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Assistidos | Maionese
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Assistidos: Desejo e Reparação, Donnie Brasco e Chef

Aproveitando que tem muita gente curtindo feriadão prolongado pra indicar aquele trio esperto de filmes. Aliás, os títulos não tem praticamente nada a ver um com o outro, pra vocês terem certeza de que a pessoa que vos escreve tem um gosto bastante peculiar para películas, certo?

Os “assistidos” incluem um título mais antiguinho, outro mais ou menos recente e um recente. Aliás, sobre o recente, eu poderia ficar horasssss falando mas preferi ser sucinta. Alguns de vocês pediram que eu falasse mais de assuntos gastronômicos aqui no blog, com uma pegada mais pessoal, e cá estou trazendo o assunto pra mesa. Aliás, essa semana teremos mais um post com essa ~veia~ gastrô, mas isso fica pra depois. Vamos aos filmes?

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1. Desejo e Reparação

Sei que tem gente que morre de preguiça da Keira Knightley, eu mesma dou uns bocejos  quando noto as mesmas expressões, trejeitos, nos personagens de época que ela interpreta. Porém, Desejo e Reparação ganha o espectador pelo enredo, por todo o resto. A fotografia é linda, e o final, surpreendente (e triste). De soluçar de chorar, coisa que eu fiz.

Não satisfeita, mandei mais overdose de Keira assistindo pela milésima vez Orgulho e Preconceito. Como amo esse filme, galera.

2. Donnie Brasco

Muita gente só conhece Johnny Depp pelos filmes toscos de hoje em dia (ou pelo jeitão meio excêntrico de ser). Em sua carreira, há uma atuação excelente, na pele do agente infiltrado Joe Pistone/Donnie Brasco, que investiga um grupo de mafiosos baseado em NY durante os anos 90. A história é baseado em fatos reais e traz Al Pacino + elenco repleto de carinhas conhecidas.

3. Chef

Tá aí um filme que merecia um post exclusivo. Como eu AMEI Chef, pessoal! Amei, amei, amei! Primeiro que o filme é de uma leveza, daqueles que você esquece do tempo e embarca na história. Segundo que, se você cozinha ou aprecia uma boa gastronomia, vai ficar encantado.

O elenco é maravilhoso, Jon Favreau escreveu, dirigiu e atuou no filme, vivendo um chef que precisa se reinventar e buscar uma nova oportunidade de trabalho. Em paralelo, precisa também se aproximar mais do filho, com quem tem uma relação um tanto quanto conturbada. Você ri, sente fome e até se emociona com essa história tão bonita! PS: duvido você não tentar reproduzir um dos pratos preparados no filme. Dica: o misto-quente.

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Ah, todos os filmes citados na postagem estão disponíveis no Netflix (não é jabá)!

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run forrest run

Se eu tô correndo, você também pode!

♫ para ler ouvindo: AWOLNATION – Run ♫

Há duas semanas, conversando com meu pai ao voltarmos de uma prova, ele soltou o seguinte comentário: “acho que você deveria falar mais de corrida no seu blog”. Meu pai, além de ser meu maior exemplo de que é possível deixar de ser sedentário e se dedicar ao esporte, também passou a ser o meu maior incentivador para a prática da corrida de rua. Desde que tivemos essa conversa, coincidentemente, duas amigas acabaram me procurando para pedir ajuda. Ambas queriam começar a correr mas não sabiam bem por onde começar.

Fiquei pensando em que momento passei a ser “referência no assunto”. Claro, poucos sabem que quando adolescente joguei vôlei, ia pra academia… A maioria me conheceu como alguém que não fazia nada e que passou a correr. E longe de querer bancar o Usain Bolt porque né, tô longe da metade do pace dele… mas se tem uma coisa que posso falar é de força de vontade.

Já falei algumas vezes aqui no blog que tenho uma lesão no nervo fibular. Isso quer dizer que eu não mexo o pé “pra cima” e talvez nunca mexa novamente. “CARACA RAQUEL, QUE MERDA”. Pois é, aconteceu, foi ruim pra caralho, mas é vida que segue. Antes dessa cirurgia, eu havia corrido duas provas, tava quase investindo pesado no assunto, mas tive que abortar missão. Alguns meses depois, ainda inspirada e motivada pelo meu pai, conversei com o fisioterapeuta que cuidava de mim e perguntei se eu conseguiria voltar a correr alguma vez na vida. A resposta foi “o corpo se adapta”. E assim, comecei a brincar disso.

“Raquel, como você fez pra correr sem o movimento de dorsiflexão?” Como meu fisio disse, o corpo se ajustou. A passada é diferente, mais curta, mas funciona. A maior dificuldade pra mim, de fato, não está na parte motora mas na parte cardiorrespiratória. É como se eu tivesse 90 anos e fumasse, saca? Então, “taca-lhe pau”! Já estou há dois meses treinando sério e a evolução é nítida. Aliás, fique 1 semana sem treinar pra ver como já faz diferença… Correr é treinamento constante. E fortalecimento muscular também.

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“Raquel, eu não aguento correr 10 metros que tenho vontade de morrer, como faço?” Comece pelo começo. Invista uma graninha num tênis bacana. Não precisa deixar um rim na loja mas não tenha dó de pagar 300 contos num pisante que vai proteger você de lesão. Estipule um determinado tempo para a prática esportiva. Tem meia horinha? Faz meia horinha. Caminhe devagar, vá sentindo o que o seu corpo pede. Aos poucos, vá intercalado uma caminhada mais puxada, um trote… Não tenha vergonha de olhares alheios, ninguém paga suas contas. Apenas vá, respeitando seus limites. Cansou? Diminua o ritmo. Respire, se concentre. Aproveite o tempo para pensar no bem que você tá fazendo pro corpo e pra mente. Repita o processo dois dias depois. E mais dois dias. E assim vai…

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“Não consigo ver essa beleza toda que as pessoas veem na corrida” Como já ouvi isso de amigos. Realmente, o começo é bem difícil sim. Nem todo mundo se adapta rapidamente a essa “maluquice” que é manter o corpo em movimento tão rápido. A gente sente as pernas, os braços, falta ar. A cabeça começa a falar mais alto, que você não aguenta, que aquilo tudo é ridículo, que a pior coisa que você podia ter feito foi estar ali, se mexendo e suando. Meu conselho é: não desista. Cansou? Diminua o passo. Coloque uma música que dê aquela injeção de ânimo, aquele “levanta defunto”. No próximo treino, mesma coisa. Depois me diga se o bichinho da corrida não te pegou…

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“O que eu levo comigo na hora de correr?” Quero falar sobre esse assunto com mais calma e detalhes até porque é um assunto que vai acabar rendendo. Mas eu diria pra você que tudo vai depender de onde você vai realizar seus treinos. Na academia você consegue levar garrafinha d’água, pendurar toalha… Se vai pra rua, a coisa muda e precisamos de alguns acessórios. O que você tem que ter em mente é: com o tempo e necessidade, você vai acabar investindo em x ou y. De início, o principal investimento seria um bom tênis que evite lesões desnecessárias. Ninguém quer correr um mês e logo depois se aposentar porque tá com problema no joelho, né? Separe uma roupa bem confortável, tênis bacana (que não chega a custar um rim) e vá aos poucos caminhando, conforme seu corpo vai sinalizando.

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“Ok, você me convenceu! Quando começo?” Que tal começar ainda hoje? Se tem uma coisa que não me perdoo é saber que deixei tanto tempo passar até, finalmente, meter as caras na corrida. É impressionante como nosso corpo vai pedindo mais. Como a nossa cabeça entra em um modo completamente de funcionamento e aquele momento acaba sendo só nosso. Nossa respiração. Nossa passada. O vento em nosso rosto, o suor escorrendo, um desafio contra nós mesmos. Quantas vezes eu estava morrendo de preguiça em casa e, ao dar as primeiras passadas, foi tudo de ruim embora? No lugar, fica uma boa dose de endorfina e aquele sorriso bobo no rosto.

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E se nada disso for suficiente pra fazer você correr, não tem problema nenhum. Você não será visto como loser ou preguiçoso. Apenas não rolou e é absolutamente normal. Cada um tem um ritmo e um jeito de ser, de viver a vida. O mais importante é que todos nos respeitemos, cada um com sua escolha. Esse talvez seja o “conselho” mais valioso de todos, para tudo na vida!

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Para acompanhar mais posts sobre o assunto, basta clicar na categoria “run forrest run“.

Dicas para novos bloggers | Maionese
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Tá começando a blogar? Confira 7 dicas para iniciantes

Já faz um bom tempo desde que criei o meu primeiro blog. Eu devia ter mais ou menos uns 20 anos quando preenchi meu primeiro cadastro no Weblogger. Infelizmente não lembro do nome que dei no começo, só sei que meio sem querer fui conhecendo um tanto de gente legal. Algumas dessas pessoas mantenho contato até hoje, por sinal.

Pois bem, naquela época as coisas eram BEM diferentes de hoje. Criava-se um blog para falar sobre a vida e tudo que fazia parte dela. Música, faculdade, namoro, devaneios. Era um espaço para desabafos, “ouvidos” por muitos leitores nem sempre tão atenciosos assim (quem nunca recebeu aquele famoso “Oi, adorei aqui, passa lá no meu?” não é mesmo?). Pra galera mais old school, assusta um pouco ver os mais novos tão indecisos a respeito de criar um blog. As dúvidas giram em torno de “como ganhar dinheiro” ou “como me tornar famoso”. E não é pra menos, temos bons exemplos de que o jogo virou, não é mesmo? Mas onde você pode se encaixar se não quer FAMA, DINHEIRO, SEDUÇÃO? Dá pra ser feliz sem esses objetivos, viu? Mas, por onde começar?

Longe de ser a dona da verdade, compartilho com vocês alguns aprendizados que vim acumulado ao longo desses anos. Tem coisa que a gente (in)felizmente só aprende na prática e não tem jeito, não tem receita de bolo. Porém, dá pra galera mais experiente direcionar quem tá começando agora, de alguma forma. Seguem as minhas dicas:

Dicas para novos bloggers | Maionese

 Eu brinco dizendo que alguns blogs já nascem com CNPJ, visto que o blogueiro tem o declarado objetivo de monetizar o espaço de alguma forma. Dependendo do nicho, pode ser um empreendimento muito promissor. E eu digo isso pois alguns segmentos andam bem saturados e a concorrência pode ser mais agressiva. Portanto, definir o objetivo do seu blog é o primeiro passo pra quem tá começando. Vai ser só por diversão? Um experimento? Um laboratório de práticas? Um diário virtual? Um espaço para compartilhar coisas? Coloque tudo isso no papel e assim você conseguirá visualizar os próximos passos.

Dicas para novos bloggers | Maionese

 Você já sabe por que criou o blog e agora é hora de colocar a mão na massa. Além de escolher o layout, ajeitar uma coisinha aqui, outra ali, é preciso ter algum tempo livre para pensar no que escrever (além de escrever, de fato). Em alguns posts mais caprichados, eu chego a gastar 2h entre edição de fotos e montagem do texto, revisão… Dependendo do seu objetivo, haverá de investir mais/menos tempo em tarefas que vão desde criar o conteúdo a responder comentários.

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Acredito que esse seja o ponto de virada de muitos blogs hoje em dia. Blogs mais autorais estão com tudo. Não importa o nicho (moda, gastronomia, tecnologia…), as pessoas estão em busca de conteúdos cada vez mais caprichados. Aquele famoso copy + paste já não pega tão bem quanto há alguns anos. Esse ponto, aliás, tem muito a ver com o ponto “7”, que vamos falar mais pra frente.

Dedique um tempo à pesquisa de assuntos que podem ser bacanas de abordar. Assuntos que estão em alta e que você gostaria de emitir alguma opinião. Uma determinada banda que lançou disco novo e você tá doido pra comentar. Aquela coleção nova da loja x, que acabou de chegar nas araras. O que pode ser interessante de mostrar com o seu olhar?

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O Facebook reúne centenas de grupos dedicados a blogueiros. Alguns mais segmentados, outros voltados para divulgação… Euzinha mesmo faço parte do grupo mais bacana de toda a face da Terra, chamado Rotaroots e como eu aprendo e me sinto motivada com a troca entre os blogueiros. Acredito que seja imprescindível fazer parte de algum núcleo onde haja alguma troca de conhecimento. Seja um tutorial para ajustar o layout ou participar de postagens coletivas… Como é enriquecedor ser ativo na blogosfera.

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Esse ponto está ligado ao “3”, aliás devia ter colocado logo em seguida pra não perder o fio da meada. Como é importante ser organizado nesse mundo de blogs. Caderninhos, aplicativos de organização (Evernote, Wunderlist…), você escolhe o melhor jeito. Quantas vezes no meio de uma viagem de ônibus a gente não tem ideias maravilhosas de coisas para escrever no blog? Além de tomar nota desses assuntos, você pode criar um cronograma, para distribuir melhor o conteúdo ao longo do mês, por exemplo. Aliando o cronograma a um calendário, você ainda aproveita data comemorativa para escrever um pouco sobre o assunto, fazendo postagens mais pontuais (Dia da Mulher, Dia dos Namorados…).

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Nada pior do que acompanhar um blog, comentar, interagir no Instagram, no Facebook, e nada da pessoa responder, não é? Não seja esse tipo de pessoa. Você pode ser o blogueiro mais famoso do Brasil ou um iniciante, não é nada simpático ignorar quem está dedicando alguns minutinhos da vida com você! Lógico que quando nossos blogs começam a receber um número grande de interações fica um pouco mais difícil responder de imediato cada um  e tal. Tente reservar alguns minutos dentro da sua agenda para criar e fortalecer esse relacionamento com quem, de alguma forma bem gentil, apóia o seu trabalho.

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Essa dica aqui merece um post it no computador de todos nós. Imprima ao seu blog a sua marca registrada. Quem é você? Onde está você nos textos? Sua visão sobre o mundo, suas ideias, seu olhar? Nada mais sacal do que blog que a gente vê nitidamente que o autor força a barra pra ser bacana, cool, e acaba sendo superficial. Como faz diferença para os leitores perceber que em cada detalhe há um pouquinho de quem escreve naquele cantinho? Nunca esqueça dessa dica!

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Espero que essas sete dicas ajudem vocês que estão começando a se divertir muito com seus blogs. Acima de tudo, é importante que a gente se sinta bem e feliz para que o trabalho flua de maneira saudável. De nada adianta investir tempo, dedicação, se organizar, estudar, abrir mão de um tempo que poderia estar sendo gasto no Netflix para produzir conteúdo forçado, que você mesmo não gostaria de ler. No fundo, não faz nenhum sentido, certo? Blogs precisam ser feitos, acima de tudo, com amor.

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

Especial Natal | Maionese
coisas que amei

Coisas Que Amei: Especial Natal

Essa coluna andou bem abandonada nos últimos meses. Não consegui manter o fluxo de leitura dos meus blogs favoritos e isso acabou prejudicando a produção de posts ricos de informação e, ao mesmo tempo, interessantes. Uma pena pois era algo que eu gostava de fazer e pelo visto muita gente curtia ler.

Mas chegou a época mais linda do ano e como as coisas começam a desacelerar devido às festas, consegui dar uma lida no meu amado Feedly e assim surgiu a ideia de um Coisas Que Amei especial. Tem dicas para decorar a casa, receitinhasssss, tô o próprio Papai Noel facilitando a vida de vocês com esse post. Espero que gostem pois foi feito com o coração!

1. Começando com um jabá! :P Tá rolando um especial de Natal lá no Gordelícias com receitinhas que vão deixar sua ceia ainda mais farta e delícia. Confesso que sou fã de doces e acabei fechando mais receitas de sobremesas e tal mas prometi a mim mesma que seria mais equilibrada e colocaria algumas coisinhas salgadas também.

2. E se você tá mesmo empenhado em fazer os embrulhos dos presentinhos, o Apartment Therapy também fez um “how to” super detalhado, pra deixar até os mais inexperientes no assunto bem afiados! O que um papel bonito e/ou adereços não fazem, né?

3. A Adri do Pequenina Vanilla ( ) fez um guia de compras para o Natal tendo em mente duas faixas de preço. Achei o post bem bacana porque as dicas servem tanto pra comprar aquela lembrancinha especial pro amigo oculto da firma ou então pra um ente querido, amigas… Peguei várias sugestões da lista, bem útil mesmo!

4. A linda Dani Vasconcelos do Ricota Não Derrete tá com um projeto incrível e o último episódio vai salvar muita gente na hora de decorar o apê gastando pouco (apenas R$ 100,00, minha gente!). Porém, mais legal do que fazer economia com a decô, é pescar as ideias simples e diferentes pra deixar a casa com um toque especial.

5. A Lia do Just Lia fez um arranjo super bonito com bolinhas e pisca-pisca, perfeito pra colocar no quarto, no escritório ou mesmo na sala, junto com a árvore de Natal (sou dessas que sempre exagera na decoração). Super simples e acessível.

6. Curte fazer origamis? De novo, o Apartment Therapy salvando nossas vidas. Eles fizeram um post reunindo 15 modelos que combinam super bem com essa época de Natal. Serve até pra bolar umas lembrancinhas de presente… Tem uns bem lindos e parecem fáceis de fazer. Com uma dose de paciência e amor fica tudo resolvido!

Mural de Pôsteres | Maionese
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Criando uma wall poster no seu home office

Decorando o Home Office | Maionese

Há tempos tinha algo me incomodando aqui no escritório de casa. E olha, isso é tão complicado quando você trabalha na própria casa. Porque haja motivação e foco para não sucumbir às tentações do lar. Sabe o que tava acontecendo? Eu tava me sentindo sufocada com tanta coisa entulhando minha mesa. Um monte de canetinhas que não usava, um mural de avisos bem na frente do meu note – que acabou me estressando com tantos lembretes, muitos deles já desatualizados – parede cheia de quadro que não combinava… enfim, fui ficando sem estímulo de sentar aqui no cantinho. Conclusão: tava trabalhando na mesa da sala, que é bem mais barulhenta e desconfortável. Não tava rendendo mais como deveria/gostaria.

Daí num desses dias em que a gente arregaças as mangas e resolve colocar tudo no chão, eu comecei a pesquisar no amado Pinterest algumas referências para embelezar mais o cantinho. Por coincidência, a Adri fez um post tão fofo com os pôsteres que ela usou pra decorar o office e eu fiquei ainda mais inspirada. O resultado foi esse aqui:

Mural de Pôsteres | Maionese

Bandeirinhas do #picnicgordelícias, feitas pela Raquel Loback + pôsteres que baixei da web

“Limpa” nas canecas de canetinhas: boa parte já estava com a tinta seca. Pra que ficarem aqui fazendo figuração, né?

Caixas organizadoras: sempre muito lindo ter bibelô enfeitando, né? Mas quando você lida com uma coisa chamada poeira, é complicado. Nada melhor do que colocar grampeador e outros materiais de escritório em uma caixa! Aproveitei uma linda que ganhei num press kit e ficou tudo bem melhor.

Novos pôsteres: achei muita coisa legal no Pinterest! Segui uma dica da Adri e busquei por “wall printable” e olha, além dos pôsteres achei também várias fontes lindas, pois muita gente acaba criando suas ilustras com esses tutoriais, né? Alguns deles estão nesses links abaixo:

Mural de Pôsteres | Maionese

1. Chalkboard pôster | 2. Whatever is lovely | 3. Brave girl | 4. Pink flamingo

PS: esse site aqui tem a maior quantidade de imagens lindas e em ótima qualidade para impressão.

Em breve chega o arquivo que comprei na promo da Tok&Stok, pra acomodar todos os documentos da empresa, além de rascunho, resmas de papel ofício, envelopes…

Espero que vocês tenham curtido a decoração nova e também esse post. Eu acho muito útil quando algum blog que acompanho reúne essas sugestões. Se vocês tiverem mais dicas, é só compartilhar aqui nos comentários! :)

Circuito das Estações | Maionese
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Os primeiros passos na corrida de rua

Circuito das Estações | Maionese

a foto de camisa verde é de agosto, a de amarelo em setembro… olha como já dei uma afinada na pança!

Há pelo menos uns três meses mergulhei de cabeça no universo da corrida de rua. Embora tivesse sido mordida há alguns anos, antes da cirurgia que mudaria a minha rotina, é como se eu estivesse recomeçando do zero. Não somente a condição cardiorrespiratória foi comprometida (eu tenho fôlego de uma senhora de 90 anos) mas principalmente a condição motora, visto que tenho uma limitação no pé esquerdo. Apesar desse ~detalhe~, tenho o ok do meu fisioterapeuta para encarar corridinhas e exercícios, porque nessa vida a gente se adapta a tudo, inclusive nossos músculos e nervos. Tô muito longe do ideal mas já coloquei na cabeça que se não me dedicar, não saio do lugar.

A primeira vez que decidi “vou apertar o passo e correr”, fiquei com medo. De cair por causa do pé, de pagar mico, de não ter fôlego… você começa caminhando mais forte, quando sente o corpo já pede mais. Um trote, por exemplo. Mas aí, falta perna. Falta pulmão. Coração tá tunz tunz tunz e você desiste. “Isso não é pra mim”, “como essas pessoas conseguem?”, “inveja dos quenianos”… são coisas que a gente fala pra gente mesmo, com uma dose de frustração. Been there. Done that. A primeira premissa é: ninguém nasceu Usain Bolt (só ele mesmo, é claro). A segunda é: tem que treinar.

Mulheres em Movimento | Maionese

Uma coisa que sempre me perguntam é “Raquel, como faço pra começar?“. E eu digo: basta ter vontade. Depois, é seguir cuidados com alimentação e, principalmente, com o corpo. Investir em um tênis que não machuque os pés e articulações, beber bastante água e fazer uma dieta balanceada são alguns deles. Mas não é só isso. Pra qualquer coisa que a gente coloque como meta, uma delas é: disciplina. Tenho lido muitos artigos sobre corrida de rua e um deles me chamou bastante atenção pois foca no psicológico do corredor. A gente acaba se cobrando muito, né? A cada conquista, traçamos um novo goal. No começo, é completar 1km sem colocar os bofes pra fora. Depois, correr 5km. Mais 5km. Diminuir o pace. Fazer sub-30… não há limites para sonhar, certo? Porém, de nada adianta todos os cuidados que citei ali atrás se a nossa cuca não tá legal.

É preciso estabelecer metas e objetivos

Nem calçou o tênis e já pensa nas dores do pós-treino? STOP! Nosso corpo vai respondendo a estímulos, por isso é preciso se mexer. No começo você vai devagar, de pouco em pouco. Se corre no mesmo local, vá colocando distâncias que quer atingir. Um coqueiro ali na frente. O coqueiro seguinte… Concentre-se e aponte pra esse target. Se está ouvindo uma cançãou, coloque como meta correr a música toda… e assim vai indo! Conseguiu concluir? Estabeleça novos objetivos! Aos pouquinhos você vai evoluindo sem sentir! :)

Veja o lado bom das coisas

Quantas vezes cheguei em casa e me joguei no chão frustrada? Aposto que isso já aconteceu com 99% das pessoas que se aventuram em algum esporte. Tava fazendo tudo certinho mas faltou ar, faltou perna… Dá um desânimo desgraçado. Mas quando eu penso que há dois anos eu nem tava mexendo o pé direito e que hoje tô fazendo prova de 5km mesmo tartarugando… isso pra mim é priceless. Há sempre o lado positivo nessa história toda.

Tenha um “coelho” imaginário

Quando você corre sozinho, é muito fácil ficar cansado e abortar missão, afinal estar em casa vendo Netflix é muito mais bacana, certo? Quando você corre com alguém, é mais difícil desistir. Mas nem sempre é possível correr acompanhado. Em treinos regulares, vai ser comum encontrar as mesmas pessoas dependendo do horário e do local. Eleja uma dessas pessoas como seu “coelho”, para ir marcando tempo e pace. Eu geralmente corro sozinha e confesso que esse mecanismo me ajudou muito a evoluir.

Circuito das Estações | Maionese

minha inspiração: irmão e pai

Fale com você, mesmo que pareca um doido

Alguns aplicativos para celular funcionam como um coach de corrida, dando incentivos a cada km por exemplo. Mas você pode ser seu próprio treinador e conversar sozinho. Parece meio insano e papo de palestrante motivacional mas funciona, viu? Comigo ajuda muito quando estou ouvindo uma daquelas playlists pra cima e começo a cantarolar. Chega a vir uma força extra para os cambitos e eu aperto o passo e tudo! Tente você também!

De resto, é levantar a busanfa do sofá e correr (literalmente) atrás. Tá todo mundo voando e você andando? Fique tranquilo porque cada um tem seu tempo e seu limite e a pior coisa que você pode fazer é entregar os pontos sem ao menos tentar. Outra coisa é ter paciência. Pra uns, o corpo vai se adaptando mais rápido, pra outros a coisa demora pra engatar e é natural. Cada um tem um background, o peso conta, a saúde, as noites de sono… Faz taaanta diferença a gente mudar os hábitos, viu? Corpo cansado não rende. E, acima de tudo, aposte em você e no seu esforço que a coisa vai. Só depende da gente!

Disney Magic Run | Maionese

o dia que corri inspirada na Princeisa Leia

Se vai fazer a primeira prova em breve, dê uma lida nesse artigo aqui com um “checklist” para os dias anteriores. Tá na dúvida de como se alimentar? Esse artigo aqui traz dicas valiosas.