peraí, não entendi
17 Mar
E hoje tem participação do leitor aqui no blog. Quem encarna o cricri é o Pedro, uma pessoa muito especial divertida, legal, transada e descolada, que além de escrever no Banheiros Públicos, também tem uma namorada linda: EUZINHA!
Estávamos outro dia caminhando quando ouvimos a música de Adriana Calcanhoto, Metade. Cismamos com alguns trechos e como ele também é chato de galocha, resolveu ir mais a fundo na questão:
Eu perco as chaves de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio…
(Metade, Adriana Calcanhotto)
Só queria avisa pra Adriana que, embora ela esteja aviltada, ela precisa se decidir quanto a fração de sua depressão.
É matematicamente impossível alguém estar pela metade¹ e estar em milhares de cacos². Ou ela se divede em duas parte iguais ou em vários pedaços aleátórios! Assim eu não consigo refletir além do refrão, Adriana.¹ Metade
do Lat. medietate
s. f.,
cada uma das duas partes iguais em que se divide um todo.² Cacos
do Lat. caccabu?
s. m.,
pedaço de louça, telha ou vidro;
qualquer estilhaço;
objecto velho, escangalhado e sem valor;
