Nada melhor que a friaca junina pra motivar a fazer um repertório de bpm preguiçoso, daqueles que se ouve debaixo da coberta e bem acompanhado. Foi nesse clima acasacado com cheiro de chocolate quente que misturei épocas e vertentes nesse set que vai de Zero 7 a Everything But the Girl, resultado de uma seleção aleatória pra mais uma tarde de trabalho. Dá o play, macaco…
Ollano – Un Autre Jour
Zero 7 – Simple things
Terranova – Chase The Blues (Cameron McVey Mix)
Glorybox – The Edge
Thievery Corporation – The Time We Lost Our Way (part. Loulou)
Hint – Count Your Blessings
Everything But The Girl – Flipside
Portishead – Glory Box (ao vivo)
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Dando sequência ao primeiro post do Quilombo Moderno, segue o segundo set de Trip-Hop com os mais belos vocais femininos, na minha opinião, claro. O repertório começa com a voz doce de Alice Braga e o projeto 3 na Massa, que não é vocalista de Trip-hop mas caiu perfeitamente bem, tanto pro 3 na Massa quanto pra esse set. Em seguida a espanhola Vacabou, precedida pela linda voz de Rebecka Törnqvist em Where Did Your Fire Go, do último álbum do Baxter. A música seguinte é uma produção do japa Dj Krush com participação de Esthero, confesso que pirei e ouvi em loop na primeira vez que ouvi essa mistura. Depois vem um dos meus projetos favoritos, Attica Blues; O “extinto” Bergman e Ursula Rucker (Silent Poets) fecham o set, mas prometo um terceiro mixtape em breve porque já esboço mentalmente um novo set com belas vozes femininas. Ouve aê:
3 Na Massa – Tarde Demais
Vacabou – Rannveig
Baxter – Where Did Your Fire Go (part. Rebecka Törnqvist)
DJ Krush e Esthero – Final Home
Attica Blues – It’s Alright
Bergman – Lonely nights
Silent Poets – Get Ready (part. Ursula Rucker)
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Saca aquela original, que de tão boa fica impossível priorizar ao cérebro a sampleada ou homenageada (ou copiada)? Pois bem, trago hoje uma sequência com algumas clássicas que tocam mais que as “inspiradas” no meu walkman amarelo de fone com espuma.
Segura a marimba:
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Trip-hop session II traz o lado denso do trip-hop. Dessa vez os beats são menos hop, os vocais femininos substituídos pela atmosfera gris e o tempo dá uma leve esfriada. Na minha opinião, a vertente mais interessante do gênero.
Procurei várias maneiras de descrever o set evitando ser efusivo e pela-saco, mas com esses caboclos não consegui. Pudera.
Chora…
Unkle – Invasion
Massive Attack – Pray For Rain (remix de Tim Goldsworthy)
Airlock – In the Mouth of the Fish
Blue Sky Black Death – No Image
Dj Shadow – Midnight in a Perfect World
Spylab – Final Request
Doctor Flake – Le Vaste Espace
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Após um longo e tenebroso inverno, estou de volta e dessa vez com um gênero deveras subestimado. O Lounge music.
Música de bar, hall de hotel, de elevador, de relaxamento entre outras categorias, é assim que a maioria das pessoas enxerga essa vertente da música eletrônica. De fato, o Lounge Music teve como proposta exatamente essa característica nos anos 50 e 60, em seu surgimento, porém nunca se acomodou ou se contentou como pano de fundo. A evolução do Lounge nas últimas décadas e a riqueza de influências, que vão do jazz ao samba, são fatos relevantes e merecem destaque na música contemporânea. A real é que o Lounge saiu das salas de espera para os palcos de cabeça erguida, com ótimos artistas. Do Moog ao chocalho, cabe tudo no buraco do Jabour do Lounge music!
Sem pretensão alguma de pagar de entendido, o set está repleto de clássicos como Dzihan & Kamien, Café del mar, Minus 8 e etc. Por falar em “contemporâneo”, fiz questão de incluir Dubphonic com a participação da inconfundível Céu em Afronauta. Na meiuca do set, os quase brasileiros Mo’Horizons que sou muito fã, e na ponta direita saindo de uma contusão, Letting the Cables Sleep do Bush regravado por Nightmares on wax, pouco foda. E pra fechar, dois dos meus projetos favoritos, Thievery Corporation e Dj Cam.
Ta estressado? Crava o fone e clica no play…
Brazilian Girls – Homme
Dubphonic – Afronauta
Groovecatcher – Café De La Plage
Minus 8 – Bossa nova feelins
Mo’Horizons – Foto Viva
Dzihan & Kamien – Homebase
Café del mar – Letting the Cables Sleep (Bush – The Nightmares on Wax Remix)
Thievery Corporation – Lebanese Blonde
Dj Cam Quartet – Rebirth Of Cool
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O trip-hop é um gênero caracterizado principalmente pelas batidas lentas e o clima de relaxamento da música. Eu reiteraria com “grooves lisérgicos”.
Pelo fato de ser um estilo musical bastante abrangente, uma das maiores discussões a respeito do gênero é a associação da sonoridade das bandas ao rótulo trip-hop. A influência de jazz, hip-hop e soul é inegável e, na minha opinião, é isso que torna o trip-hop um dos gêneros musicais mais agradáveis e flexíveis acima de tudo. Trip-hop é sonoridade, não rótulo de banda. Creio.
Um set despretensioso, fato, mas não pude deixar de incluir um dos pioneiros, Massive Attack. Clichê, porém foda.
Blue Foundation – Wiseguy
Crustation – Purple
Urban Myth Club – I feel it
Massive Attack – Lately
Sofa Surfers – Can I get a withness
Nitin Sawhney – Broken Skin
Dj Cam – Sweetest Rain
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Exatamente! Esse é um set de downbeat com artistas brasileiros, beats arrastados tupiniquim, sim!
A idéia e reunir artistas do gênero (ou não) que cantam em português, o que é raro. Nem todos são nacionais como, por exemplo, o Gilo e o Mesa, que são de Portugal, e o Smoke City que é inglês, mas cabem no mesmo pote.
Pra abrir, ninguém menos que Quinto Andar, o extinto (e foda!) coletivo carioca de rap. No set, incluí também dois artistas novos que andam chamando de MPB 2.0 (e eu discordo porque vão muito além) que sou deveras fã. Fábio Góis que lançou o álbum Sol no Escuro em 2006 e Caio Bosco que botou um EP pra download no ano passado, sensacionais. Guizado é outro da leva nacional de experimental que me fez ficar de cara com a sonoridade desde a primeira escutada. O Quarto das cinzas é um trio de Fortaleza de música eletrônica que viciei em 2005, hoje a banda se chama O Jardim das Horas e segue o mesmo padrão de qualidade. E qualquer projeto que o BNegão se envolva dispensa comentários.
Teria muito o que falar desse set, mas ficaria tão chato quanto um repertório extenso. Fone na orelha e faça dessa sequência uma trilha pra suas tarefas diárias…
Quinto Andar – Meu amor não me abandone
Fabio Góis – Lembranças
Gilo – Nascer de novo
Caio Bosco – na2so4+2h2o
Guizado – Vermelho
O Quarto das cinzas – Tudo que for seu
BNegão e os Seletores de Frequência – No Way
Smoke City – Underwater Love
Mesa – Fado Lunar
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Pra inaugurar o site, preparei um set com um dos gêneros que mais gosto e conheço, que é o Trip-Hop. E nada mais justo que iniciar a sequência com a banda que foi o meu primeiro contato com o gênero, cujo vocal inconfundível pertence à loira belga Geike Arnaert. Sim, o clássico Hooverphonic! Muita dúvida na escolha da música, mas optei pela One. Muita dúvida na escolha da versão, mas optei pela clássica, por ter umas das melhores intros de todos os tempos!
Baixe pro mp3 player, apague a luz, feche os olhos e crave o volume no talo…
Hooverphonic – One
Oi Va Voi – A Csitari Hegyek Alatt
Mig – Concrete jungle
Anthea – He said she said
Esthero – Superheroes
Agent 5.1 – Afro
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