sem cebola, sem pickles.
Posts tagged bonitezas
arrumando os cds
Aug 3rd
Vi essa ideia no Holycool e achei bem supimpa:
Além de organizar os cds, ainda deixa o ambiente mais colorido.
A caixinha está à venda nesse site aqui.
E vocês, como costumam guardar cds e dvds? Em torres de plástico, também conhecida como “pino”? Em pastas? Conta aí! =)
belezuras da web: karla’s closet
Apr 18th
Ela é linda, se veste maravilhosamente bem e me fez gostar de cabelos curtos.
Sem falar nos saltões que a mulher usa. Só coisa poderosa. Queria eu poder usar saltão… Mas pegando ônibus cheio, sempre correndo pra chegar no horário, nessas calçadas ferradas de pedra portuguesa…
Karla é musa inspiradora e esse é o blog dela.
cabide cool
Mar 26th
Já foi o tempo em que suas roupichas ficavam em cabide de lavanderia (aquele de arame, geralmente azul).
Babem nesse aqui ó:
Tipos que eu olhei a foto no post do The Trendy Girl e levei um tempo para entender por que a blusa estava “voando”. Depois de uns minutos, percebi que se tratava de um cabide.
Amor eterno!
Os cabides foram desenvolvidos por um brasileiro chamado Mikael Dutra.
aprendendo todos os dias
Mar 26th
Esse site já faz parte do meu Google Reader há algum tempo e acredito que o tenha descoberto nessa de compartilhar itens com os amigos. Aliás, já não consigo imaginar a vida (exageradaaaaaa) sem essa coisa de dividir pequenos carinhos e gracejos com pessoas durante o dia, mesmo que virtualmente.
E ainda dá pra fazer camisa com as ilustrações, escolhendo a cor e o modelo desejados (feminino ou masculino). Só não consegui encontrar no site restrições para entrega no Brasil.
E pra quem quer trocar links comigo, também ando pelo Delicious e Stumbleupon (conta meio que falecida, tem tempos que não atualizo por lá).
bonitezas para olhos e ouvidos: tycho
Oct 29th
Vai viajar nesse feriado? Vai aproveitar pra descansar em casa mesmo?
Então segura isso aqui:
Também conhecido como ISO50, Scott Hansen, também conhecido como Tycho, é um designer norte-americano e produtor musical. O “pior” é que o cara manda bem nas duas modalidades. Babem nas capas dos álbuns do rapaz:
Past is Prologue
Sunrise Projector
The Daydream/The Disconnect
The Science of Patterns
Adrift/From Home
Coastal Brake
Para conhecer mais do seu trabalho, clique aqui.
ame, simplesmente
Oct 22nd
Você ama o que vê quando se olha no espelho?
Não é novidade pra ninguém que vivemos uma época que ainda cultua a magreza doentia, aquela obtida não com uma alimentação saudável ou academia mas com medicação contra-indicada, regimes mirabolantes (dieta da lua, do sol, do povo inca, da novela das 20h…).
Modelos magrelas que em nada retratam a realidade do século XXI, dominada por fast foods, cerveja e sedentarismo. Se pegarmos a própria rotina dessas modelos, a gente sempre escuta “como de tudo, adoro uma batata-frita”, well, ou o seu metabolismo é muito acelerado a ponto de te deixar com 50kg ou então é um grande caô essa conversa.
Quando eu tinha uns 15 anos, era bem magrinha. Mas dessas magrinhas que tem peitão e perna mais grossa. Fazia vôlei, malhava, era super “geração saúde”. Lembro que algumas amigas eram um pouco mais rechonchudas e volta e meia comentavam como eu podia comer de tudo e não engordar nada. Cheguei ao ponto de fazer dieta da engorda pra ganhar mais massa, porque eu malhava tanto, queria ter pernão, bundão.
Hoje, com 27 anos, a realidade é outra. O vôlei ficou no passado, a academia também. Aliás, eu não tenho saco pra academia. Música chata, aparelhos suados, aquela repetição monótona, não dá. Fora o tempo, que é praticamente inexistente. Ou eu almoço, durmo e estudo ou malho. Vida de quem trabalha e estuda é assim: abre-se mão do bar na sexta-feira com o povo do trabalho, da pizza com os amigos e da academia, do pilates, do kung fu.
O peso anda acima do desejável. Mas se tem uma coisa que eu não aceito é que isso vire uma paranóia na minha vida. E sabe por que? Porque eu amo o que vejo refletido no espelho.
Cada pedacinho. O rosto que hoje tem acne graças aos hormônios desequilibrados; o cabelo que não sabe se enrola ou se estica; o peito, que podia ser menor, a batata da perna também, a barriga nem se fala… Mas aí eu penso que com uma blusa mais soltinha, tudo acaba sumindo e fica bonito! Porque o bonito não é ter um ombro saltado, quase somaliano, quando a gente sabe que não é natural daquela pessoa, quando pra chegar naquele resultado a pessoa simplesmente não come ou, em casos mais tristes, sofre de distúrbios alimentares. Propagar uma magreza desse tipo chega a ser cruel com os mais jovens que, cada vez mais, padecem diante desse apelo, quase uma doutrina, que incita mulheres a não se amar e se tornarem um exército de pessoas sem alma, que fazem de tudo para caber em um vestido.
É difícil remar contra a maré. É difícil convencer uma geração a não ceder aos apelos da moda, do corpo ideal (ideal PRA QUEM?). Mas a gente não pode desistir. Por isso, repito, vamos nos amar? Do jeito que somos? Dá pra malhar, pra ficar mais fininha? Vai lá, corre atrás! O negócio é correr atrás de forma consciente, sem fazer mal pra si mesma. De que adianta um jeans 36 quando a nossa cabeça tá toda zoada? Amor próprio destruído? Não vamos nos enganar.
Fotos: duas primeiras, peguei no Tumblr e não tinha referência.
Leia mais:
por que eu quero isso?
Sep 18th
Relutei em abrir o email. Vi lá “Aproveite! Dias Insanos na Imaginarium”. Pra quem está em contenção de despesas, é sofrível conter os impulsos consumistas. Aliás, eu sempre fui fascinada por esse mundo do consumo, de como a publicidade atua no nosso cérebro despertando desejos e nos fazendo, simplesmente, perder o controle.
A Imaginarium é uma loja bacanérrima, isso é um fato. Os preços são meio puxados para alguns itens mas é aquela, o consumidor não paga só uma xícara mas a experiência em si. A arte do produto, a criatividade embutida, a diferenciação das demais. É o status, a inclusão em um grupo, a satisfação de olhar pra cistaleira e ver uma xícara preta com marca de batom dourada.
Estou lendo um livro chamado “A Lógica do Consumo“, de Martin Lindstrom, e quando vi que a discussão girava em torno de uma linha de estudos chamada Neuromarketing confesso que fiquei bastante receosa. Ora, um estudo que avalia àquele que não trai: o nosso cérebro. Porque pesquisas quantitativas e qualitativas dependem de uma série de fatores e um deles é fundamental para considerarmos os resultados válidos: a sinceridade das respostas.
Por que eu quero a caneca transada da Imaginarium e não a listradinha da Casa & Vídeo? O que me faz olhar pra vitrine da Oh!Boy e desejar todos os vestidos jeans deles, ao passo que a vitrine da Sacada não me impressiona at all? Nichos sociais, faixa etária, posição social, maturidade, momento vivido, estado civil. Em termos psicográficos, devemos considerar cada um destes fatores. Mas é exatamente ALÉM que devemos ir. O que diferencia duas meninas que responderiam a mesma coisa para todas essas perguntas? “Cada um é cada um”. E é para esse “cada um” que o mercado se volta. Vivemos a era do consumidor!
O livro é polêmico e perturbador. Buscar respostas que os métodos tradicionais de pesquisa até hoje não respondem, indo direto na fonte é considerado por muitos estudiosos sociais agressivo à natureza humana (por vezes, cruel). O interessante nisso tudo é observar o esforço dos pesquisadores do consumo em compreender como funcionamos diante de impulsos consumistas.
Falando em impulsos consumistas, não me contive e resolvi montar uma listinha de preciosidades aqui no blog. Só pra eu não esquecer, sabe? Mas se vocês quiserem me presentear com algo sabe, MÃE? Sabe, PEDRO? =D
eu e você, você e eu…
Aug 17th
Um ano desde que o vôo AA 951 decolou de Miami (com atraso) com destino ao Rio de Janeiro. O clima era o mesmo de hoje: céu a zul celeste, nenhuma nuvem no céu, ventinho bacana, roupas de verão. Foi de quinta pra sexta. Sexta-feira sempre foi meu d ia preferido da semana, não somente porque é sexta-feeeeeeeeira – dia de cerveja depois do trabalho, de sair com os amigos ou dormir sem culpa de ir trabalhar no dia seguinte – mas simplesmente porque a sexta, até então, era o dia da feirinha da Colina, dia do step + body pump e dia de Arco do Teles depois do estágio.
Cheguei numa sexta-feira, como já disse, com atraso. Família esperando no aeroporto, amigos. De noite, festa, com muita cerveja, bebidinhas do demo e abraços saudosos.
Eu nunca vou esquecer aquele 15 de agosto de 2008 porque foi, sem dúvida, um dos dias mais felizes da minha vida.
Eu vivi todas as melhores sensações do mundo naquela sexta. O “matar a saudade”, o reencontro, o porre, a alegria. Eram tantos sorrisos, euforia, não cabia em mim cada “mostrar de dentes”. Eu queria que todo mundo soubesse o que eu senti. Só mesmo quando a gente não tem pra dar valor pro que tá sempre ali do lado, não tem jeito!
Mas falar desse último ano é falar do meu primeiro ano ao lado do Pedro. O Pedro não é só o meu namorado. Ele é o amiguinho nerd que conheci há alguns anos atrás no IRC. (alô, pseudo-analistas de mídias sociais? cês sabem o que foi o mirc? não, né…) . O bonitinho que bateu papo comigo e que (diz ele) foi ignorado na porta da Bunker, o inferninho underground frequentado pela juventude alternativa e roqueira do Rio de Janeiro há um tempo atrás. Engraçado que a gente tinha vários amigos em comum, esteve presente em tantos lugares ao mesmo tempo e nunca, nunca aconteceu nada. Precisou um blog sobre banheiros promover o reencontro.
E ainda dizem que a internet é perda de tempo. Me rendeu um emprego, amigos e um namorado!
Fica aqui uma dica: pessoas, não precisa ir tão longe pra se encontrar, sabe? Aquele clichê que diz que tá tudo pertinho, a gente que não repara, é verdade. Tão perto, tão simples, tão bonito.
as quatro estações
Aug 8th


As fotos são parte do trabalho do estúdio 666photography, que mistura fotografia, adereços, artesanato e maquiagem, no estilo retro/vintage.
pausa pro coraçãozinho
May 15th
Sei que é sexta-feira, dia de sair do trabalho direto pra algum happy hour de meia tigela (o que importa é a cerva). É o dia em que as mocinhas já vão mais arrumadinhas pro trampo, pois nunca se sabe onde a noite acabará. Na bolsa, o kit maquiagem. No corpo, jeans apertado, saltinho de leve, pra fazer a mulher fatal (mesmo que isso signifique muitos tropeços nas pedras portuguesas do centro da cidade, daqueles de fazer chorar de rir o mais discreto dos observadores).
Não importa como o seu final de semana começará.
O meu será ao lado do parzinho mais perfeito que eu já pude querer pra mim. Há nove meses!
A perna de mosquito da dengue que roça na minha.
O teimoso que implica com a teimosa (já viu, hoooooras de discussão).
O chato na mesa que diz que não gosta de cebola, quando eu também não gosto.
É ele. O meu par.






































