Posts Tagged ‘cotidiano’

Ahhh o barulinho do ICQ…

Gurs Morais | Maionese

Nostalgia: aquele misto de saudosismo gostoso que bate quando a gente se vê imerso em um emaranhado de lembranças, misturado com o lamento em relação aos indivíduos que nunca vão saber como foi tal coisa.

Conheci o trabalho do Gus Morais por indicação do Pedro, o marido. Ao fuçar o site do publicitário por formação e ilustrador por vocação, me dei conta de que já tinha visto algumas tirinhas do rapaz circulando pelo Facebook. Com um constante olhar ácido e bastante consciente, ele faz críticas a situações cotidianas com um olhar “apocalíptico” e poético.

Pra quem quiser acompanhar, suas tirinhas saem mensalmente na coluna Tec da Folha de S.Paulo: Bytes de Memória. Vale conhecer também: site oficial | Facebook.

Instagram da vida real

Real Life Instagram | Maionese

Há alguns anos, fiz um curso de fotografia e uma das coisas que o professor comentou com a gente foi a seguinte: é preciso treinar o olhar, já que tudo, absolutamente tudo, pode ser “fotografável”. Desde então, nos lugares mais “nada a ver”, fico olhando ao redor, enxergando fotografia em tudo. Nem sempre tenho uma câmera a mão para o clique mas fica aquela fotografia “impressa” no meu cérebro.

Hoje em dia, com o advento Instagram (e seus filtros que deixam tudo mais bonito), essa teoria do meu professor lá atrás faz ainda mais sentido. Acredito que o Bruno Ribeiro (@nitchows) tenha viajado um pouco nessa ideia quando criou um projeto que disponibilizou nas ruas filtros similares ao do Instagram, para que as pessoas pudessem usá-los em suas fotos – sem necessariamente usar o aplicativo. O projeto se chama Real Life Instagram e tem chamado bastante atenção das pessoas.

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Veja mais fotos do projeto Real Life Instagram aqui: http://reallifeinstagram.com/

Via Follow The Colours.

NOAH Short: curta mostra o comportamento dos adolescentes pelo computador

NOAH Short

Na semana passada, vi esse post no Update or Die! e fiquei curiosa em relação ao curta NOAH Short. A chamada do post dizia “a vida de um adolescente pela tela do seu computador”. Como sou vidrada nessa coisa de comportamento humano, reservei alguns minutinhos para assisti-lo.

O cenário é o computador do personagem Noah, que se comporta exatamente como qualquer ser humano online: faz mil coisas ao mesmo tempo, sendo superficial em quase tudo que faz. A gente tem pressa quando tá navegando, não é? Texto grande? Ihhh, tão me chamando no chat do Facebook. No Skype. No Google Talk. Sob um recorte simples, acompanhamos alguns minutos na vida de Noah e a relação com a namorada, amigos, enfim, o final é surpreendente.

Assista ao curta:

Link para assistir NOAH Short no YouTube.

O filme faz parte do tiff.2013 (Toronto International Film Festival), na categoria “Student Film Showcase”.

Comentaristas de notícias

Comentaristas da internet

 

O site Como Eu Realmente entrou pra minha lista de favoritos por conta das tirinhas atuais e inteligentes que são publicadas por lá. E em tempos de discussões quentes na rede (PEC 37, Passe Livre, Feliciano e sua Cura Gay…) a gente consegue provocar o melhor e o pior no ser humano.

Eu sei que todos tem o direito de se manifestar, de expressar suas opiniões. Infelizmente, esse direito nos obriga a ler muitas bobagens por aí. Vocês provavelmente já ouviram alguém falar sobre o circo dos horrores que é comentário de G1 da vida. Desconfio até que existam “profissionais” nessa área, já que volta e meia vemos os mesmos “personagens” berrando nas caixas de comentários dos sites. Carência? Insegurança? Vai saber…

Meu cérebro derrete quando leio algumas coisas por aí. Me bate também um misto de tristeza e falta de esperança na humanidade.

E eu poderia até dizer “ahhh é só não ler essas coisas”. Infelizmente a gente sabe que, no fundo, muita gente pensa essas aberrações (só não colocam pra fora).

Os 7 Mandamentos da Boa Convivência Online

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Você realmente acha que está na sua mão o poder de controlar tudo que chega até você? Não só o que chega até você mas o horário que chega, o canal utilizado, a quantidade de informação? 

Não há dúvidas que os smartphones chegaram pra facilitar a nossa vida. Mas, ao mesmo tempo que servem para o bem, também nos tornam escravos de e-mails, mensagens nos aplicativos de mensagem… E qual é o limite da nossa disponibilidade para responder prontamente a tudo que chega nos nossos dispositivos móveis?

O mini-documentário “Os 7 Mandamentos da Boa Convivência Online” é o resultado de uma pesquisa encomendada pela JWT e pela Pontomobi sobre etiqueta na comunicação online. Foram entrevistadas mais de 350 pessoas em São Paulo e coletou informações sobre as boas e más práticas dos usuários de internet.

Em comum, os entrevistados expressaram seus descontentamentos e uma questão foi unânime: falta bom senso às pessoas nos dias de hoje. Fica a pergunta: como seria o melhor jeito de conviver em harmonia com as pessoas em tempos de internet 24/7? O mini-documentário propõe a elaboração de um manual de etiqueta do bom senso online. Assista ao vídeo:

Vídeo: Os 7 mandamentos da boa convivência online

Via Ctrl + Pels.

A felicidade que vendemos por aí

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Domingo na área. Depois de uma semana de trabalho, para os que trabalham de segunda à sexta, tudo que a gente quer é aproveitar o fim de semana pra fazer tudo aquilo que não cabe nos dias úteis. Você acorda cedo, se desloca pro trabalho (ou não), cumpre aquela carga horária que pode ser mais intensa em alguns dias, depois vai embora. Se não tiver pós/faculdade, vai direto pra casa. Ou pra academia. Chega em casa, novela já tá acabando. Enfim, quando você bate o olho no relógio, já passou da meia-noite….

Por aqui, os finais de semana funcionam mais ou menos assim: reservo o sábado para assistir aos meus filmes preferidos. Para fazer uma compra mais robusta no supermercado. Quando você passa a cuidar de uma casa, boa parte da sua rotina se resume a organizar as tarefas domésticas. E no meu caso, como trabalho em home office, preciso ser muito organizada nesse sentido senão acabo colocando roupa pra bater no “meio do expediente”. Já o domingo é o dia de dormir até mais tarde, de almoçar quase jantando, de fazer bolo e ficar praticamente o dia de molho.

Daí que chega o final de semana e com ele aquela sensação de que todo mundo está se divertindo mais do que você vem junto. O Foursquare/Instagram/Facebook estão aí para respaldar essa teoria da grama do vizinho ser mais verde. E por mais que você já tenha lido diversos textos sobre o assunto, a sensação está ali. Pelo menos no meu caso.

Li esse texto da Tati e grifei uma parte bem interessante:

Estamos sendo ultrapassados o tempo todo, por todo mundo. Todo mundo é mais realizado que a gente. Todo mundo termina o namoro e não fica triste, pelo contrário, “aproveita pra piriguetear”. Ninguém chora por frustração, tristeza ou saudade. Chora-se por que o seriado foi cancelado, a internet saiu do ar, o jabá foi pra outra pessoa. Chora-se por que não sobrou ingresso para o festival que custa 700$ por dia e ainda não tem line-up definido.

Quando eu era adolescente, tinha essa impressão das pessoas ao meu redor. Do quanto boa parte delas criava uma aura de alegria full time, enquanto eu estava ali digerindo meu Smashing Pumpkins da depressão. Eu estava sempre namorando alguém, independente do cara ser problemático, tinha um namorado (que era o que todas as meninas queriam na época… um namorado, melhor ainda se fosse mais velho). Ainda assim, havia um vazio que ninguém nem nada conseguia preencher. Aquela coisa de adolescente, né? Nem os amigos, nem os livros, nem a música. Apenas aquele vazio que a gente sente por querer entender aquilo que não tem resposta.

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Mas ao meu redor tava todo mundo sorrindo, sendo divertido, feliz. Viajando pra Disney, saindo na sexta-feira, comprando na Redley. E eu sendo chata porque ao invés de ser super feliz, tava ali sendo meio introspectiva, meio “:|”. Engraçado que ainda hoje tenho essa sensação. Olho ao redor e boa parte das pessoas estão ali sorridentes, “sendo felizes”. Não se metem em polêmica. Não se envolvem com política. Não torcem pra ninguém porque futebol é idiota. Não se metem na vida dos outros, não comentam uma determinada situação… não emitem opinião sobre nada, porque né, não leva ninguém a lugar algum. Ao contrário, por ser uma pessoa do bem ele prefere “deixar rolar”, cuidar da própria vida, “fazer o seu”. É mais fácil ser feliz assim, sem incomodar ninguém. Sempre sorrindo, sempre de bem com a vida. Parabéns pra vocês que conseguem sustentar essa imagem eternamente.

Compartilhar faz parte da nossa essência, ainda mais quando é pra compartilhar coisa boa. Por mais que pensem que esse comportamento possa ter aumentado por causa da internet, acho que não é bem por aí: as redes sociais são do jeito que são porque alguém pensou na necessidade das pessoas. A necessidade de mostrar fotos, de falar tanto de si, de saber sobre a vida alheia… Não adianta culpar o Facebook por sermos mais fofoqueiros… Ele é só é desse jeito porque alguém o desenvolveu pensando no nosso jeito de ser.

Mas, afinal que mal há em dividir as alegrias? A foto em Paris? O carro comprado? O jabá incrível? Ao mesmo tempo que pode ser aquela sambadinha na cara da sociedade, pode ser algo realmente sincero, honesto, um momento de alegria. Mas e quando as pessoas só dividem as alegrias? Ninguém fala que foi mandado embora. Que tá sofrendo pelo fim do namoro. Que a vida tá uma merda. Daí eu penso em três coisas:

  1. As pessoas tem medo de se mostrarem vulneráveis.
  2. As pessoas não querem parecer desinteressantes.
  3. As pessoas não querem “encher o saco” alheio.

Aliás, das duas uma: se você fala o tempo todo que tá feliz, é um exibido. Se fala o tempo todo que tá triste, é um mala. Puxado! 

Mas já dizia minha mãe: o segredo de uma mente sã é o equilíbrio. Não existe ninguém 100% feliz, nem 100% triste. Por mais que a gente pense nisso, no domingo de tarde, enquanto todo mundo tá fazendo alguma coisa incrível e você tá esparramado no sofá se sentindo loser… Ser feliz é bom mas o contrário também pode ser. Só depende da gente.

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Imagens: meus boards do Pinterest.

A vida antes e depois do celular

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Ahhhh os benefícios da vida pós-moderna. Quem diria que faríamos praticamente tudo com um simples toque no smartphone. Pagar conta, organizar compromissos, enviar aqueeele email importantíssimo diretamente do trânsito caótico. Apesar de todas as maravilhas que podemos fazer graças aos nossos dispositivos móveis, perceberam o quanto nós mudamos?

A série “Life Before & After Cell Phones” foi criada por Angela Liao e retrata um pouco dessa mudança de comportamento da sociedade atual. Duvido vocês não se identificarem com alguma das situações retratadas abaixo.

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Via Mashable.

Digital Junkies

Vocês já devem ter vivido essa experiência muitas e muitas vezes: viagem com amigos, lugar incrível. Música boa, comidinhas, diversão. Você olha pro lado e tem sempre aquele amigo que não interage muito, porque está grudado no celular atualizando o Facebook/Instagram/Twitter (tudo ao mesmo tempo), contando para todos os seus amigos, em suas redes, o quão incrível está aquela viagem.

Nessa “atualizadinha”, o amigo checa emails, vê que o disco da banda X saiu, que o melhor amigo de todos os tempos mudou de emprego e por aí vai, se perdendo em um turbilhão de informações que estão ali, super acessíveis, dependendo apenas de um pacote de dados decente.

A maneira com a qual consumimos informação hoje em dia é assustadora. Tá tudo ali ao nosso alcance, nos dispositivos móveis, na hora que a gente quiser – e quando a gente não quer também. A vida dos amigos no Facebook, notícias dos principais periódicos internacionais, músicas, lançamentos, filmes, livros, é informação que não acaba mais. E onde sobra tempo pra digerir esse tanto de coisas? Será que faz bem pra gente viver imerso em tantos updates?

O vídeo “Digital Junkie – Information Overload” faz uma análise muito interessante desse momento em que vivemos. Com dados estatísticos, nos leva à pergunta: o que podemos fazer para tirar o pé do freio?  Assista clicando no player abaixo ou aqui.

E vocês, o que costumam fazer para “se desplugar” de vez em quando?

Via Don’t Touch My Moleskine, no Facebook.

No Passo do Roteiro: cotidiano em pequenas doses

Uma das coisas que mais gosto de fazer é divagar sobre o cotidiano. Volta e meia “tiro o pé do acelerador” e me pego observando pessoas nas ruas, uma coisa meio flâneur. Pra onde vão todas aquelas pessoas, umas apressadas, outras nem tanto? Alguns conversam ao telefone, tomam seus rumos, sorrindo, tranquilos, outros não. E por trás de cada semblante há sempre uma história e que, pra gente que observa por alguns minutos ou até mesmo segundos, começa e termina no instante em que os notamos. E que muitas vezes continua, na imaginação de quem apenas observa.

Acredito que essa tenha sido a dinâmica que Laura Guimarães, idealizadora do projeto No Passo do Roteiro, tenha pensado. Se com apenas alguns detalhes, aqueles que vemos diante de nossos olhos, pudéssemos construir uma história… como seria? E com inspirações curtinhas, impressas em papel. Os cartazes, espalhados pelas ruas de São Paulo, buscam inspirar transeuntes e pessoas comuns a criar suas próprias histórias. A pausa necessária que a gente precisa, acessível a todos.

Conheça o projeto clicando aqui ou assistindo o vídeo abaixo:

Imagens: Hypeness.

E não é verdade?

Acordei pensando nessa coisa chamada “amor”. Porque a gente nasce, cresce, vive e tá sempre em busca de companhia. Seja de amigos ou de alguém que faça valer todo o esforço em compartilhar o nosso tempo (entenda por “tempo”: o espaço livre fora do eixo casa-trabalho-curso-casa).

Ontem fui a um casamento de dois grandes amigos e além da festa maravilhosa que eles prepararam para os amigos e família, o mais bonito eram os sorrisos e os carinhos que eles trocavam. É um desses casais que a gente vê e dá gosto, sabe? E mesmo sabendo que eles não são perfeitos – porque nada nessa vida, minha gente, é/vai ser perfeito – você se sente inspirado e renovado. São os exemplos que enchem a gente de esperança, de que nem tudo está perdido.

Bom domingo pra vocês!

 

Calma, vai ficar tudo bem…

Nunca ouvi tanto essa frase em tão pouco tempo.

Mas antes, vou contar uma história, uma breve história de como as coisas aparecem “do nada” e você é obrigado a tomar uma atitude.

O dia: 31 de dezembro. Toda aquela agitação pra festa de Revéillon, a primeira festa na vida de quem sempre tá viajando nessa data ou então comemorando na casa de amigos. Pela primeira vez eu ia passar a minha noite de Ano Novo ao lado de um monte de gente desconhecida, com garrafas de champanhe nem tão barato assim nas mãos. Eu estava bastante animada, mesmo com a chuva e com o calor, isso mesmo, verão no Rio de Janeiro tem disso, um calor do caramba, umidade lá em cima, frizz no cabelo, pele brilhando. Complicado manter a dignidade desse jeito, né?

Ao me arrumar, percebi que os dedos do meu pé esquerdo não me obedeciam. O que era uma coisa boba, ajeitar os dedos na sandália e tal, simplesmente não acontecia. Eu não conseguia movimentar meus dedos pra cima. Na hora deixei pra lá, pensei “ahhh, foi aquela topada que eu dei na cama outro dia”. Logo depois, veio meu aniversário, aquela festa bonita que eu compartilhei aqui. Isso foi no final de semana seguinte à festa de Ano Novo. Percebi que o pé tava pesando mais do que devia, meio molenga. Na hora, matei a charada: “Houston, we DO have a problem”. Na primeira segunda-feira pós festejos, corri pro ortopedista. Nada quebrado, vamos checar as partes moles. Exame pra cá, exame pra lá, a maldita dor no joelho de volta. E que dor. E aí eu lembro que essa dor já me acompanhava desde o Carnaval de 2011 e esporadicamente dava sinais de vida. Uma dor estilo fisgada, que queima e arde, uma dor que eu não devia ter ignorado.

Depois de muitas idas aos médicos (ortopedista e neurologista) matamos a charada: havia um cisto no meio do caminho. No meio do caminho havia um cisto, que causou compressão no meu nervo e todo esse transtorno. O tratamento? Cirúrgico.

Na hora você pensa “puta que pariu, por que eu?”. Existem coisas mais graves? Com certeza e eu dou graças a Deus que é só um cisto porque sempre pode ser pior, né? Mas quem curte uma cirurgia? Um monte de exames, a ideia de que alguém vai abrir um pedacinho seu, a constatação de que você tem um problema? Sempre fui super saudável – ultimamente nem tanto – e nunca quebrei nada, nenhuma cicatriz. De repente, me vejo aqui, em um jejum, prestes a seguir pro hospital pra retirada desse pequeno alien de 3 cm.

Enfim, eu queria dar parabéns pra quem lida com a palavra “cirurgia” de boa. Pra quem não fica com medinho de tomar anestesia na espinha, essas coisas. Vocês que tiram-botam-botam-tiram silicone e tudo mais, meus parabéns. Porque eu tô aqui me borrando de medo dessa coisa toda de roupão que deixa o bumbum de fora.

OBS: Uma vez ouvi de um médico, que fez dos exames bizarros pra descobrir o problema (o exame consistia em dar choques em áreas do corpo, algo que se assemelha à tortura chinesa): “menina, você tem tanta tatuagem que isso aqui é pinto”. E eu de frescura. Arram.

Mas enfim, a lição do He Man que eu quero compartilhar… BRINCADEIRA, o que eu quero falar com isso tudo é meio que dar um conselho pra vocês. Não ignorem os sinais do corpo. Doeu? Vá ao médico ver o que pode ser. Pode ser um cisto, pode ser nada, como pode ser algo mais sério. Confiem nos profissionais que cuidam da nossa saúde, deixem de pensar “relaxa, gata, sempre falam que é virose, vou tomar uma Aspirina”. Investiguem, por mais chato que possa ser ir em vários médicos em busca de um diagnóstico. Como diz aquele livro, “o corpo fala”. Às vezes, ele grita.

E eu sempre digo que a gente aprende coisas com a dificuldade. Nesse exato momento, eu já penso no que vou fazer quando sair dessa cirurgia. Além da fisioterapia, vou finalmente realizar um plano antigo: fazer natação. Se eu pudesse, faria spinning, body pump, running, yoga, pilates, tudo junto. Mas cadê tempo? Cadê academia BACANUDA a um precinho camarada perto do trabalho? No hay.

Um beijo pra vocês! Na volta, vou encher esse blog de posts sobre a Argentina e Uruguai – que eu tô devendo pra vocês. Preparem-se pra muita comida, comida, comida, comida e paisagens. 

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