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Os primeiros passos na corrida de rua

Circuito das Estações | Maionese

a foto de camisa verde é de agosto, a de amarelo em setembro… olha como já dei uma afinada na pança!

Há pelo menos uns três meses mergulhei de cabeça no universo da corrida de rua. Embora tivesse sido mordida há alguns anos, antes da cirurgia que mudaria a minha rotina, é como se eu estivesse recomeçando do zero. Não somente a condição cardiorrespiratória foi comprometida (eu tenho fôlego de uma senhora de 90 anos) mas principalmente a condição motora, visto que tenho uma limitação no pé esquerdo. Apesar desse ~detalhe~, tenho o ok do meu fisioterapeuta para encarar corridinhas e exercícios, porque nessa vida a gente se adapta a tudo, inclusive nossos músculos e nervos. Tô muito longe do ideal mas já coloquei na cabeça que se não me dedicar, não saio do lugar.

A primeira vez que decidi “vou apertar o passo e correr”, fiquei com medo. De cair por causa do pé, de pagar mico, de não ter fôlego… você começa caminhando mais forte, quando sente o corpo já pede mais. Um trote, por exemplo. Mas aí, falta perna. Falta pulmão. Coração tá tunz tunz tunz e você desiste. “Isso não é pra mim”, “como essas pessoas conseguem?”, “inveja dos quenianos”… são coisas que a gente fala pra gente mesmo, com uma dose de frustração. Been there. Done that. A primeira premissa é: ninguém nasceu Usain Bolt (só ele mesmo, é claro). A segunda é: tem que treinar.

Mulheres em Movimento | Maionese

Uma coisa que sempre me perguntam é “Raquel, como faço pra começar?“. E eu digo: basta ter vontade. Depois, é seguir cuidados com alimentação e, principalmente, com o corpo. Investir em um tênis que não machuque os pés e articulações, beber bastante água e fazer uma dieta balanceada são alguns deles. Mas não é só isso. Pra qualquer coisa que a gente coloque como meta, uma delas é: disciplina. Tenho lido muitos artigos sobre corrida de rua e um deles me chamou bastante atenção pois foca no psicológico do corredor. A gente acaba se cobrando muito, né? A cada conquista, traçamos um novo goal. No começo, é completar 1km sem colocar os bofes pra fora. Depois, correr 5km. Mais 5km. Diminuir o pace. Fazer sub-30… não há limites para sonhar, certo? Porém, de nada adianta todos os cuidados que citei ali atrás se a nossa cuca não tá legal.

É preciso estabelecer metas e objetivos

Nem calçou o tênis e já pensa nas dores do pós-treino? STOP! Nosso corpo vai respondendo a estímulos, por isso é preciso se mexer. No começo você vai devagar, de pouco em pouco. Se corre no mesmo local, vá colocando distâncias que quer atingir. Um coqueiro ali na frente. O coqueiro seguinte… Concentre-se e aponte pra esse target. Se está ouvindo uma cançãou, coloque como meta correr a música toda… e assim vai indo! Conseguiu concluir? Estabeleça novos objetivos! Aos pouquinhos você vai evoluindo sem sentir! :)

Veja o lado bom das coisas

Quantas vezes cheguei em casa e me joguei no chão frustrada? Aposto que isso já aconteceu com 99% das pessoas que se aventuram em algum esporte. Tava fazendo tudo certinho mas faltou ar, faltou perna… Dá um desânimo desgraçado. Mas quando eu penso que há dois anos eu nem tava mexendo o pé direito e que hoje tô fazendo prova de 5km mesmo tartarugando… isso pra mim é priceless. Há sempre o lado positivo nessa história toda.

Tenha um “coelho” imaginário

Quando você corre sozinho, é muito fácil ficar cansado e abortar missão, afinal estar em casa vendo Netflix é muito mais bacana, certo? Quando você corre com alguém, é mais difícil desistir. Mas nem sempre é possível correr acompanhado. Em treinos regulares, vai ser comum encontrar as mesmas pessoas dependendo do horário e do local. Eleja uma dessas pessoas como seu “coelho”, para ir marcando tempo e pace. Eu geralmente corro sozinha e confesso que esse mecanismo me ajudou muito a evoluir.

Circuito das Estações | Maionese

minha inspiração: irmão e pai

Fale com você, mesmo que pareca um doido

Alguns aplicativos para celular funcionam como um coach de corrida, dando incentivos a cada km por exemplo. Mas você pode ser seu próprio treinador e conversar sozinho. Parece meio insano e papo de palestrante motivacional mas funciona, viu? Comigo ajuda muito quando estou ouvindo uma daquelas playlists pra cima e começo a cantarolar. Chega a vir uma força extra para os cambitos e eu aperto o passo e tudo! Tente você também!

De resto, é levantar a busanfa do sofá e correr (literalmente) atrás. Tá todo mundo voando e você andando? Fique tranquilo porque cada um tem seu tempo e seu limite e a pior coisa que você pode fazer é entregar os pontos sem ao menos tentar. Outra coisa é ter paciência. Pra uns, o corpo vai se adaptando mais rápido, pra outros a coisa demora pra engatar e é natural. Cada um tem um background, o peso conta, a saúde, as noites de sono… Faz taaanta diferença a gente mudar os hábitos, viu? Corpo cansado não rende. E, acima de tudo, aposte em você e no seu esforço que a coisa vai. Só depende da gente!

Disney Magic Run | Maionese

o dia que corri inspirada na Princeisa Leia

Se vai fazer a primeira prova em breve, dê uma lida nesse artigo aqui com um “checklist” para os dias anteriores. Tá na dúvida de como se alimentar? Esse artigo aqui traz dicas valiosas.

Coisas Que Amei: 14/07 a 19/07

Coisas Que Amei | Maionese

O Fubiz é um dos sites que mais me inspiram ultimamente. E, assim como a série “Coisas Que Amei” anda atrasada, as minhas leituras no Feedly também. Outro dia, tirei o atraso por lá e salvei tanta coisa linda do Fubiz que decidi fazer um “especial” com o que achei de mais legal.

Se você ainda não segue esse portal, que tem muita referência bacana, por favor, o faça. Tipo agora. Anda, vai logo!

- Que Lykke Li é uma preciosidade, eu não tenho a menor dúvida. A bichinha vem arrancando elogios da mídia especializada e emplacou até um hit nas rádios brasileiras com I Follow Rivers (versão remix). Até na academia eu já ouvi essa canção, o que me deixou feliz. A linda lançou recentemente o clipe da canção Gunshot. É meio bizarro em alguns momentos mas achei bonito no geral. A mescla de dança e teatro fazem valer  a pena.

- Quem não curte tipografia? Mesmo não sendo designer, sempre gostei de navegar por referências tipográficas, apenas por hobby. Ao bater os olhos no trabalho do designer Limkfung, fiquei apaixonada. Na série intitulada Wisdom, ele reproduziu algumas fontes usando elementos como pregos, costura, bolhas… Super diferente.

- Hoje em dia, tá cada vez mais raro enviar cartão para a família, pro namorado… tudo se resolve com uma mensagem no WhatsApp ou na timeline do Facebook, certo? Bom, eu ainda sou old school e escrevo cartinha. Também adoro receber cartões. Por isso, achei muito bonitinho a ideia desses cartões dobráveis. Quando estão “encolhidos”, trazem uma mensagem debochada. Porém, ao abrir, a verdadeira mensagem aparece.

- O ilustrador Ryan Putnam criou uma série de imagens para homenagear trajes que se tornaram famosos na história do cinema graças a seus personagens. Como Marty McFly em De Volta Para o Futuro (lembram dele com o famoso Nike e o colete avermelhado?). As ilustrações ficaram bem interessantes, chega a ser divertido viajar nos elementos retratados em cada peça.

- A gente vê cada coisa fofa por aí, né? Como esses picolés feitos com esponjas! Achei tão criativo e bonitinho, deu até vontade de comer.

- Mais um clipe. Conheci Diplo em uma playlist de corrida no Spotify. E eu não tenho nenhuma vergonha de falar isso porque: 1. ninguém nasce sabendo quem é quem nesse mundo da música; 2. descubro vários sons incríveis em playlists. O clipe da canção Dat A Freak foi destaque no Fubiz (e também no Vimeo). Também pudera, é uma animação incrível! A música é um batidão daqueles que relembram os velhos tempos de miami bass, impossível não se remexer como a animação sugere.

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RUN, FORREST: conheça projetos que vão te ajudar a correr mais e melhor

Running

Há alguns anos tenho ensaiado me jogar de corpo e alma no universo das “corridas tudo” mas a cirurgia na perna me afastou dessa história toda. Aos poucos, com fisioterapia, fui voltando “ao normal” mas ainda não estou 100% – só Deus sabe quando as coisas voltarão a ser como eram. Mas eu sou brasileira e não desisto nunca. Com o ok do fisioterapeuta, ensaiei uma volta para as corridas e aos poucos fui voltando, voltando.

Ainda preciso de preparo e o que não falta por aqui é empenho. Boa parte dessa força vem de projetos de corrida muito bacanas que venho acompanhando desde então. Alguns não chegam a ser projetos mas portais consolidados no assunto. É impressionante como uma simples foto no Instagram às vezes te dá aquele impulso que faltava pra vencer a preguiça e ir pra rua treinar. Ou pra academia. Aliás, sempre que volto pra casa, suada e cansada, agradeço mentalmente a essas pessoas que sem saber me dão o incentivo necessário para insistir nesse projeto pessoal. Vem comigo conhecer quem é quem? :)

Divas Que Correm

>>> Divas Que Correm <<<

“Conheci” a Giselli Souza no Instagram. Acho que tava vendo um determinado perfil, daí alguém comentou dela, um “antes e depois” que me chamou atenção não pelo emagrecimento mas pela mudança que a vida tomou. A jornalista que decidiu correr para parar de fumar, hoje já coleciona medalhas e marcos importantes, como algumas meia-maratonas. Acompanho a Giselli e o Divas principalmente no Instagram, onde ela compartilha alguns de seus treinos, equipamentos que vem comprando e outras dicas.

Corre Mulherada | Maionese

>>> Corre Mulherada <<<

Conheci o Corre Mulherada pela Carô, uma querida amiga de SP que há algum tempo vinha ensaiando o debut no universo das corridas. Ela e mais outras amigas, cada uma com um perfil e motivação, resolveram se juntar e criaram o site, que é um dos projetos mais bacanas pra quem quer acompanhar o mundo das corridas. O que mais gosto no “CM” é poder ver gente como eu, que trabalha, estuda, não tem muito tempo mas que não quer abrir mão de uma vida saudável.

Endorfine-se | Maionese

>>> Endorfine-se <<<

O Endorfine-se é um projeto muito bacana criado por um amigo blogueiro das antigas, o Jósa. A gente se acompanhava pelos blogs pessoais e quando ele mudou radicalmente seu lifestyle, correndo para ter mais saúde, achei muito bacana e acompanhei tudinho. Além das corridas, Jósa e Bianca mostram seus treinos (geralmente corridas em terrenos com desnível e trilhas), além de compartilharem reviews e receitinhas deliciosas (essa pizza sem glúten tá na minha lista).

Corrida Urbana | Maionese

>>> Corrida Urbana <<<

O Corrida Urbana é comandado pelo Victor Wardi, que foi se apaixonando pelo universo da corrida de rua ao decidir ter uma vida saudável (ele praticava bodyboarding na adolescência mas acabou deixando de lado com a rotina do dia à dia). Ele mora em Niterói e confesso que gosto de acompanhá-lo por estar sempre participando das corridinhas aqui no Rio – isso me deixa ainda mais motivada, já que eu moro aqui. Além das corridas, ele também faz reviews de tênis e outros acessórios que nos ajudam a melhorar nosso desempenho e, consequentemente, conquistar nossas metas.

E vocês, indicam algum projeto em especial? Comenta aqui embaixo! :)

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Coisas Que Amei: 30/06 a 07/07

Coisas Que Amei | Maionese

Tem sido um pouco complicado manter essa coluna que gosto tanto por motivos de… falta de tempo. Simplesmente não consigo navegar pelo meu amado Feedly, de onde sai a maioria dos links que vem aqui pro blog. Por um lado, é sinal de que mil coisas estão acontecendo na minha vida, por outro, também é um alerta para um número grande de coisas que estou fazendo e posso não estar dando conta de concluir – tipo a coluna.

Mas sem bad vibes, vou dar um gás aqui – então não estranhe se você receber mais de um Coisas Que Amei na semana, viu?

- A Bia Lima andou pesquisando alguns DIYs baratinhos e fofos para dar um UP em sua casa e compartilhou conosco a experiência de pintar garrafas de vidro com tinta PVA. O resultado é bem bonitinho e sem dúvida deixará seu cantinho muito mais a sua cara.

- O querido blog da FARM deu uma dica bacana pra quem vive o dilema de carregar o celular e ter que deixá-lo num cantinho no chão, desprotegido e abandonado. Com uma ideia super simples, você mesmo faz um porta-carregador de papel, todo faceiro e bonitão.

- Desde que vi essa vitrola linda na casa da minha amiga, fiquei mega apaixonada. Cheguei a encomendar uma com uma outrao amiga mas lendo os reviews vi que não vale o investimento (acaba detonando os LPs). Uma pena, porque ela é maravilhosa e eu super já tava imaginando ela aqui em casa.

- O que falar dessa instalação super bonita feita de bolhas de vidro? As bolhas foram feitas de garrafas de Coca-Cola – inclusive a obra é uma parceria com a marca. Engraçado é ver a plaquinha “Don’t Touch”, nem precisava pedir, né?

- Fiquei encantada com o trabalho do tatuador Pietro Sedda. Sua marca registrada é o retrato porém feito de uma forma diferente: ao invés da tradicional face, ele aplica sobre o rosto alguma outra produção, geralmente usando e abusando de formas e efeitos 3D. Maravilhoso!

- Outro dia assisti aquele filme bobo “Os Estagiários”, que se passa no escritório do Google, na Califórnia. A empresa é super conhecida por uma rotina de trabalho diferente do convencional – porém não menos trabalhosa. Daí que recentemente os picas do Google manifestaram o interesse em ajustar a jornada de trabalho de seus funcionários. A notícia repercutiu um tanto! E você, concorda?

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Coisas que amei: 02/06 a 07/06

Coisas Que Amei | Maionese

Fiquei devendo o “Coisas que amei” da semana passada. Por motivos de “VAI TER COPA SIM” acabei me enrolando com o “serviço” e o tempo foi super escasso. A seleção dessa semana tem dica de moda, comidinhas e outras coisinhas ligadas a home office.

- Estou sempre em busca de novas fontes para caprichar ainda mais nas montagens que faço para os blogs. Adoro quando encontro no Pinterest material tipográfico selecionado por tema e dessa vez foram fontes para convites de festa que me chamaram atenção.

- Ainda passeando pelo Pinterest, encontrei um board todinho com moda praia de antigamente. Coisa linda e inspiradora!

- Tá cansado de tomar suco verde? É possível fazer uma versão dele muito mais interessante: o smoothie verde! Receita fácil, aqui.

- Eu não sossego com as arrumações do meu escritório e quero sempre dar um jeitinho nas coisas, deixar mais organizado, acolhedor… Em uma das minhas recentes pesquisas, encontrei esse post do Finding Home, cheio de lindezas para montar/decorar um home office.

- Fotografias em tamanho real. Achei bacana!

- A gente sabe que tá tendo Copa, né? E achei bem ótimo o post que a amiga Lu publicou em seu querido Cozinhando Para 2 ou 1, cheio de dicas pra quem quiser se arriscar na cozinha!

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Meme: 5 coisas para fazer na minha cidade #rotaroots

Rio de Janeiro | Maionese

Todo morador do Rio de Janeiro já deve ter passado pela seguinte situação: em meio à correria diária, se deparar com cartões postais bem ali, debaixo do nariz. Mas antes que você pense que estou falando dos cenários de Manoel Carlos ou de DVD pra gringo vendido no camelô, não, pera, eu não tô falando só de praia e garota de Ipanema. Falo da Cinelândia, da Central, do trem que traz gente de longe, da Baixada. Essa mistura de urbano com a brisa da Baía de Guanabara, não tem jeito, as coisas aqui SÃO diferentes. E não há como evitar o inevitável: se apaixonar pela Cidade Maravilhosa.

Infelizmente, minha cidade querida não vive um momento muito bom. Além de toda a violência que os cariocas sofrem (engarrafamento desumano, assaltos, o medo eterno de ter algum pertence furtado…), ainda temos que engolir governantes que parecem viver em outra dimensão. Por motivos de “quero evitar a fadiga”, não vou discorrer sobre o que penso do prefeito e dos vereadores. Pelo contrário, quero justamente enaltecer alguns dos muitos positivos desse lugar lindo e maravilhoso. Vai ser difícil pois são muitas qualidades e coisas deliciosas para fazermos. Então selecionei 5 coisas que eu indicaria um amigo de outro país/estado/cidade a fazer.

Como moro na Zona Norte da cidade, não costumo andar de bike no Aterro nem bater palma pro pôr do Sol no Arpoador. Mas prometo a vocês que darei sugestões bem legais. Vem ver!

1. Assistir a algum show no Circo Voador

Circo Voador | Maionese
Imagem: Scream & Yell

Não importa se é show da Gal Costa ou do Mr. Catra. A atmosfera do Circo Voador é mágica e transforma todos os shows em experiências inesquecíveis! Torça para uma noite de céu estrelado e ventinho. Se o clima permitir, abuse do frozen de maracujá com gengibre servido no recinto. Se o cansaço apertar, há cadeiras do lado de fora da arena, que é coberta e possui arquibancadas. O som às vezes peca mas em geral dá pro gasto.

Alguns dos melhores shows que assisti na vida rolaram no Circo.

2. Conhecer a Feira do Rio Antigo

Feira do Rio Antigo | Maionese
Imagem: Âncorela

Todo primeiro sábado do mês, rola uma feira de antiguidades e artesanato muito legal bem ali na Rua do Lavradio, na Lapa. As barraquinhas se estendem por toda a rua mas se você não quiser bater perna, não tem problema: há dezenas de bares na mesma rua – e também nas ruas ao lado, como a Mem de Sá. Peça um chopp, feijoada ou petiscos, e seja feliz.

Desça na Cinelândia e “canele” até à Feira. Você vai passar pelos Arcos, parada obrigatória para um clique.

3. Fazer a travessia Praça XV x Niterói de barca

Praça XV | Maionese
Imagem: Panoramio

Quando era pequena, não tinha carro. Aliás, só fui ter carro quando comecei a namorar meu husband. Além disso, sempre morei um pouco afastada do Centro ou de bairros com shoppings e teatros. Mamãe se virava nos 30 pra levar os pequenos ao cinema, essas coisas. Pois que um dos passeios que ela adorava fazer com a gente era passear por Niterói. E pra chegar lá, ao invés de pegarmos um ônibus ou táxi, íamos até o Centro e de lá tomávamos a barca, cruzando a Baía de Guanabara.

Ela sempre apontava para os lugares e explicava a história de cada um. Mas atenção: dependendo do dia e da hora essa aventura pode ser um pouco mais confusa devido ao congestionamento do serviço (evite horários de pico).

4. Caminhar pelo Centro

Centro do Rio | Maionese

Pegando carona no tópico 3, o meu amor pelo Centro surgiu com a minha mãe, que sempre levou a gente pra bater perna no Centro. Até meus 8 anos (acho) não tinha shopping no bairro então toda vez que precisávamos de roupas, íamos até à Mesbla, C&A de lá e fazíamos a festa.

Mesmo sendo um pouco caótico, é sempre uma delícia passear pelas ruas históricas do Rio, que contrastam lindamente com as avenidas e carros modernos. Tem barzinho, tem restaurante delícia, tem livrarias legais. Tem a Biblioteca Nacional, o SAARA (melhor lugar pra comprar tranqueira), tem a Confeitaria Colombo… er, esse é o próximo tópico.

5. Comer na Confeitaria Colombo

Confeitaria Colombo | Maionese
Imagem: Hostel Bookers

A Confeitaria Colombo é um dos lugares mais bonitos do Centro. Alguns quitutes são um pouco mais caros do que em outros lugares (tipo uma coxinha) mas não importa, você paga só pra ter o prazer de desfrutar das bonitezas do local.

Se estiver morrendo de fome, encare o sanduba que vem acompanhado de fritas (é bem grande) ou então faça um brunch (e a festa) com o café completo que eles servem na casa. Adoro esse lugar!

Você é do Rio? Que lugares indicaria como atrações imperdíveis na cidade? Tive que deixar muita coisa de fora da lista (como restaurantes preferidos, passeios…) mas né, é impossível resumir a experiência de cariocar em apenas cinco itens!

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Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.