Browsing Tag

campanhas publicitárias

Mizuno Invisible Runners | Maionese
marketing

Mizuno e a campanha Invisible Runners

Volta e meia, quando saio pra correr bem tarde, cruzo pelas ruas aqui do bairro com alguns caminhões de lixo. Tem uns coletores que eu já conheço de vista e de vez em quando rola aquele cumprimento simpático e respeitoso. Acho incrível como a maior parte desses trabalhadores está sempre de bom humor, brincando uns com os outros, porque vamos combinar que é dureza das “brabas” carregar tantos sacos de lixo pesados, muitas vezes rasgados, sem falar no cheirinho maravilhoso #SQN que eles respiram todas as noites em que trabalham.

E como correm, né? Foi pegando esse gancho, que a Mizuno bolou a campanha “Invisible Runners”. Cada coletor chega a correr uma meia maratona por noite, vocês sabiam disso? É muita coisa, gente. Para homenagear esses atletas invisíveis aos nossos olhos, a marca bolou a seguinte ação: na semana do Natal, a acompanharam a rotina dessa galera pelas ruas de São Paulo. Foram 40 horas de gravação, com muitas ruas percorridas, para entender como funciona a mecânica desse processo, tão importante para a limpeza das nossas cidades. O resultado, é o curtíssima lançado há alguns dias.

Fiquei emocionadinha, viu? Sempre admirei o trabalho desses caras e ver o sorriso deles ao abrir as caixas foi demais. Ação bonita e que valoriza mesmo que de uma forma singela uma profissão tão digna e essencial.

Ficha técnica
AGÊNCIA: F/Nazca Saatchi & Saatchi
CLIENTE: Alpargatas
PRODUTO: Mizuno
CATEGORIA: Filme (digital)
DURAÇÃO: 1m59s
TÍTULO: Invisible Runners

Vi no adNews.

amor, bonitezas

O melhor trabalho do mundo | Campanha da P&G para o dia das mães

[youtube video=RoQ1iYREvgI]

Chorei litros com esse vídeo (se você não chorou, você não tem coração).

Ahhhhhh as mães… Que acordaram cedo por tantos dias, anooooosssss, de suas respectivas vidas pra preparar o achocolatado da criançada. Ou pra levar na escola, buscar, muitas vezes em jornada dupla, conciliando com o emprego o papel de dona de casa também. Elas, que sempre fazem das tripas coração, pra nos ver felizes.

E no quesito “mãe”, vale substituir por avó, tia, madrasta e etc. “Mãe” é aquela que cuida da gente quando somos uma bolota gorda que só chora. Que ensina a mastigar a papinha ao invés de engolir, que te dá a mão na hora de aprender a andar, que ama você de um jeito que ninguém mais na vida vai amar. Nem os pais (desculpa, pai). Mãe tem um jeito próprio de ser, um amor que não há igual nessa vida.