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Resenha: Entrevista Com O Vampiro – A História de Cláudia

Recebi da Editora Rocco há alguns meses o livro “Entrevista com o Vampiro – A história de Cláudia”. Nunca tinha lido nada da Anne Rice (por favor não me matem) e esse era um erro que eu precisava corrigir. Tipo uma dívida histórica que a gente precisa pagar, sabe? Brincadeiras à parte, tive a oportunidade de ler um pouco da autora, com um livro clássico e tal.

Porém, estamos falando aqui de uma graphic novel adaptada por Ashley Marie Witter. Livro em capa dura, belíssimas ilustrações. Assim que chegou, dei aquela folheada e já me apaixonei. Lindo demais!

Resenha Entrevista com o Vampiro - A história de Cláudia. Mais em http://sempickles.com/maionese.

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Adaptar um clássico da literatura e dos cinemas é sempre uma missão complicada. Porém, Ashley conseguiu com primor realizar um trabalho muito bom, que encanta o leitor a cada página. A história já é sabida pelo público que, pelo menos, assistiu ao filme. Ter a oportunidade de acompanhar a visão da pequena Cláudia diante dos fatos foi incrível.

Ela é a vampira que nunca deveria ter sido. Sua própria existência é tida como uma abominação enter as criaturas da noite. Com a luxúria de uma predadora aprisionada no corpo de uma criança, ela se move através das sombras de um mundo sempre fora de seu alcance. Órfã, filha, vítima e monstro. Esta é a história de Cláudia.

As ilustrações do livro são em tons de sépia, com algumas intervenções em vermelho, retratando o sangue derramado pelos vampiros. O traço detalhista de Ashley acrescenta mais dramaticidade à história, implementando uma atmosfera sombria e sedutora à narrativa. Sério, fiquei muito apaixonada!

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Cláudia é transformada por Lestat aos 6 anos e se torna uma vampira aprisionada em um corpo de criança. Esse é um dos principais conflitos que a menina vive, aliás, todos os vampiros: ver passar a eternidade sem envelhecer a carne.

Ao postar a foto do livro no Instagram, vários amigos se declararam apaixonados pelo original. Então, se você é uma dessas pessoas que ama Anne Rice, precisa ler essa adaptação ilustrada. É um MUST HAVE, viu?

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Título: Entrevista com o Vampiro – A história de Cláudia
Autor: Anne Rice & Ashley Marie Witter
Editora: Rocco
224 páginas
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Um Gosto de Verão. Resenha do livro em http://sempickles.com/maionese.
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Resenha: Um Gosto de Verão, Helen Walsh

Mesmo com tantos percalços e vício em séries, esse ano tem sido bem produtivo no quesito “resenhas”. Me permiti ler livros aleatórios, muitos deles lançamentos que não leria “normalmente”, justamente para praticar um exercício de deixar a mente passear por aí, sem compromisso. Tento intercalar um que quero muito ler com outro que quero ler “mais ou menos” ou que não esperava ler. Nesse ponto, agradeço imensamente pela parceria que o blog tem com as editoras, que me permite escolher títulos de gêneros que não costumo ler.

Recebi da Rocco há alguns meses o livro “Um Gosto de Verão”. Li um pouco depois de ter recebido mas acabei ~arquivando~ a resenha. Então, antes de falar sobre, vamos à sinopse da editora:

Sol, desejo e obsessão dão a tônica do aclamado romance Um gosto de verão, da britânica Helen Walsh. Premiada com o Somerset Maugham e comparada a Irvine Welsh já em seu livro de estreia, a autora surpreende ao revisitar um tema recorrente na literatura – a chegada de um intruso que quebra o tênue equilíbrio de uma casa -, adicionando a ele luxúria, tensões psicológica e sexual em alta voltagem.

Quando vi a comparação com Irvine Welsh já fiquei animada (tem resenha de Skagboys aqui, cês viram?). Continuando na sinopse:

Todo ano, o casal Jenn e Greg viaja para a costa da Ilha de Maiorca, na Espanha, para passar o verão. Dessa vez, eles recebem a visita da enteada de Jenn, Emma, e seu namorado, Nathan. Mulher madura, Jenn jamais imaginou que a simples presença de um jovem belo e ousado pudesse despertar tamanho desejo, que evolui para a obsessão.

Minhas impressões: a autora consegue transmitir a atmosfera de férias e praia ao descrever as situações. Você sente aquele frescor das férias à beira mar, o vento, a leveza dos dias. Essa ambientação é importante para construirmos em nossas mentes o cenário em que se passa a história. Até mesmo para visualizarmos e simpatizarmos com os personagens.

Um Gosto de Verão. Resenha do livro em http://sempickles.com/maionese.
Outra coisa que notei: a tensão sexual que rola entre os personagens. Esse detalhe é bem visível desde o começo da narrativa, porém sem ser aquela coisa “50 Tons de Cinza”. Você sente que tá rolando um clima mas de forma envolvente, o suficiente pra gerar interesse nos leitores. Fica aquele gostinho de “quero mais”, um “sexy sem ser vulgar”.

Em relação aos personagens: não simpatizei com ninguém. Era pra gente curtir a Jenn, entender que ela se sentiu atraída pelo moço lá, mas no fim das contas não cola, você fica até meio bravo com o desenrolar das coisas. Não sei, me senti um pouco “traída” com o livro. Gosto quando termino uma leitura e sinto saudades dos personagens. Nesse caso, fechei o livro e falei “ok, próximo”!

Um Gosto de Verão. Resenha do livro em http://sempickles.com/maionese.

Geralmente compartilho no blog resenhas de livros que gosto muito. Não é que tenha odiado esse livro, mas não morri de amores. Achei okay e tal. Sinto que faltou algo, sabe? Talvez um pouco mais de carisma, um pouco mais de aprofundamento nas histórias dos personagens principais.

Ficha Técnica

Título: Um Gosto de Verão
Autor: Helen Walsh
Editora: Rocco
240 páginas
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Resenha: Cem Verões, Beatriz Williams

Já contei pra Deus e o mundo que estou viciada em Mad Men. Sou apaixonada por filmes/séries/livros de época, principalmente os das décadas de 20 – 60. Nosso país foi fortemente inspirado pelos EUA (ainda hoje é) e importamos boa parte da cultura norte-americana nesse período, sem falar nos hábitos de consumo. Por isso, acho tão gostoso mergulhar nesse período para conhecer melhor o período, com um olhar curioso sobre tempos tão diferentes dos atuais.

Bom, isso tudo pra dizer que quando escolhi o livro “Cem Verões” na parceria com a Editora Rocco, a expectativa foi grande. A capa, que é super bonita, já anuncia um romance de época (década de 30 em NY). Que delícia de livro! Não imaginava que ia me surpreender tanto.

Dois jovens casais de namorados aproveitam a época em que as responsabilidades da vida adulta não começaram, entregando-se a romances sem se importar com as convenções sociais. Cada um tem um tipo bem diferente e a gente já vai se apegando aos nossos favoritos desde o começo. A vida segue, alguns anos se passam (7 na verdade) e os jovens se reencontram durante o verão, em uma pequena cidade na costa leste dos EUA. A narrativa intercala relatos da época de namoro dos personagens ao período em que voltam a conviver. Tudo isso com o olhar atento da autora Beatriz Williams, que ilustra de forma interessante a (alta) sociedade da época. Assim como em Mad Men, pode causar certa estranheza ao espectador assistir ao comportamento de homens e mulheres da época.

Festas, vida confortável… Estamos falando de menos de uma década após a crise da bolsa (Crash de 29). Tudo parecia lindo até que um desastre natural em 38 transforma levemente o panorama pacífico da trama. Beatriz Williams esclarece em nota histórica as consequências do furacão e presenteia os leitores com um trabalho muito bem amarrado e bonito. Temos nas mãos um romance que começa mansinho, gostoso, despretensioso, e se transforma em furacão (literalmente).

 

A autora se preocupou tanto em contextualizar a história em sua devida época que criou uma playlist que a inspirou durante a produção do livro, de forma a reconstituir o cenário adequado para a obra. A Editora Rocco a disponibilizou no Spotify e, gente, é uma delícia!

Ficha Técnica

Título: Cem Verões
Autor: Beatriz Williams
Editora: Editora Rocco
384 páginas
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Resenha: Eleanor & Park, Rainbow Rowell

Li esse livro tem exatos dois meses e não sei por que levei tanto tempo pra publicar a resenha aqui no blog. Na verdade, eu sei. Aquele combo “correria” + “falta de tempo”. Acabei priorizando os assuntos pra não cansar vocês com tantos livros. Sem falar que algumas séries tomaram conta do meu tempo livre (atualmente tô num amor com Mad Men) e os livros estão encalhando na minha mesa de cabeceira. Alguém me ajuda com rehab?

Voltando à Eleanor & Park. Que livro bom, cara! Tanta gente que considero incrível me indicou, disse “Raquel, você tem que ler”, eu juro que esperava uma coisa e quando terminei de lê-lo a sensação foi de querer abraçar os personagens de tão maravilhosos que eles eram. E a autora, que conseguiu falar sobre algo tão delicado de um jeito que você se compadece, vibra, torce, faz pensamento positivo e figa pra dar tudo certo. E esse “tudo certo” acaba não sendo um happy ending mas uma interrogação sobre o que pode acontecer. Aliás, o final desse livro tem despertado amor/ódio em muita gente. O que, afinal, esse fim significa, socorro?

Um breve resumo da história: Eleanor é uma adolescente que se muda para uma pequena cidade, quando a mãe da menina se junta ao namorado, trazendo consigo os filhos. Tudo seria muito bacana não fosse: 1. eles vivem super mal na casinha, dormindo todos praticamente juntos, sem privacidade; 2. o relacionamento abusivo do padrasto com Eleanor & submissão da mãe, que não reage diante das atrocidades que o padrasto comete; 3. nenhum dinheiro para comprar roupas e até mesmo comida. A cada página em que vamos conhecendo a realidade de Eleanor, sentimos dó da menina. Você pensa “meo, o que mais pode acontecer com essa garota?”. Em meio a tanta merda e perrengue, surge um pinguinho de esperança na multidão. E essa esperança se chama Park.

“Ah que bosta, um livro onde quem vem salvar a garotinha é o namorado”. Aposto que você deve estar pensando isso. EU pensei isso. Mas não é bem assim. Park funciona como uma intervenção positiva quando tudo é uma desgraça sem fim. O bullying na escola, as brigas dentro de casa, qualquer um nessa situação sucumbe. E é com a amizade que começa torta entre os dois que a menina consegue voltar a sorrir, mesmo que de vez em quando. Um novo mundo se abre: Park lhe apresenta músicas, leituras e permite à Eleanor viver coisas novas e boas. Em contrapartida, se abre também um novo mundo para ele.

Ao descrever as descobertas de Eleanor, somos brindados com um universo de referências geeks. Sem falar nas músicas, na atmosfera que os nascidos na década de 80 viveram tão de pertinho. Obrigada, Rainbow!

Eleanor e Park não se encaixam no padrão de beleza ditado pela sociedade desde sempre. Eleanor é ruiva, cabelos sempre bagunçados, gordinha. Não usa roupas descoladas, é extremamente tímida e está sempre de cara fechada. Park é metade coreano, metade norte-americano, super low profile, leitor de HQs e sempre com um fone de ouvido pendurado. Sem dúvida, o fato de se sentirem peixinhos fora d’água fez com que os dois se aproximassem e se apoiassem em uma relação de afeto e carinho.

Terminei o livro com a sensação de que Eleanor salvou Park. Por toda a sua trajetória de vida, pelas coisas que ela ensina para ele. Os dois constroem um mundo só deles desde o momento em que Park permite à menina que participe de suas leituras, ainda que de forma esquisita, dentro do ônibus da escola. E é esse mundo que tem tanto de cada um que permitiu aos dois viver algo tão forte e, certamente, inesquecível.

A quantidade de material produzido por fãs não está no gibi. Talvez, comparável às homenagens feitas pelos fãs de “A Culpa é das Estrelas”. Ou “Crepúsculo” (rs).  E ó, vai virar filme.

Ficha Técnica

Título: Eleanor & Park
Autor: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
328 páginas
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Convite Novas Crônicas da Surdez | Maionese
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Lançamento do livro Novas Crônicas da Surdez

Sempre curti conhecer histórias de gente que superou grandes dificuldades na vida. Acredito até que meu interesse por essas histórias aumentou depois que eu mesma me vi numa situação complicada, tendo que adaptar minha vida a uma nova realidade. Nada como sentir na pele pra dar ainda mais valor, certo? Quando conheci a Paula Pfeifer em um evento não sabia o que ela tinha pra contar em alguns dedos de prosa. Logo me apaixonei pelo Crônicas da Surdez.

Paula é surda oralizada. Isso quer dizer que ela nasceu com audição porém começou a perdê-la na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos. Foi com essa idade que decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para que pudesse voltar a ouvir. É sobre essa jornada que a autora fala em seu livro Novas crônicas da surdez – Epifanias do implante coclear, que está sendo lançado pela Plexus Editora.

A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos.

O leitor terá em mãos um relato com muita emoção sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias de uma fase que começou em 2013 e que seguirá “para sempre” na vida de Paula. Ela narra todas as etapas de sua cirurgia. Dos exames preliminares à cirurgia; da ativação do implante aos meses de adaptação à nova vida.

Não há palavras que expressem a beleza e a grandeza de voltar a ouvir e me sentir parte do mundo – onde eu quiser, com quem eu quiser, não mais limitada a uma zona de conforto povoada apenas por pessoas que entendem o problema.

O livro será lançado na próxima quarta-feira, aqui no Rio de Janeiro. Que tal prestigiar esse trabalho tão bacana feito por gente como a gente?

Convite Novas Crônicas da Surdez | Maionese

 

Como Eu Era Antes de Você | Maionese
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Resenha: Como Eu Era Antes de Você, Jojo Moyes

Recebi lá no Goodreads (me segue?) a indicação para ler esse livro, pela querida Cami Rocha. Já tinha visto muita gente lendo, inclusive o livro estava sempre na seção de lançamentos/mais vendidos das principais livrarias. Confesso que pela capa achei que seria mais um livro desses bobocas que às vezes é legal de ler mas que, no momento, eu não ia curtir muito.

Já dizia vovó: não julgue um livro pela capa.

Como Eu Era Antes de Você | Maionese

Li Como Eu Era Antes de Você em dois dias. Pedro chegava em casa e estava eu praticamente de cabeça pra baixo, esparramada com o Kobo nas mãos, devorando cada página da obra de Jojo Moyes. A sinopse é a seguinte:

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã-mãe-solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

Poderia ser mais uma dessas histórias onde X se apaixona por Y depois de uma aproximação tão íntima por conta de um trabalho. Como X conseguiu tocar a vida de Y e mudar todo o sentido de uma realidade que é dura e que com o amor tudo fica diferente, e lindo, e mágico. Mas não, não é sobre uma historinha de amor cheia de clichês que Jojo Moyes quer falar. Em suas 300 e poucas páginas, somos presenteados com uma narrativa tão bem feita que nos mantemos agarrados à história de Lou, uma menina sem muita ambição e perspectiva de vida, e Will, um rapaz que tinha a vida dos sonhos, interrompida por um terrível acidente.

De cara, já somos colocados diante do acidente que coloca Will em uma cadeira de rodas, tetraplégico. E é com a tetraplegia que lidamos durante todo o livro. As limitações, as dificuldades, não só de locomoção em si mas  de aceitar a nova condição. A autora nos propõe sempre enxergar os dois lados: o da família e amigos, que lutam para que Will se sinta bem apesar de tudo, e do outro lado entendemos porque Will é tão revoltado com o que aconteceu. Em seu quarto, fotos de viagens e atividades que ele nunca mais vai fazer. Em seu dia à dia, acompanhamos a fragilidade de sua saúde, sempre dependendo de cuidados e atenção 24h. Até que somos colocados diante de uma questão importante e que certamente vai mexer com o leitor: vale a pena viver desse jeito, infeliz?

“Às vezes, você é a única coisa que me dá vontade de levantar da cama.

Lou trabalharia com Will durante seis meses. Seis meses era o prazo dado por Will para encontrar alguma solução para sua situação, que era praticamente irreversível. Será que toda a dedicação de Lou faria com que Will mudasse de ideia em relação a seu plano consigo mesmo? Acompanhamos seis meses de uma intensa relação de amizade e carinho, que transformará a vida dos dois de um jeito maravilhoso. A gente torce junto, a gente vibra a cada vitória. E a gente chora com o desfecho dessa história (chora de desidratar, viu, preparem-se).

Ele me suportava, mas eu tinha a sensação de que, frequentemente, queria ficar sozinho. Ele não sabia que essa era a única coisa que eu não o deixaria fazer.

Saí desse livro muito tocada e fiquei feliz em saber que o livro vai virar filme. Sam Claflin (Finnick Odair, Jogos Vorazes) e Emilia Clarke (Daenerys Targaryen, Game of Thrones) viverão os protagonistas do filme, que tem como roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos roteiristas de “A Culpa é das Estrelas”. Já pode ir comprando o kleenex?

E que essa não é uma história de amor como outra qualquer. Sei que há motivos para eu nem dizer isso. Mas eu amo você. De verdade.

Ficha Técnica

Título: Como Eu Era Antes de Você
Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
320 páginas
Skoob