Browsing Tag

rio de janeiro

Trilha Morro do Queimado.
run forrest run

Travessia Paineiras x Mesa do Imperador via Morro do Queimado

Rolou feriadão esses dias, o último antes do Natal. Vamos combinar que 2015 foi um ano de bosta pra muita gente mas em termos de feriado, ele foi uma benção de Deus. Oportunidade perfeita pra dormir até mais tarde, se jogar nas séries sem hora pra terminar, ler um livro… Aqui foi diferente. Recebi o convite de uma amiga para fazer um treino diferente, nada de esteira ou corrida no asfalto. A ideia era explorarmos a Floresta da Tijuca com a equipe de corrida dela.

Antes das 6h eu já tava de pé, roupas separadinhas. Tinha em mente que faríamos uma corrida com muitas subidas então separei ~gelzinho~ e água. Tinha chovido bastante no dia anterior e o clima tava fresco, pra alegria do povo. Chegando na Praça Afonso Viseu, ali no Alto da Boa Vista, soubemos que os funcionários do parque estavam em greve e que não poderíamos fazer nossa atividade planejada. Então, mudamos os rumos e seguimos em direção às Paineiras. Por ali, começaríamos uma trilha longa e com um visual maravilhoso.

A Travessia Paineiras via Morro do Queimado é de intensidade moderada, porém longa (cerca de 3h30 – 4h dependendo das paradas que você fizer para hidratação e alimentação). A primeira metade é marcada por subidas em terreno de fácil acesso, com algumas partes um tanto arenosas e escorregadias (com aquelas pedrinhas danadas pra causar tombos). Há alguns trechos com pedras e é preciso ajuda pra passar ou então ir agachado pra facilitar. O Morro do Queimado está localizado no finalzinho da Serra da Carioca e tem aproximadamente 719 metros de altura. Lá do topo, somos presenteados com uma belíssima vista da Zona Norte e da Zona Sul (estaremos beeem na ~divisa~ quando chegarmos lá em cima)!

Queria ter tirado mais fotos mas fiquei com medo do celular despencar, confesso HAHAHHA.

Para chegar ao cume do Morro do Queimado, há pelo menos duas possibilidades saindo da pracinha do Alto da Boa Vista. Em ambas você caminhará em direção à Barra da Tijuca, entrando à esquerda na Estrada das Paineiras. Vamos caminhando por ela e aí você escolhe: entrar por uma pequena entradinha à direita (uma escadinha de madeira safada com a plaquinha “Morro do Queimado” ou então continuar andando por cerca de 1h – 1h30 até uma clareira onde as duas trilhas se encontram. Indo pela mata praticamente desde o começo, a sensação é de que você anda, anda e não chega no topo. Porém, quando chega, o visual é de tirar o fôlego.

Trilha Morro do Queimado.

Trilha Morro do Queimado.

Trilha Morro do Queimado.

São mais ou menos 7km, da pracinha até a Mesa do Imperador. Depois, mais 3,5km para retornar à praça (dá pra ir correndo ou caminhando pela estrada, é bem gostoso o trajeto). No total, foram 10,5km em pleno feriadão. Muito cansaço no final, um leve calor pois o tempo abriu e pelo menos 3 dias de dores nas coxas (mesmo malhando, pra você ver como um estímulo diferente é tudo nessa vida).

parte da Zona Norte, com destaque pro Maracanã

trilha-queimado10

trilha-queimado5

trilha-queimado7

boa parte da equipe na Mesa do Imperador

Fizemos a trilha em pleno feriado e tive a sorte de não encontrá-la lotada. Acho que não chega a ser um passeio muito popular, justamente porque é relativamente longa, então acredito que as pessoas procurem outras atividades. Se você é iniciante no esporte, pode ficar bastante dolorido no dia seguinte ou mesmo sentir cansaço, porém não é impossível. Abaixo, listo algumas dicas e sugestões pra quem quer se aventurar nessa jornada:

▲ Assim que chegar na pracinha do Alto, passe repelente pois há borrachudos por todos os lados. Proteja-se das picadas desde o começo.

▲ Faça a trilha de calça pois há trechos com bastante mato e arranha mesmo a pele

▲ Leve pelo menos 1 litro de água para essa caminhada. Eu usei um cinto de hidratação com três garrafinhas (cada uma com 236 ml) e acabou antes do fim da trilha. Ia dando pequenos goles apenas pra molhar a goela e não foi suficiente. Se tiver mochila de hidratação, melhor ainda.

▲ Gel de energia, paçoca, barrinhas… são os lanchinhos ideais pra quem vai se jogar nessa. Sanduíche pode estragar com o calor!

▲ Tivemos a sorte de pegar um dia nublado e fresco porém se for no verão com sol a pino… tente ir logo no comecinho da manhã, subindo às 8h.

Créditos das fotos: galera da MD Runners, minha nova equipe de corrida! 🙂

Facebook Instagram Twitter Pinterest snapchat: hackelz

Festival de Cultura Carioca da Lagoa
entretenimento

Registros do Rio de Janeiro sob o olhar de apaixonados pela cidade

Em tempos de sociedade dividida, certos acontecimentos são uma espécie de respiro pra que a gente olhe e enxergue o potencial dessa cidade que um certo dia foi batizada popularmente como “maravilhosa”. Não somente pelas belezas naturais mas pelo modus operandi de quem vive por aqui, parece que o carioca tem um jeito de ser próprio, acredito eu. Pois bem, um dos cenários mais bonitos dessa cidade – a Lagoa Rodrigo de Freitas – será palco de um evento de incentivo à cultura. Apresentado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, com organização do Grupo TGF e patrocinado pela IHS Informações e Insight através da Lei de Incentivo à Cultura do ISS, o Palaphita Lagoa receberá uma exposições de fotos em comemoração aos 450 anos da Cidade Maravilhosa. Estamos falando do Festival de Cultura Carioca da Lagoa.

Do dia 29 de setembro até o dia 08 de outubro, o público poderá conferir gratuitamente os registros dos fotógrafos Guilherme Leporace e Felipe Hanower, ambos da nova geração de fotojornalistas cariocas, consagrados em importantes veículos como O Globo. Acompanho o trabalho do Gui há algum tempo e sei que o menino é fera, além de muito querido. Tendo a Cidade Maravilhosa como tema principal, sob diferentes perspectivas, a mostra fotográfica registra a mistura de cores e estruturas de uma cidade cheia de altos e baixos, rodeada de natureza e urbano.

Além das fotos, haverá nos dias 29/09 e 01/10 shows do músico Rodrigo Sha – a partir de 19h . Vale a visita!

Festival de Cultura Carioca da Lagoa

Festival de Cultura Carioca da Lagoa

Data: 29 de Setembro à 08 de Outubro
Local: Quiosque Palaphita Kitch
Av. Epitácio Pessoa, s/n Lagoa Rodrigo de Freitas
Horário de funcionamento: Das 18:00h às 01:00h
ENTRADA FRANCA

Série Delta | Maionese
run forrest run

Como foi a Série Delta – Etapa Alemanha no RJ

Acordar cedo num domingo. Estamos em junho e as manhãs já começam a ser mais frias do que de costume, o “inverno está chegando”… Na véspera, separo as roupas mais confortáveis, todo o ~equipamento~ para correr ao lado de um tanto de loucos que repetem o mesmo processo em suas casinhas. A corrida de rua se tornou uma febre no Brasil e não é pra menos. A energia da largada e do cruzar a linha de chegada tem arrastado multidões pelo país.

No último domingo participei da Série Delta – Etapa Alemanha a convite da Biofenac. Esse circuito está dividido em três etapas e acontece no Centro do Rio, um lugar que amo nessa cidade mas que voltou a figurar nas manchetes policiais por conta da violência (já vimos esse filme na década de 90, certo?). Gosto muito de correr no Aterro do Flamengo mas o Centro é muito mais divertido. A pista não é tão regular já que em alguns trechos há paralelepípedos e tal porém correr entre prédios que fazem parte do cotidiano de quem trabalha pelo bairro, passando por museus e ruas históricas, cedinho, com céu azul, é muito épico!

Série Delta | Maionese

Pela primeira vez, notei que a organização do evento deu um “chega pra lá” na pipoca (corredores não inscritos nas provas que costumam largar junto com os inscritos). Acompanhei algumas discussões sobre o assunto em grupos de corrida e a galera tem se dividido bastante em relação ao assunto – eu, particularmente, não sou contra. A Série Delta não é uma prova tão lotada quanto Circuito das Estações e acredito que esse detalhe tenha ajudado na hora de controlar a entrada no “curral” de largada (segurando quem não tinha número de peito na camisa), não sei se a medida funcionará em provas mais cheias. De qualquer forma, a organização do evento foi impecável.

Pra mim, foi uma experiência muito feliz depois de alguns meses treinando com a GO. O último mês foi complicado devido às sucessivas crises de rinite, que agora estão sendo tratadas por um alergista. Treinei pouco, dando o devido tempo para o corpo se ajeitar por dentro. Há duas semanas, já melhorando, comecei a fazer bike indoor e treino funcional (no lugar da musculação, que eu ia de vez em nunca). Impressionante como 4 aulas depois tive uma melhora no cardio e segurei lindamente os 5km com um tempo bem menor do que vinha fazendo (caiu 3 minutos). Pace aumentou e o condicionamento físico também. Não tem segredo, galera, é questão de treino!

Crédito da imagem: Foco Radical

Papai também correu, fez seus habituais 10 km. E assim, voltamos muito contentes pra casa, já pensando nas próximas provas. Estou começando um treinamento para 6km | 8 km | 10 km. Um pouco assustada mas o desafio foi aceito.

Série Delta | Maionese

Série Delta | Maionese

Fashion Inclusive Brazil | Maionese
variedades

Fashion Inclusive Brazil: evento de moda reúne marcas brasileiras e africanas

No próximo fim de semana, nos dias 13 e 14 de junho, o Rio de Janeiro recebe a primeira edição brasileira do projeto Fashion Inclusive Brazil, que apresenta coleções inéditas para o verão/2016 de marcas nacionais e africanas. O evento vai rolar no Centro Cultural Ação da Cidadania, no bairro da Gamboa, região central da cidade (PS: levei um susto outro dia quando passei pela região, que já está super diferente, em processo de revitalização – tá lindo!). Parte da renda do projeto será destinada a entidades filantrópicas que atuam na erradicação da fome e da pobreza no continente africano e também no Brasil.

Pelas mãos da diretora executiva do projeto Irma Alves, da Xaman Consultoria e Gerenciamento de Projetos, o projeto Fashion Inclusive Brazil promove a cooperação cultural com ênfase no setor de Moda entre o Brasil e os países africanos através de uma multiplataforma de quatro pilares – desfiles, revista, portal e e-commerce. A ideia é facilitar o acesso de estilistas internacionais e suas criações no mercado brasileiro e também o caminho inverso, tornando a moda brasileira inclusiva.

Já estão confirmados no line up as marcas Baldon e Designer for Love, ambas da Nigéria; Peace Malani, da Tanzânia, e Pont du Kaftan, do Marrocos, além do lançamento da carioquíssima FIB Store com os estilistas Tony Palha, Alexandre Matos e Roraine Zanetti, do Brasil.

“Nossa premissa é ampliar horizontes e estimular o intercâmbio de marcas mesclando as áreas de moda, artes, cultura, gastronomia, inclusão social e, se possível, a partir de escolhas sustentáveis”, explica Irma Alves, diretora executiva do Fashion Inclusive Brazil e proprietária da grife FIB Store.

O Fashion Inclusive Brazil – FIB — busca atuar de forma contributiva para as metas de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas, tais como igualdade social, proteção de direitos humanos e erradicação da fome e da pobreza.  Saiba mais em: www.fashioninclusivebrazil.com.br.

Desfile Verão/2016 – Fashion Inclusive Brazil

Data: 13 e 14 de junho
Horário: A partir das 14h
Ingresso: R$ 20,00 no site www.ingressorápido.com.br + 1kg de alimento não perecível

Convite Novas Crônicas da Surdez | Maionese
leituras

Lançamento do livro Novas Crônicas da Surdez

Sempre curti conhecer histórias de gente que superou grandes dificuldades na vida. Acredito até que meu interesse por essas histórias aumentou depois que eu mesma me vi numa situação complicada, tendo que adaptar minha vida a uma nova realidade. Nada como sentir na pele pra dar ainda mais valor, certo? Quando conheci a Paula Pfeifer em um evento não sabia o que ela tinha pra contar em alguns dedos de prosa. Logo me apaixonei pelo Crônicas da Surdez.

Paula é surda oralizada. Isso quer dizer que ela nasceu com audição porém começou a perdê-la na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos. Foi com essa idade que decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para que pudesse voltar a ouvir. É sobre essa jornada que a autora fala em seu livro Novas crônicas da surdez – Epifanias do implante coclear, que está sendo lançado pela Plexus Editora.

A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos.

O leitor terá em mãos um relato com muita emoção sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias de uma fase que começou em 2013 e que seguirá “para sempre” na vida de Paula. Ela narra todas as etapas de sua cirurgia. Dos exames preliminares à cirurgia; da ativação do implante aos meses de adaptação à nova vida.

Não há palavras que expressem a beleza e a grandeza de voltar a ouvir e me sentir parte do mundo – onde eu quiser, com quem eu quiser, não mais limitada a uma zona de conforto povoada apenas por pessoas que entendem o problema.

O livro será lançado na próxima quarta-feira, aqui no Rio de Janeiro. Que tal prestigiar esse trabalho tão bacana feito por gente como a gente?

Convite Novas Crônicas da Surdez | Maionese

 

O Rio que eu vejo 03
entretenimento

Exposição “O Rio Que Eu Vejo” por Guilherme Leporace

A blogosfera me trouxe no último ano gente muito bacana, que eu certamente vou conservar “num potinho de amor” por bastante tempo. Um desses achados foi a linda Dani Germano. Foi por meio da corrida de rua que conheci a Dani e a corrida uniu a gente ainda mais. Foi pela Dani que eu conheci o trabalho do Guilherme Leporace, talentosíssimo fotógrafo que consegue captar a beleza dessa cidade maravilhosa como ninguém.

Dani e Guilherme são corredores de rua. Mas também já praticaram outros esportes, bem diferentes dos tradicionais. Guilherme desde criança pratica esportes mais radicais e foi graças a essa prática que ele teve contato com a fotografia (sendo clicado por Marco Terranova e Ivo Gonzalez ainda pequeno, praticando skimboard).

Em seu dia a dia de trabalho como repórter fotográfico do jornal O Globo, acompanha a cidade em todas as suas vertentes, de norte à sul. Entre um job e outro, aproveita todas as oportunidades para fazer seus registros particulares. Assim, ele compartilha conosco fragmentos da cidade que ele vê por trás das lentes.

O Rio que eu vejo 01

O Rio que eu vejo 02

A exposição será lançada no dia 21 de março, das 13 às 20h, na Jeffrey Store acompanhada dos food trucks Frites e Brauni que prometem arrancar suspiros com, respectivamente, batatas fritas acompanhadas de vários molhos especiais e oito receitas de brownies, acompanhadas de café com toques de chocolate. O som fica por conta da Ogro Jazz Band + programação musical da Rádio Ibiza.

Convite _ O Rio que eu vejo

Para conhecer um pouco mais do seu trabalho:

www.guilhermeleporace.com
www.instagram.com/leporacephoto