Browsing Tag

conversas

conversas

As 10 coisas mais legais do meu mundo

Vi esse post lá no blog lindo da Isadora (que tá de visual novo, adooooro quando meus blogs favoritos mudam de look) e resolvi compartilhar. A Jujubas também entrou na dança e eu parei tudo por aqui pra responder. Foi tipo um respiro nessa fase louca de mudança que tô vivendo nas duas últimas semanas. Aliás, vou escrever assim que a poeira baixar sobre o assunto. Essa é a minha primeira mudança de verdade e MELDELS como dá trabalho.

Gosto quando encontro posts mais pessoais nos blogs porque é uma forma de conhecermos um cadinho que seja da pessoa que ali escreve. Espero que vocês curtam as 10 coisas mais legais do meu mundico.

01. decoração

Minha maior fonte de inspiração para decorar a casa atualmente vem do Pinterest. Pouco antes de me mudar pro novo apê, criei boards mais segmentados: cozinha, banheiro, home office… Quando a gente se muda, temos nas mãos uma oportunidade de começar um cômodo do zero e embora ainda esteja na fase das caixas, já estou colocando algumas ideias em prática. E referências são sempre bem-vindas!

Meu perfil, pra quem quiser me seguir, é esse aqui.

02. livro

Pensei em sugerir um livro mas vou aproveitar pra sugerir um autor: Haruki Murakami. Conheci seu trabalho lendo o tão recomendado “Minha Querida Sputnik”. Quando terminei a leitura (tem resenha aqui) dei uma pesquisada boa sobre ele e soube que além de escritor e tradutor ele também é corredor. Tô terminando de ler “Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida” e já com mais 4 títulos dele pra ler quando houver uma brecha.

03. viagem

Não sou uma pessoa meeeega viajada (por falta de grana mesmo) mas já tive a oportunidade de conhecer lugares bem incríveis. Ano passado, fui abençoada por uma força oculta e estive no Peru duas vezes, acredito que foi pra que eu pudesse me redimir por ter passado 32 anos sem visitar o país onde meu papai nasceu. Pela beleza dessa terra e pelo significado que cada passeio teve pra mim, sem dúvida essa foi a minha viagem favorita de toda essa vida.

04. música

Se é pra indicar uma música da vida, não tenho dúvidas que é Tonight, Tonight.

05. sapato

Você vai me ver 90% do tempo de tênis. Sejam os tênis de academia/corrida, ou mesmo no dia à dia, tenho prezado muito por conforto nos pés, principalmente depois da lesão. Sem falar que são super charmosos, né? Fazem a diferença num “look”. Amo muito, muito mesmo!

06. maquiagem

via

Posso estar de cara lavada mas não dispenso um batom. Clarinho, rosa, vermelhão. Líquido, matte, cremoso… confesso que por aqui a coleção é grande, muito batom pra pouca boca. Mas não dispenso uma novidade, tô sempre de olho nas lindezas que saem por aqui. Meus favoritos são os escuros foscos atualmente.

07. ídolo

Minha mãe. Que meu pai não leia esse post e fique com ciúmes e tal. Mas a “baixinha” é sinistra demais. Coração gigante, capaz de perdoar e amar na mesma intensidade. Queria ser 1/10 do que ela é nessa vida.

08. doce

Não sou muito formiga mas não dispenso uma sobremesa depois de uma refeição delícia. E o meu doce preferido é ele, o pudim de leite condensado. Gosto de pudim com furinho, gostinho de leite, sabe? E bastante calda pra deixar beeeem molhadinho. Ah, essa foto é do pudim que postei lá no Gordelícias.

09. foto

Pensei em escolher uma foto minha como preferida. Mas seria injusto com tantas fotos maravilhosas que existem por aí (e que também são minhas fotos favoritas). Como essa do beijo, fotografada por Alfred Eisenstaedt. Ela foi marcante pois simbolizou o momento de retorno das Forças Armadas norte-americanas após a Segunda Guerra Mundial (quando o Japão se rendeu e tal). Acho essa foto tão incrível pela delicadeza do olhar em capturar esse momento. E que beijo cinematográfico, né?

10. blog

Tenho muitos blogs favoritos porém vou indicar os que mais tenho lido nos últimos dias: os filhotes das amigas do #blogsladob – se você ainda não sabe o que é esse projeto, é só clicar aqui. São eles: Amanhã, eu te conto | Cozinho, Logo Existo | Girls With Style: GWS | Just Found | Não Me Mande Flores | Tem No Meu Quintal.

acompanhe o Maionese por aí:

curta a nossa página no Facebook siga no Instagram acompanhe os tweets

amor

Will you be my valentine?

E já são quase 7 anos. E esse é o sexto dia dos namorados que passamos juntos. Eterno namorado. Companheiro, amigo. Desde o nosso reencontro, já nos transformamos tanto, e seguimos planejando novos sonhos, conquistando tanta coisa boa. Juntos. Sempre juntos.

Hoje tem presentinho sim. Mas, mais do que isso, tem o nosso sorriso bem escancarado no topo do blog. E nos porta-retratos da casa que começa a se encaixotar para seguirmos rumo ao novo lar. O NOSSO lar. Não podia estar mais feliz, é um momento tão gostoso ao lado do meu parzinho!

E tem playlist pra ouvir juntinho, viu?

conversas

Sobre as despedidas que a gente (nunca) espera

Life seems sometimes like nothing more than a series of losses, from beginning to end. That’s the given. How you respond to those losses, what you make of what’s left, that’s the part you have to make up as you go. ―Katharine Weber

Vi essa frase aqui. Na manhã seguinte ao recebimento de uma notícia de morte. Toda vez que alguém próximo se despede da vida, é como se a única verdade absoluta batesse em sua porta e te lembrasse que a vida é realmente um sopro, como dizia o poeta.

A gente sabe disso. Mesmo quando insiste em criar caso com a vizinha que canta alto demais. Ou com o namorado que não lavou a louça. A calça jeans que ficou apertada demais. Somos humanos e mesmo sabendo que tudo pode de repente terminar, sem ao menos termos aquele momento da despedida, insistimos em depositar segundos de nossas vidas com coisas que simplesmente não podemos mudar. Ou que não deveríamos nos preocupar.

Aquele famoso botãozinho do “foda-se” que esquecemos de apertar às vezes. ~Esquecemos~.

Em menos de 2h, todo um quadro se transformou diante dos meus olhos. De “ela está indo” para “ela se foi”. Ninguém me convence de que estamos preparados para a despedida. Volta e meia, quando penso no meu avô, que se foi há alguns anos, me bate um leve desespero por saber que nunca mais vou ouvir sua voz. Conversar com ele. Reclamar da vida junto. E assim será com todos que estão a nossa volta, um dia. Toda vez que penso nisso, me dá uma certa aflição. A gente não sabe a hora do “adeus”, da partida. Mas sabemos que essa caminhada vai passar rápido.

Toda vez que me vejo diante da morte, fico confusa em relação ao sentido das coisas. Faz sentido se estressar por causa do programinha de edição de vídeos? Ou pela gordurinha que aparece nas costas? Talvez faça mais sentido a mensagem que deixamos pra quem fica. Porém, será que somos então seres que vivem para o outro, já visando o que os outros vão pensar quando você se for? O cérebro dá nó.

Escolho, então, não pensar muito. Vou apenas fazendo, vivendo, de acordo com o meu coração. E no momento, ele está cheio de vontade de apenas viver.

Every night you tell yourself to live and let go. Live and let go… Each morning, you expect to feel a little lighter. But you just grow emptier and emptier. Whatever you do in between, fill your heart in.

Parque do Amor | Maionese
amor

O que é o amor?

~ Na foto: El parque del amor, Lima/Peru ~

Fecho os olhos e penso por alguns minutos em todo o amor que já recebi nessa vida. Talvez, dessa forma, consiga colocar em palavras nesse post “o que é o amor”. Família, amigos, namoradinhos… cada um já amou/foi amado de uma determinada forma. E todas essas experiências construíram uma “ideia” do que é amor. Acho que é assim que funciona, certo?

Como bem definiu a Tany, em um texto maravilhoso de lindo, o amor é agridoce. E eu concordo, diante de todo o meu aprendizado. É mesmo um sentimento doce e amargo. É bonito, é grandioso, é de uma força inexplicável, mas nem sempre é essa belezura toda. Nada na vida é só felicidade, certo? Diga se não é verdade: é por amor que queremos ser cada vez melhores. É por causa do amor que conquistamos tanta coisa na vida. Sem amor eu nada seria. E não seria mesmo. Não teria feito/desfeito tantos planos. Seria alguém escondido em uma caverna, rezando pra nunca ser encontrado.

Hoje vivo um dos momentos mais importantes desses 33 anos. E tem muito amor nesse momento. Dos meus pais, meus maiores incentivadores nessa vida. Em tudo, tudo mesmo. Tanto na coisas que deram certo quanto nas que saíram meio tortas, mas que sempre nos deixam lições importantes. Amor da avó, amor do irmão. Amor dos bichanos e do companheiro que escolhi pra dividir mais do que a playlist de canções favoritas. Cada um desses amores merece um texto só pra eles.

um novo lar

Amar é torcer pelo outro, embarcar no sonho como se não houvesse amanhã. Mas é também puxar pro Planeta Terra, mantendo os pés no chão. É sim e não. É ying e yang. É querer estar sempre junto, sentir saudade, deixar partir quando se chega a hora. Amar é cuidar, mesmo sabendo que certas dores são somente daquela pessoa – e que nem sempre dá pra gente fazer mais do que um cafuné e uma fornada de biscoitos amanteigados.

O amor é isso tudo e mais um pouco. É respeito, compreensão. A energia que nos motiva mesmo quando nada parece fazer muito sentido.

Amor é o que faz essa vida valer a pena.

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

acompanhe o Maionese por aí:

 curta a nossa página no Facebook  siga no Instagram  acompanhe os tweets 

D56H22 Paper doll graffiti in a public street - Rome
conversas

Ensaio sobre ser a chatonilda do rolê

Faz tempo que li esse post aqui. Lembro que na época, a identificação foi imediata. É exatamente assim que me sinto, a chata do rolê. Como se fosse um grande absurdo lutar pela causa feminista. Mas acho que é assim mesmo né, gente? Quando lutamos por uma causa. Se sentir o pentelho, mesmo quando você dá pitacos de vez em quando. Se sentir o ET por dizer que uma coisa incomoda e aí vem mó galera e fala “cara você tá viajando”. Não deveria ser assim, afinal é uma coisa que eu sinto (e isso devia ser respeitado). Porém, é assim que me sinto.

Daí eu lembro de alguns debates que participei ao longo dessa vida, não somente em redes sociais mas em conversas de bar, de centro acadêmico, onde eu sempre fui minoria (fosse por ser mulher ou por ter uma opinião contrária). É impressionante como por ser minoria a maioria te humilha e pisa em cima do que você pensa, como se fosse uma merda de opinião. Mas, graças a Deus, nunca me acovardei.

Uma coisa é certa: o machismo está tão enraizado em nossa cultura que fica difícil enxergar fora dessa bolha. O BuzzFeed soltou um post ontem que diz muito sobre o que nossa sociedade pensa. Tem pitadas de humor mas né, só rindo pra não chorar.

Eu não preciso coçar o saco que não tenho pra ser igual a um homem. Eu posso sim fazer sexo com quem bem entender e merecer o seu, o dele, o respeito de todos na face da Terra. Eu posso querer não ser mãe, porque deixa eu te falar uma coisa, é a capacidade de raciocínio que nos diferencia de outros mamíferos – e eu posso pensar e decidir se quero ou não ter filhos. Eu posso aceitar uma gentileza de um homem, embora por trás dessas gentilezas exista sim uma carga história que tem a ver (olha só) com machismo nosso de cada dia. Eu não sou obrigada a achar que “fiu fiu” é elogio e sim ofensa. E por último, não é porque antes ninguém falava nada que ninguém sentia. A escravidão era até pouco tempo e mudou, não é mesmo?

E por último, pra finalizar: homens e mulheres são diferentes em seu DNA porém quando falamos em igualdade, estamos falando de respeito ao ser humano, independente do gênero. Abram a mente para aceitar que feminismo não é a busca pelo lugar do homem. É uma luta por respeito enquanto ser humano! Foi graças aos movimentos feministas que hoje temos algumas leis que nos protegem de crimes hediondos. Aliás, só o fato de leis para tal já nos mostra por A+B que não existe igualdade! Não existe respeito! É tão difícil visualizar esse quadro, meu povo?

Então, eu penso isso tudo aí em cima e mais um pouco. E se isso é ser chato, então call me chata. A chata do rolê. Ihhh chegou a Raquel com aquele papo brabo de feminismo. “Vai estar tendo”. Obrigada, chatos, por existirem. De verdade. Imagina só como os abolicionistas deviam ser chatos no século XIX. Ihhhh lá vem essa tal de Lei Áurea (embora ela não tenha sido tão legal assim). E não, não é uma questão de “não abrir a mente” pra entender o outro lado. Eu fiz isso a vida inteira, até chegar nesse posicionamento. E vamos combinar, no fundo a vida é assim. Você assume um lado, você toma partido, levanta uma bandeira. Ouvir o outro lado é legal mas isso não quer dizer que ao ouvir o outro lado eu vou mudar minha opinião! Faz sentido? Porque é assim que funciona na minha cabeça, acredito que na de vocês também.

Então, é isso. Toma esse texto desabafo aí, galera.

run-shoes
run forrest run

Se eu tô correndo, você também pode!

♫ para ler ouvindo: AWOLNATION – Run ♫

Há duas semanas, conversando com meu pai ao voltarmos de uma prova, ele soltou o seguinte comentário: “acho que você deveria falar mais de corrida no seu blog”. Meu pai, além de ser meu maior exemplo de que é possível deixar de ser sedentário e se dedicar ao esporte, também passou a ser o meu maior incentivador para a prática da corrida de rua. Desde que tivemos essa conversa, coincidentemente, duas amigas acabaram me procurando para pedir ajuda. Ambas queriam começar a correr mas não sabiam bem por onde começar.

Fiquei pensando em que momento passei a ser “referência no assunto”. Claro, poucos sabem que quando adolescente joguei vôlei, ia pra academia… A maioria me conheceu como alguém que não fazia nada e que passou a correr. E longe de querer bancar o Usain Bolt porque né, tô longe da metade do pace dele… mas se tem uma coisa que posso falar é de força de vontade.

Já falei algumas vezes aqui no blog que tenho uma lesão no nervo fibular. Isso quer dizer que eu não mexo o pé “pra cima” e talvez nunca mexa novamente. “CARACA RAQUEL, QUE MERDA”. Pois é, aconteceu, foi ruim pra caralho, mas é vida que segue. Antes dessa cirurgia, eu havia corrido duas provas, tava quase investindo pesado no assunto, mas tive que abortar missão. Alguns meses depois, ainda inspirada e motivada pelo meu pai, conversei com o fisioterapeuta que cuidava de mim e perguntei se eu conseguiria voltar a correr alguma vez na vida. A resposta foi “o corpo se adapta”. E assim, comecei a brincar disso.

“Raquel, como você fez pra correr sem o movimento de dorsiflexão?” Como meu fisio disse, o corpo se ajustou. A passada é diferente, mais curta, mas funciona. A maior dificuldade pra mim, de fato, não está na parte motora mas na parte cardiorrespiratória. É como se eu tivesse 90 anos e fumasse, saca? Então, “taca-lhe pau”! Já estou há dois meses treinando sério e a evolução é nítida. Aliás, fique 1 semana sem treinar pra ver como já faz diferença… Correr é treinamento constante. E fortalecimento muscular também.

pinguim-run

“Raquel, eu não aguento correr 10 metros que tenho vontade de morrer, como faço?” Comece pelo começo. Invista uma graninha num tênis bacana. Não precisa deixar um rim na loja mas não tenha dó de pagar 300 contos num pisante que vai proteger você de lesão. Estipule um determinado tempo para a prática esportiva. Tem meia horinha? Faz meia horinha. Caminhe devagar, vá sentindo o que o seu corpo pede. Aos poucos, vá intercalado uma caminhada mais puxada, um trote… Não tenha vergonha de olhares alheios, ninguém paga suas contas. Apenas vá, respeitando seus limites. Cansou? Diminua o ritmo. Respire, se concentre. Aproveite o tempo para pensar no bem que você tá fazendo pro corpo e pra mente. Repita o processo dois dias depois. E mais dois dias. E assim vai…

running-gif

“Não consigo ver essa beleza toda que as pessoas veem na corrida” Como já ouvi isso de amigos. Realmente, o começo é bem difícil sim. Nem todo mundo se adapta rapidamente a essa “maluquice” que é manter o corpo em movimento tão rápido. A gente sente as pernas, os braços, falta ar. A cabeça começa a falar mais alto, que você não aguenta, que aquilo tudo é ridículo, que a pior coisa que você podia ter feito foi estar ali, se mexendo e suando. Meu conselho é: não desista. Cansou? Diminua o passo. Coloque uma música que dê aquela injeção de ânimo, aquele “levanta defunto”. No próximo treino, mesma coisa. Depois me diga se o bichinho da corrida não te pegou…

forrest-run

“O que eu levo comigo na hora de correr?” Quero falar sobre esse assunto com mais calma e detalhes até porque é um assunto que vai acabar rendendo. Mas eu diria pra você que tudo vai depender de onde você vai realizar seus treinos. Na academia você consegue levar garrafinha d’água, pendurar toalha… Se vai pra rua, a coisa muda e precisamos de alguns acessórios. O que você tem que ter em mente é: com o tempo e necessidade, você vai acabar investindo em x ou y. De início, o principal investimento seria um bom tênis que evite lesões desnecessárias. Ninguém quer correr um mês e logo depois se aposentar porque tá com problema no joelho, né? Separe uma roupa bem confortável, tênis bacana (que não chega a custar um rim) e vá aos poucos caminhando, conforme seu corpo vai sinalizando.

run-adventure

“Ok, você me convenceu! Quando começo?” Que tal começar ainda hoje? Se tem uma coisa que não me perdoo é saber que deixei tanto tempo passar até, finalmente, meter as caras na corrida. É impressionante como nosso corpo vai pedindo mais. Como a nossa cabeça entra em um modo completamente de funcionamento e aquele momento acaba sendo só nosso. Nossa respiração. Nossa passada. O vento em nosso rosto, o suor escorrendo, um desafio contra nós mesmos. Quantas vezes eu estava morrendo de preguiça em casa e, ao dar as primeiras passadas, foi tudo de ruim embora? No lugar, fica uma boa dose de endorfina e aquele sorriso bobo no rosto.

michelle-jeneke-gif

E se nada disso for suficiente pra fazer você correr, não tem problema nenhum. Você não será visto como loser ou preguiçoso. Apenas não rolou e é absolutamente normal. Cada um tem um ritmo e um jeito de ser, de viver a vida. O mais importante é que todos nos respeitemos, cada um com sua escolha. Esse talvez seja o “conselho” mais valioso de todos, para tudo na vida!

.

Para acompanhar mais posts sobre o assunto, basta clicar na categoria “run forrest run“.