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#musicmonday: metallica – nothing else matters

Eu já sabia que ia ser bom. Não sou fanática pela banda, nem grande conhecedora dos álbuns como ele é. Viajamos de ônibus até São Paulo, naquele esquema de dormir seis horas numa poltrona que até reclina mais do que as poltronas dos aviões internacionais (classe econômica, claro), mas que, ainda assim, não é nada confortável. A espera foi grande desde o último show, pelo menos pro namorado. Pra mim, o Metallica era aquela banda de heavy metal que eu sempre respeitei, que cheguei a ouvir alguma coisa mas não com tanta dedicação, como eu deveria ter ouvido (sim, eu deveria).

Ontem eu padeci frente àqueles quatro caras. Atualmente, que consegue a proeza que o Metallica conseguiu? Depois de anos juntos, com um último álbum que arrancou elogios dos fãs mais descrentes da banda, ainda arrastam multidões em seus shows, emocionando com lágrimas e gritos que vem do fundo da alma, em seus refrões.

Eu hoje só penso no que vi ontem, depois do ônibus, do cansaço, da chuva. Por volta das 21h, a chuva parou e até as estrelas surgiram só pra ouvir os acordes de Kirk Hammet e James Hetfield. O #musicmonday só podia ser do Metallica.

“Couldn’t be much more from the heart”

#musicmonday – florence + the machines – dog days are over

Não sei por que demorei tanto pra baixar logo qualquer coisa dessa banda. Já tinha visto aos montes por aí e só nesse fim de semana que passou sentei o fiofó em frente ao note pra atualizar ipod e ir em busca de coisas novas e/ou que tinha curiosidade pra saber mais. Dentre lançamentos e coisas que baixei e não curti, palmas pro Florence + The Machines.

PS: o que é a voz (e o cabelo) dessa mulher?

saiba como ajudar o haiti

Oito dias após o primeiro terremoto que devastou Porto Príncipe, temos notícias de mais um tremor, de magnitude 6.1. Segundo a CNN e Band News, o tremor não causou (mais) danos mas só de imaginar a situação naquele lugar…

Pois bem, a gente está aqui, nas nossas casas, com nossos empregos, dia de Sol, feriadão no Rio de Janeiro. A vida continua, certo? Mas acho que podemos fazer um tiquinho que seja. Quer saber como ajudar?

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novidade na área!

Brechó online não é novidade pra ninguém. Desde o ano retrasado, mantenho um no Flickr e lá conheci muitas meninas que vendem/trocam de tudo. Só que manter tudo funcionando, fazer contato e negociar não é fácil, tem que saber escolher certinho ou corre-se o risco de levar cano.

Então que um belo dia, no Twitter, cinco moçoilas saltitantes e serelepes resolveram se juntar pra fazer um brechó online, seguindo o espírito “uma andorinha só não faz verão”. Fernanda, Juliane, Lya, Letícia e eu nos organizamos e montamos o Desapegamos! E não é que o danado já está prestes a dar frutos?

Desapegamos!

Tem um monte de coisas bonitas por lá, em tamanhos variados: camisetas, blusas, shorts, tênis e pulseiras. Vai que você tá precisando de uma coisinha e não sabe onde encontrar, por um preço baratinho? Dá uma passadinha por lá e aproveita pra indicar o brechó pros amigos!

top 5 “crushes da adolescência”

Listinhas top 5: tô sempre fazendo as minhas, mentalmente, pelo menos uma vez por dia, assim como acontece com o personagem Rob Gordon, em Alta Fidelidade. Claro que eu não levo isso tão à sério, geralmente pratico essa atividade nas voltas pra casa, quando pego ônibus cheio e todas as conversas ao meu redor giram em torno de novelas, BBB ou do ambiente de trabalho hostil em que as criaturas vivem.

(Já repararam que as pessoas falam absolutamente TUDO sobre o trabalho? Sobre os chefes malas, demissões, contratos importantes, clientes? Isso quando não falam no Nextel…)

Enfim, hoje eu resolvi expor uma dessas minhas listas aqui no blog. Como adoro falar de coisas da adolescência, hoje é dia de falar dos crushes, sim, aquelas paixonites platônicas que a gente desenvolvia por atores, cantores, modelos, jogadores de futebol, escritores, filósofos…

PS: “crush” vem de “crush on you”, que significa “ter uma quedinha por você”.

Top 5 Crushes da Adolescência

1 – Keith Flint, front man do Prodigy

Eu gostava tanto de Prodigy que aquela imagem, pra época, bizarra, me atraia. Eu não queria saber de homem bonitão, eu queria saber do esquisito, tatuado, de cabelo pintado de verde, corte estilo Bozo. Keith Flint foi meu principal crush na vida, durando quase toda a adolescência.

Uma coisa que eu penso de vez em quando é como os pais veem os filhos depois que crescem. Imagina os pais do Keith ou de qualquer outra pessoa que pratica desapego com o próprio corpo e se transforma, alguns beirando o bizarro (língua de cobra, pele de gato etc)? Um belo dia o ser já foi fofinho, arrumadinho e inocente. Eu acho isso divertido, pode ser que aconteça comigo o dia que eu tiver meus filhos (deve ser o que a minha mãe pensa de mim, enfim).

oi?

2 – Morteen Harket, vocalista do A-Ha

Ele foi meu primeiro crush. Acho que eu nem era adolescente ainda, sei lá, devia ter uns 7, 8 anos, quando apareceram uns discos do A-Ha lá em casa e eu passei a ouvir copiosamente Stay on these roads, hit mela cueca da banda. Eu não sabia o que era amor, eu não sentia a mínima atração pelos meninos melequentos da sala. Mas eu olhava pra capa do disco e suspirava pelo “da ponta direita”.

3 – Edward Norton

As meninas leitoras do blog com mais de 25 anos certamente lembram das edições especiais de Querida só com os homens mais gatos do momento. Enquanto vinham umas coisas cafonas tipo Leonardo di Caprio, Nico Puigg, Almir Satter (AHAHAHHAHA ele veio uma vez), eu até tecia um comentário ou outro positivo sobre Brad Pitt e algum outro macho. Mas era Edward Norton o preferido. Cheguei a suspirar um tico mais por Nicolas Cage e aquele narigão dele mas foi muito passageiro e não mereceu entrar nessa lista. Já o Ed (íntima… NOT) ganhou meu coração com A Outra História Americana e logo depois com Clube da Luta, um dos meus filmes preferidos nessa vida.

4 – Heath Leadger

Todo mundo amou, principalmente naquele filmes teen 10 coisas que eu odeio em você (famosa cena do campo, cantando, tão bonito…).

5 – Bruno Carvalho, ex-jogador do Vasco

Eu acho o_fim ter crush por jogador de futebol. Mas eu tive, lá pelos 13 anos. Meio que tenho vergonha de assumir isso publicamente mas como eu não devo nada pra ninguém, vai lá, filhão, assume o lugar que te pertence.

É isso, pipow. Essa lista poderia ser muito maior e já cogito um “parte II”, certeza que vou lembrar amanhã quando estiver no trabalho.

me and you and everyone we know

Sempre juntos.

Sempre.

#musicmonday: noisettes – when you were young (the killers cover)

Eu, que gosto tanto de The Killers, ao ouvir essa versão do Noisettes senti até um arrepio de leve. A voz da vocalista e baixista da banda é leve, doce e “desliza” nos ouvidos, fazendo do hit do Killers algo diferente e delicado, mas ao mesmo tempo forte (graças ao backing vocal sensacional).

Essa é a minha sugestão para começar a semana. Noisettes, banda inglesa de indie rock-pop-soul que tem tudo para arrebentar em 2010 nas bandas de cá.

parece de verdade, mas é de mentira

Achei que fosse canivete…

Mas era chocolate!

O chocolatinho maroto é produzido pelo mesmo fabricante dos canivetes mais divertidos do mundo: a Victorinox. Vamos combinar que na foto de divulgação o chocolate até engana, né? Agora vejam como ele é de verdade:

Fuen! Imagem daqui.

Não sei porque mas lembrei dos cigarrinhos de chocolate Pan.

Vi essa novidade aqui, no Lovely Package.

assoprando velas! rá tim bum!

Já estamos em 2010 e eu sou dou as caras agora. Mas também, andei ocupada com bolo, pizza e cachorro-quente!

Na verdade, posso dizer que o meu ano novo sempre começa dia 04 de janeiro, dia do meu aniversário. Esperei 4 dias depois dos festejos de reveillón para vir ao mundo, atazanando o juízo da família Araujo Arellano que aguardava, ansiosa, a vinda do primeiro pimpolho.

Minha mãe sempre diz que eu demorei pra nascer, corri até o risco de passar do tempo. Mas nasci grandinha, forte e ruivinha. Fui o xodó da família por algum tempo, até o meu irmão nascer, fechando a cota de crianças lá em casa. Eu até queria um outro irmão mas hoje vejo que seria inviável mais uma criatura habitando a nossa casa.

A cada aniversário, por mais que a gente não queira, é inevitável não pensarmos que o tempo está passando tão rápido que ontem mesmo você comemorava 15 anos, namorava pela primeira vez ou enfrentava a sala de aula da faculdade cheia de desconhecidos.

Estou tão perto dos 30 que quando me vejo estagiária, com meninas de 22 anos, tão novinhas, acho certa graça. Tenho 28 anos cheios de vida, de idas e vindas, de dúvidas e escolhas, que me fizeram mais madura, autêntica e feliz. Acima de tudo, feliz.

e que venha 2010!

Mesmo sendo meio boboca essa coisa de se preparar super pra virada do ano, afinal, muda-se o calendário, a “folhinha” na cozinha, na mesa do escritório, na oficina mecânica mas quando amanhece a segunda-feira pós festejos, tá tudo lá, na mesma.

Você continua com a mesma idade (exceto pros que nasceram bem na virada), provavelmente no mesmo emprego, morando no mesmo lugar. O que muda, de verdade?

A gente aproveita o ensejo pra arrumar o guarda-roupa, pra limpar as gavetas, as contas de 2002 que ainda estão lá, da antiga operadora de telefonia celular. E aproveitamos para fazer as famoooosas promessas pro ano seguinte: dieta, malhar, estudar mais, ler mais, comprar um apê, economizar, aprender a dirigir, cozinhar, comer menos Mc Donald’s (até porque o Burger King é BEM melhor)… A gente não muda! Sai ano, entra ano, the same old promisses

Mesmo assim, não vou aguar o chopp de ninguém. Nesse período de recesso, férias coletivas em grande parte das empresas, de descanso merecido, pés na areia da praia e dormir até mais tarde (pra quem pode), vos desejo boas energias e muita disposição para concretizar planos passados e futuros, sempre! Que 2010 seja um ano ainda mais feliz que 2009 e que, mesmo com as dificuldades que porventura surjam, que sejamos fortes e bravos para superar e, principalmente, aprender com todas elas!

;)

Mas, quero prometer apenas uma coisa: estar mais presente aqui no blog, que é um cantinho que sempre gostei tanto, que me aproximou de tanta gente legal!

Bitocas estaladas,

Raquel