mais bigodinhos!
“Fumar é feio”, já dizia minha mãe.
Mas não resisti a esse bigode na embalagem dos charutos “Debonair”, um trabalho de design de Taylor Pemberton.
ajude você também!
Você já conhece as Aldeias Infantis?
Aldeias Infantis SOS é uma ONG, internacional, de promoção ao desenvolvimento social que trabalha desde 1949 para atender às necessidades e para defesa, garantia e promoção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. Nossa prioridade em 132 países e territórios são crianças em situação de vulnerabilidade social, que perderam ou estão prestes a perder os cuidados de suas famílias.
O núcleo familiar é composto por até nove crianças, adolescentes e jovens, irmãos biológicos ou não, de diferentes idades e de ambos os sexos. A mãe social é responsável pelo cuidado e projeto de vida de cada criança, adolescente e jovem.
O Acolhimento Familiar é um serviço de proteção integral a crianças, adolescentes e jovens que por um motivo de risco (negligência, discriminação, abuso e exploração, etc) tiveram seus vínculos familiares fragilizados e/ou rompidos. Atualmente cerca de 1.700 crianças, adolescentes e jovens estão acolhidos.
O dia das crianças está chegando. Daí que você pensa que, em vez de ganhar o videogame bacana, a coleção de Playmobil ou algo supima e com cheirinho de chiclé, algumas crianças simplesmente não vão ganhar nada porque sequer tem um lar. Graças ao trabalho e dedicação de ONGs SÉRIAS como a Aldeias Infantis, a realidade de algumas crianças pode ser diferente.
Aqui na empresa, estamos fazendo uma grande campanha para a doação de roupas para crianças de 9 a 18 anos. Além de brinquedos, estamos coletando principalmente peças de vestuário. A arrecadação será destinada às unidades de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Estrada da Boiúna, 485 – Jacarepaguá - CEP 22723-021 Rio de Janeiro - RJ
Telefone.: : 21. 3347-0818
Fax: 21. 2440-0604
E-mail: jacarepagua.rj@aldeiasinfantis.org.br
Rua Jardim do Seridó, 200 – Barra da Tijuca – CEP22641-340 Rio de Janeiro - RJ
Telefone.: 21. 2493-0807
Fax: 21. 2493-2861
E-mail: pedrabonita.rj@aldeiasinfantis.org.br
Você quer ajudar e não sabe como?
Sua empresa pode ser uma Empresa Amiga SOS.
Você pode doar produtos e materiais.
Você pode acompanhar o trabalho das Aldeias Infantis no Brasil pelo Twitter @Aldeias, pela comunidade no Orkut ou pelo perfil das Aldeias no Ning.
bigodinhos
Quem tem/teve pai com bigode sabe como é: de manhã, na mesa do café, a espera ansiosa pelo “gole do pai”. Todo o leite/chocolate/café molhando os pelos, algo meio nojento mas muito nostálgico.
Daí que eu cresci admirando bigodes. Acho muito digno.
O designer Peter Ibruegger realizou o sonho de muitas crianças (hoje adultos) e fez canequinhas com bigodes incluídos, para todos os gostos.
o que a gente leva dessa vida?
Quando eu te vi de beca todo bonitão na última sexta-feira, foi como se eu tivesse vendo o mesmo menininho cabeçudo, com 6 anos de idade, no palco do Lemos Cunha. Naquela época você era mais novinho que os demais da turma, já que tão novo entrou logo pro maternal e entrou pro colégio mais legal do bairro.
Você, que demorou tanto para andar (se arrastando pelo carpete – cinza escuro, com formigas), aprendeu logo a “ir ao banheiro” sem ajuda, sem sujar as fraldas. Chupava dedo, teve que usar aquelas terríveis botas ortopédicas, tava sempre com algum resfriado, alergia. Mesmo assim, vingou na natação e até bateu uma bolinha no time de futsal do clube.
Os anos vão passando e, não importa, quem veio primeiro sempre olha pro mais novo com o mesmo olhar da infância. Um belo dia você descobre que a casa não é mais só sua, que o sorvete precisa ser dividido e o espaço no sofá também, assim como a hora pra assistir o desenho animado, jogar Alex Kidd e acessar à Internet. Os mais velhos levam muito tempo para aprender que aquela criatura que vem pra ficar não é o vilão que te rouba a mãe e o pai mas alguém que vai te ensinar o que há de mais precioso no mundo: o amor.
Eu olho pra você triste e me dá uma vontade de te dar a mão, como fazíamos quando crianças. Me dá vontade de dar uma moca em quem te sacaneou, em quem te fez perder o riso. Eu quero brigar, quero mostrar pro garoto bobo da escola que não é assim que a banda toca, que você é meu irmão e que eu sou muito brava!
A gente cresceu e parece que a vida perde o encanto dos dias de inocência. A gente aprende que, embora chutar bundas e torcer pra que o pinto do vilão caia seja o nosso maior desejo, a banda toca de outra maneira. A gente aprende que desejar o mal não funciona, mas que continuar a cruzada é fundamental. O que levamos dessa vida, seja lá pra onde formos?
Eu tenho saudade do futebol aos domingos, no campo de terra da Portuguesa; tenho saudade do Skinny com feijão; das tardes corridas com Cultura Inglesa; das conversas no corredor do prédio. Saudade da piscina com “nojinho”, das idas pra ACM com direito à suvaco cabeludo e risadas. De nós dois imitando os motoristas de ônibus, se perdendo na Sendas, se achando, com sorvete de nata. Tenho saudade do som do cavaquinho, do Fundo de Quintal, da Beth Carvalho com Zeca Pagodinho, tenho saudade de uma alegria que reinava quando você vinha da escola técnica.
Há uma semana eu reencontrei o mesmo garotinho da infância, meu maior companheiro e amigo dessa vida. Eu vi naquele palco os mesmos olhos escuros brilhantes, o mesmo sorriso largo. Tive o maior orgulho em gritar “é meu irmão”, mesmo que ninguém tivesse ouvido já que a música era muito mais alta do que qualquer berro. que eu pudesse dar. Eu vi o menino que ficou reprovado no terceiro ano, que acordou tão cedo tantas e tantas vezes, que ralou anos para estar ali, simbolicamente concluindo uma faculdade. E depois vi o mesmo garotinho lamentar uma perda, provavelmente a mesma sensação que eu tive quando perdi meu estojo de canetinhas na terceira série. ERA MEU, por que alguém tomaria?
Algumas coisas mudam, deixam de existir. Mas a essência, eu não tenho dúvidas, ela tá sempre ali.
unfollow: mágoa de caboclo ou necessidade?
Twitter. A rede social mais falada do momento. Já faz um tempo que me cadastrei e lembro bem que no começo eu tinha uma meia dúzia de amigos, todos querendo entender como funcionava aquela telinha azul com espaço para digitar mensagens de até 140 caracteres. Meus dois primeiros amigos foram a Luma e o Phelipe. Daí as pessoas foram aderindo cada vez mais e se achando, através de contas no Google, Hotmail e por aí vai.
Diferente do que acontece em outras redes sociais, como o Orkut por exemplo, no Twitter você pode seguir alguém sem necessariamente ser seguido por essa pessoa. Pode ter sua conta pública ou privada, pode bloquear alguém de ler seus posts, pode fazer o escambáu (em breve, pela própria página do Twitter, poderá também “retwittar” um “tweet” e, inclusive, ver quantos mais já o fizeram, como funciona lá no Tumblr.
Tá, tudo bem. Mas a gente está acostumado ao esquema “me add que eu te add de volta”. E quando um lado não te “add”? E quando o amigo deixa de te seguir? Muita gente diz que não se incomoda mas, eu duvido que ninguém pare pra pensar no por que do “unfollow”. Será que não estou agradando? Será que sou chato demais? Ou então a criatura queria um “follow back” e eu não dei?
Estive pensando sobre o assunto e conclui que dependendo do uso que o cidadão dê ao seu Twitter, certos conteúdos se tornam irrelevantes. Atualmente, acompanho cerca de 310 pessoas e simplesmente não dou conta de ler todo mundo. Tem perfil de loja, de marketing, amigos de verdade, amigos blogueiros… Daí que se aparecer alguem MUITO bacana que eu queira seguir vou pensar duas, três vezes antes de adicionar porque é uma lista de pessoas interessantes que não para de crescer!
Então é aquela: muitas vezes o unfollow não é pessoal mas para filtrar conteúdo.
Outro dia tomei um “unfollow” porque nunca parei pra conversar com o ser. Achei engraçado o argumento mas acabei entendendo. É aquilo que a gente sabe, algumas pessoas utilizam o Twitter pra bater papo, como um Live Messenger, né? Como não é o meu caso… =*
Enfim, abro a discussão: o que vocês acham disso tudo?
PS: algumas pessoas estão tendo dificuldade para comentar aqui no blog. Realmente, se você clicar no balão com o número de comments, nada acontece. Para deixar um recado aqui, você precisa abrir o post todo, clicando no título dele ou então em “continue reading”, no final do texto. Só assim aparece o tal “Write a Comment”!
UPDATE: o balãozinho funciona agora! Agora vocês podem comentar por lá, sem ter que dar a volta ao mundo! Graças à querida Luanda, que, comovida por meus apelos e suplícios, resolveu praticar a boa ação do dia e resolveu o problema! Obrigada!!!
por que eu quero isso?
Relutei em abrir o email. Vi lá “Aproveite! Dias Insanos na Imaginarium”. Pra quem está em contenção de despesas, é sofrível conter os impulsos consumistas. Aliás, eu sempre fui fascinada por esse mundo do consumo, de como a publicidade atua no nosso cérebro despertando desejos e nos fazendo, simplesmente, perder o controle.
A Imaginarium é uma loja bacanérrima, isso é um fato. Os preços são meio puxados para alguns itens mas é aquela, o consumidor não paga só uma xícara mas a experiência em si. A arte do produto, a criatividade embutida, a diferenciação das demais. É o status, a inclusão em um grupo, a satisfação de olhar pra cistaleira e ver uma xícara preta com marca de batom dourada.
Estou lendo um livro chamado “A Lógica do Consumo“, de Martin Lindstrom, e quando vi que a discussão girava em torno de uma linha de estudos chamada Neuromarketing confesso que fiquei bastante receosa. Ora, um estudo que avalia àquele que não trai: o nosso cérebro. Porque pesquisas quantitativas e qualitativas dependem de uma série de fatores e um deles é fundamental para considerarmos os resultados válidos: a sinceridade das respostas.
Por que eu quero a caneca transada da Imaginarium e não a listradinha da Casa & Vídeo? O que me faz olhar pra vitrine da Oh!Boy e desejar todos os vestidos jeans deles, ao passo que a vitrine da Sacada não me impressiona at all? Nichos sociais, faixa etária, posição social, maturidade, momento vivido, estado civil. Em termos psicográficos, devemos considerar cada um destes fatores. Mas é exatamente ALÉM que devemos ir. O que diferencia duas meninas que responderiam a mesma coisa para todas essas perguntas? “Cada um é cada um”. E é para esse “cada um” que o mercado se volta. Vivemos a era do consumidor!
O livro é polêmico e perturbador. Buscar respostas que os métodos tradicionais de pesquisa até hoje não respondem, indo direto na fonte é considerado por muitos estudiosos sociais agressivo à natureza humana (por vezes, cruel). O interessante nisso tudo é observar o esforço dos pesquisadores do consumo em compreender como funcionamos diante de impulsos consumistas.
Falando em impulsos consumistas, não me contive e resolvi montar uma listinha de preciosidades aqui no blog. Só pra eu não esquecer, sabe? Mas se vocês quiserem me presentear com algo sabe, MÃE? Sabe, PEDRO? =D
adeus, patrick swayze!
Doença devastadora e fulminante levou esse sorriso pra um lugar mais bonito.
re-post: war é amor
(Imaginem só: você mora num lugar onde tudo parece um cenário de filme, estilo Show de Truman. Imaginaram? Então, é mais ou menos isso. E por favor, relevem certas informaçõe do texto pois é antigo, viu?)
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No último post, comentei sobre o feriado do 4 de julho aqui nos Estados Unidos e sobre como é estranho ter a impressão de que estou num documentário do History Channel, com pessoas vestidas de azul, vermelho e branco, acenando bandeiras do primo rico, com queima de fogos maior que no ano novo, chegando mesmo perto do nosso famoso reveillón em Copacabana, a princesinha do mar.
O assunto me levou a pensar no por quê de revirarmos os olhos quando falamos deles e sobre como é chata essa tradição bélica. Pois bem, como um assunto puxa o outro, acabei lembrando de uma coisa.
War.
A primeira vez que vi o jogo, eu era muito pequena e assistia Xou da Xuxa. Mas meus vizinhos eram grandinhos e viviam no corredor do prédio em meio a jogos de tabuleiro. Banco Imobiliário e suas notinhas que sempre sumiam, Jogo da Vida, Detetive… Claro que teve a época do Atari, Phantom e do RPG também… Mas quando rolava o War… A coisa era séria.
E eu não entendia direito o jogo, como eu disse, na época eu era muito novinha e estava mais interessada no desenho dos Ursinhos Carinhosos ou na minha coleção da Moranguinho. Mas, o tempo foi passando e os vizinhos, já crescidinhos, continuavam jogando aquela coisa. De vez em quando rolavam uns gritos, briga e eu comecei a ficar curiosa. Até que entendi o motivo pra tantas emoções.
Um belo dia, meu irmão e eu ganhamos um War de Natal e foi tipo a_glória. Lembro que ganhamos o War II, que vinha com aqueles aviões. Nunca fui muito fã deles porque de uma vez só te arrancava dois mil exércitos, então tinha vezes que a gente mudava a regra e não usava os dito-cujos. Foram tardes e noites jogando aquele troço. E podia vir a mãe, o pai, quem fosse pedir pra guardar tudo e ir pra cama que não dava certo, entrava por um ouvido e saía por outro. Até o dia em que meu irmão emprestou o diabo pra um amiguinho da escola e a caixinha preta nunca mais foi vista.
Fiquei triste por um tempo porque o jogo era mais MEU do que do meu irmão mas superei o trauma. Cresci mais, ganhamos um Mega Drive, viciei nuns jogos lá e esqueci para sempre o tal mapa com países e cidades que até então eram desconhecidos para mim.
Mas a vida é uma caixinha de surpresas e depois de “grande”, já na faculdade, quem me aparece no Centro Acadêmico? O War. E em vez de irmos para o bar ou de assistirmos aula, era no C.A. que passávamos um bom tempo jogando. E, impressionante, como sempre dava merda.
Sempre rolavam aquelas alianças imbecis, que volta e meia terminavam em traição, com direito à risadinha maléfica ao revelar o objetivo. E os roubos de pecinhas, e a troca de cartas por debaixo da mesa. Lembro muito quando tinha casal na mesa. Impressionante como SEMPRE dava briga. SEMPRE. E do jogo, a briga ia sempre pro fim de semana em que o namorado deixou a namorada em casa pra ir ver o Campeonato Brasileiro na casa do Jorginho porque ele tinha Pay Per View. Ou do dia em que a guria inventou de ir no shopping e passou horas na Renner.
Mas uma coisa que eu sempre lembro quando penso em War era do “terremoto”. Sabe quando nada dá certo, os dados não ajudam e você está quase perdendo, com meia dúzia de exércitos, sem direito a pegar pelo menos uns quatro na troca de cartas e aí você olha pro amigo, ele tem tipo duzentas bolinhas vermelhas espalhadas pelo mundo e, dois continentes dominados e tá prestes a bater o objetivo? O que te dá vontade de fazer? Sair correndo? Convencer toda a mesa a reiniciar o jogo? Fazer um despacho pra da próxima vez ter mais sorte? Ou simplesmente sacudir o mapa com tudo em cima e deixar todo mundo com raiva?
Era o que o povo fazia. Terremoto. Ia peça pra tudo quanto é lado e ninguém tinha mais saco pra nada. Daí olhavamos pro relógio, víamos que já era quase dez da noite e que a aula já tinha acabado e nosso material estava lá, abandonado nas cadeiras. Quando íamos pra sala de aula.
Mãe, desculpa. Pai, eu me formei com CR bom. Graças ao War.
(postado originalmente em 06/07/2008)
re-post: vai um pastelzinho?
(Esse post foi originalmente escrito em 08/08/08. Esse é um post pra quem tem saudades de “casa”, como a @graviola, que hoje só queria comer um cachorro-quente de carrocinha. Pode parecer idiota pra maioria das pessoas que nunca se viu longe da sua terrinha natal. Não, eu não quero fazer ninguém chorar ou não vou bancar o Policarpo Quaresma, falando de como o Brasil é uma merda mas é NOSSO. É apenas um post que fala de saudades de onde realmente está o nosso coração. Seja na carrocinha de cachorro-quente, no pastel da feira ou nas pessoas que a gente deixa guardadinhas – no peito, lado esquerdo, geralmente…)
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Tá bem, ontem bateu uma depressão, um baixo astral e eu banquei a mulherzinha e abri meu coração mais do que devia. É chato, é repetitivo, é emo. Então hoje acordei melhor, vi as fotos das Olimpíadas e imaginei a todo instante um exército chinês, com aquelas bandeiras coloridas, maquiagem carnavalesca e tambores, chegando em navios enormes, adentrando a Baía de Guanabara, invadindo o Brasil, iniciando a epopéia de conquista do mundo.
E aí que uma coisa leva a outra, nessa onda de saudade do Brasil, lembrei das pastelarias chinesas. Onde mais você encontra um joelho e um refresco por R$1,50? Pra quem não sabe o que é joelho, porque no Rio chamam de joelho, mas aí você vai pra Niterói chamam de italiano e por aí vai, é um enrolado com queijo e presunto, que vai ao forno, tipo um pãozinho. E o pastel? Pastel, cara. Pastel de queijo, com carne e pedacinhos de ovo cozido, “camarão”… E os de feira? Enfim, foco. Nas pastelarias chinesas, além do convencional com bolinhas em formato retangular, também tem o famoso pastel chinês, que tem uma massa diferente, um pouco mais gordurosa mas que também tem espaço no meu coração.
Aqui nos Estados Unidos, não tem pastel. Mas tem wonton, uma massa muito parecida com a nossa massa de pastel, usada pra fazer rolinho primavera (aquele que sempre vem com repolho e umas coisas estranhas dentro, no restaurante chinês). Então que outro dia me aventurei na cozinha, comprei wonton e fiz igual a massa que a gente compra no supermercado aí mais próximo da sua casa: coloquei um queijo picadinho, presunto, até blue cheese eu usei, porque sou fina. Resultado: mini-pastéis! Chamei os amigos americanos pra provar a iguaria e eles aprovaram. De quebra, ainda matei um pouquinho as saudades desse quitute, inspirado na culinária chinesa mas com toque brasileiro.
preparando os bichinhos…
os bichinhos na panela com óleo quente…
eeeeeeeee pastéis prontinhos!
Fica a dica: improvisar é o negócio. Não tem aquela lojinha esperta de produtos brasileiros por perto? A gente dá um jeito!
tirando o pó da estante
Esse post da Luma fez meu dia (que apenas começou).
Semana passada chegaram uns 5 livros lá em casa, alguns da faculdade, outros “normais”. É aquele drama sempre, né: onde acomodar os novos filhotes?
Lá em casa tem uma estante de livros que há uns anos atrás comportava tudo muito bem (os meus, da minha mãe e meu irmão). Passados alguns anos, a situação é caótica. Resolvi, então, tomar uma atitude e selecionei aquilo que realmente queria manter comigo. Alguns livros eu simplesmente não consigo me desfazer por questões sentimentais. Fico imaginando o dia que darei o meu primeiro livro lido na vida pra minha filhota (ou filhote), o livro mais querido da faculdade, da escola, da adolescência…
Lembrança vai, lembrança vem, eu ainda tinha uma porção de livros na minha frente pra desapegar. Separei uma meia dúzia pro Trocando Livros, já que estavam em ótimo estado para trocar por outros. Outros eram didáticos ou específicos demais e eu resolvi colocar tudo numa sacola pra doar.
A Luma sugere algumas dicas para quem quer doar livros e não sabe como nem onde.
Também é possível recorrer aos sebos para trocar ou mesmo vender aquele livro que não te interessa mais. Exemplo: no primeiro período da faculdade, compraste toda a bibliografia sugerida pelo professor de Introdução à Sociologia (calouro é foda). Daí que você já se formou, já está no mestrado e NUNCA MAIS vai abrir aquele livrinho que te ajudou deveras mas que hoje apenas ocupa um espaço na estante, acumulando poeiras e ácaros. Por que não transformá-lo em um novo livro? O que não te serve hoje pode ajudar outrem.
No Centro do Rio de Janeiro existem uma quantidade sem fim de sebos que topam trocas e vendem aquela bíblia da Administração por um preço BEM mais em conta. No site Traça, que comercializa livros usados, novos, esgotados, raros e etc, há um Guia de Sebos no Brasil! Basta procurar pela sua cidade! O Estante Virtual também te ajuda nessa missão.
Falando em livros, hoje começa mais uma Bienal do Livro aqui no Rio. Mesmo esquema: no Riocentro, de 10 a 20 de setembro. E tem até Twitter (@bienaldolivro).
Então, fica a dica: nesse fim de semana, tire um tempinho para rever sua coleção. Vai que rola uma troca online? Com um amigo? Uma doação? Uma venda (sabe-se lá)? Renovar faz bem pro karma HAHAHAHHA valeu, Raquel.











