Posts Tagged → tecnologia
unfollow: mágoa de caboclo ou necessidade?
Twitter. A rede social mais falada do momento. Já faz um tempo que me cadastrei e lembro bem que no começo eu tinha uma meia dúzia de amigos, todos querendo entender como funcionava aquela telinha azul com espaço para digitar mensagens de até 140 caracteres. Meus dois primeiros amigos foram a Luma e o Phelipe. Daí as pessoas foram aderindo cada vez mais e se achando, através de contas no Google, Hotmail e por aí vai.
Diferente do que acontece em outras redes sociais, como o Orkut por exemplo, no Twitter você pode seguir alguém sem necessariamente ser seguido por essa pessoa. Pode ter sua conta pública ou privada, pode bloquear alguém de ler seus posts, pode fazer o escambáu (em breve, pela própria página do Twitter, poderá também “retwittar” um “tweet” e, inclusive, ver quantos mais já o fizeram, como funciona lá no Tumblr.
Tá, tudo bem. Mas a gente está acostumado ao esquema “me add que eu te add de volta”. E quando um lado não te “add”? E quando o amigo deixa de te seguir? Muita gente diz que não se incomoda mas, eu duvido que ninguém pare pra pensar no por que do “unfollow”. Será que não estou agradando? Será que sou chato demais? Ou então a criatura queria um “follow back” e eu não dei?
Estive pensando sobre o assunto e conclui que dependendo do uso que o cidadão dê ao seu Twitter, certos conteúdos se tornam irrelevantes. Atualmente, acompanho cerca de 310 pessoas e simplesmente não dou conta de ler todo mundo. Tem perfil de loja, de marketing, amigos de verdade, amigos blogueiros… Daí que se aparecer alguem MUITO bacana que eu queira seguir vou pensar duas, três vezes antes de adicionar porque é uma lista de pessoas interessantes que não para de crescer!
Então é aquela: muitas vezes o unfollow não é pessoal mas para filtrar conteúdo.
Outro dia tomei um “unfollow” porque nunca parei pra conversar com o ser. Achei engraçado o argumento mas acabei entendendo. É aquilo que a gente sabe, algumas pessoas utilizam o Twitter pra bater papo, como um Live Messenger, né? Como não é o meu caso… =*
Enfim, abro a discussão: o que vocês acham disso tudo?
PS: algumas pessoas estão tendo dificuldade para comentar aqui no blog. Realmente, se você clicar no balão com o número de comments, nada acontece. Para deixar um recado aqui, você precisa abrir o post todo, clicando no título dele ou então em “continue reading”, no final do texto. Só assim aparece o tal “Write a Comment”!
UPDATE: o balãozinho funciona agora! Agora vocês podem comentar por lá, sem ter que dar a volta ao mundo! Graças à querida Luanda, que, comovida por meus apelos e suplícios, resolveu praticar a boa ação do dia e resolveu o problema! Obrigada!!!
9a Edição do #soumaisweb
Sábado rolou mais uma edição do evento #soumaisweb, promovido por Nino Carvalho, consultor em Estratégias, além de ser idealizador, coordenador e professor do curso de Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital (o “cara” tem outros títulos e um currículo de dar inveja *invejinha boooa*). Foi a nona edição do evento, que já contou com a participação de feras em tantos assuntos englobados pela área.
Essa foi a minha primeira participação no evento e foi bem legal ver um auditório repleto de gente para um sábado de manhã. Tava sol, depois de tantos sábados nublados, chuvosos e o povo lá atrás de conhecimento (mentira, na verdade estavam esperando pelo vale-milkshake do Bob’s, que não deu muito certo, infelizmente – BRINKS). Além do que, foi uma oportunidade boa de encontrar alguns novos amigos feitos no Twitter e no blog.
Os debatedores eram Paulo Teixeira, do Marketing de Busca (além de referência no assunto no Brasil, pouca coisa, né?), Gustavo Loureiro (coordenador e professor do curso de Marketing Digital da Infnet), Robert Rodrigues (Gerente de Mídias Sociais da Agência Frog) e Sara Holoubeck (presidente da ONG Sempo), a grande surpresa da manhã, já que ela não estava escalada para participar da palestra e só enriqueceu – além de ser linda e super bem humorada. O moderador foi o meu colega de trabalho e “instrutor” no assunto Lula Ribeiro (Analista de SEO aqui da Módulo).
Passamos a manhã trocando muitas idéias sobre dois assuntos que para uma grande parcela da sociedade ainda é desconhecido. Se eu viro para a minha mãe e falo de SEO ela vai boiar terrivelmente e isso não é nenhum pecado, não é? Quando a gente para pra tentar entender do que tantos jornalistas, marqueteiros e tantos outros profissionais que lidam com web hoje em dia falam, vemos que não é nenhum bicho de sete cabeças mas simplesmente entender a melhor forma de dialogar com o cliente através do www. Por esse simples motivo, os profissionais estão investindo em capacitação no assunto.
Eu tinha muito interesse em ouvir o que alguns destes “novos” profissionais tinham a acrescentar sobre um assunto que, é claro, está cercado de superficialidades e modismos, o que pode ser nocivo à área. Posso dizer que gostei bastante da bola levantada pelo Robert Rodrigues, da Frog, que ressaltou o cliente como principal personagem nas estratégias de SEO e SEM, caso contrário, tudo vai por água abaixo! É preciso se preocupar em como o cliente pensa, o que ele procura, senão o resultado será um big, big FAIL.
Puxando para o lado mais técnico, também foi discutido a questão do uso do novo acordo ortográfico da língua portuguesa: como fazermos uso das novas palavras na otimização do conteúdo? Ignorar a existência do mesmo? Falar a “língua do povo”? Nessa hora o pequeno auditório do Ibeu Copacabana quase pegou fogo e no telão diversos tweets dividiam opiniões. Alguns favoráveis ao uso do português tabajara, fácil de ser encontrado nas buscas; outros incentivando o português correto pois é preciso incentivar a cultura, em vez do “emburrecimento”.
No fim das contas, a gente para pra pensar no lado humano na coisa: empresa quer vender, custe o que custar mas, até que ponto vai a ética nisso tudo? Escrever “aipode” nas palavras-chave para ser encontrado?
Resumindo: o debate foi além do discurso técnico e ganhou alçadas maiores, levantando as bandeiras culturais, éticas e morais do Marketing 2.0. Nota 10!
Apresentações dos debatedores no Slideshare:
Mais artigos sobre o evento:
Tweets sobre o evento:
Só procurar pela hashtag #soumaisweb
pra embelezar seu aparelhinho
Se você tem iPhone ou iPod Touch, não pode deixar de entrar nesse site.
PS: léiaute novo.
twittando como se não houvesse amanhã
Deu no IDG NOW! e “aos baldes” da própria rede Twitter:
Gadget? WTF? Comofaz, tia?
Gadget é uma palavrinha que muitos têm ouvido falar mas não sabem ao certo o que é. Seria uma espécie de aplicativo que pode ser agregado a outros aplicativos “maiores”. Sites como o Netvibes e o iGoogle fazem uso desse “mini software”. Gadget é o novo, meu povo! Existem sites que disponibilizam uma parafernália deles, alguns bem úteis, outros nem tanto. O bacana disso tudo é a integração entre os aplicativos (como no caso do Gmail e Twitter: numa única janela, o usuário pode ler seus emails e conferir as últimas atualizações de seus seguidores na rede social).
Para adicionar o gadget, é preciso utilizar o Gmail Labs, disponível no próprio Gmail em inglês (portanto, se estiver em outro idioma – portugês, por exemplo, não vai funcionar nadinha, viu?).
Aqui tem um passo a passo bem bacana sobre como instalar o gadget.
Eu instalei o meu no final de semana e recomendo. Pena que aqui no trabalho, onde eles insistem em utilizar um Internet Explorer versão mega desatualizada, as maravilhas da web 2.0 não funcionem tão bem.



