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Chef Na Torcida – Rio Design Gourmet

Rio Design Gourmet | Maionese

Créditos das fotos: André Rodrigues e Eduardo Muruci

Vocês sabem que eu adoro comer e que qualquer dica delícia de gastronomia estou compartilhando. Ao saber desse projeto, que foi lançado justo na Copa (período em que a cidade está em ebulição com tanto turista), tratei de trazer a notícia aqui pro blog. Foi lançado no Rio Design Barra o projeto Rio Design Gourmet, um novo conceito para o conjunto de restaurantes e cafés dos shoppings, que em 2014 ganha formatação de polo gastronômico e identidade visual própria. Não é post pago, viu?

Para o período da Copa, a aposta é o Festival Chef na Torcida, ação que reúne 13 estabelecimentos — Adegão Português, Alessandro & Frederico, Apreciatti, Azzurra, Balada Mix, Camarada Camarão, Depósito Gourmet, Devassa, Fiammetta, Gula Gula, IN HOUSE Café-Bistrô, Kotobuki e Corrientes 348 — com pratos comemorativos a preços especiais, até o dia 13 de julho.

Aproveitando o embalo, o Rio Design Leblon também aderiu ao Festival, com novidades nos restaurantes Alessandro & Frederico, Cafeína, Da Silva, Felice Terrazza e Gula Gula.

Veja abaixo a lista de pratos & restaurantes que estão participando do Festival, com menu especial e preços bem camaradas:

RIO DESIGN LEBLON

Adegão Português – Bacalhau Brasileirinho (R$ 61) – Bacalhau assado ao molho de alho poró e bacon com couve refogada e purê de baroa;
Alessandro & Frederico – Filé mignon Rossini (R$ 49,90) – Filé mignon ao molho poivre, com funghi e risoto de brie com aspargos frescos e parma crocante;
Apreciatti – Empadão com salada (R$ 14,90) – Empadão de camarão com salada de alface americana, tomate e rúcula;
Azzurra – Fettuccine verde e amarelo (R$ 55, no início da Copa) – Massa fresca preparada na manteiga com molho de ervas finas e açafrão;
Balada Mix – Medalhão de salmão (R$ 39,90) – Medalhão de salmão, arroz de shitake e salada caprese;
Camarada Camarão – Camarão à canarinho (R$ 98,80) – Camarões refogados com charque, cebola roxa, pimenta biquinho e molho de nata;
Depósito Gourmet – Costela do Campeão (R$ 49,90) – Costela bovina assada com mousseline de inhame, vinagrete tradicional, bolinhas de cebola crocantes e couve mineira para decorar;
Devassa – Picanha Bolada (R$ 49,95) – Picanha grelhada e fatiada com alho dourado, arroz de brócolis, batatas rústicas ao molho de ervas;
Fiammetta – Penne al pollo (R$ 40,90) – Penne grano duro com frango salteado na manteiga, finalizado com molho branco;
Gula Gula – Picadinho Brasileirinho (R$ 48,00) – Mignon ao molho de vinho, arroz branco, farofa amarela, minimilho, tomate concassè, couve frita, pastel de banana e ovo estalado;
IN HOUSE Café-Bistrô – Carioquinha (R$ 45,90) – Nhoque de mandioca ao molho de caldinho de feijão e carne seca desfiada acebolada, com croutons de queijo coalho e couve crocante;
Kotobuki – Combinado Gomoku (R$ 125) – 40 peças
348 (LANÇAMENTO EM BREVE) – Ojo del bife, para duas pessoas (R$ 169,00) – 600 gramas de miolo de contra-filé com batatas fritas ao murro salpicadas de alho e salsinha.

RIO DESIGN LEBLON

Alessandro & Frederico – Filé mignon Rossini (R$ 49,90) – Filé mignon ao molho poivre, com funghi e risoto de brie com aspargos frescos e parma crocante;
Gula Gula – Picadinho Brasileirinho (R$ 48,00) – Mignon ao molho de vinho, arroz branco, farofa amarela, minimilho, tomate concassè, couve frita, pastel de banana e ovo estalado;
Da Silva - Moqueca de Bacalhau Fresco com Camarão (R$ 40) – Lombo de bacalhau fresco, camarão, cebola, pimentão vermelho, pimentão verde, tomate maduro, coentro picado, leite de coco, azeite de dendê e caldo de camarão. Acompanha arroz branco e farofa. *válido a partir das 18h;
Felice Terrazza - Spaghetti à bolonhesa rústica (R$ 35) * válido seg a sex a partir das 18h e sáb e dom a partir de 12h;
Cafeína - Salada de Quinoa (R$ 21,90) – Quinoa, Alfaces Roxa e Crespa, Rúcula, Shiitake, Nirá Champignon, cebola e alho refogado. / País: Chile

Serviço

Shopping Rio Design Barra
Avenida das Américas, 7777 – Barra da Tijuca | Tel.: 2430-3024
Outras informações: http://www.riodesignbarra.com.br/

Shopping Rio Design Leblon
Avenida Ataulfo de Paiva, 270 – Leblon | Tel.: 3206-9110
Outras informações: http://www.riodesignleblon.com.br/

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Meme: 5 coisas para fazer na minha cidade #rotaroots

Rio de Janeiro | Maionese

Todo morador do Rio de Janeiro já deve ter passado pela seguinte situação: em meio à correria diária, se deparar com cartões postais bem ali, debaixo do nariz. Mas antes que você pense que estou falando dos cenários de Manoel Carlos ou de DVD pra gringo vendido no camelô, não, pera, eu não tô falando só de praia e garota de Ipanema. Falo da Cinelândia, da Central, do trem que traz gente de longe, da Baixada. Essa mistura de urbano com a brisa da Baía de Guanabara, não tem jeito, as coisas aqui SÃO diferentes. E não há como evitar o inevitável: se apaixonar pela Cidade Maravilhosa.

Infelizmente, minha cidade querida não vive um momento muito bom. Além de toda a violência que os cariocas sofrem (engarrafamento desumano, assaltos, o medo eterno de ter algum pertence furtado…), ainda temos que engolir governantes que parecem viver em outra dimensão. Por motivos de “quero evitar a fadiga”, não vou discorrer sobre o que penso do prefeito e dos vereadores. Pelo contrário, quero justamente enaltecer alguns dos muitos positivos desse lugar lindo e maravilhoso. Vai ser difícil pois são muitas qualidades e coisas deliciosas para fazermos. Então selecionei 5 coisas que eu indicaria um amigo de outro país/estado/cidade a fazer.

Como moro na Zona Norte da cidade, não costumo andar de bike no Aterro nem bater palma pro pôr do Sol no Arpoador. Mas prometo a vocês que darei sugestões bem legais. Vem ver!

1. Assistir a algum show no Circo Voador

Circo Voador | Maionese
Imagem: Scream & Yell

Não importa se é show da Gal Costa ou do Mr. Catra. A atmosfera do Circo Voador é mágica e transforma todos os shows em experiências inesquecíveis! Torça para uma noite de céu estrelado e ventinho. Se o clima permitir, abuse do frozen de maracujá com gengibre servido no recinto. Se o cansaço apertar, há cadeiras do lado de fora da arena, que é coberta e possui arquibancadas. O som às vezes peca mas em geral dá pro gasto.

Alguns dos melhores shows que assisti na vida rolaram no Circo.

2. Conhecer a Feira do Rio Antigo

Feira do Rio Antigo | Maionese
Imagem: Âncorela

Todo primeiro sábado do mês, rola uma feira de antiguidades e artesanato muito legal bem ali na Rua do Lavradio, na Lapa. As barraquinhas se estendem por toda a rua mas se você não quiser bater perna, não tem problema: há dezenas de bares na mesma rua – e também nas ruas ao lado, como a Mem de Sá. Peça um chopp, feijoada ou petiscos, e seja feliz.

Desça na Cinelândia e “canele” até à Feira. Você vai passar pelos Arcos, parada obrigatória para um clique.

3. Fazer a travessia Praça XV x Niterói de barca

Praça XV | Maionese
Imagem: Panoramio

Quando era pequena, não tinha carro. Aliás, só fui ter carro quando comecei a namorar meu husband. Além disso, sempre morei um pouco afastada do Centro ou de bairros com shoppings e teatros. Mamãe se virava nos 30 pra levar os pequenos ao cinema, essas coisas. Pois que um dos passeios que ela adorava fazer com a gente era passear por Niterói. E pra chegar lá, ao invés de pegarmos um ônibus ou táxi, íamos até o Centro e de lá tomávamos a barca, cruzando a Baía de Guanabara.

Ela sempre apontava para os lugares e explicava a história de cada um. Mas atenção: dependendo do dia e da hora essa aventura pode ser um pouco mais confusa devido ao congestionamento do serviço (evite horários de pico).

4. Caminhar pelo Centro

Centro do Rio | Maionese

Pegando carona no tópico 3, o meu amor pelo Centro surgiu com a minha mãe, que sempre levou a gente pra bater perna no Centro. Até meus 8 anos (acho) não tinha shopping no bairro então toda vez que precisávamos de roupas, íamos até à Mesbla, C&A de lá e fazíamos a festa.

Mesmo sendo um pouco caótico, é sempre uma delícia passear pelas ruas históricas do Rio, que contrastam lindamente com as avenidas e carros modernos. Tem barzinho, tem restaurante delícia, tem livrarias legais. Tem a Biblioteca Nacional, o SAARA (melhor lugar pra comprar tranqueira), tem a Confeitaria Colombo… er, esse é o próximo tópico.

5. Comer na Confeitaria Colombo

Confeitaria Colombo | Maionese
Imagem: Hostel Bookers

A Confeitaria Colombo é um dos lugares mais bonitos do Centro. Alguns quitutes são um pouco mais caros do que em outros lugares (tipo uma coxinha) mas não importa, você paga só pra ter o prazer de desfrutar das bonitezas do local.

Se estiver morrendo de fome, encare o sanduba que vem acompanhado de fritas (é bem grande) ou então faça um brunch (e a festa) com o café completo que eles servem na casa. Adoro esse lugar!

Você é do Rio? Que lugares indicaria como atrações imperdíveis na cidade? Tive que deixar muita coisa de fora da lista (como restaurantes preferidos, passeios…) mas né, é impossível resumir a experiência de cariocar em apenas cinco itens!

***

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.

Um dia na praia: Trindade

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Já faz um tempo desde a primeira vez em que pisei nas areias alvas da Praia do Rancho, em Trindade. Era um fim de semana qualquer, acredito que em 2002. Até então, Trindade era aquela cidadezinha famosa pelo incidente do Veneno da Lata. Após horas e horas de viagem (Trindade fica na divisa do Rio de Janeiro com São Paulo, depois de Paraty) e uma estrada danada de sinuosa (exigindo que o motorista mande bem no volante, principalmente em dias de chuva), é uma benção avistar aquele mar todo, em contraste com o verde da mata. Como amo a Costa Verde, desde miúda!

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Depois de algumas idas a esse pedaço de paraíso, passei maus bocados durante um feriado e risquei o paraíso da minha lista de viagens. Aquele lugar lindo e incrível estava dominado por gente de más intenções nessas épocas crowd. No entanto, em agosto de 2012 resolvi dar uma chance ao lugar onde ninguém dorme novamente.

Trindade tem praia, tem rio e tem cachoeira. Tem pastel, tem pizza e tem salgado em um bar curioso chamado Larica’s. Trindade tem mais cara de balneário paulista do que carioca. Hoje em dia, tem sinal de celular. Tem até 3G. Tem luz, tem rua asfaltada. Tem pousada até dizer chega. Mas ainda tem hippies, gnomos e seres extraordinários. Trindade não tem mais forró na Praia do Meio. Em breve, não terá mais bares com batida de caju também. E se você for fora da alta temporada, é capaz que não haja lugares para comer de noite. Vou te falar que gosto de Trindade assim: vazia, assim penso que é só pra mim.

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Desafio 30 Days Writing Challenge

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Estamos escrevendo um capítulo na nossa história

0,20 centavos

Acho que nunca esperamos tanto por uma segunda-feira. Pelo menos esse era o meu sentimento e de muitos amigos no final de semana. A ansiedade pra que a “maldita segunda” chegasse. Bom, pra mim, faz tempo que a segunda não é mais uma maldita mas infelizmente não é assim que funciona pra maioria.

Na segunda, sabíamos que que ia ser bonito. A gente só não fazia ideia de que seria bonito e histórico. Nem todo mundo foi a favor, como vocês devem ter percebido. Há quem diga que o movimento nas ruas era sem propósito e sem liderança. E eu me pergunto, de verdade: vocês acham que não temos razões suficientes pra levantar e ir protestar? A liderança se faz necessária no momento em que vamos reivindicar formalmente junto aos órgãos públicos o que queremos. E ela já começa a se delinear… mas vocês acreditam mesmo que é preciso ter um líder a frente de uma passeata que traz o vovô, o estudante de 18 anos, eu, você? Estamos todos de saco cheio, há anos sendo maltratados por quem deveria cuidar da gente. É tipo um “basta”, sabe?

Discordo dos que dizem que “o gigante acordou”. Tem tanta gente militando nos bastidores durante todo esse tempo que é injusto falar que somente agora “o brasileiro” tá na batalha. “Por que não protestaram quando aconteceu x e y?”, é o principal argumento de algumas pessoas. Duvido muito que tenha passado em branco para algumas pessoas. Talvez não tivesse sido o suficiente para mobilizar milhares nas ruas. Mas agora tivemos um estopim. Um aumento no valor do transporte que já é um lixo. Em um momento como o que vivemos, de euforia pré-Copa, pré0-Olimpíadas. Daí junta tudo: Feliciano da vida, Renan Calheiros, estupros, violência, inflação aumentando, propostas de emendas constitucionais malucas sendo votadas… Boa coisa não ia sair disso.

E havia quem afirmasse que toda essa pressão nas ruas não levaria a nada. Ontem vimos que em um discurso alinhado e ensaiado, os prefeitos de algumas cidades suspenderam o aumento das tarifas no transporte público. Uma pena que toda essa mobilização não é apenas por causa de R$ 0,20…

Em plena Copa das Confederações, após muitos anos, estamos nas ruas. Com bandeira de partido, vovô, criança, estudante cheio de energia, gente que quer mudança. Não dá pra ficar mais de braço cruzado esperando o Sassá Mutema salvar o nosso país. A mudança só depende, de verdade, da gente.

Vi esses cartazes no Casa de Colorir e achei sensacional. O trabalho é do Benguele Tarja Preta. Inspire-se e leve o seu para as manifestações de hoje.

#vemprarua

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Regina Spektor faz show incrível no Rio de Janeiro

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Há algum tempo eu queria conhecer mais “de perto” o trabalho da cantora, compositora e pianista russa Regina Spektor. Ao saber que a belezura viria ao Brasil para dois shows (SP e RJ), fiquei atenta. Após ler a crítica do show de SP, que foi interrompido no finalzinho por problemas técnicos, fiquei com mais vontade ainda. Os comentários eram mais que positivos, mencionando a timidez e o carisma da artista, sem falar da afinação de sua voz e do entrosamento perfeito com os músicos de sua banda.

E é exatamente isso. Mais ou menos 1h30 de show. Um palco simples, luzes jogadas na hora certa sobre cada um, “Regie” encantou ainda mais seus fãs e os entusiastas, como eu. Praticamente não conhecia as músicas mas era difícil não se empolgar com “Dance Anthem of the 80′s”, “Better” ou  “Folding Chair”. E como não se emocionar com suas baladas? Em “How”, vi alguns fãs indo às lágrimas.

Gostei muito da experiência de assistir ao show no Citibank Hall (RJ) sentadinha. E diferente do que aconteceu em outros shows, não havia mesas, apenas cadeiras enfileiradas, como se estivéssemos em um teatro. O público se comportou super bem, com exceção de alguns fãs mais calorosos, que gritavam entre uma música e outra o quanto amavam a cantora (e ainda soltaram um “toca Raul”). Durante o bis, todos levantaram de suas cadeiras e foram lá pra frente, cantar os maiores sucessos da artista. “Us” (que fez um sucesso danado por causa de “500 days of Summer”), “Fidelity”“Samson” e “Hotel Song” fizeram o público cantar em coro.

O setlist do Rio ficou assim:

  1. Ain’t No Cover
  2. The Calculation
  3. On the Radio
  4. Small Town Moon
  5. Ode to Divorce
  6. Patron Saint
  7. How
  8. All the Rowboats
  9. Blue Lips
  10. The Prayer of François Villon (Molitva)
  11. Call Them Brothers
  12. (with Only Son)
  13. Dance Anthem of the 80′s
  14. Better
  15. Don’t Leave Me (Ne Me Quitte Pas)
  16. Ballad of a Politician
  17. The Call
  18. Oh Marcello
  19. Sailor Song
  20. Folding Chair
  21. The Party

Bis:

  1. Us
  2. Fidelity
  3. Hotel Song
  4. Samson

Regina Spektor What We Saw From The Cheap Seats

Já estou escutando o álbum mais novo via Deezer e estou curtindo muito. Tão bom quando saímos de um show encantados, né? Parabéns, Regina! You rock!

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Keane + Maroon 5: noite bonita no Rio de Janeiro

Ontem foi dia de Keane e Maroon 5 no Rio de Janeiro. O Keane, que acabou de lançar mais um álbum “Strangeland”, veio como banda de abertura para o Maroon 5 (???), que me assusta a cada dia com esse apelo pop, conquistando cada vez mais um público que canta “Moves Like Jagger” sem saber quem é o “Jagger” em questão. Ingressos esgotados, ia ser curioso ver essa mistura de sons.

Vamos falar primeiro do Maroon 5, porque na minha vida eles vem em segundo lugar, depois do Keane. Show empolgante, redondo, Adam Levine de vez em quando parece uma lombriga na areia quente e solta uns agudos muito esganiçados e desnecessários. Mas manda bem, a banda tem vários sucessos, né? Cantaram muita coisa antiga e canções do novo CD, “Overexposed” – sendo muitas dessas novas músicas cantadas em coro pela plateia. Momento alto do show: “She Will Be Loved” com uma chuva de corações jogados das arquibancadas do HSBC Arena pelos fãs. Ficou bonito!

Adam Levine sendo… lindo!

Mas então, vamos ao show do Keane. Logo após a apresentação do colombiano Javier Colon (vencedor do The Voice), foi a vez do Keane. O show seria um pouco mais curto e ninguém fazia ideia do que seria tocado ali. Disco novo, geralmente as bandas dão aquela trabalhada nos singles. E o que aconteceu foi um show recheado de sucessos, com um vocalista super empolgado, contente com aquela casa cheia de fãs de outra banda que estavam ali curtindo todas. Todo mundo pulava e retribuía o carisma de Tom Chaplin.

Com direito a bandeira do Brasil no palco (cheia de recadinhos dos fãs), o Keane levantou a plateia ao tocar “IsIt Any Wonder” e, é claro, “Somewhere Only We Know”. Confira o setlist completo aqui.

Faltou “Disconnected”, que é uma das melhores músicas do novo CD. E é essa música que dedico a vocês, nesse domingo bonito:

Imagens: Portal Fama e Terra.

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