprava, acho que por um milagre divino ou coisa do tipo. Pior que a velha comprava caixas, nos sabores exóticos coco e limão! Chocolate era o top mas COCO e LIMÃO??? Vai ver ela achava menos artificial… Pena que um belo dia o Mirabel foi “pro saco” e todos nós nos tornamos órfãos desta nobre iguaria.

Pois bem, hoje estou crescida o suficiente e minha mãe já não tem mais envergadura moral pra deliberar sobre o que eu como ou deixo de comer. Ela, esperta que é, só me pergunta quanto estou pesando e diz que tudo é culpa das porcarias que coloco pra dentro. Danada. Nutricionista é fogo…

Ontem me entreguei ao pecado da gula e detonei dois pacotes de Torcida sabor churrasco e queijo. Eu não sei do que aquela porcaria é feita, só sei que Torcida é bom pra cacilda! É o típico biscoito (ou salgadinho, pros paulistas) que vai com tudo: com a cerveja, na larica, entre o intervalo das aulas, na espera sem fim nas salas de embarque pelos vôos atrasados… Eu queria muito ir na fábrica desse biscoito do demo, ver como é feito tudinho!

No site, existem algumas fotos de como tudo é processado. Desde a mistura dos ingredientes (não muda muito, tem tudo o mesmo gosto) até a distribuição! Acho que vou mandar um email pros caras me convidando pra ir lá conhecer tudo de perto! Pior que não estou brincando!

Quem quiser conhecer mais, dá uma passada no site da empresa, a Lucky. Ou então, passem lá quando não tiverem mais o que fazer.

¬¬

Outro que gosto muito da mesma empresa é o Fofura. Como eu comi essa porcaria na época do segundo grau… Custava R$ 0,30! Eu comprava uns três pacotes e depois ficava com a mão fedendo a chulé! Pior que por mais que eu lavasse, o cheiro continuava lá! Tristeza! Mas era bonzão! Hoje em dia, o Fofura já tem suas variáveis, na minha época era só um palitinho, agora tem todos estilo Elma Chips.

.

(postado originalmente no falecido blog, em 10 de julho de 2007)