Posts Tagged → música
#musicmonday: the whitest boy alive – fireworks
The Whitest Boy Alive é uma banda alemã que surgiu em meados de 2003 como um projeto de música eletrônica. Tendo como vocalista um dos integrantes do Kings of Convenience (que já veio no Brasil), o TWBA está no seu segundo álbum e hoje não tem mais nada de eletrônico, a não ser o sintetizador que eles usam em algumas músicas e no show.
Há algumas semanas tive o prazer de vê-los ao vivo, no Vale Open Air. É incrível como o som dos caras é redondo, todo certinho. Batera perfeita, vocal diferente, interagindo com o público (tudo bem que algumas vezes era meio exagerada aquela coisa de conversar com a galera, tentar um português…). Mas voltei de lá mais fã do que já era.
Então é isso, fica a dica pra quem quer coisa nova: escutem, baixem, comprem, vejam, amem The Whitest Boy Alive!
#musicmonday: architecture in helsinki – fumble
Vocês provavelmente já ouviram esse comecinho, né? Naquele comercial da empresa de telefonia celular… ENFIM, Architecture in Helsinki é um misto de fofura com voz doce, instrumentos bacanas… e clipes não-oficiais maravilhosos! Tipo esse!
Essa música está presente no álbum Fingers Crossed, lançado em 2003. Clicando no link, vocês ouvem mais musiquitas desse álbum!
bonitezas para olhos e ouvidos: tycho
Vai viajar nesse feriado? Vai aproveitar pra descansar em casa mesmo?
Então segura isso aqui:
Também conhecido como ISO50, Scott Hansen, também conhecido como Tycho, é um designer norte-americano e produtor musical. O “pior” é que o cara manda bem nas duas modalidades. Babem nas capas dos álbuns do rapaz:
Past is Prologue
Sunrise Projector
The Daydream/The Disconnect
The Science of Patterns
Adrift/From Home
Coastal Brake
Para conhecer mais do seu trabalho, clique aqui.
hmmm aquela música…
Você já ouviu essa música, né?
The World is Mine
Sabia que o David Guetta sampleou Simple Minds?
Someone Somewhere (in Summertime)
bonitezas pros ouvidos: metronomy
Metronomy é um quarteto de música eletrônica formado nos anos 90, na Inglaterra. O grupo música eletrônico com inustrumentos e vocais e é responsável por remixar divertos hits de artistas indie/pop/rock/eletrônico, como Kate Nash, Architecture in Helsinki, Klaxons, Ladytron, CSS, Sébastien Tellier e por aí vai.
O lance é que eles pousam em terras brasilis para o evento Planeta Terra, em São Paulo e se não fossem os duzentos shows imperdíveis que vão rolar aqui no Rio e que, possivelmente, decretarão a falência de quem vos escreve, eu fazia as malas e zarpava pra vê-los, porque é bom demais.
no ipod: ra ra riot
Eu devia mudar o nome desse blog pra “no ipod” ou “youtube, te amo” porque só dá isso por aqui. Em vez de tentar falar de coisas em geral, eu bato numa tecla só. Devia ser honesta e falar logo pra todo mundo “ae, só vou falar das últimas coisas que não consigo parar de ouvir, tá bem?”. Mas não, eu fico nessa ilusão. Só vejo música na minha frente.
Hoje quero falar de Ra Ra Riot, um sexteto formado em Nova Iorque, ainda na faculdade, em 2006. Chamaram logo atenção por fazererem um som que mistura violino, teclado, cello e guitarra. Ao vivo, é impossível não bater o pé acompanhando o ritmo marcado pela bateria e pelo vocal empolgado.
A banda, apesar de nova, já abriu show pra algumas outras bandas conhecidas do cenário indie rock, como Art Brut e Editors. Eu acabei conhecendo Ra Ra Riot no Last.fm, naquelas sugestões de bandas relacionadas ao que você ouve. Como AMO Broken Social Scene, acabei vendo coisas parecidas e lá estavam os caras. Recomendadíssimo!
a formiguinha está viva
Sabe quando você é teletransportado pra uma fase da sua vida onde problema era não entender o que é força centrípeta?
Em Invaders Must Die, o The Prodigy volta às suas raízes anos 90, fazendo a mistura barulhenta e enloquecedora que fizeram do trio (depois quarteto e novamente trio) referência na música eletrônica mundial (electropunk, rock, big beat, hardcore techno whiskas sachê…).
Preciso listar as preferidas e hits dos caras?
Curiosidades à parte, Keith Flint era meu muso adolescente. Enquanto as outras meninas compravam Querida e Atrevida pra pegar o poster do Brad Pitt e do Felipe Folgosi, lembro de ter comprado uma Showbizz edição especial The Prodigy. Vinha com um poster gigante do Keith, de moicano e com o rosto pintado com as cores da bandeira da Inglaterra.
O visual da banda, aliás, era um chamariz à parte. Pra época, era algo revolucionário ter um piercing na sobrancelha ou na língua. Talvez na Europa fosse mais comum mas aqui no Brasil… Você tinha que ser roqueiro ou então dumal pra poder ter alguma parte do corpo, que não fosse a orelha, furada.
Minha mãe não entendi ao meu amor pelo The Prodigy. Não entendia porque, com 14, 15 anos, eu juntava dinheiro pra comprar o cd deles. Tenho os três primeiros, com orgulho (dinheiro suado da merenda). Fora que ela achava um horror a música e simplesmente, quando eles vieram pro Close Up Planet, em 1999, não me deixou ir no show. Tipo eu tinha 17 anos, era grandinha já! Hoje em dia esse povo com 17 anos anda tudo solto por aí, eu com 17 anos tinha que pedir pra minha mãe as coisas </raivamodeoff>. Pior que só uma amiguinha minha curtia também, mas o que adiantava, eram as duas bocós, menininha e pã. Não rolou. Tristeza.
Enfim, é isso ae. Pra quem quiser saber mais da banda, como estão hoje em dia, shows que vão rolar em qualquer canto do planeta MENOS aqui, ver fotos, só entrar no site oficial ou no Myspace. Eles tem Twitter também, gentz, que eu já sigo, né?
bonitezas pros ouvidos
Uma das coisas mais legais do meu trabalho é poder ouvir música. Mas, mais do que isso, é lá que rolam altos intercâmbios de álbuns e tal. Outro dia peguei toda a discografia do Keane, uma banda que conhecia duas ou três músicas, dessas que tocam em filme mela-cueca. Enfim, tava ali de graça, no pendrive amigo, por que não?
Pois bem, fiquei conhecida como a guria das músicas estranhas. Aliás, não é novidade pra ninguém que eu tenho um gosto duvidoso pras coisas e isso inclui o que toca no meu iPod. Sou uma pessoa aberta às novidades, né?
Então que uma amiga (@fermaya) me sacaneia me chamando de indie. Eu tento me esquivar, afinal indie é um estilo musical ou uma forma de se vestir? Musicalmente falando, tenho gosto pelo alternativo, sim mas eu tento ouvir outras coisas porque é estranho conhecer umas paradas e não poder dividir com ninguém, seja porque a maioria não curte ou porque é chato mesmo.
Mas voltando pra minha amiga, agora no finalzinho da noite ela resolve me brindar com um presente, e me passa um endereço dos deuses até então desconhecido pra mim, recheado de coisas novas! Pra quem gosta de música é sempre uma delícia abrir um site e não conhecer nada! Um soulseek cheio de downloads? Certamente! E nessas descobertas, me deparo com isso:
O nome da dupla? Charlotte & Magon. Os dois se conheceram na internet, em 2006. Ela, francesa, ele, israelense, decidiram se encontrar pra fazer um som juntos. Ela decide ir pra terra dele. Eles se conhecem. Eles fazem um som. Se apaixonam e estão juntos since then. Não é lindo?
O mais legal é que essa sintonia transparece na música, afinal, não seria essa arte amor em notas e escalas?
bunker e eu
Inspirada pelo post da Luma, resolvi falar de música. Mas em vez de dizer como a música transformou minha vida, marcando momentos fundamentais, fazendo chorar, sorrir, servindo de cantada, motivo pra puxar assunto (e bla bla bla), vou falar de um LUGAR que fez parte do passado de muita gente no Rio de Janeiro: a Bunker 94.
Inaugurada em 1998, ficava em Copacabana, na Raul Pompéia, ao lado do boteco Bem Estar, parada OBRIGATÓRIA dos frequentadores da casa. Era “de lei” tomar algumas garrafas de cerveja ou algum outro drink matador. Cachaça, Fogo Paulista, Menta. O resultado durante a noite nunca era muito decente. Alguns game overs, vexames, normal. Depois do aquecimento, era hora de entrar.
Fila pra pegar desconto, as 50 primeiras mocréias não pagavam. Era chegar da faculdade, tomar um banho rápido e fazer a conexão Centro-Copa pra garantir logo vaga na fila. Sempre dava briga. Mas entre mortos e feridos, o que importava era entrar pra curtir música e fumaça de cigarro. Acho que esse era o maior defeito da Bunker: o sistema de ventilação da casa não funcionava. Você, além de fazer sauna, saía de lá defumado. Um terror.
Pois bem, há alguns anos atrás a Bunker fechou e passou a ser uma espécie de festa intinerante. A verdade é que aquele quadrado exótico deixou saudades. Muitos gritinhos “uhul” ao tocar a_música, pegação, dancinhas, encontros. A Bunker, além de boate, era ponto de encontro dos nerds do IRC. Lá conheci alguns amigos de blog dos primórdios. Lá conheci o namorado (<3). Lá eu dancei muitas quartas e sextas e é por esse motivo que escrevo sobre a Bunker. Bunker pra mim é nostalgia, é música na sua melhor manifestação: alegria.
Segue então um top 5 “músicas que não podiam deixar de tocar na Bunker”. Fé em Deus, DJ!
5 – Love Spit Love; How Soon is Now
4 – Gargabe; Cherry Lips
3 – Placebo; The Bitter End
2 – Depeche Mode; Enjoy the Silence
1 – Hole; Violet
Emocionei, viu?
top 10 – u2
Queridos que fazem desse blog uma razão pro mesmo existir!
Não é novidade pra ninguém que eu amo U2. Podem falar mal, eu não ligo. U2 existe na minha vida desde a infância, quando eu fazia Cultura Inglesa e pra animar a criançada eles faziam o Clip Time, uma seleção de videoclipes com um folhetinho onde podíamos acompanhar a letra e aprender inglês de maneira mais divertida.
(eu amo a Cultura Inglesa)
Nesses Clip Times da vida, conheci INXS e também aprendi a cantar aquela música do Jon Secada famosona, sabe? Até hoje sei a letra.
Enfim, foi nesas época conheci U2. Fiquei tão fã a ponto de comprar todos os cds, mesmo naquela época em que cd era caro e vivia-se do dinheiro da merenda. A ponto de ir depois do trabalho pra São Paulo de avião pra ver o show dos caras (depois esperando no aeroporto, mendigona, pelo próximo vôo). Enfim, dane-se todas essas provas de loucura por uma banda. O U2 de hoje em dia é bem diferente de 10 anos atrás e eu acho isso ótimo, sinceramente! Por isso hoje dedico esse post a um top 10 que provavelmente será injusto, deixado alguma coisa foda de fora. HOJE, meu top 10 é esse. Amanhã, tenho certeza, será outro. Pois bem, vamos lá:
(é uma MERDA essas gravadoras tirarem o embed dos vídeos do Youtube… enfim, seguem os links)
10 – City of Blinding Lights
http://www.youtube.com/watch?v=j6IQoOvvc1g
9 – With or Wihout You
http://www.youtube.com/watch?v=WdlPjAJFIrw&feature=channel
8 – Sunday Bloody Sunday
7 – One
http://www.youtube.com/watch?v=JFWPeVfWB9o
6 – I Still Haven’t Found What I’m Looking For
http://www.youtube.com/watch?v=2fBj2wsimvQ
5 – Stay (Faraway, So Close!)
http://www.youtube.com/watch?v=838dPcVq0c4
4 – Lemon
http://www.youtube.com/watch?v=HAXI1urvxDI
3 – Original of the Species
http://www.youtube.com/watch?v=Xa8mFeWbLX8&feature=channel
2 – Staring at the Sun
http://www.youtube.com/watch?v=5A8-N_SUcUc
1 – Discothèque







