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me and you and everyone we know

Sempre juntos.

Sempre.

hmmm aquela música…

Você já ouviu essa música, né?


The World is Mine

Sabia que o David Guetta sampleou Simple Minds?

Someone Somewhere (in Summertime)

top 10 preciosidades musicais dos anos 80/90, parte I

Top 10 Preciosidades Musicais dos Anos 80/90
- Parte I -
(ou “músicas do tempo em que você dava close no play do prédio e a onda do momento era calçar nauru, comendo skinny, tomando grapete”)

Pianinho clássico, né? Gazebo até fez outras músicas, mas nenhuma com o sucesso deste hit que fez tantos jovenzinhos balançarem o esqueleto abraçadinhos (saca aquela mão no pescoço e a outra na cintura?).2 – A-Ha – Take On Me

Duas coisas para falar sobre essa música: clipe super criativo; Morten Harket nos vocais sempre arrasando! Eu lembro que passava manhãs ouvindo o disco do A-Ha só porque eu achava legal eles serem noruegueses e também porque com uns seis anos de idade, eu achava o Morten o homem mais bonito do mundo, queria sei lá, casar com ele. Tipo, mil e uma bandas fizeram cover dessa música, sendo o mais famoso o tocado pelo Reel Big Fish. PS: pra quem gosta de Family Guy, vale a pena ver a paródia que Seth McFarlane fez com esse clipe do A-Ha! É algo assim pra te fazer chorar de rir!


PS: já viram essa versão?



O momento rock de qualquer festinha dos anos 90. Todo mundo na minha sala da escola tinha o Nevermind e sabia de cabo a rabo cantar todas as músicas! Mesmo com um calor absurdo, os adeptos e seguidores de Kurt Cobain usavam aquela famosa blusa de flanela e um cabelinho sujo, caindo na testa. Antigamente se faziam roqueiros de verdade, não essas coisas emuxas-choronas que existem por ae. Odiar Courtney Love por um tempo foi hype, depois acabou virando legal quando ela formou o Hole e até hoje Nirvana é um ícone, e Kurt, um divo.


Essa fez parte da trilha sonora de 10 entre 10 amores platônicos da adolescência. Na hora do recreio, deprê porque o cabeludinho da sala do lado tá saindo com uma guria mais magra ou porque o paquera preferia jogar racha a andar de mão dada com você. Essa é também é uma das músicas mais tocadas em luau, curso de inglês e videokê. Também teve muitos covers, desde Westlife a Alanis Morissette (uaaaau). Fiquei sabendo, através de um programa da VH1, que os caras do Extreme tentaram voltar a tocar a um tempo atrás, mas parece que um dos malucos não quis e o projeto deu pra trás.



Erasure pra mim é anos 80! São tantos hits! A Little Respect me lembra minha colônia de férias, quando eu tinha uns oito anos de idade e ia de buzão pro clube porque não tínhamos carro! Eu, meu saquinho de Muppy (aquele suquinho de soja) e Erasure, tocando em alto e bom som na rádio! Vale a pena conferir o cover do Weathus, estilo tênis Vans.


Depeche Mode ia fazer a alegria da garotada se a turnê pelo Brasil vingasse. Depeche Mode é Bunker 94, é DDK, é qualquer festinha dessa década com cara de anos 90.


Alguém conhece alguma outra música dessa banda? Mais uma one-hit-band, que tinha um vocalista gatinho, estilo e com uma voz meio duvidosa, mas quem se importa? Eu achei por muito tempo que era uma mulher quem cantava…


Dez pastéis, um quibeeeeeeeeeeee… Backstreet Boys é o escambáu! Tardes ensaiando os passos pra não fazer feio na festinha da vizinha. Quem nunca pensou em ter um grupinho de dança, com coreografias marcadas, com aquele encosto básico que finge que canta (era sempre o feio da galera) e o famoso galã pega geral do condomínio, coloca a mão aqui!




A Corona era brasileira e sempre ia na Xuxa com aquele cabelo de tererê e uma boca gigante, estilo bocão da Royal. Ela também ia no Faustão. Pesquisando sobre ela no Google, descobri que ela trabalhava na Caixa Econômica, se chama Olga e, num momento “tô de saco cheio da vida”, largou os trapos aqui no Brasil e foi dar pinta na Itália, onde conheceu um cara que a colocou na fita da dance music. Digno.


Eu tenho até hoje lá em casa o LP com o single dessa música. Duas faixas, uma de cada lado: a primeira, é a música em si, que eu seguia com a letra na minha frente, cantando no banheiro; a segunda é só o instrumental, pra você apurrinhar todos em casa tentando cantar igual ao Steve, com direito à óculos escuros e aquela balançadinha com o corpo de um lado pro outro. Por favor, Steve Wonder é rei! Ele e Barry White. O clipe é uma pérola também. Steve passa quatro minutos e uns quebrados com um telefone ao ouvido, que sai do seu piano. Quanta poesia!

And I say heeeeeeeeeeeeey ie ie ie ie-e heeeeeeeeeeeey ie ie… SEM MAIS!
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Foi bom pra você? Em breve, parte II.
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(postado originalmente em 10/11/2007)

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no ipod: ra ra riot

Eu devia mudar o nome desse blog pra “no ipod” ou “youtube, te amo” porque só dá isso por aqui. Em vez de tentar falar de coisas em geral, eu bato numa tecla só. Devia ser honesta e falar logo pra todo mundo “ae, só vou falar das últimas coisas que não consigo parar de ouvir, tá bem?”. Mas não, eu fico nessa ilusão. Só vejo música na minha frente.

Hoje quero falar de Ra Ra Riot, um sexteto formado em Nova Iorque, ainda na faculdade, em 2006. Chamaram logo atenção por fazererem um som que mistura violino, teclado, cello e guitarra. Ao vivo, é impossível não bater o pé acompanhando o ritmo marcado pela bateria e pelo vocal empolgado.

A banda, apesar de nova, já abriu show pra algumas outras bandas conhecidas do cenário indie rock, como Art Brut e Editors. Eu acabei conhecendo Ra Ra Riot no Last.fm, naquelas sugestões de bandas relacionadas ao que você ouve. Como AMO Broken Social Scene, acabei vendo coisas parecidas e lá estavam os caras. Recomendadíssimo!

a formiguinha está viva

Sabe quando você é teletransportado pra uma fase da sua vida onde problema era não entender o que é força centrípeta?

Em Invaders Must Die, o The Prodigy volta às suas raízes anos 90, fazendo a mistura barulhenta e enloquecedora que fizeram do trio (depois quarteto e novamente trio) referência na música eletrônica mundial (electropunk, rock, big beat, hardcore techno whiskas sachê…).

Preciso listar as preferidas e hits dos caras?

Curiosidades à parte, Keith Flint era meu muso adolescente. Enquanto as outras meninas compravam Querida e Atrevida pra pegar o poster do Brad Pitt e do Felipe Folgosi, lembro de ter comprado uma Showbizz edição especial The Prodigy. Vinha com um poster gigante do Keith, de moicano e com o rosto pintado com as cores da bandeira da Inglaterra.

keith flint

miadd?

O visual da banda, aliás, era um chamariz à parte. Pra época, era algo revolucionário ter um piercing na sobrancelha ou na língua. Talvez na Europa fosse mais comum mas aqui no Brasil… Você tinha que ser roqueiro ou então dumal pra poder ter alguma parte do corpo, que não fosse a orelha, furada.

Minha mãe não entendi ao meu amor pelo The Prodigy. Não entendia porque, com 14, 15 anos, eu juntava dinheiro pra comprar o cd deles. Tenho os três primeiros, com orgulho (dinheiro suado da merenda). Fora que ela achava um horror a música e simplesmente, quando eles vieram pro Close Up Planet, em 1999, não me deixou ir no show. Tipo eu tinha 17 anos, era grandinha já! Hoje em dia esse povo com 17 anos anda tudo solto por aí, eu com 17 anos tinha que pedir pra minha mãe as coisas </raivamodeoff>. Pior que só uma amiguinha minha curtia também, mas o que adiantava, eram as duas bocós, menininha e pã. Não rolou. Tristeza.

Enfim, é isso ae. Pra quem quiser saber mais da banda, como estão hoje em dia, shows que vão rolar em qualquer canto do planeta MENOS aqui, ver fotos, só entrar no site oficial ou no Myspace. Eles tem Twitter também, gentz, que eu já sigo, né?

bonitezas pros ouvidos

Uma das coisas mais legais do meu trabalho é poder ouvir música. Mas, mais do que isso, é lá que rolam altos intercâmbios de álbuns e tal. Outro dia peguei toda a discografia do Keane, uma banda que conhecia duas ou três músicas, dessas que tocam em filme mela-cueca. Enfim, tava ali de graça, no pendrive amigo, por que não?

Pois bem, fiquei conhecida como a guria das músicas estranhas. Aliás, não é novidade pra ninguém que eu tenho um gosto duvidoso pras coisas e isso inclui o que toca no meu iPod. Sou uma pessoa aberta às novidades, né?

Então que uma amiga (@fermaya) me sacaneia me chamando de indie. Eu tento me esquivar, afinal indie é um estilo musical ou uma forma de se vestir? Musicalmente falando, tenho gosto pelo alternativo, sim mas eu tento ouvir outras coisas porque é estranho conhecer umas paradas e não poder dividir com ninguém, seja porque a maioria não curte ou porque é chato mesmo.

Mas voltando pra minha amiga, agora no finalzinho da noite ela resolve me brindar com um presente, e me passa um endereço dos deuses até então desconhecido pra mim, recheado de coisas novas! Pra quem gosta de música é sempre uma delícia abrir um site e não conhecer nada! Um soulseek cheio de downloads? Certamente! E nessas descobertas, me deparo com isso:

O nome da dupla? Charlotte & Magon. Os dois se conheceram na internet, em 2006. Ela, francesa, ele, israelense, decidiram se encontrar pra fazer um som juntos. Ela decide ir pra terra dele. Eles se conhecem. Eles fazem um som. Se apaixonam e estão juntos since then. Não é lindo?

O mais legal é que essa sintonia transparece na música, afinal, não seria essa arte amor em notas e escalas?

bunker e eu

Inspirada pelo post da Luma, resolvi falar de música. Mas em vez de dizer como a música transformou minha vida, marcando momentos fundamentais, fazendo chorar, sorrir, servindo de cantada, motivo pra puxar assunto (e bla bla bla), vou falar de um LUGAR que fez parte do passado de muita gente no Rio de Janeiro: a Bunker 94.

Inaugurada em 1998, ficava em Copacabana, na Raul Pompéia, ao lado do boteco Bem Estar, parada OBRIGATÓRIA dos frequentadores da casa. Era “de lei” tomar algumas garrafas de cerveja ou algum outro drink matador. Cachaça, Fogo Paulista, Menta. O resultado durante a noite nunca era muito decente. Alguns game overs, vexames, normal. Depois do aquecimento, era hora de entrar.

Fila pra pegar desconto, as 50 primeiras mocréias não pagavam. Era chegar da faculdade, tomar um banho rápido e fazer a conexão Centro-Copa pra garantir logo vaga na fila. Sempre dava briga. Mas entre mortos e feridos, o que importava era entrar pra curtir música e fumaça de cigarro. Acho que esse era o maior defeito da Bunker: o sistema de ventilação da casa não funcionava. Você, além de fazer sauna, saía de lá defumado. Um terror.

Pois bem, há alguns anos atrás a Bunker fechou e passou a ser uma espécie de festa intinerante. A verdade é que  aquele quadrado exótico deixou saudades. Muitos gritinhos “uhul” ao tocar a_música, pegação, dancinhas, encontros. A Bunker, além de boate, era ponto de encontro dos nerds do IRC. Lá conheci alguns amigos de blog dos primórdios. Lá conheci o namorado (<3). Lá eu dancei muitas quartas e sextas e é por esse motivo que escrevo sobre a Bunker. Bunker pra mim é nostalgia, é música na sua melhor manifestação: alegria.

Segue então um top 5 “músicas que não podiam deixar de tocar na Bunker”. Fé em Deus, DJ!

5 – Love Spit Love; How Soon is Now

4 – Gargabe; Cherry Lips

3 – Placebo; The Bitter End

2 – Depeche Mode; Enjoy the Silence

1 – Hole; Violet

Emocionei, viu?

top 10 – u2

Queridos que fazem desse blog uma razão pro mesmo existir!

Não é novidade pra ninguém que eu amo U2. Podem falar mal, eu não ligo. U2 existe na minha vida desde a infância, quando eu fazia Cultura Inglesa e pra animar a criançada eles faziam o Clip Time, uma seleção de videoclipes com um folhetinho onde podíamos acompanhar a letra e aprender inglês de maneira mais divertida.

(eu amo a Cultura Inglesa)

Nesses Clip Times da vida, conheci INXS e também aprendi a cantar aquela música do Jon Secada famosona, sabe? Até hoje sei a letra.

Enfim, foi nesas época conheci U2. Fiquei tão fã a ponto de comprar todos os cds, mesmo naquela época em que cd era caro e vivia-se do dinheiro da merenda. A ponto de ir depois do trabalho pra São Paulo de avião pra ver o show dos caras (depois esperando no aeroporto, mendigona, pelo próximo vôo). Enfim, dane-se todas essas provas de loucura por uma banda. O U2 de hoje em dia é bem diferente de 10 anos atrás e eu acho isso ótimo, sinceramente! Por isso hoje dedico esse post a um top 10 que provavelmente será injusto, deixado alguma coisa foda de fora. HOJE, meu top 10 é esse. Amanhã, tenho certeza, será outro. Pois bem, vamos lá:

(é uma MERDA essas gravadoras tirarem o embed dos vídeos do Youtube… enfim, seguem os links)

10 – City of Blinding Lights

http://www.youtube.com/watch?v=j6IQoOvvc1g

9 – With or Wihout You

http://www.youtube.com/watch?v=WdlPjAJFIrw&feature=channel

8 – Sunday Bloody Sunday

7 – One

http://www.youtube.com/watch?v=JFWPeVfWB9o

6 – I Still Haven’t Found What I’m Looking For

http://www.youtube.com/watch?v=2fBj2wsimvQ

5 – Stay (Faraway, So Close!)

http://www.youtube.com/watch?v=838dPcVq0c4

4 – Lemon

http://www.youtube.com/watch?v=HAXI1urvxDI

3 – Original of the Species

http://www.youtube.com/watch?v=Xa8mFeWbLX8&feature=channel

2 – Staring at the Sun

http://www.youtube.com/watch?v=5A8-N_SUcUc

1 – Discothèque

lady, hear me tonight

Mais velho que a minha lancheira da Moranguinho.

Com muito mais pontos desde o último sábado, quando ganhei o melhor abraço do mundo, na hora certa.

no ipod: the bird and the bee

the bird and the bee, again and again

“Descobri” esse grupo sábado passado, quando fiz minha última tatuagem! É a segunda vez que tatuo com o Dionel e da primeira vez lembro que ele estava ouvindo Massive Attack. Tatuadores geralmente têm bom gosto, não?

Dessa vez, dentre outras coisinhas que postarei aqui em breve, me chamou atenção The Bird and The Bee. O grupo é, na verdade, uma dupla norte-americana, da Califórnia, que tem como influências o jazz e o cenário brasileiro! Como se descrevem no Myspace, “Greg and Inara met a few years ago. Discovered a common love of jazz standards…nerded out for a couple of hours playing every song they knew…and then wrote and recorded a record together” .

birdanthebee

the bird and the bee