Temperatura no Rio de Janeiro DESPENCOU e junto com a chuva também vieram os casacos guardados no armário de cima com cheiro de velho/mofo. Dizem que carioca não pode ver um céu nublado que já veste gorro e casaco de lã mas assim, vou defender meus conterrâneos, até que tá fiozim, viu?
Mas enfim, eu não quero falar sobre o cheiro de baú que predomina na cidade. Quero falar sobre como as pessoas não sabem andar na chuva.
Um monte de gente com sandália de dedo, enfiando a pata na poça d’água. QUER RECLAMAR DO QUE, AMIZADE? Tá chovendo, não vale colocar um tênis? Uma botinha? Se for mais hype, coloca uma galocha. Mas não me venha com Havaianas, pra pagar de “sou caminhoneiro, caguei pra chuva”. Depois pega bicheira e não sabe de onde veio.
Outra coisa que me deixa nervosa é guarda-chuva. Devia vir junto um manual de etiqueta pro bom uso do guarda-chuva em sociedade. É aquela:
Essas são algumas das dúvidas que habitam o meu ser.
Um beijo.
]]>O ônibus acabou ficando num engarrafamento básico, o que foi até bom, já que deu tempo de escoar aquela água barrenta. Eu imagino sempre o pior nessas horas: água da chuva que mistura com água de esgoto, o lixo sendo arrastado, entupindo os bueiros. O xixi da galera, que ficou seco, sendo “lavado” pela enchente, isso pra não imaginar outros tantos dejetos (humanos ou não).
Fico sempre com raiva das pessoas que atiram detritos pelas janelas dos carros e ônibus nas ruas. Ou os próprios transeuntes. Depois se queixam dos alagamentos e das doenças que consequentemente pegam.
Uma coisa é certa: Rio de Janeiro não tem estrutura pra aguentar chuvas assim e não é novidade. A situação até melhorou em alguns pontos mas continua crítica. Uma chuva de menos de uma hora dá um completo nó nessa cidade, um verdadeiro caos urbano, ainda mais numa sexta-feira, dia que já é complicado por natureza!
Resumindo: falta de educação e conscientização do Zé Povo me irritam profundamente. Mais que a chuva, coitada, ela não tem culpa de nada não.
]]>