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Declarações de amor para a comida favorita

Valentine's Food | Maionese

Amanhã comemora-se o Dia dos Namorados em boa parte do mundo. Acredito que o Brasil seja um dos poucos países onde a data cai em junho. Pela web, pipocam tutoriais de cartões, comidinhas românticas, cada lindeza de dar gosto.

Tudo lindo, firmeza, se você tem namorado(a). E se não tem, pode entrar na dança? Lógico! Cê pode declarar seu amor a um amigo, ao cachorro de estimação… ou a sua comida preferida.

A galera do Buzzfeed se encarregou de preparar algumas imagens bem divertidas. Eu dei risada de várias, olha só:

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Valentine's Food | Maionese

Se eu tivesse que escolher um alimento pra chamar de amor seria a manteiga. Ou a banana. E vocês?

Eu e John, John e eu

Funny-Pictures-How-My-Cats-See-Me

Eu sempre quis ter um gato. Ou um cachorro. Ou os dois. Vivia pedindo pra minha mãe, que deixasse a gente ter um bichinho em casa. Nunca deu certo. O prédio em que morávamos era super severo em relação a animais e por causa disso meus pais preferiram não comprar essa briga. Havia passarinhos uma época, boa parte deles eram trazidos pelo meu avó ou então resgatados na rua (havia muitas árvores e volta e meia nos deparávamos com algum filhotinho machucado, daí minha mãe trazia pra casa e a gente cuidava deles). No fundo, nunca curti muito a vibe do passarinho na gaiola. Primeiro porque né, o bicho tá preso. Segundo porque passarinhos não foram feitos pra interagir com você. Ou pra serem criados enjaulados. Mas enfim, tem gente que curte.

Ainda adolescente, durante uma viagem de férias, cuidamos de um gatinho que estava abandonado num matagal. Até hoje não sei se era macho ou fêmea, era um tigradinho bem vira-latinha. Batizamos o gato/gata de Canguinha. Infelizmente, tivemos que deixá-lo quando as férias terminaram porque não havia a menor chance de trazê-lo conosco. Meu coração se partiu em mil mas não havia nem logística pra que ele viesse com a gente pro Rio.

Após 30 anos de existência, me mudei para um apartamento junto com meu Pedro. Ele, que sempre teve cadelas correndo pelo quintal de casa, não animava muito com a ideia de ter um gato no apê. Aquela vibe “gatos são independentes demais… dormem o tempo todo…”. Um belo dia, uma amiga apareceu no Facebook dizendo que precisava encontrar um lar para uma gatinha muito filhotinha. Foi assim que conhecemos a Mia.

mia-gata

Fomos buscá-la de carro numa tarde de domingo e como ela era pequenina. Devia ter pouco mais de um mês! Batizamos a gatinha de Mia Wallace por causa do filme Pulp Fiction e nossa, como estávamos felizes em trazer a pequerrucha pra casa! Tava tudo lindo, até percebermos que ela não estava bem… Ela ficou quieta, respirando com dificuldade e com diarréia. Já era bem tarde quando corremos para o veterinário e a resposta não era boa: Mia estava com febre, possivelmente muito anêmica e doente. Ela ficou internada e no dia seguinte… havia falecido.

Nunca chorei tanto na minha vida. Acho que só chorei assim quando meu avô morreu. Depois que você segura em suas mãos um ser tão frágil, tão indefeso, que tá ali lutando, é como se todo o amor possível no mundo tomasse conta de você. E de repente, o ser que a gente amou tanto se vai. Bizarro que foi tudo em menos de 24 horas. Você pensa “mas meooo, nem deu tempo de se apegar”. Deu. E como deu. Mas o que doía mais era o fato de sentir nas mãos essa coisa chamada vida. Ela não conseguiu e isso me matou durante dias.

Fiquei abalada emocionalmente por uns dias até que uma amiga um dia comentou sobre um gatinho que estava em busca de um lar. Ele havia sido resgatado no Centro do Rio, após ser agredido por um segurança na rua. O bichinho tentava entrar em um hospital, provavelmente faminto, e esse segurança o explusava do recinto com chutes. Ao saber dessa história, além de revolta, me bateu aquele sentimento São Francisco de Assis. Eu já tava doida pra ter um companheiro animal novamente. Numa quarta-feira, 21h, fomos no Engenho de Dentro encontrar o John.

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Oi, tô na sacola! Me leva? Me ama?

Essa foi a primeira foto que vi do John na vida. A foto que minha amiga mandou pra gente e que ficou dias na minha cabeça. Essa carinha de fuinha, esses pelos descabelados… Esse olhar pedindo pra ser cuidado/alimentado/afofado. Não teve jeito.

Desde dezembro John faz parte da nossa vida. Não só a minha e do Pedro mas dos meus pais e dos pais dele. E dos nossos amigos que saem sempre apaixonados pelo John quando nos visitam. John é desses gatos que deita no meio da roda de conversa pra participar também. Bom, vamos a lista ilustrada de coisas que o John adora:

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Grey’s Anatomy: assisto quase todos os episódios no iPad. Acho a Meredith bonita, apesar de maluca.

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Caixas: curto todas! Grande, pequena… o importante é ser bem quentinha! Quanto menor, melhor!

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Euzinho posando pro Catálogo da Ellus 2014. Sou bonito?

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Faço denguinho pra minha mamãe, pra ganhar Whiskas Sachê!

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E adoro beber água do tanque, mesmo com o bebedouro elétrico caro pra burro que meus pais me deram…

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Gosto tanto dos meus pais que fico olhando os pés deles pelo vão da porta. 

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Enquanto mamãe trabalha, eu fico deitado do lado dela, escutando as músicas que ela canta… Minha cara diz tudo, né? Mamãe canta bem não.

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Como todo gato, adoro uma soneca. Se tiver travesseiro, melhor ainda!

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Vai, mãe. Tira logo a foto. Tô fingindo que é espontânea.

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Opa, tô aqui só deitadão, nem quero pegar esse pedaço que tá dando mole no prato…

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Ganhei uma casa linda da minha tia Lisa mas não sei bem onde tenho que ficar. Aí dentro? Ou aqui em cima tá bom?

Desde que adotamos o John, não paro de pensar em como seria a vida dele lá fora, sendo chutado pelo segurança. Ou por qualquer outro ser desprovido de compaixão que maltrata animais. A quantidade de casos que vemos diariamente de por aí, envolvendo animais, não tá no gibi. E aperta o coração saber que não vamos conseguir ajudar a todos. Alguns ficam pelo caminho, como a Mia. Outros sequer tem uma chance. Mas há os casos felizes. Hoje eu sou muito mais feliz por olhar pro lado com a certeza de que ele tá ali, protegido, amado. É a minha companhia diária, da hora que acordo até a hora em que adormeço. Muitas vezes só escuto os seus barulhinhos: comendo a ração no potinho ou correndo de um canto pro outro. E esse olhar… Que olhos!

Esse é o John Constantine, gente. Inspirado nesse John aqui. Obrigada à Maria de Fátima, que o acolheu e prestou os primeiros cuidados. À Ana e Alessandra, por terem feito o contato comigo. E à vida, por ter colocado esse peludo nas nossas vidas na hora certa. Obrigada.

E já faz 5 anos…

Há 5 anos, eu voltei de uma viagem para os Estados Unidos. Havia um “quê” de frustração por estar voltando. Havia um misto de saudade de uma vida que tinha tudo pra ser bacana, em um país bacana, com pessoas bacanas. Mas ali jazia um certo alívio por voltar pra casa. CASA: onde estão as pessoas que te conhecem como ninguém. Que mesmo sabendo que você é cheia de defeitos, estão sempre, SEMPRE, ali, prontas pra te acolher.

E foi assim que eu voltei. Com um cabelo bizarro, super inchada, exausta pelas horas de espera nos aeroportos, seguidas pelas horas de voo – e todas as implicações que os voos nos proporcionam (pés que não cabem nos sapatos, gases, dores por todo o corpo). Fui recebida por balões e abraços, daqueles que te dizem no silêncio “por favor, não vá mais embora”. E eu atendi.

Era sexta-feira e de longe eu havia organizado uma festa com os melhores amigos da vida. Sem dúvida, aquela festa do dia 15 de agosto de 2008 deixou saudade no coração de todo mundo que esteve presente. Teve música pra “bater cabelo” e pra dançar coladinho. Teve drink pra fazer perder a vergonha e pra fazer perder a linha. Tinha muita gente e alegria. E tinha um amigo que eu não via há tanto tempo. Esse amigo era ele.

WOW

E esse olhar de Heleninha Roitman, hein? 

Quando ele chegou, eu já estava mais pra lá do que pra cá. E acho que isso foi fundamental pra que eu tivesse a cara de pau pra “pedir uma dança”. Dessa música. “É a sua música”, berrei com voz de traveco da Lapa. E mesmo assim, ele dançou comigo. E me abraçou. E a gente se abraçou por todos os finais de semana que se passaram…

Lapa/RJ

:,)

A gente tem tanta coisa em comum. O gosto bizarro por montagens da Furacão 2000. As lembranças bestas de comerciais dos anos 80. Vinhetas de rádio. Segredos bizarros, implicância com coisas pequenas. E lá se vão 5 anos de convivência. CONVIVÊNCIA, algo que acaba separando as pessoas. Porque é difícil viu, gente: abrir mão das vontades, dos espaços, deixar aquela parede que você queria branca ser preta porque ELE quer. Meninos, sejam mais pacientes com os amados. Vale a pena e não faz os dentes caírem, viu?

Justice/Circo Voador

As madrugadas do início de namoro nos renderam uma trilha sonora pra vida. Ainda hoje escuto certas canções e é como se eu pudesse voltar no tempo. Vem o sorriso e até mesmo uma lagriminha de canto de olho. Lagriminha de felicidade, por ver o quão longe a gente chegou. E esse é só o começo.

Hoje a gente divide uma casa. As contas, a geladeira. A janta, o amor do nosso peludo, o sofá (esparramados seja durante a semana ou no sábado à noite). Dividimos os amigos, os pais e os avós. Mas não dividimos amor, não. A gente soma.

Paraty/RJ

E que venham mais 5 anos de amizade, companheirismo, risadas, aventuras e amor. Acho que amar é isso: olhar pro lado e ter a certeza de que fez a escolha certa. De que ali está alguém que te faz cada vez mais pleno. Que te preenche de orgulho diariamente. Como se fosse a primeira vez.

Trindade/RJ

NY/USA

New York, New York

New York 2013

Estive ausente do blog e das redes sociais por motivos de: MINI-FÉRIAS + MINI-LUA-DE-MEL. \o/

Foram 7 dias em uma das cidades mais divertidas e iluminadas do mundo: New York City (e na minha rádio mental sempre toca “New York City Boy”, do Pet Shop Boys). Apesar de ter morado por duas vezes nos Estados Unidos, ainda não conhecia Nova Iorque e posso dizer que entrou pra lista de lugares que amo nesse mundo.

Aos poucos vou compartilhar algumas experiências bem bacanas que vivi. Desde a compra de um MacBook na Apple Store (sério, merece um post por conta da agilidade ANIMAL do atendimento) até a vista maravilhosa do hotel que ficamos hospedados. As dicas de restaurantes vão pro Gordelícias, mas eu divulgarei tudo na fanpage do blog. By the way, já curtiram a página? É essa aqui ó: http://www.facebook.com/BlogMaionese.

New York 2013

Tomando um copão de chá no Dunkin’ Donuts

New York 2013

No “fundo do mar”, direto do Museu de História Natural

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No topo do Rockefeller Center!

New York 2013

Delicinha do Le Pain Quotidien

New York 2013

Blue Moon, a melhor cerveja do mundo

New York 2013

 

Bryant Park

Feliz Natal e Feliz 2013

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Essa é a minha família, desenhada pelo Pedro Quintino

Pausa para as festas de fim de ano. Break mais que merecido depois de um 2012 cheio de altos e baixos. Cada “baixo” foi recompensado com “altos” incríveis. Hoje tenho uma segunda família, formada por dois grandes amores.

Desejamos a todos um Natal maravilhoso e que 2013 seja ainda mais fodão!

O meu chá-picnic de panela

Contei pra vocês aqui que estava organizando meu chá de panela. Nunca quis festa de casamento (de verdade), acho que sou muito envergonhada pra esse tipo de coisa. Ser o centro das atenções, todo mundo te olhando, te desejando felicidades, falando mil coisas, tudo muito confuso! Mas, mesmo  não querendo nada disso, não quis deixar passar em branco. Pensei “vou fazer um lanchinho com meus amigos e parentes mais próximos, nada muito exagerado…”. E o resultado foi uma tarde (quente) de domingo deliciosa, que acabou em chuva, carro cheio de presentes e, mais do que isso, uma sensação deliciosa de estar começando algo muito legal.

Querem ver como foi? 

Arrumando os docinhos com mamãe

As lembrancinhas: mini-brownies de chocolate amargo

O bolo: Red Velvet Cake – receita aqui

Vivaaaaa!

Ufa, coube quase todo mundo!

Faltou o irmão e a cunhada

Muitas delícias e doces by Marocas

E como quem tem amigos, tem tudo nessa vida, ganhamos de presente um vídeo tão bonito! Dá pra vocês terem uma ideia de como ficou tudo tão jeitoso e feliz. Esse trabalho é do casal Mayc e Nanda – e que surpresa boa foi esse reencontro hein, Nanda? Depois de tantos anos…

AGRADECIMENTOS:

E eu não poderia deixar de agradecer a todos que abriram mão do domingo pra passar essa tarde comigo e com o Pedro. Era longe, tava calor, domingo é “brabo”, tinha jogo do Fluminense… Vocês são demais! Agradecimentos especiais às amigas Fabi, Gisele (e os respectivos) por chegarem tão cedo e ajudarem a arrumar tudo. Edith (que provavelmente não vai ler) por ter sido tão criativa em tão pouco tempo. Lisa, pelos corações que formaram o painel mais fofo de todos os tempos. Ingrid, pela torta de salsicha e por ter ajudado a carregar o bolo. Thaiana, pelo bolo mais bonito da cidade. Pai, mãe, vó, Daniel, por tudo. Bina e Tio Manso, por terem colocado o Pedro no mundo. Pedro, por embarcar em todas as minhas ideias malucas. No fim das contas, a gente ficou uma gracinha cortando o bolo, vai? ;)

48 meses

Os últimos dias não tem sido muito calmos. Chega a ser chato dizer que tá tudo muito corrido, que ando sem tempo, porque né, no fim das contas não tem muito jeito. Ou a gente impõe um ritmo nas coisas ou é engolido pela maré. Infelizmente, a segunda opção aconteceu comigo.

Há 4 anos meus dias “15″ tem sido especiais. Porque desde o dia 15 de agosto de 2008 eu tenho um motivo a mais pra sorrir quando acordo. Ou quando chego em casa, morta, quando a gente não está juntos. Quando acontece alguma coisa MUITO BOA ou MUITO RUIM, é pra ele que eu ligo. Seja no plano pra dominar o mundo ou em algo bobo, que acaba não dando em nada, é ele que está lá, apoiando. Sempre.

É ele a minha cobaia quando invento coisas na cozinha.

É ele que sofre com a minha mania de sair fotografando.

É ele que me sacode quando eu preciso. E que acaba colocando as coisas no lugar, de volta.

É ele que me faz companhia sexta à noite no supermercado.

É ele que me vê chorando com Ratatouille.

É ele o meu parzinho na “valsa da vida”.

E não é verdade?

Acordei pensando nessa coisa chamada “amor”. Porque a gente nasce, cresce, vive e tá sempre em busca de companhia. Seja de amigos ou de alguém que faça valer todo o esforço em compartilhar o nosso tempo (entenda por “tempo”: o espaço livre fora do eixo casa-trabalho-curso-casa).

Ontem fui a um casamento de dois grandes amigos e além da festa maravilhosa que eles prepararam para os amigos e família, o mais bonito eram os sorrisos e os carinhos que eles trocavam. É um desses casais que a gente vê e dá gosto, sabe? E mesmo sabendo que eles não são perfeitos – porque nada nessa vida, minha gente, é/vai ser perfeito – você se sente inspirado e renovado. São os exemplos que enchem a gente de esperança, de que nem tudo está perdido.

Bom domingo pra vocês!

 

Bonitezas da Web: Cartões “True Love” (It Does Exist)

Já estamos quase em fevereiro e em alguns países do exterior comemora-se, no próximo dia 14/02, o Dia dos Namorados (Valentine’s Day). Se até o Snoopy’s Street Fair (app lindo e fofo para iPhone) já está no clima, imagina só se as lojas on line e sites cheios de freebies não iam estar?

Eu vi essas lindezas acima em uma lojinha da Etsy. Trata-se de um jogo com 4 cartões feitos em papel 100% reciclado. Cada cartão traz um casal de monstros diferentes, que se amam apesar de tudo. Achei cute!

Se você quiser comprar e guardar pro nosso dia dos namorados, em junho, é só clicar aqui.

As minhas 30 primaveras

Há uma semana, eu acordava de uma grande noite. Cansaço, muita sede, resquícios de um sábado que não foi como outro sábado qualquer. Era o sábado do meu aniversário de 30 anos.

Eu não queria um encontro no barzinho ou uma festinha na buatchy. Queria algo com os meus amigos, para os meus amigos, com a minha cara, com o meu toque. Um encontro pra comemorar 30 anos do jeito que eu sempre sonhei. Muita coisa acabou não rolando, afinal tínhamos o Ano Novo no meio do caminho e o tempo era super curto, mas foi suficiente pra conseguirmos fazer muita coisa, com muito carinho. A lista de agradecimentos é grande, muita gente ajudou a fazer do dia 07/01/12 um dia inesquecível na minha vida.

PC lovers

Nunca tive uma festa surpresa. Nunca tive uma senhora festa de aniversário. Mas sempre tive um bolinho com gostosuras, isso minha mãe nunca deixou faltar, em 30 anos. Fazer aniversário logo após o Ano Novo tem seus problemas: nunca tem festinha na escola, muitos dos seus amiguinhos não vão porque estão viajando ou porque você perde contato. Ou então você está viajando (ahhh que saudade das férias escolares, duas vezes ao ano). Ou morando fora. Daria até pra fazer uma retrospectiva de festas de aniversário mas o post ficaria muito grande.

Festinha com fumaça e luzes coloridas! Até que enfim, sonho realizado!

A gente tinha pouco mais de uma semana pra comprar os enfeites, preparar os docinhos, encomendar o bolo, convidar a galera. Além de rezar pra São Pedro segurar a chuva, que estava programada pro sábado à noite. Eu e os amigos “ajudantes” já estávamos nos preparando pra organizar espaços cobertos na casa, com lonas e tendas. Mas, graças às preces, não foi preciso nada disso.

Tinha até “lounge”: com água mineral e amendoim!

Acordamos bem cedinho no sábado pra ajustar todos os detalhes finais: flores, pães, montar os sandubinhas, receber a cerveja inicial, decorar a casa. Por volta das 8 da manhã, eu e Pedro corremos na Cadeg em busca de margaridas, que tornariam a festa ainda mais bonita e alegre. Que lugar apaixonante! Mas isso rende assunto pra outro post.

Depois foi a vez de buscar os pães para montar cada sandubinha da festa. Além da feira, que ficou por conta do Lucas e da Lisa, que sonhou com milhos cozidos na mesa de comidas. Que ideia boa e prática, segura a fome legal dos beberrões! Sem falar das pipocas em saquinho, suspiros, cachorro-quente com batatinha-palha e condimentos…

Cada comidinha tinha uma plaquinha, indicando o que era. Ideia simples e prática, assim ninguém fica confuso em relação a um sabor de sanduíche ou doce. Vivi me ajudou com cada uma delas.

A mesa de doces também fez muito sucesso. Não é por nada não mas a gente mandou muito bem na decoração. E nos sabores dos docinhos: brigadeiro de alpino, chocolate e beijinho. E ainda tinha tortinha de limão no copinho e bicho de pé (aquele “brigadeiro de morango”, saca?).

E ainda teve lembrancinha, bolinha de sabão e muita, muuuuita cerveja gelada, graças ao meu irmão Daniel, que tomou conta de tudo que chegava e providenciou o gelo em boas quantidades, garantindo que as bebidas gelassem com o calor insuportável desse Rio de Janeiro.

Acabou que a gente não cantou parabéns na festa e o bolo ficou INTACTO pro dia seguinte, pra alegria de quem sobrou na casa.  Algumas horas depois, o bolo fez a alegria da garotada e fechou lindamente o final de semana, com direito a vela de 30 anos e muita alegria.

Ganhei presentes muito legais, revi amigos de antigos empregos, amigos de hoje, amigos de sempre. Sem contar que havia uma área na festa onde as pessoas deixaram recadinhos muito fofos, que eu deixei pra ler no dia seguinte. Obrigada, pessoal! Obrigada! Contei com a ajuda de muita gente querida, que fez de tudo pra garantir que a festa fosse super divertida e desse certo. E deu mais do que certo.

AGRADECIMENTOS!

Ingrid, pelos docinhos de Alpino e biscoitinhos, que seguraram a fome do povo.
Dan, pelo gelo, pela cerveja, pelo apoio moral.
Pedro, pelo equipamento de som, fumaça, tudo mais. Só você sabe como isso era importante pra mim… <3
Lisa, pela casa, pela decoração, pelas ideias criativas, pela paciência em acomodar as margaridas nos potinhos!
Lucas, pela organização da casa e pelas fotos, obrigada!
Vivi, pelas plaquinhas e suporte na cozinha!
Léo “Arquivo”, pelos sandubinhas, cachorro-quente e pelo set incrível de funk antigo!
Léo Pontual, pelo milho cozido e cortadinho e pelos docinhos que você ajudou a embalar (e comer também).
Rodrigo e Flavio, pelos sets que colocaram todo mundo pra dançar.
Mãe, pelo apoio moral, pela ida ao Centro carregando sacos e mais sacos de bandejas, bolas, forminhas, pelos docinhos… por tudo!

***

Pra quem ficou interessado em fazer alguma das comidinhas da festa, em breve vou postar as receitas no Gordelícias. Não tem nada muito complicado, foi tudo bem simples e gostoso. Garanto que fará muito sucesso na sua próxima festinha e reunião com amigos

Bonitezas da Web: What Makes Love True

Adoro quando as marcas investem no “fora da caixa”*  e “se vendem” com conceitos simples e encantadores.

*vamos combinar uma coisa, eu odeio essa expressão mas é a que melhor se encaixa pra falar dessa ação…

Dessa vez, foi a Tiffany’s & Co. A famosa joalheria colocou no ar uma campanha que fala de amor. Do verdadeiro amor. E tendo como cenário para todas as iniciativas… Nova Iorque. Acho que nesse caso, Nova Iorque briga “pau a pau” com Paris pela coroa de “cidade que inspira o amor”. Discussões à parte, vale a pena explorar o hotsite da campanha, que é lindo de morrer.

.:Destaques:.

True Love in Pictures

A Tiffany’s & Co convidou o famoso blogueiro e fotógrafo The Sartorialist e sua amada para clicar casais apaixonados e qualquer indício de amor pela cidade, utilizando o aplicativo Instagram. O resultado é uma galeria cheia de fotos bonitas e inspiradoras.

Tiffany’s New York

Uma espécie de guia para os casais enamorados explorarem na cidade. Restaurantes, parques, recantos perfeitos para apimentar ainda mais a relação.

True Love Stories

Uma coleção de histórias enviadas por gente como a gente. Muito bonitinho! <3

Sobre existir há trinta anos

Não deu nem tempo de montar uma listinha ao estilo “30 Before Thirty“.

Os últimos 12 meses da minha vida passaram tão depressa que ainda ontem eu estava na praia de Copacabana, imaginando como seriam os próximos meses da vida. Já formada (novamente), em busca de um emprego um pouco melhor, uma vida mais saudável. Acho que consegui realizar esses dois itens.

Tem gente que diz que fazer 30 anos é bobagem, que é apenas mais um aniversário. É a mesma galera que ignora datas especiais como Natal, Páscoa, dia dos Namorados, ou qualquer outra coisa que sirva como marco de qualquer coisa. Gente, aniversário é e sempre será especial. Mais do que Ano Novo: o aniversário é uma oportunidade de fazer um balanço do que você é. Pelo menos é assim que eu penso.

Assoprar mais uma vela, dessa vez a dos 30, é muito assustador mas ao mesmo tempo divertido. Parece que você sobe mais um degrau na vida, sabe? Se é que existem degraus… Mas parece que alguma coisa muda aqui dentro sim, é psicológico. E nem é ruim, do tipo “você ainda mora com seus pais?”, “você ainda tá namorado e não é casada?”. Muito pelo contrário, eu olho pra esses 30 anos e vejo um monte de coisas: lugares que fui, gente que conheci, fotografias que tirei, comidas que já provei, cheiros que já senti. Abraços, dos mais variados. Foram inúmeras folhas de caderno riscadas com conhecimento – três faculdades – livros e mais livros lidos, monografias, conhecimento adquirido.

São várias fitas cassetes e cds com “trilhas sonoras”.

São vários pequenos filmes.

Contos.

Segredos.

Alegrias.

Amizades.

Amores.

Hoje, um único amor, o que eu quero que me acompanhe por mais 30 anos (e mais trinta, até a gente ficar velhotinho).

Então que eu vou assoprar essa vela com os meus amigos queridos, hoje e no próximo sábado. E eu tenho certeza que vai ser especial. Porque não é todo mundo que chega “aqui” com esse tanto de bagagem (e uma carinha de 20 anos, fazer o que HAHAHAHHA).

1 ano

6 anos

11 anos

16 anos

21 anos

26 anos

Agora há pouco…

(depois do dia 07/01 eu tenho certeza que entrará um post super meloso e sentimental aqui no blog… e a culpa será de cada “maldito” que fez e faz parte da minha vida, nesses anos já cultivados…)

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