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Ruffled - photo by http://www.kelseaholder.com/ - http://ruffledblog.com/cambria-pines-lodge-wedding/
bonitezas

Fotos de casamento em dupla exposição

A técnica da dupla exposição tem sido bastante explorada na fotografia de uns tempos pra cá. O Fubiz chamou atenção para a tendência nas fotografias de casamento, um mercado que se reinventa a cada ano – quem acompanha mais de pertinho as novidades nessa área, entende bem.

Gosto muito da energia e aura que a técnica de dupla exposição acrescenta aos retratos. E em termos de casamento, fica ainda mais maravilhoso. Estamos falando de registros onde o amor ultrapassa o limite da carne, certo?

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Por KT Merry Photography

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Por Iona Didishvili

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Por Feather and Stone

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Por Caroline Tran

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Sempre achei que para fotografar em dupla exposição fosse necessário uma máquina analógica – no Lomogracinha há um post muito bacana sobre o assunto. Porém, se você não tiver uma câmera analógica, saiba que é possível reproduzir o efeito usando uma digital ou então “mixando” as fotografias em programas de edição.

E pra turma do iOS, indico o app dubble – que é maravilhoso! Quem conhecer pra Android, é só indicar aqui nos comentários.

O Rio que eu vejo 03
entretenimento

Exposição “O Rio Que Eu Vejo” por Guilherme Leporace

A blogosfera me trouxe no último ano gente muito bacana, que eu certamente vou conservar “num potinho de amor” por bastante tempo. Um desses achados foi a linda Dani Germano. Foi por meio da corrida de rua que conheci a Dani e a corrida uniu a gente ainda mais. Foi pela Dani que eu conheci o trabalho do Guilherme Leporace, talentosíssimo fotógrafo que consegue captar a beleza dessa cidade maravilhosa como ninguém.

Dani e Guilherme são corredores de rua. Mas também já praticaram outros esportes, bem diferentes dos tradicionais. Guilherme desde criança pratica esportes mais radicais e foi graças a essa prática que ele teve contato com a fotografia (sendo clicado por Marco Terranova e Ivo Gonzalez ainda pequeno, praticando skimboard).

Em seu dia a dia de trabalho como repórter fotográfico do jornal O Globo, acompanha a cidade em todas as suas vertentes, de norte à sul. Entre um job e outro, aproveita todas as oportunidades para fazer seus registros particulares. Assim, ele compartilha conosco fragmentos da cidade que ele vê por trás das lentes.

O Rio que eu vejo 01

O Rio que eu vejo 02

A exposição será lançada no dia 21 de março, das 13 às 20h, na Jeffrey Store acompanhada dos food trucks Frites e Brauni que prometem arrancar suspiros com, respectivamente, batatas fritas acompanhadas de vários molhos especiais e oito receitas de brownies, acompanhadas de café com toques de chocolate. O som fica por conta da Ogro Jazz Band + programação musical da Rádio Ibiza.

Convite _ O Rio que eu vejo

Para conhecer um pouco mais do seu trabalho:

www.guilhermeleporace.com
www.instagram.com/leporacephoto

Coleção Prada | Maionese
coisas que amei

Prada lança campanha com atores de Hollywood

Desde que o mundo é mundo, grandes marcas fazem uso de personalidades para ilustrar suas campanhas. Cantores, atrizes & atores cedem carisma e personalidade para essas marcas, que conquistam ainda mais fãs com essas participações. Vai dizer que você nunca desejou um determinado produto depois de ver um ídolo ilustrando os anúncios?

Recentemente, a Calvin Klein anunciou uma coleção de roupas íntimas trazendo Justin Bieber como garoto propaganda. Aliás, é impressionante como ele tá diferente, né? Todo tatuado, fazendo o bad boy… Enfim, foi o maior bafafá essa notícia. E daí que vem a Prada e convida quatro atores que estão super em alta, para ilustrar uma campanha tão bela.

Coleção Prada | Maionese

Coleção Prada | Maionese

Coleção Prada | Maionese

Coleção Prada | Maionese

Jesus, me abana.

Quatro perfis bem distintos, quatro atores que já deram/vem dando o que falar. O consagrado Ethan Hawke, que foi muso de pelo menos duas gerações, divide a campanha com os novatos Ansel Elgort (o queridinho da meninada), Jack O’Connel e Miles Teller.

Clicados por Craig McDean , os quatro bonitos mesclam toda a elegância das peças da coleção Primavera 2015 da renomada marca italiana, em situações que representam o cotidiano. O que é o lindíssimo Ansel descascando uma laranja? E Ethan cheio de charme recortando uma fotografia? Achei maravilhoso.

Vi aqui.

Depois da Fotografia | Maionese
leituras

Resenha: Depois da Fotografia, Natalia Brizuela

Recebi da Editora Rocco o lançamento “Depois da fotografia”. A cada mês, recebo dois lançamentos da editora para resenha e esse foi um dos meus escolhidos. Achei que seria bacana ler algo mais “nicho” e fiquei bastante interessada depois de ler a sinopse:

Com o surgimento da fotografia, a arte, a literatura e todos os demais meios de expressão nunca mais foram os mesmos. É isso o que mostra a pesquisadora e crítica literária argentina Natalia Brizuela em Depois da fotografia – Uma literatura fora de si, mais um volume da coleção Entrecríticas, espaço de reflexão sobre a literatura em suas conexões com outras práticas artísticas, organizada por Paloma Vidal. 

Foi difícil ler esse livro. Primeiro porque esperava algo meios teórico. Pode ter sido erro meu, sabe quando a gente lê uma sinopse e já fica com aquela expectativa, daí quando engata na leitura a coisa é diferente? Foram mais de 200 páginas em cima de um estudo bastante cansativo e que dialoga intensamente com nomes da sociologia, o que pode assustar leitores sem muita bagagem teórica no assunto. Talvez seja uma daquelas obras que agrade entusiastas ou profissionais das áreas. Para mim, começou bem mas acabou sendo maçante.

A autora Natalia Brizuela, que é bacharel em Artes e também possui PhD em Espanhol e Português, se concentrou em debater a relação entre fotografia-arte-cultura no âmbito latino-americano (o que é bastante interessante visto que esse tipo de discussão geralmente se concentra em artistas europeus). Seus principais exemplos na narrativa são os escritores mexicanos Mario Bellatin e Juan Rulfo, o argentino Julio Cortázar e os brasileiros Bernardo Carvalho e Nuno Ramos.

Temos em mãos uma obra que transcende a verborragia teórica acerca da fotografia. Natalia lança seu olhar acadêmico sobre artistas que mesclaram de forma marcante a arte de seu tempo.

Ficha Técnica

Título: Depois da fotografia – uma literatura fora de si
Autor: Natalia Brizuela
Editora: Rocco
256 páginas
Skoob

Dashape & Asics Fruit | Maionese
bonitezas

Artista cria tênis usando apenas frutas e canudo

Dashape & Asics Fruit | Maionese

Você deve ter crescido ouvindo sua mãe dizer “com comida não se brinca”. Contrariando a máxima mais proferida pelas mães desse mundo, o artista Ache Rodriguez utilizou frutas e canudinhos para recriar o modelo Gel Lyte V Volcano, da Asics. A criação foi feita para um concurso cultural promovido por uma loja de tênis e o sucesso foi tão grande que as fotos não param de rodar por aí.

Lindo demais, né? E ficou igualzinho!

Via Trendland.

Raqz no Peru | Maionese
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Uma viagem inesquecível pelo Peru

Raqz no Peru | Maionese

Estava adiando essa postagem por motivos de: preguiça de selecionar fotos para o post. E digo isso porque são cerca de 1.000 fotos, boa parte delas com um valor sentimental incrível. Foram três câmeras, sem contar as fotos que meu pai bateu na câmera dele (que eu ainda não peguei). Mas aí que ontem eu, finalmente, mostrei as fotos pra minha mãe e avó (que não viajaram conosco)… e bateu aquela vontade de escrever sobre o Peru. Foram duas semanas viajando por lá, ao lado do meu pai e do Pedro. Passamos por Lima, Cusco (eu e Pedro somente) e Trujillo.

Pra quem não sabe, meu pai é peruano. Isso significa que todos os irmãos dele, os sobrinhos e até uma filha (que ele teve antes de vir morar no Brasil)… são peruanos e moram por lá. Eu só conhecia toda essa gente por fotos, visto que nunca tinha visitado o Peru. Apenas um dos meus tios já tinha vindo aqui no Brasil, quando eu era adolescente. De lá pra cá, ficou sempre essa lacuna em aberto, uma visita que pudesse ser aproveitada ao máximo. A expectativa era muito grande do lado de cá e eu sei que era grande do lado de lá também. Finalmente, eu ia conhecer cada rostinho que via por fotografia. Falar pessoalmente com primas que hoje em dia até estavam mais próximas graças às redes sociais. Sem falar que eu também ia ver ao vivo aquela terra tão incrível que eu conheci apenas pelas histórias do meu pai. Bom, deixa eu mostrar um pouco do que vi por lá, nesse post.

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Raqz no Peru | Maionese

Os primeiros dias no Peru foram corridos, visto que ficaríamos poucos dias em Lima, antes de viajar para Cusco. Havia almoços e jantares programados com a família, fazendo com que as 24h de cada dia se desdobrassem da melhor maneira possível. Era incrível chegar no fim do dia com tanta coisa feita. Fomos recebidos com muito carinho na casa dos meus tios, com direito a festinha surpresa e tudo. Sem falar na recepção que eles fizeram no aeroporto, tinha pra mais de 20 pessoas por lá. Me senti muito especial.

Em toda nossa estada em Lima, não houve um dia sequer de Sol. Aquele SOOOOOL pleno, que a gente conhece aqui no Rio, por exemplo. Com exceção do verão, há sempre uma névoa cinza pairando no céu, efeito da proximidade do litoral com os Andes.

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Uma das coisas mais legais do Peru foi, sem dúvida, saborear todas aquelas comidas típicas maravilhosas. Tive a oportunidade de conhecer os pratos tanto em restaurantes quanto na casa das minhas tias, que recebiam a gente sempre com muita chicha morada e outros acepipes.

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Esse milho da primeira foto, conhecido como maiz morado, é figurinha mais do que conhecida dos peruanos. Com ele é feito o tal refresco chicha morada, que falei no começo do post. O refresco é feito com o milho fervido junto de especiarias, adoçado posteriormente – toma-se quente ou frio. Meu pai até trouxe um desses milhos na bagagem, maior erro né, mas trouxe. Abaixo do milho, temos outro prato tradicional, a papa a la huancaina (batata cozida, servida com um molho de pimentão, queijo e biscoito tipo cream cracker). E em seguida, o famoso lomo saltado (lascas de filé mignon salteadas na cebola roxa, tomate e uma mistura de molhos, acompanhados de arroz branco e batata frita).

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Raqz no Peru | Maionese

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Depois de alguns dias em Lima, fomos saracotear por Cusco e é simplesmente difícil descrever a sensação de ver diante dos olhos as construções pré-colombianas. Seja em Machu Picchu ou nos demais sítios que visitamos (vai render outro post, certamente), falta ar literalmente para suspirar diante de tanta beleza e magnitude. A altitude pega le-gal, gente. Tive uma das piores dores de cabeça da minha vida, pior que ressaca. Dormi cerca de 12 horas na minha primeira noite em Cusco, pra vocês terem uma ideia. Pressão foi lá embaixo… mas depois fiquei de boas. Tem gente que passa ileso desse pequeno detalhe mas há quem coloque os bofes pra fora e tudo mais. Na dúvida, garanta algumas doses de chá de coca e pílulas contra o soroche.

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Por fim, encerramos o turismo em Trujillo, imersos mais uma vez em um clima diferente. Além disso, mergulhamos no universo pré-descobrimento pelos espanhóis, indo um pouco mais atrás na história. Conhecemos as heranças dos povos pré-Incas, em ruínas que deixam o queixo caído.

Encerramos os 15 dias de intensas emoções em Lima, com bagagem cheia e coração ainda mais completo. E o amor foi tanto que eu poderia voltar a cada ano pra lá. Por sorte, ainda esse ano voltarei ao Peru, mesmo que numa passagem relâmpago. Serão poucos dias para matar algumas saudades. Êta terra abençoada.