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C&A e Elle homenageiam as décadas da moda em coleção cápsula

Que as grandes marcas varejistas tem apostado pesado em parcerias e colaborações é mais do que certo. A C&A se destaca pelas coleções cápsulas que tem tirado o fôlego de muita gente, porém fazia tempo que uma coleção inteira não me deixava apaixonada. E foi o que aconteceu agora, na coleção cápsula com a Elle.

Isso mesmo, Elle. Uma revista. As duas se juntaram para produzir peças que homenageiam a moda ao longo das décadas, tendo como principal ícone o famoso “vestidinho preto”. Tá aí uma peça coringa, que todo mundo tem que ter no armário. Dá uma olhada no vídeo pra entender a parada:

A coleção conta com vestidos que traduzem muito bem o toque de cada década, além de camisetas e peças complementares como cardigans. Os preços estão relativamente em conta, se a gente pensar que é uma fast fashion de apelo popular. Tem coisinha já na pré-venda do site mas as vendas oficiais só rolam no dia 23/08.

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O mais interessante é perceber que, apesar de ser uma peça com muitas referências do seu tempo, você consegue encaixar praticamente todos os vestidos em produções nos dias de hoje. Algumas coisas simplesmente não ficam fora de moda, fato.

Qual é sua peça favorita? Estou suspirando até agora com o vestido Anos 50.

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conversas

Sobre aceitar o nosso corpo como ele é

Essa frase aí do título: não é fácil. Por mais que você repita para si mesmo, como um mantra, que é tudo pressão da mídia, que o filtro tá equivocado, que a gente nasceu lindo no matter what… há sempre aquele momento em que você se olha no espelho e encasqueta com o que vê. Um braço gordinho, o sutiã que insiste em marcar as gordurinhas nas costas, um short que foi comprado num tamanho maior porque você tá ~acima do peso~… quem nunca?

Aqui, insiro um exemplo que conheço muito bem: eu mesma. Sempre fui uma criança magra. Fui crescendo e continuei sendo magrinha, até demais. Brincava na escola dizendo que estava fazendo dieta da engorda, porque no fundo eu queria ser como as minhas amigas que já tinham “corpo” (leia-se aquele corpo de mulher, mais largo, mais marcante, o corpo da gente muda, né?). Eu não era lisa, com 11 anos já tinha seios um pouco maiores do que minhas amiguinhas, algo que se tornou uma marca registrada: “Raquel, a ruiva do peitão”.

Quando entrei pra faculdade e comecei a comer todas as tranqueiras existentes na face da terra, juntamente com meus hormônios de mulher adulta, a coisa começou a mudar. Acho que ganhei uns 10 kg nessa época, mas continuava sendo uma mulher magra, considerada pelos meus amigos de sala “a guria voluptuosa”. E eu sabia que chamava atenção, sabia que as pessoas olhavam pensando “deusa” (RISOS) e é claro que a minha auto-estima estava sempre lá em cima, por mais que os seios avantajados incomodassem um pouco na hora de vestir camisas de botão ou mesmo decotes. Lembro que uma grande amiga dizia pra mim que admirava o jeito com o qual eu me sentia segura com meu corpo, usando vestidos mais abertos e curtos, salto, essas coisas que mostram muito da nossa personalidade e segurança em nos aceitarmos como somos.

Nessa época não tinha escova progressiva e a gente achava legal ter piercing

Aí eu fui morar nos EUA, comi como se não houvesse amanhã, desenvolvi hipotireoidismo e ganhei mais uns 10 kg. Voltei pro Brasil beeeem gorda. E aí, uma coisa foi juntando com a outra e eu passei a me esconder. Vamos combinar que é muito mais fácil se vestir no Brasil sendo magro. A oferta da moda é pra corpos ~no padrão~. Eu não me sentia bonita naquele corpo mais robusto. Olhava para fotos antigas e pensava “cadê essa pessoa?”. Foi aí que passei a não me olhar mais no espelho, porque no fundo não aceitava aquela imagem gorda. A cabeça, essa danada é responsável por tudo na nossa vida.

De lá pra cá tanta coisa aconteceu na minha vida. Comecei a cuidar do hipotireodismo, tentei fazer dieta, comecei a malhar, larguei, fui em nutricionista, comi tudo que tinha direito, engorda, emagrece… Até que aos poucos comecei a questionar o sentido de tudo isso. Qual é o verdadeiro significado do que vemos no espelho? Por que estar magro faz com que a gente fique mais bonito do que quando estamos mais gordos? Será que estar gordo quer dizer que não estamos comprometidos conosco? É sinal de que somos relaxados? Preguiçosos? Simplesmente comecei a não ver sentido em comentários sobre corpos alheios ou mesmo o meu. “Raquel engordou, né?” *insira aqui uma voz de velório*. Sim, gente. Engordei. E DAÍ?

Ao mesmo tempo que me fiz essa pergunta, me desarmei para todos a minha volta. Amigos que eu olhava e pensava “fulano tá gordinho” como se isso fosse ruim. Porque sem querer a gente continua perpetuando algo que achamos errado, não é mesmo? Por que motivo achamos tão ruim esse tipo de mudança? Por que só recebem elogios aqueles que perdem peso, mesmo que seja por um motivo triste (doença, em muitos casos)?

Quando li esse post da Nuta no GWS, caiu a ficha de que no Brasil não valorizamos o corpo ~nem gordo nem magro~, conhecido lá fora como CURVY. Logo o Brasil, esse mix de etnias, que deu origem a um povo tão miscigenado e nada padronizado. Seria o lugar perfeito para que nós pudéssemos circular por aí com as roupas que bem entendêssemos usar, sem receber olhares negativos. Mas parece que a gente simplesmente não existe. Ou você é magro, padrão blogueira fitness, ou você é gordo, padrão blogueira plus size.

A resposta pra essa pergunta é que a gente simplesmente não se aceita sendo o meio termo. Usar cropped tendo peitão? Não pode. Saia lápis tendo culote? Também não. Bracinho mais cheinho de fora? Hmmmm acho que não, hein. E assim, seguimos tentando nos encaixar em uma fôrma.

Chega uma hora que você desiste de tentar se encaixar num tamanho de jeans e passa a trabalhar em cima do que tem. E aí começa um exercício psicológico de se olhar no espelho e amar aquilo que vê – porque aquilo que a gente vê não é só uma barriga ou uma coxa mais flácida. Ali no espelho vemos refletidos seres humanos, com sentimentos, ambições e sonhos. A gente se prende muito ao externo e esquece de trabalhar o interno, que é o que realmente importa nessa vida. No momento em que aceitamos a imagem que vemos refletida, é como se a gente pudesse se abraçar e se amar. É impressionante como esse mecanismo, aparentemente bobo e inútil, faz toda a diferença. É uma sensação bem parecida com a de uma corrida, quando termina: somos inundados por endorfina e a felicidade é tão grande que a gente se sente maravilhoso. E é tão bom se sentir assim, de bem com o mundo, né?

Posso dizer que tenho me olhado mais no espelho, sem tanto julgamento, com mais carinho. Desde então, passei a me sentir mais confiante comigo mesma, seja para fazer fotos ou vídeos. Quem trabalha com a imagem certamente passa por esses dramas e é claro que não é de um dia pro outro que você começa a se achar incrível. Como eu disse lá no começo do post, é um exercício diário. Diferente de pregar um conformismo por estarmos assim/assado, sugiro que busquemos uma harmonia entre corpo e mente. Acho que esse é um dos segredos pra uma vida mais simples e tranquila.

PS: a foto no cabeçalho é desse post aqui no Instagram e tô recebendo tanto comentário querido que fez com que eu não me sentisse mais mal em me expor. Porque mesmo com todo esse raciocínio, ainda penso “hmmmm meus peitos ali no Instagram”. E a gente não devia ter essa vergonha, né? Esse medo de mostrar uma parte do nosso corpo, se estamos nos sentindo bem, bonitas, felizes.

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FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese.
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Mais uma dobradinha FARM & adidas Originals

Eu sei que tem tipo uma semana que essa coleção começou a ser vendida, mas como eu estava viajando, não pude acompanhar o fervo em real time. Voltei de viagem e vi as roupinhas no site da adidas. Bom, mas do que eu tô falando? Deixa eu explicar, já que deve ter gente perdida no assunto também. A adidas Originals, em parceria com a carioquíssima FARM, se uniram mais uma vez e lançaram a 4ª coleção de peças inspiradas na diversidade da mulher brasileira. Os caras só colhem louros em cada lançamento e parece que encontraram a mina de ouro, né?

FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese.

Lançada no dia 10/12, a coleção traz 4 novas coleções, inspiradas em regiões do Brasil. Dividida em dois momentos, nessa primeira parte pudemos conhecer as estampas Tukanas e Confete, que foram fotografadas em Belém do Pará e Alto Paraíso. Tukanas é uma estampa mais gráfica e como o nome já diz, traz o pássaro como protagonista da criação. Já a estampa Confete traz elementos da estamparia clássica e reúne técnicas mistas de coloração e desenho, como colagens, tintas e nanquim. A primeira, vem com cores vibrantes e peças mais “minimal”; a segunda, tons pasteis e padronagem.

Pensamos num mix de composição que fosse democrático, ou seja, que atendesse ao coletivo de meninas que representamos e que nos representam. Tudo foi feito a partir da concepção de coletivo, de grupo e, claro, da eterna valorização a nossa brasilidade. Vida longa a essa parceria! – Katia Barros, diretora criativa da marca

Nesse lançamento, além das peças clássicas como jaquetas, camisetas, bermudas, camisetas cropped e o tênis Superstar, as marcas investiram no famoso chinelo Adilette (que é super a cara do verão). O que esperar da segunda parte da coleção? Só ano que vem vamos conhecer…

Eu sempre prometo que não vou comprar nada mas confesso que fiquei com vontade das peças abaixo:

FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese. FARM & adidas Originals. Mais em http://sempickles.com/maionese.

Pelas minhas seleções, notaram que eu curti mais as peças da da linha Confete, né? Para garantir uma pecinha da coleção, basta clicar aqui ou aqui.

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Stella McCartney para adidas
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Coleção Primavera 2016 Stella McCartney para adidas

Pode parecer meio confuso acompanhar os lançamentos de coleções gringas por conta das estações do ano (hemisfério norte x hemisfério sul), porém é sempre muito interessante ficar de olho no que tá saindo pra gente ter uma ideia do que chegará por aqui e tal. Aqui no Brasil, a adidas anunciou a ~nova coleção~ da Stella McCartney com itens que foram lançados em fevereiro lá fora. Trata-se da coleção de outono, com muitos casacos, leggings e recortes típicos da estilista, que inseriu no sportswear uma vibe mais arrumada e fashionista.

A Vogue divulgou no final de outubro a coleção Primavera/2016, que tem como principal inspiração o atletismo – mais focada na funcionalidade das peças do que na parte estética, com cortes e tecidos mais apropriados para a prática esportiva. O toque especial da estilista se dá no mix de estampas e cores aplicados em peças que agradarão em cheio profissionais e amadores, unidos pela mesma paixão.

Stella McCartney para adidas - Primavera/2016

Stella McCartney para adidas - Primavera/2016

Stella McCartney para adidas - Primavera/2016

Stella McCartney para adidas - Primavera/2016

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Como organizar um bazar

imagem do topo: daqui

Esse era um post que eu queria fazer há algum tempo mas sempre batia uma preguiça porque sabia que não poderia escrever qualquer coisa. Precisava me empenhar, listar o que é bacana, o que funciona, enfim, chegou esse momento. Vamos lá!

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Há alguns anos decidi que queria vender umas roupas que não usava mais. Via algumas amigas vendendo sandálias Melissa que não queriam usar mais, na época usavam o Orkut e até mesmo blogs pra tal, funcionava. Eu mesma cheguei a comprar uma Melissa nesse esquema, veio toda certinha, em bom estado. A lógica é simples: quantas coisas a gente tem guardadas em nossos armários que simplesmente não usamos mais? Ou nunca usamos? Nunca fui uma compradora compulsiva, sempre tentei ter o mínimo de discernimento na hora de levar alguma coisa pra casa, porém mesmo sendo cuidadosa e racional na medida do possível, já comprei roupa por impulso e, obviamente, não vesti.

Sempre fui uma pessoa estampada/colorida/~diferente. Um sapato, uma bolsa, um vestido. Já rolava aquela vibe “isso é a cara da Raquel” e eu também absorvi essa filosofia. Olhava pra coisinhas fofas nas vitrines e já comprava, mesmo sem saber como usar ou encaixar nos meus looks diários. Hoje em dia eu já não curto mais tantas cores e padronagens e o que aconteceu? Simplesmente não sei como fazer uso de um armário que não combina mais comigo, com o meu lifestyle e jeito de ser. Resumindo? Resolvi vender boa parte.

Foi assim que comecei a vender algumas coisinhas online. Usei o blog, usei o Facebook, usei o Enjoei. Mas foi nos bazares com amigas que a coisa fluiu melhor. Aquela coisa de poder pegar a roupa, experimentar, fazer um preço mais camarada porque não tem frete, não tem embalagem… Sem falar que é sempre divertido organizar esse tipo de encontro, por mais cansativo que seja. Sabe o que é mais legal? Quando você organiza uma turma maneira, que capricha na seleção dos “enjôos”, afinal não se engane, você não é o único ser humano com peças encalhadas em casa, viu? Outras pessoas também sofrem desse mal.

Baseada na minha ~experiência~ organizando bazar de desapegos, posso dizer pra vocês o seguinte:

✔ Coloque pra fora o desapego que existe dentro de você

Antes de pensar no bazar em si, essa é a etapa mais importante de todo o processo. Olhar para o que você tem, analisando friamente: 1. o que você ainda quer manter no armário por algum tempo mais; 2. o que você não vai usar nem que emagreça/engorde/chova/faça sol. Quantas roupas a gente não guarda “pra quando emagrecer”? Ou então “pra quando viajar pra tal lugar”? Você pode até emagrecer ou viajar mas não se engane, no fundo aquelas peças estão ali apenas fazendo figuração.

Uma coisa que aprendi é: passou mais de um ano e você nem chegou perto da roupa, será que precisa tanto dela assim?

✔ Organize um encontrinho de troca e venda com amigas

Separou aquelas roupas em bom estado, praticamente novas, que você não quer mais? Marque um café com amigas, cada uma leva seus desapegos… Veste dali, prova daqui… Tenho certeza de que você vai fazer bons negócios! Volta e meia troco roupas com amigas que vestem praticamente os mesmos tamanhos e é tão bom voltar pra casa com novos vestidos, sapatos…

✔ Crie um álbum no Facebook para expor os enjôos

Se o seu problema é a quantidade de roupas, pode não ser uma boa ideia trocar com amigas. A parada é vender mesmo, certo? Seja pelo espaço ou até mesmo pra levantar uma grana, uma boa pedida é criar um álbum no Facebook para expor os desapegos. Deixe público, marque pessoas que possam ter interesse, divulgue por aí. Há grupos dedicados a venda e troca de roupas porém dependendo da organização, pode não dar muito resultado… No seu álbum, você controla as interações, edita as legendas com os valores, é bem prático – e funciona!

minha lojinha no facebook >> clique aqui

✔ Anuncie em sites especializados em venda

Se você quer alcançar uma audiência maior na hora de expor seus produtos, vale a pena anunciar em sites especializados como Enjoei ou mesmo OLX ou MercadoLivre. Aqui em casa nós anunciamos alguns móveis quando nos mudamos e tivemos um bom feedback no OLX. Para as roupas, o Enjoei é uma boa, apesar de ser mais chatinho com as fotos que você faz. Também acho um pouco ruim a forma de receber o dindim (sem falar que eles seguram uma porcentagem) mas faz parte, continua valendo a pena, principalmente com desapegos mais carinhos.

minha lojinha no enjoei >> clique aqui

✔ Não vai vender? Doe!

Você separou os desapegos mas tem aqueles que sabe que não vai vender… que tal doar? Estão em bom estado? Limpinhos? Há muitos locais de coleta que aceitam peças de vestuário, roupas de cama, coisas de cozinha… Aqui em casa separei duas caixas só de utensílios de cozinha como panelas e potes que foram para uma ONG que atende crianças. Eles ficaram muito felizes pois estavam montando um espaço para servir refeições e esses materiais vieram em ótima hora. Vale a pena pesquisar aqui onde encontrar uma ONG perto de você. Algumas igrejas e associações de moradores também coletam, vale a pena ficar de olho e fazer um gesto bacana por quem precisa!

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O mais interessante disso tudo é fazer as coisas fluírem. Não há necessidade de manter parado seja no seu armário ou na vida algo que já não faz mais sentido pra você. 

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Coisas que amei. Mais em http://sempickles.com/maionese.
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Coisas que amei: fotografia, conforto e viagem

A seleção de links pra esse post tem muito a ver com a minha última viagem. Vocês devem estar pensando que eu já tô bêbada antes do meio-dia mas nem, viu? Viajar, mesmo que por poucos dias, implica em fazer uma mala enxuta, com itens básicos e que combinem entre si. E nesse quesito, vi como sou carente de peças mais lisas e confortáveis.

Viagem também significa fazer muitas fotos, seja para guardar de recordação ou como insumo para produzir conteúdo. Por fim, mesmo que trabalhando, aproveitei para ficar uns dias off de rede social e vou te falar? Fez um bem danado. Pronto, agora vocês vão ler esse post de outro jeito!

✦ A Bessie fez um post sobre como camisetas básicas são incríveis na hora de montar um look, seja mais despojado ou arrumadinho. Na minha saga por ser uma pessoa mais neutra, tenho feito muito uso de camisetas mais discretas, lisas, tô curtindo!

✦ Lembram daquele óleo de amêndoas que foi febre há uns anos, da Natura? Eu amaaava aquele óleo, tinha um de calêndula incrível também. Pois a Grazzi ensina como fazer o óleo em casa, gente! Tutorial maravilhoso, viu?

✦ Amei que a Ju voltou a postar com uma frequência maior e, principalmente, falando de brechós! Esse post dela sobre o Brechó Mix da Tijuca me deixou com vontade de ir ainda essa semana. Só coisa legal, caras!

✦ Quem aqui não conhece a Melina, não é mesmo? Além de fofa, ela faz fotos super bonitas em seu Instagram e também no blog. Mas, qual seria o segredo para fazer as fotos? Aplicativo? Uma boa câmera? Ou seria mais treinar o olhar e brincar com composições? Ela fez um post bem explicadinho sobre como caprichar nas fotos do Instagram, mas você pode aplicar as sugestões em outras plataformas também.

✦ Um dos blogs que mais tenho curtido no momento é o Pequenos Monstros. Eles fizeram um vídeo muito bom sobre “como NÃO largaram tudo” para viver um grande sonho. Em tempos de textos ~caga-regra~ sobre felicidade e determinação, esse post deles é uma luz no fim do túnel.

✦ Eu poderia ter escrito esse texto, mas foi o GWS que colocou tão bem ~no papel~ uma espécie de manual para evitar tretas na internet. Infelizmente, ou felizmente, aprendi na prática. Depois de passar um dia inteiro remoendo comentários desnecessários, feitos e recebidos. Na marra, entendi que de discussão em rede social a gente só carrega mesmo estresse. Tô fora, né? Vale a leitura!

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