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#musicmonday: land of talk – speak to me bones

Eu tenho um caso de amor com o Canadá e com (quase) tudo que vem de lá, musicalmente falando. Com exceção da Avril Lavigne e da Celine Dion, foi graças ao Broken Social Scene que eu abri os olhos para as bandas relacionadas e conheci muita coisa boa. Land of Talk veio nessa leva e veio pra ficar.

O trio canadense liderado por Elizabeth Powell que segura os vocais e guitarra, tem pegada indie pop com baladinhas e algumas faixas mais pesadas. A voz doce e por vezes estridente de Elizabeth casa perfeitamente com a guitarra e, voilá, a música não sai da sua cabeça por pelo menos uma semana!

A sugestão de hoje é Speak to me Bones, do álbum Applause Cheer Boo Hiss (2006), um EP bem bacana. Mas anotem em seus caderninhos: a boa é o álbum Some Are Lakes (2008).

Fica a dica!

#musicmonday: jimmy eat world – clarity

Jimmy Eat World é uma das bandas que fazem parte da trilha sonora da minha vida. Lá pelos meus 18 anos, conheci o som dos caras e ouvi copiosamente por anos. Algumas músicas dizem muito do que eu fui como por exemplo A Praise Chorus, que tocou na minha colação de grau (quando subi no teatro da Uerj de sapatinhos cor de rosa, fluor – tendência, né? – em 2005).

Hoje acordei querendo ouvir algo “do passado” e ter ouvido Clarity me fez sorrir no ônibus – aqueles sorrisos espontâneos que surgem deixando as pessoas em volta curiosas.

Meu #musicmonday de hoje vai pra Jimmy Eat World, ao vivo. Aliás, na minha listinha de “bandas que eu quero ver antes de morrer” entra um show deles. Vai que rola esse ano? Vem tanta coisa boa p’ras bandas de cá, né?

#musicmonday: metallica – nothing else matters

Eu já sabia que ia ser bom. Não sou fanática pela banda, nem grande conhecedora dos álbuns como ele é. Viajamos de ônibus até São Paulo, naquele esquema de dormir seis horas numa poltrona que até reclina mais do que as poltronas dos aviões internacionais (classe econômica, claro), mas que, ainda assim, não é nada confortável. A espera foi grande desde o último show, pelo menos pro namorado. Pra mim, o Metallica era aquela banda de heavy metal que eu sempre respeitei, que cheguei a ouvir alguma coisa mas não com tanta dedicação, como eu deveria ter ouvido (sim, eu deveria).

Ontem eu padeci frente àqueles quatro caras. Atualmente, que consegue a proeza que o Metallica conseguiu? Depois de anos juntos, com um último álbum que arrancou elogios dos fãs mais descrentes da banda, ainda arrastam multidões em seus shows, emocionando com lágrimas e gritos que vem do fundo da alma, em seus refrões.

Eu hoje só penso no que vi ontem, depois do ônibus, do cansaço, da chuva. Por volta das 21h, a chuva parou e até as estrelas surgiram só pra ouvir os acordes de Kirk Hammet e James Hetfield. O #musicmonday só podia ser do Metallica.

“Couldn’t be much more from the heart”

#musicmonday – florence + the machines – dog days are over

Não sei por que demorei tanto pra baixar logo qualquer coisa dessa banda. Já tinha visto aos montes por aí e só nesse fim de semana que passou sentei o fiofó em frente ao note pra atualizar ipod e ir em busca de coisas novas e/ou que tinha curiosidade pra saber mais. Dentre lançamentos e coisas que baixei e não curti, palmas pro Florence + The Machines.

PS: o que é a voz (e o cabelo) dessa mulher?

#musicmonday: noisettes – when you were young (the killers cover)

Eu, que gosto tanto de The Killers, ao ouvir essa versão do Noisettes senti até um arrepio de leve. A voz da vocalista e baixista da banda é leve, doce e “desliza” nos ouvidos, fazendo do hit do Killers algo diferente e delicado, mas ao mesmo tempo forte (graças ao backing vocal sensacional).

Essa é a minha sugestão para começar a semana. Noisettes, banda inglesa de indie rock-pop-soul que tem tudo para arrebentar em 2010 nas bandas de cá.

#musicmonday: the whitest boy alive – fireworks

The Whitest Boy Alive é uma banda alemã que surgiu em meados de 2003 como um projeto de música eletrônica. Tendo como vocalista um dos integrantes do Kings of Convenience (que já veio no Brasil), o TWBA está no seu segundo álbum e hoje não tem mais nada de eletrônico, a não ser o sintetizador que eles usam em algumas músicas e no show.

Há algumas semanas tive o prazer de vê-los ao vivo, no Vale Open Air. É incrível como o som dos caras é redondo, todo certinho. Batera perfeita, vocal diferente, interagindo com o público (tudo bem que algumas vezes era meio exagerada aquela coisa de conversar com a galera, tentar um português…). Mas voltei de lá mais fã do que já era.

Então é isso, fica a dica pra quem quer coisa nova: escutem, baixem, comprem, vejam, amem The Whitest Boy Alive!

#musicmonday: metric – help i’m alive

Mesmo sabendo que alguns leitores desse blog são adeptos dos memes e brincadeiras que rolam no Twitter, devo dizer que eu não gosto, com exceção de uma: a #musicmonday.

É tão legal ver o que o povo seleciona como música preferida do dia, denotando seu respectivo estado de espírito e humor. Você sabe que o final de semana da criatura foi bom quando ela chega na segunda-feira com algo bombante na caixa de som – ou no fone de ouvido.

Chega a ser divertido tentar desvendar se uma pessoa está feliz, estressada, apaixonada, deprê através da sua playlist. Aliás, que fascínio temos pelo que o outro ouve. Eu pelo menos sou assim!

Entonces, a partir de hoje (era pra ser ontem), vou postar minha música da semana aqui no blog, toda segunda-feira. Ontem acabei deixando o post no Draft por conta da faculdade que está me consumindo até o talo. Vamos lá:

Metric, Help I’m Alive

Eu gosto de Metric graças à vocalista, Emily Haines. Conheci o trabalho dela graças ao Broken Social Scene, uma das minhas bandas preferidas. Eu acho que já falei de Metric aqui algumas vezes e certeza que já falei de Broken Social Scene. Ambos fazem parte da trilha sonora da minha vida (porque a gente sempre tem uma trilha sonora).

Essa versão acústica de Help I’m Alive ficou muito bonitinha e eu conheci através do blog do querido Tony. Aliás, vocês que gostam de música, vão lá conhecer o Tenho Mais Discos Que Amigos!