Eu adoro essa coisa “muderna” que é a internet. A possibilidade de adquirir desde uma televisão daquelas a um lanche do McDonald’s no conforto do seu lar, com alguns cliques. Tá certo que nem sempre as coisas funcionam: a entrega demora pra chegar, dá pau no cartão de crédito, mercadoria esgota, batata-frita vem murcha (mas você come mesmo assim porque não tá fácil pra ninguém). Mas quando funcionam… a vida ..
Essa dica vai pra galera que adora um livro (principalmente os que adoram ler vários livros ao mesmo tempo). Aqui em casa volta e meia aparecem uns marcadores de livros super diferentes. Além dos convencionais, de papel, surgem uns com ímãs, fita de seda e tecido. Aliás, toda vez que compro algum livro aproveito para levar novos marcadores, daqueles que ficam em potinhos no caixa das lojas. E tem de ..
O escolhido é: 1968: O Ano Que Não Terminou, de Zuenir Ventura Meu exemplar veio da minha mãe, que leu quando era mais novinha. Lembro que o li ainda nos tempos da escola e, claro, PIREI. Foi um dos livros que me fez um tantinho mais engajada em ALGUMA COISA e que me incentivou inclusive a fazer História. Aliás, essa coisa toda é muito engraçada. Parece que conforme vamos envelhecendo, ..
Escolhi o livro “Quando Nietzsche Chorou“, do renomado Irvin d. Yalom não apenas pelo protagonista da obra mas pelo conjunto em si. Trata-se da história de um filósofo em crise que, ao se consultar com um dos melhores médicos da Europa, acaba se tornando mais do que um paciente mas também responsável por esboços do que seria a psicanálise. Confesso que o livro foi inspirador em alguns momentos, como toda ..
O livro escolhido como favorito foi lido quando eu era adolescente. Adolescência é aquela fase da vida que nada faz muito sentido: o que ser quando crescer, pra que se apaixonar (sempre pelo cara errado), se sentir incompreendido pelo mundo inteiro (principalmente pelos seus pais). Daí que o livro escolhido como favorito me ajudou a entender um pouquinho as coisas e as pessoas fazendo toda uma zona em uma cabeça ..