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o sentimento te trouxe de volta

Eu só quero dizer uma coisa:

vasco

Podem dizer que o futebol do Rio de Janeiro perdeu a tradição; o ano de 2009 mostrou que só o sentimento de um dos clubes mais tradicionais do Brasil pode impulsionar uma campanha dentro de campo.

O Vasco é o time da virada, já dizia a musiquinha. É também o time do amor. Amor que não tem divisão, que sofreu tanto nos últimos anos, fruto de uma péssima gestão (ou ditadura?) que consumiu parte dos cofres do clube sem muitos investimentos. Pra um time que conquistou tantos títulos num espaço curto de tempo, como vimos em 1999, 2000 e 2001, foi triste ver o declínio e a queda pra segundona.

No fim das contas, cá estamos. Campeões com duas rodadas de antecedência, sabendo que muita gente boa, responsável por esse trabalho provavelmente vai embora. Cá estamos, com a sensação de “dever cumprido”, não porque somos melhores do que os outros adversários do campeonato mas porque o lugar do Vasco sempre foi na primeira divisão, com os melhores. Temos uma história e precisamos honrá-la. Mas, muito mais do que honrar, precisamos ter orgulho e entoar esse discurso.

e pra primeira eu vou subir
e da segunda eu vou passar
na alegria ou na tristeza
eu nunca vou te abandonar

É isso.

O sentimento não para e te trouxe de volta.

Esse título entra pra nossa história como uma volta por cima. Parabéns pra nós, todos nós, que amamos o Vasco, de uma maneira que não se explica!

quando a distância não faz diferença

Todo mundo passa por isso… Ter amigos, namorado, família que mora longe, aquela distância chata, insistente, mas que pode ser vencida. Tem gente que surge já distante, e contamos com uma sobra de tempo pra que a distância seja ultrapassada, e que o virtual se torne, por fim, real.

Esse final de semana aconteceu tudo isso. As coisas que eram sensacionais pelo virtual se mostraram ainda melhores no real. Aquele “lance de cuca” se mostrou fato e mesmo a distância e a diferença entre Rs e Ss, o conceito de boteco e o que é calor ou não exista, amizade surge, cresce e continua.

(daqui)

meninotas

Quando você vier aqui, dona Fernanda, eu te mostro o que é boteco (de verdade). E também te levo pra tomar cerveja, não dessas chiques que vocês tomam por aí, mas umas mais baratinhas, que casam perfeitamente com o nosso clima (se bem que nesse fim de semana estava mais pra Rio do que pra Curitiba). A gente faz um passeio turistão, sem jardineira, com engarrafamento e “emoção”! Vai ser divertido, anyways!

Obrigada pela hospitalidade, pelo carinho e pela cama fofinha e confortável! E por nos buscar/levar no aeroporto, que era tão “longe” da sua casa (não viu nada, AINDA). E obrigada por ser uma das pessoas mais queridas que eu já conheci nesses meus 27 anos. Eu e Pedro te agradecemos do fundo do coração!

sunset

bonitezas para olhos e ouvidos: tycho

Vai viajar nesse feriado? Vai aproveitar pra descansar em casa mesmo?

Então segura isso aqui:

Também conhecido como ISO50, Scott Hansen, também conhecido como Tycho, é um designer norte-americano e produtor musical. O “pior” é que o cara manda bem nas duas modalidades. Babem nas capas dos álbuns do rapaz:

past is prologue

Past is Prologue

sunrise projector

Sunrise Projector

the daydream the disconnect

The Daydream/The Disconnect

the science of patterns

The Science of Patterns

adrift from home

Adrift/From Home

coastal brake

Coastal Brake

Para conhecer mais do seu trabalho, clique aqui.

must have: saleiro e pimenteiro de bigode!

Tá, confesso, se tornou uma obsessão. Talvez Freud explique (ou não).  Só sei que vejo bigode em tudo.

Vi no A Pattern a Day e catei mais sobre, na Etsy. Olha que demais:

sal e pimenta bigode

Tcharam!

sal e pimenta bigode

Errr, tá, bonitim… Um bigode de madeira.

sal e pimenta bigode

Separou!

sal e pimenta bigode

Um saleiro e um pimenteiro, minha gente!

sal e pimenta bigode

Buraco pra colocar o refil.

Eu achei demais. Fica a dica pro meu aniversário, junto com a garrafa de Absolut.

Absolut… Absolut!

Mais uma vez, eles inovam.

Lembram daquele post que fiz sobre as embalagens? Quem é fã de design, de coisas bacanas e, principalmente, cachaceiro de primeira (BRINKS) sabe que a Absolut é mestre na arte da sedução. E não é que agora eles lançaram a Absolut sem nada no rótulo?

“For the first time we dare to face the world completely naked. We launch a bottle with no label and no logo, to manifest the idea, that no matter what’s on the outside, it’s the inside that really matters. The bottle visually manifests our belief in diversity and our standpoint when it comes to sexual identities. Off course it is also a wonderful piece of delicate and minimalist design, a true collectors item”

Segundo Kristina Hagbard, Relações Públicas do fabricante, a intenção é propagar a idéia de que não importa o “lado de fora”, mas o que existe “dentro”. Por isso, a garrafa vem assim, sem rótulo, sem frufru, sem nada, reforçando a mentalidade da empresa que acredita na diversidade de escolhas, credos e por aí vai.

absolut1

Oi, miadd?

absolut2

O produto terá lançamento global. Será que chega aqui? A de tachas eu nunca vi pra vender. Enfim, você, amigo que está indo pro exterior… Meu aniversário é só em janeiro mas eu aceito presente adiantado, sabe? ;)

Via The Lovely Package.

ame, simplesmente

Você ama o que vê quando se olha no espelho?

Não é novidade pra ninguém que vivemos uma época que ainda cultua a magreza doentia, aquela obtida não com uma alimentação saudável ou academia mas com medicação contra-indicada, regimes mirabolantes (dieta da lua, do sol, do povo inca, da novela das 20h…).

Modelos magrelas que em nada retratam a realidade do século XXI, dominada por fast foods, cerveja e sedentarismo. Se pegarmos a própria rotina dessas modelos, a gente sempre escuta “como de tudo, adoro uma batata-frita”, well, ou o seu metabolismo é muito acelerado a ponto de te deixar com 50kg ou então é um grande caô essa conversa.

Quando eu tinha uns 15 anos, era bem magrinha. Mas dessas magrinhas que tem peitão e perna mais grossa. Fazia vôlei, malhava, era super “geração saúde”. Lembro que algumas amigas eram um pouco mais rechonchudas e volta e meia comentavam como eu podia comer de tudo e não engordar nada. Cheguei ao ponto de fazer dieta da engorda pra ganhar mais massa, porque eu malhava tanto, queria ter pernão, bundão.

Hoje, com 27 anos, a realidade é outra. O vôlei ficou no passado, a academia também. Aliás, eu não tenho saco pra academia. Música chata, aparelhos suados, aquela repetição monótona, não dá. Fora o tempo, que é praticamente inexistente. Ou eu almoço, durmo e estudo ou malho. Vida de quem trabalha e estuda é assim: abre-se mão do bar na sexta-feira com o povo do trabalho, da pizza com os amigos e da academia, do pilates, do kung fu.

O peso anda acima do desejável. Mas se tem uma coisa que eu não aceito é que isso vire uma paranóia na minha vida. E sabe por que? Porque eu amo o que vejo refletido no espelho.

Cada pedacinho. O rosto que hoje tem acne graças aos hormônios desequilibrados; o cabelo que não sabe se enrola ou se estica; o peito, que podia ser menor, a batata da perna também, a barriga nem se fala… Mas aí eu penso que com uma blusa mais soltinha, tudo acaba sumindo e fica bonito! Porque o bonito não é ter um ombro saltado, quase somaliano, quando a gente sabe que não é natural daquela pessoa, quando pra chegar naquele resultado a pessoa simplesmente não come ou, em casos mais tristes, sofre de distúrbios alimentares. Propagar uma magreza desse tipo chega a ser cruel com os mais jovens que, cada vez mais, padecem diante desse apelo, quase uma doutrina, que incita mulheres a não se amar e se tornarem um exército de pessoas sem alma, que fazem de tudo para caber em um vestido.

perfect

É difícil remar contra a maré. É difícil convencer uma geração a não ceder aos apelos da moda, do corpo ideal (ideal PRA QUEM?). Mas a gente não pode desistir. Por isso, repito, vamos nos amar? Do jeito que somos? Dá pra malhar, pra ficar mais fininha? Vai lá, corre atrás! O negócio é correr atrás de forma consciente, sem fazer mal pra si mesma. De que adianta um jeans 36 quando a nossa cabeça tá toda zoada? Amor próprio destruído? Não vamos nos enganar.

love revolution

heart

Fotos: duas primeiras, peguei no Tumblr e não tinha referência.

Leia mais:

Love Your Body Day

Duplamente Veneziana

e se

E se o oceano incendiar
E se cair neve no sertão
E se o urubu cocorocar
E se o Botafogo for campeão (da série B – kas kas kas não resisti)
E se o meu dinheiro não faltar
E se o delegado for gentil
E se tiver bife no jantar
E se o carnaval cair em abril
E se o telefone funcionar
E se o pantanal virar pirão
E se o Pão-de-Açúcar desmanchar
E se tiver sopa pro peão
E se o oceano incendiar
E se o Arapiraca for campeão
E se à meia-noite o sol raiar
E se o meu país for um jardim
E se eu convidá-la para dançar
E se ela ficar assim, assim
E se eu lhe entregar meu coração
E meu coração for um quindim
E se o meu amor gostar então

De mim

.Chico Buarque, E Se.

Escolhas. A vida é cheia delas. É feita de. Momentos em que o medo e a insegurança são inevitáveis pois o desconhecido amedronta mesmo. Pode ser que o barco vire, também pode ser que não, já dizia Lulu Santos. Seria tão mais fácil se a vida tivesse aquela opção HINT do jogos de computador. Mas seria essa a melhor opção?

Sem saber algumas vezes fazemos escolhas decisivas. Toma-se o caminho sem volta e o jeito é se adaptar ao novo, seja ele bom ou ruim. Tudo depende do seu momento. O que pode ser primordial e relevante hoje, daqui a dois anos, não é.

caco

Crescer é isso: se arriscar, colocar a cara à tapa e correr atrás da felicidade.

(originalmente postado em 27 de setembro de 2006)

3ª edição Luluzinha Camp RJ + Mão Feita

Dia 14 de Novembro você, moradora do Rio de Janeiro, gata-bofe-escândalo, marota, que se amarra num esmalte, numa unha bem feita, cuidada, sem bife, tem programação marcada?

Porque se não tinha, já tem sugestão:

Eu já falei do Luluzinha Camp em outro post aqui no blog. É aquele evento que rola no Brasil todo, cheeeeeeeeio de menina se conhecendo, trocando figurinhas e muitas dicas – além de todos os comes e bebes que rolam por lá, tudo delicioso!

Em novembro rola a 3ª edição do evento e euzinha que vos falo estarei por lá representando o Mão Feita,  É muita responsabilidade e emoção, né?! Clica aqui pra saber mais!

Na edição passada, eu e Ira estivemos por lá e fotografamos as unhas de quase todo mundo (além de termos conhecido tanta gente fofa – e comido horrores, não dispenso um lanchinho)! Então que nessa edição, faremos um Workshop com dicas para dar um trato nas garras. Também vai ter sorteio de kits de esmaltes e troquinha, minha gente! Não é o máximo?

Além do Mão Feita, também vai ter muita gente legal, se liguem:

palestra sobre redes sociais com a querida Patrícia Moura, a @MissMoura;
oficina de scrapbooking com a Lu Pimentel (@Luciana);
além de atividades pra mulherada interagir, organizada pela linduxa @biattrix.

E ainda tem arrecadação de alimentos não perecíveis e brinquedos (já que estamos perto do Natal) para o Dispensário dos Pobres da Imaculada Conceição, instituição localizada em Botafogo. Vamos colaborar?

Já sabe, né? Marca na agenda, com caneta marca-texto: dia 14 de Novembro, em Botafogo, tem Luluzinha Camp! Leve a sua caneca (olha o meio ambiente), coloca uma roupicha confortável e bela e prepare-se pra conhecer muita gente legal! A gente espera você lá!

hmmm aquela música…

Você já ouviu essa música, né?


The World is Mine

Sabia que o David Guetta sampleou Simple Minds?

Someone Somewhere (in Summertime)

mantra do dia:


like bicycle

Life is like riding a bicycle. In order to keep your balance, you must keep moving.

Alguém sabe a fonte?