Inspiração pra post é o que não falta, aliás. Falta mesmo é tempo pra dar conta de tanto blog, Twitter. Esse último, por sinal, tem sofrido.
Hoje passei por maus bocados no ônibus, ao me deslocar para o trabalho. Tirando o calor nojento logo às oito da matina, beleza, tava com a barriguinha cheia – pão na chapa da padoca é sempre de Deus. EIS QUE quando eu tô me preparando pra descer, pertinho da porta, um camarada senta bem próximo e sem querer coloca a mão entre o ferro de segurar E A MINHA BUNDA! Visualiza…
Sério, não acreditei. Tipos que o ônibus tava vazio… VÁRIOS lugares pro famigerado sentar e ele senta onde? Claro, perto da minha bunda! (Y)
Mais Era Paleozóica, impossível. É o tipo de coisa que você não acredita que exista MAIS. Quem sabe andando de trem, QUEM SABE NO SÉCULO RETRASADO? Que forma mais imbecil de sentir a maciez tenra de uma nádega!
Enfim, depois eu volto pra falar mal de copycat e de semana de provas.
]]>Agora temos essas tal de stand-up comedy, que nada mais é do que reclamar de coisas que acontece. Ser rabugento e fazer piada disso. Isso me leva a crer que reclamar agora é legal. Pessoas marrentas e birrenta são interessantes porque óoo “são inconformadas”.
Em alto e bom tom, NÃO FODE. Ser mal humorado é uma coisa, ser esperto e ganhar dinheiro com isso não. Mas né? Quem sou eu pra falar qualquer coisa, eu adoro reclamar mesmo.
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Chata.
Junta todos os clichês do “hip hop” (arram) numa só música e acaba com as nossas vidas em ônibus, metrôs, filas de banco, quando o infeliz que insiste em não usar fone de ouvido coloca os hits mais famosos da moça pra tocar.
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Mas odeio MESMO a carência que sempre bate na gente quando ficamos doentes.
]]>1 – os indecisos que não sabem o que pegar?
2 – o cara que pega todas as batatas-fritas da bandeja?
3 – não ter um determinado prato bem na sua vez?
Fato: a vida adulta nos obriga a frequentar tais recintos, claro, se você fizer parte do grupo de pessoas que ganha vale refeição bacana e pode PAGAR por isso. Ou se você não faz questão da marmita santa de cada dia.
Eu começo a pensar em trazer comida de casa, não por economia, mas por poder saborear a comida do jeito que EU gosto, sem ter que me estressar com os pormenores desses locais de alimentação. Um momento que deveria ser de prazer (almoço + descanso + bate-papo) torna-se uma via crucis certas vezes. Você e sua bandeja, em busca de alguma sobra no horário de pico, um frango em formato decente, um arroz não-remexido, quiça uma mísera empadinha de queijo ou uma porção de alfaces e uns ovos de codorna (pra por proteína no prato).
Ahhhh o self-service… Te odeio.
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